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http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9344| Título : | Projetando com quem constrói : representação gráfica na construção da habitação popular. |
| Autor : | Santos, Samanta Aparecida de Melo |
| metadata.dc.contributor.advisor: | Vale, Clécio Magalhães do Bomfim, Alexandre Mesquita Silva |
| metadata.dc.contributor.referee: | Vale, Clécio Magalhães do Gomes, Renata Oliveira e Melo, Estefânia Momm de |
| Palabras clave : | Arquitetura social Autoconstrução Habitação popular Reforma Ouro Preto |
| Fecha de publicación : | 2026 |
| Citación : | SANTOS, Samanta Aparecida de Melo. Projetando com quem constrói : representação gráfica na construção da habitação popular. 2026. 91 f. Monografia(Graduação em Arquitetura e Urbanismo) - Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026. |
| Resumen : | Este trabalho se propõe a pensar sobre a distância – no tempo e no espaço – que existe entre o projeto arquitetônico e a execução prática. Em especial, quando esta execução se dá em contextos de autoconstrução. A pesquisa parte de uma experiência pessoal, marcada pela trajetória de ser filha de um pedreiro e a realidade vivida por famílias que constroem suas próprias casas sem assistência técnica. Ela se refere a duas habitações construídas no bairro Padre Faria, em Ouro Preto, MG, doadas à Associação Dom Barroso em precárias condições de uso. Busca-se, por fim, desenvolver projetos de reforma “simples”, claros, de fácil e barato entendimento, para pessoas leigas no assunto, considerando a condição de baixa renda das famílias. A metodologia inclui levantamento in loco, diagnóstico das patologias construtivas e estudo das potencialidades e limitações das edificações, aliados a um embasamento teórico em autores como Rodolfo Livingston, Sérgio Ferro, Silke Kapp, Nicolaas John Habraken, Bernard Leupen e Herman Hetzberger, que discutem a aproximação entre arquitetura e cotidiano popular. Com base nessas análises, o presente trabalho propõe a elaboração de projetos simplificados, acompanhados de uma cartilha ilustrada e didática, em que os futuros moradores são orientados passo a passo na reforma de suas casas. Além de atender a uma demanda concreta da comunidade, a pesquisa pode contribuir para o debate sobre a função social da arquitetura, aproximando a linguagem técnica do cotidiano das pessoas. Portanto, conclui-se que metodologias inclusivas podem aumentar a escala da arquitetura e fortalecer a autonomia das famílias em processos de construção e reforma, sem abrir mão da segurança e da preservação do patrimônio edificado. |
| metadata.dc.description.abstracten: | This work aims to reflect on the distance—both in time and space—between architectural design and its practical execution, especially when this execution occurs in self-construction contexts. The research draws on personal experience, shaped by being the daughter of a construction worker, and on the reality of families who build their own homes without technical assistance. The study focuses on two houses located in the Padre Faria neighborhood, in Ouro Preto, MG, donated to the Associação Dom Barroso and in poor conditions of use. The ultimate goal is to develop “simple” renovation projects—clear, easy to understand, and low-cost—for people without technical knowledge, considering the low-income status of the families. The methodology includes on-site surveys, diagnosis of construction pathologies, and analysis of the potentialities and limitations of the buildings, combined with theoretical support from authors such as Rodolfo Livingston, Sérgio Ferro, and Silke Kapp, who discuss the relationship between architecture and everyday life. Based on these analyses, this work proposes the development of simplified projects accompanied by an illustrated and educational guide, in which future residents are guided step by step through the renovation of their homes. In addition to addressing a concrete community need, the research contributes to the discussion on the social role of architecture, bridging the gap between technical language and people’s everyday experiences. It is concluded that inclusive methodologies can expand the reach of architecture and strengthen the autonomy of families in construction and renovation processes, without compromising safety or the preservation of built heritage. |
| URI : | http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9344 |
| Aparece en las colecciones: | Arquitetura e Urbanismo |
Ficheros en este ítem:
| Fichero | Descripción | Tamaño | Formato | |
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