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dc.contributor.advisorArantes, Bruno Camillotopt_BR
dc.contributor.authorSilva, Arthur Moreno Augusto-
dc.date.accessioned2026-03-18T15:10:14Z-
dc.date.available2026-03-18T15:10:14Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Arthur Moreno Augusto. Vacinação obrigatória e o princípio da proporcionalidade: uma análise constitucional da liberdade individual no Estado Democrático de Direito. 2026. f. Monografia (Graduação em Direito) - Escola de Direito Turismo e Museologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8843-
dc.description.abstractA pesquisa analisa a obrigatoriedade da vacinação contra a COVID-19 no Brasil sob a perspectiva do Direito Constitucional e do Direito Administrativo, examinando o conflito entre liberdade individual e o direito à vida e à saúde coletiva, tendo o princípio da proporcionalidade como critério de solução. Inserida no contexto do neoconstitucionalismo, a Constituição de 1988 é compreendida como dotada de força normativa, exigindo a efetivação dos direitos fundamentais por meio de métodos que considerem a ponderação entre princípios. O estudo aborda diferentes concepções teóricas da proporcionalidade, especialmente nas obras de Robert Alexy, Luís Roberto Barroso, Virgílio Afonso da Silva e Humberto Ávila, e demonstra que o ordenamento jurídico brasileiro já prevê a possibilidade de vacinação obrigatória, conforme a Lei nº 6.259/1975, o Decreto nº 78.231/1976, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei nº 13.979/2020. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal consolidou o entendimento de que a vacinação obrigatória é constitucional, desde que não haja vacinação forçada e que eventuais restrições indiretas sejam proporcionais, baseadas em evidências científicas e acompanhadas de informação adequada e acesso gratuito. A análise histórica das políticas de imunização no país reforça a relevância sanitária das vacinas e demonstra que, diante da colisão entre autonomia individual e proteção coletiva, a aplicação da proporcionalidade justifica a prevalência condicionada do interesse público, legitimando a obrigatoriedade vacinal como instrumento de proteção da saúde pública e de efetivação do direito à vida.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectVacinação obrigatóriapt_BR
dc.subjectCOVID-19pt_BR
dc.subjectProporcionalidadept_BR
dc.subjectLiberdade individualpt_BR
dc.subjectDireito à vidapt_BR
dc.subjectPoder de políciapt_BR
dc.subjectNeoconstitucionalismopt_BR
dc.titleVacinação obrigatória e o princípio da proporcionalidade : uma análise constitucional da liberdade individual no Estado Democrático de Direito.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeArantes, Bruno Camillotopt_BR
dc.contributor.refereeUrashima, Pedro Nobuyuki Carvalhopt_BR
dc.contributor.refereeBorges, Renan Coimbrapt_BR
dc.description.abstractenThis article examines the legal grounds for mandatory COVID-19 vaccination in Brazil through the lenses of Constitutional and Administrative Law. Anchored in the neoconstitutionalist turn and the normative force of the 1988 Constitution, it addresses the collision between individual liberty and the collective rights to life and health, using the principle of proportionality as the central decision-making criterion. Conceptually, it contrasts four influential accounts: Alexy’s principles as optimization mandates applied via balancing (suitability, necessity, proportionality stricto sensu); Barroso’s instrumental reading that aligns proportionality with reasonableness and the ban on excess; Virgílio Afonso da Silva’s view that proportionality can crystallize into rules applied by subsumption when the legislature or jurisprudence has already performed the weighing; and Humberto Ávila’s theory of proportionality as a second-order, method-structuring postulate organizing the means–ends nexus. On the positive-law plane, it revisits the National Immunization Program and statutory bases (Law 6.259/1975; Decree 78.231/1976; ECA art. 14 §1º) and analyzes Law 13.979/2020, which authorized compulsory sanitary measures under the police power, conditioned on scientific evidence and public purpose. Jurisprudentially, the Supreme Federal Court (ADIs 6586/6587; ARE 1.267.879) upheld the constitutionality of compulsory vaccination while prohibiting forced inoculation, permitting proportionate indirect measures, and affirming cooperative federalism. The article concludes that, under proportionality, collective health protection may prevail through evidence-based, transparent, gratuitous, and non-coercive mechanisms, rendering mandatory vaccination a constitutionally legitimate instrument to effectuate the right to life and public health.pt_BR
dc.contributor.authorID21.1.6014pt_BR
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