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Título : Influência de polimorfismos da enzima conversora de angiotensina e dos receptores beta-adrenérgicos na resposta a farmacoterapia: alguns resultados da literatura.
Autor : Batista, Ana Luiza
metadata.dc.contributor.advisor: Silva, Glenda Nicioli da
metadata.dc.contributor.referee: Silva, Glenda Nicioli da
Teixeira, Luiz Fernando de Medeiros
Agostini, Lívia da Cunha
Palabras clave : Farmacogenética
Poliformismo genético
Sistema Renina - angiotensina
Aldosterona
Adrenérgicos
Fecha de publicación : 2024
Citación : BATISTA, Ana Luiza. Influência de polimorfismos da enzima conversora de angiotensina e dos receptores beta-adrenérgicos na resposta a farmacoterapia: alguns resultados da literatura. 2024. 59 f. Monografia (Graduação em Farmácia) - Escola de Farmácia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2024.
Resumen : As doenças cardiovasculares estão no topo do ranking de enfermidades que mais causam mortes não violentas no Brasil, dentre elas, podemos destacar: (1) hipertensão arterial, comumente conhecida como pressão alta, que é uma condição em que a pressão sanguínea nas artérias está consistentemente elevada, sendo uma preditora de complicações cardíacas; (2) síndrome coronariana aguda, quadro que resulta do bloqueio da artéria coronariana, podendo levar ao infarto; e (3) insuficiência cardíaca, quando o coração já não consegue mais suprir a demanda de oxigênio do corpo, reduzindo o fluxo sanguíneo. Importante salientar que os cientistas estão pesquisando terapias individualizadas que possam ser mais eficazes para os pacientes, o que pode ajudar na redução da mortalidade. Neste sentido, polimorfismos genéticos caracterizados pela variação na sequência de DNA que pode influenciar a resposta de um indivíduo ao tratamento farmacoterapêutico têm sido estudados. Neste trabalho, alguns polimorfismos dos receptores de beta bloqueadores e da enzima conversora de angiotensina foram selecionados e suas associações com a resposta à farmacoterapia de doenças cardiovasculares discutidas. De fato, diferentes autores sugerem que polimorfismos em genes relacionados ao sistema renina-angiotensina-aldosterona e ao sistema adrenérgico podem afetar a resposta aos medicamentos. Essas variações genéticas podem influenciar a eficácia do medicamento e, em alguns casos, podem levar à necessidade de ajustes na dose ou até mesmo à escolha de um tratamento alternativo. No entanto, é importante notar que a relação entre polimorfismos genéticos e a resposta aos fármacos ainda é recente. Sendo assim, mais estudos são necessários para entender essa interação.
metadata.dc.description.abstracten: Cardiovascular diseases are at the top of the list of diseases that cause the most nonviolent deaths in Brazil, among which we can highlight: (1) arterial hypertension, commonly known as high blood pressure, a condition in which the blood pressure in the arteries is consistently high and is a predictor of cardiac complications; (2) acute coronary syndrome, a condition that results from a blockage of the coronary artery, which can lead to a heart attack; and (3) heart failure, when the heart can no longer meet the body's nutritional needs, reducing blood flow. It is important to note that scientists are researching individualized therapies that may be more effective for patients, which could help reduce mortality. In this sense, genetic polymorphisms, characterized by variations in the DNA sequence that may influence an individual's response to pharmacotherapeutic treatment, have been studied. In this work, some polymorphisms of beta-blocker receptors and angiotensin-converting enzyme have been selected and their associations with the response to pharmacotherapy in cardiovascular diseases have been discussed. In fact, several authors have suggested that polymorphisms in genes related to the renin-angiotensin-aldosterone system and the adrenergic system may influence drug response. These genetic variations may affect the effectiveness of the medication and in some cases may lead to the need for dose adjustments or even the choice of an alternative treatment. However, it is important to note that the relationship between genetic polymorphisms and drug response is still emerging. Further studies are needed to understand this interaction.
URI : http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8897
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