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Título : O que está por trás da sua vergonha? : escreviver como prática de escuta para a prevenção de violências.
Autor : Pereira, Regiana Nunes
metadata.dc.contributor.advisor: Pereira, Elvina Maria Caetano
metadata.dc.contributor.referee: Pereira, Elvina Maria Caetano
Barbosa, Tamira Mantovani Gomes
Gasperi, Marcelo Eduardo Rocco de
Palabras clave : Erotização precoce
Violência sexual
Escrevivência
Práticas performativas
Escuta ativa
Fecha de publicación : 2026
Citación : PEREIRA, Regiana Nunes. O que está por trás da sua vergonha?: escreviver como prática de escuta para a prevenção de violências. 2026. 27 f. Monografia (Graduação em Artes Cênicas) - Instituto de Filosofia, Artes e Cultura, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.
Resumen : Este artigo aborda a erotização precoce e a violência sexual no contexto escolar, com base em experiências vivenciadas ao cumprir os estágios de docência durante a minha graduação. A pesquisa discute situações de abuso e sexualização de crianças e adolescentes observadas em eventos escolares e reflete sobre a falta de formação adequada para docentes no enfrentamento dessas questões. Além disso, explora a importância de práticas artístico-pedagógicas de acolhimento e prevenção, enfatizando-se a necessidade de criar espaços seguros de escuta, informação e diálogo. Apresento, também, a oficina: O que por trás da sua vergonha? - Oficina de escrita através da escuta ativa, realizada com estudantes do terceiro ano do ensino médio da Escola Estadual João Ramos Filho, cujo objetivo foi promover um espaço de diálogo acerca de questões candentes do cotidiano de adolescentes. Diferente das disciplinas tradicionais, que raramente contemplam tais temáticas em suas abordagens pedagógicas, a oficina possibilitou, por meio de práticas performativas, a discussão de assuntos como a sexualização dos corpos adolescentes, relacionamentos abusivos, racismo e autoestima. Nesse contexto, é pertinente destacar que os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) incluíam entre seus temas transversais a chamada “orientação sexual”, uma tentativa inicial de abordar as questões de sexualidade e gênero, ainda que de forma limitada e superficial. Com a chegada da Base Nacional Comum Curricular, essa temática passou a ser tratada de modo mais genérico, inserida em princípios como o respeito à diversidade, à igualdade e ao combate à discriminação. Essa reformulação, entretanto, reduziu a ênfase e a clareza sobre a abordagem da sexualidade no contexto escolar, o que foi interpretado por educadores e movimentos sociais como um retrocesso, já que enfraqueceu a referência institucional para tratar o tema de forma direta e garantida. A relevância de tratar essas questões no ambiente escolar se evidencia pela ausência de espaços institucionais que favoreçam o debate sobre tais experiências. A falta de diálogo sobre esses temas leva estudantes a internalizarem dúvidas, angústias e denuncias, contribuindo para a perpetuação de ciclos de violência, silenciamento e desinformação.
metadata.dc.description.abstracten: Este artículo aborda la erotización temprana y la violencia sexual en el contexto escolar, basado en experiencias vividas al cumplir las etapas de docencia durante mi graduación. La investigación discute situaciones de abuso y sexualización de niños y adolescentes observadas en eventos escolares y reflexiona sobre la falta de formación adecuada para los docentes en el manejo de estas cuestiones. Además, explora la importancia de las prácticas artístico-pedagógicas de acogida y prevención, haciendo hincapié en la necesidad de crear espacios seguros de escucha, información y diálogo. También presento el taller; ¿Lo que hay detrás de su vergüenza? - Taller de escritura a partir de la escucha activa, realizado con estudiantes de tercer año de la escuela secundaria estatal João Ramos Filho, cuyo objetivo fue promover un espacio de escucha y diálogo sobre temas candentes de la vida cotidiana de los adolescentes. A diferencia de las disciplinas tradicionales, que rara vez abordan estos temas en sus enfoques pedagógicos, el taller facilitó, a través de prácticas performativas, la discusión de temas como la sexualización de los cuerpos adolescentes, las relaciones abusivas, el racismo y la autoestima. En este contexto, es pertinente destacar que los Parámetros Curriculares Nacionales (PCN) incluyeron la denominada "orientación sexual" entre sus ejes transversales, un intento inicial por abordar cuestiones de sexualidad y género, si bien de forma limitada y superficial. Con la llegada de la Base Curricular Nacional Común, este tema comenzó a tratarse de forma más genérica, insertándose en principios como el respeto a la diversidad, la igualdad y la lucha contra la discriminación. Sin embargo, esta reformulación redujo el énfasis y la claridad en el abordaje de la sexualidad en el contexto escolar, lo que fue interpretado por educadores y movimientos sociales como un retroceso, ya que debilitó la referencia institucional para abordar el tema de forma directa y garantizada. La relevancia de abordar estos temas en el ámbito escolar se evidencia en la ausencia de espacios institucionales que favorezcan el debate sobre estas experiencias. La falta de diálogo sobre estos temas lleva al alumnado a internalizar dudas, ansiedades y quejas, lo que contribuye a perpetuar ciclos de violencia, silenciamiento y desinformación.
URI : http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8950
metadata.dc.rights.license: Este trabalho está sob uma licença Creative Commons BY-NC-ND 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/?ref=chooser-v1).
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