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Campo Dublin CoreValorIdioma
dc.contributor.advisorBomfim, Alexandrept_BR
dc.contributor.authorCabral, Vinicius Vieira-
dc.date.accessioned2026-03-23T15:05:29Z-
dc.date.available2026-03-23T15:05:29Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationCABRAL, Vinicius Vieira. As Olimpíadas do empreendedorismo urbano no Rio de Janeiro: entre a subutilização de espaços e a financeirização da cidade. 2026. 49 f. Monografia (Graduação em Arquitetura e Urbanismo) - Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8883-
dc.description.abstractO trabalho analisa os impactos urbanos das instalações olímpicas subutilizadas no Rio de Janeiro após os Jogos Olímpicos de 2016. Partindo da crítica aos megaeventos esportivos enquanto catalisadores de transformações urbanas, o estudo evidencia a contradição entre o discurso de legado positivo e a realidade de abandono e subutilização das estruturas construídas ou seu redirecionamento em benefício da iniciativa privada. A pesquisa adota revisão bibliográfica e documental, apoiada em autores como Harvey, Lefebvre, Mascarenhas e Colemberg, além da análise de documentos oficiais e reportagens jornalísticas. O caso do Rio 2016 é tomado como exemplo emblemático da lógica de “cidade espetáculo”, em que o espaço urbano é reconfigurado para atender a interesses econômicos e midiáticos, muitas vezes em detrimento das necessidades sociais. O estudo identifica instalações como o Parque Olímpico, a Vila dos Atletas e o Centro Olímpico de Tênis como símbolos dos chamados “vazios pós-olímpicos”, discutindo seus efeitos físicos, sociais e econômicos sobre a cidade. Por fim, é analisado o legado dos Jogos, com ênfase na Vila dos Atletas, que deveria ser um exemplo de desenvolvimento urbano sustentável e inclusão social. No entanto, o BTG Pactual assumiu o controle da Vila, transformando-a em um bairro de luxo, com foco na valorização imobiliária e na especulação urbana, afastando-se do modelo original de legado acessível. A análise destaca como o modelo de legado imobiliário adotado para os Jogos Olímpicos favoreceu interesses privados, enquanto as necessidades da população local e a sustentabilidade urbana foram negligenciadas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPlanejamento urbanopt_BR
dc.subjectPlanejamento de Cidades.pt_BR
dc.subjectOlimpíadaspt_BR
dc.subjectEventos esportivospt_BR
dc.titleAs Olimpíadas do empreendedorismo urbano no Rio de Janeiro : entre a subutilização de espaços e a financeirização da cidade.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeCarneiro, Karine Gonçalvespt_BR
dc.contributor.refereeMoreno, Thais Matospt_BR
dc.contributor.refereeBomfim, Alexandrept_BR
dc.description.abstractenThe paper analyzes the urban impacts of underutilized Olympic facilities in Rio de Janeiro after the 2016 Olympic Games. Starting with a critique of sporting mega-events as catalysts for urban transformations, the study highlights the contradiction between the positive legacy narrative and the reality of abandonment and underuse of the built structures or its redirection for the benefit of private enterprise. The research adopts a bibliographic and documentary review, supported by authors such as Harvey, Lefebvre, Mascarenhas, and Colemberg, as well as the analysis of official documents and journalistic reports. The case of Rio 2016 is taken as an emblematic example of the "spectacle city" logic, where urban space is reconfigured to serve economic and media interests, often to the detriment of social needs. The study identifies installations such as the Olympic Park, the Athletes' Village, and the Olympic Tennis Center as symbols of the so-called "post-Olympic voids," discussing their physical, social, and economic effects on the city. Finally, the paper analyzes the Games' legacy, with emphasis on the Athletes' Village, which was meant to be an example of sustainable urban development and social inclusion. However, BTG Pactual took control of the Village, transforming it into a luxury neighborhood, focused on real estate appreciation and urban speculation, distancing itself from the original model of accessible legacy. The analysis highlights how the real estate legacy model adopted for the Olympic Games favored private interests, while the needs of the local population and urban sustainability were neglected.pt_BR
dc.contributor.authorID20.1.1234pt_BR
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