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Title: Inteligência artificial e ressuscitação digital : há que se falar na sobrevida dos direitos de personalidade do morto?
Authors: Magalhães, Gabriel Augusto do Carmo
metadata.dc.contributor.advisor: Guzzo, Fabiano César Rebuzzi
metadata.dc.contributor.referee: Guzzo, Fabiano César Rebuzzi
Schettini, Beatriz
Pereira Junior, Edvaldo Costa
Keywords: Inteligência artificial
Ressuscitação digital
Morte
Personalidade
Direitos da Personalidade
Issue Date: 2026
Citation: MAGALHÃES, Gabriel Augusto do Carmo. Inteligência artificial e ressuscitação digital : há que se falar na sobrevida dos direitos de personalidade do morto? 2026. 37 f. Monografia (Graduação em Direito) - Escola de Direito, Turismo e Museologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.
Abstract: A presente pesquisa foi elaborada com o intuito de oferecer uma resposta para a seguinte indagação: diante da ressuscitação digital, promovida por meio do uso de IA, há que se falar na sobrevida dos direitos de personalidade do morto? Serão examinados, a princípio, os principais dispositivos, presentes na Codificação Civil, que abarcam os direitos da personalidade, a partir de aprofundamentos e reflexões. Não obstante, será feito um breve apanhado sobre a gênesis e evolução da inteligência artificial, como também de seu papel preponderante para o surgimento do fenômeno conhecido como ressuscitação digital. Ademais, será analisada a campanha da montadora Volkswagen do Brasil que “ressuscitou”, por meio do uso de inteligência artificial, a cantora Elis Regina. Por derradeiro, será feito um paralelo entre a ressuscitação digital do morto e os direitos da personalidade, de forma a responder à indagação que norteia o presente estudo, alhures mencionada. Para se alcançar a conclusão final foi utilizado o método de revisão bibliográfica das principais obras que abordam o tema, bem como feito um estudo de caso, de forma que, em suma, não é possível admitir a existência de direitos da personalidade do morto diante da ressuscitação digital promovida pelo uso de IA.
metadata.dc.description.abstracten: This research was developed with the aim of providing an answer to the following question: in the face of digital resuscitation, promoted through the use of AI, is it necessary to discuss the survival of the personality rights of the deceased? Initially, the main provisions in the Civil Code that encompass personality rights will be examined, through in-depth analysis and reflection. Furthermore, a brief overview of the genesis and evolution of artificial intelligence will be provided, as well as its preponderant role in the emergence of the phenomenon known as digital resuscitation. Additionally, the campaign by the Volkswagen do Brasil automaker that "resurrected," through the use of artificial intelligence, the singer Elis Regina will be analyzed. Finally, a parallel will be drawn between the digital resuscitation of the deceased and personality rights, in order to answer the question that guides this study, mentioned above. To reach the final conclusion, a bibliographic review of the main works addressing the topic was used, as well as a case study, so that, in short, it is not possible to admit the existence of personality rights of the deceased in the face of digital resuscitation promoted by the use of AI.
URI: http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9372
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