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dc.contributor.advisorAlves, Amauri Cesarpt_BR
dc.contributor.advisorTeixeira, Franciele Martinspt_BR
dc.contributor.authorSousa, Wanessa Sílvia de-
dc.date.accessioned2026-08-16T00:27:03Z-
dc.date.available2026-08-16T00:27:03Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationSOUSA, Wanessa Sílvia de. O exercício do poder empregatício face aos direitos constitucionais do empregado nas redes sociais : limites e consequências à luz do ordenamento jurídico brasileiro. 2026. 49 f. Monografia (Graduação em Direito) - Escola de Direito, Turismo e Museologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9537-
dc.description.abstractO presente trabalho analisa os limites do exercício do poder empregatício em relação às manifestações realizadas pelos empregados em redes sociais, à luz do ordenamento jurídico brasileiro e dos direitos fundamentais assegurados pela Constituição Federal de 1988. Parte-se da premissa de que as transformações tecnológicas e a crescente utilização das plataformas digitais modificaram a dinâmica das relações de trabalho, ampliando os desafios relacionados à delimitação do alcance do poder patronal fora do ambiente físico da empresa. O objetivo da pesquisa consiste em examinar os limites constitucionais e trabalhistas do poder empregatício diante das publicações realizadas por empregados em redes sociais, bem como identificar as consequências jurídicas decorrentes de seu exercício abusivo ou legítimo. Como pressupostos teóricos, o estudo fundamenta-se na doutrina trabalhista acerca da subordinação jurídica, do poder empregatício e dos direitos fundamentais aplicáveis às relações privadas, especialmente os direitos à liberdade de expressão, à privacidade, à intimidade, à honra e à imagem, além dos direitos fundamentais assegurados ao empregador, como a livre iniciativa, a propriedade privada e a proteção da imagem empresarial. A pesquisa adota metodologia qualitativa, de caráter bibliográfico e jurisprudencial, desenvolvida por meio da análise da legislação, da doutrina especializada e de decisões proferidas pelos tribunais trabalhistas brasileiros. Os resultados demonstram que o poder empregatício não possui caráter absoluto e encontra limites nos direitos fundamentais do trabalhador, assim como a liberdade de expressão do empregado também encontra restrições quando viola direitos legítimos do empregador. Conclui-se que a solução dos conflitos decorrentes do uso das redes sociais exige a aplicação dos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, de modo a harmonizar os interesses envolvidos e assegurar o equilíbrio entre a proteção da dignidade do trabalhador e a preservação dos direitos do empregador no contexto das relações de trabalho contemporâneas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPoder empregatício.pt_BR
dc.subjectRedes sociais.pt_BR
dc.subjectDireitos fundamentais.pt_BR
dc.subjectLiberdade de expressão.pt_BR
dc.subjectRelação de emprego.pt_BR
dc.titleO exercício do poder empregatício face aos direitos constitucionais dos empregados nas redes sociais : limites e consequências à luz do ordenamento jurídico brasileiro.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeAlves, Amauri Cesarpt_BR
dc.contributor.refereeLobo, Bárbara Lagespt_BR
dc.contributor.refereeTeixeira, Franciele Martinspt_BR
dc.contributor.refereeSant'Ana, Sofia Moreira Goulartpt_BR
dc.description.abstractenThis paper analyzes the limits of the exercise of employer power in relation to expressions made by employees on social media, in light of the Brazilian legal system and the fundamental rights guaranteed by the 1988 Federal Constitution. It starts from the premise that technological transformations and the increasing use of digital platforms have modified the dynamics of labor relations, amplifying the challenges related to delimiting the scope of employer power outside the physical environment of the company. The objective of the research is to examine the constitutional and labor law limits of employer power in the face of publications made by employees on social media, as well as to identify the legal consequences arising from its abusive or legitimate exercise. As theoretical assumptions, the study is based on labor law doctrine regarding legal subordination, employer power, and fundamental rights applicable to private relations, especially the rights to freedom of expression, privacy, intimacy, honor, and image, in addition to the fundamental rights guaranteed to the employer, such as free initiative, private property, and the protection of the company's image. This research adopts a qualitative methodology, of a bibliographical and jurisprudential nature, developed through the analysis of legislation, specialized doctrine, and decisions issued by Brazilian labor courts. The results demonstrate that the employer's power is not absolute and finds limits in the fundamental rights of the worker, just as the employee's freedom of expression also finds restrictions when it violates the legitimate rights of the employer. It concludes that resolving conflicts arising from the use of social networks requires the application of the principles of proportionality and reasonableness, in order to harmonize the interests involved and guarantee a balance between protecting the dignity of the worker and preserving the worker's rights in the context of contemporary labor relations.pt_BR
dc.contributor.authorID21.2.6024pt_BR
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