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dc.contributor.advisorCosta, André de Abreupt_BR
dc.contributor.authorDias, Júlia Nogueira-
dc.date.accessioned2020-11-25T15:41:15Z-
dc.date.available2020-11-25T15:41:15Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.citationDIAS, Júlia Nogueira. Razões do discurso punitivo no Brasil a partir do pensamento conservador. 2020. 58 f. Monografia (Graduação em Direito) - Escola de Direito, Turismo e Museologia, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/2758-
dc.description.abstractDiariamente, somos atingidos por discursos que passam ao largo das discussões sociais que tornariam vidas mais dignas e a convivência menos tensa. Somos convencidos de que há inimigos a serem combatidos e eliminados da sociedade e há vagas carcerárias que precisam ser preenchidas. Afinal, quando não se sabe mais quem ocupa o lado de lá da minha janela, quando não se reconhece o outro como si mesmo, comportamentos que não parecem aceitáveis, à primeira vista, tornam-se criminosos em potencial. E, como não se reconhece no outro, não importa se ele não está vivendo nas mínimas condições necessárias para sobreviver. Assim, o presente trabalho pretende relacionar a ciência do direito penal à criminologia, à política criminal e ao pensamento conservador, especialmente no que concerne à necessidade eliminação dos indesejáveis para o bom funcionamento da sociedade, assim como a formação do perfil do inimigo como forma de explicação do encarceramento em massa no sistema penal brasileiro. Pretende-se demonstrar a perversidade do uso do medo como criador de mercados ávidos por segurança, da transformação do encarceramento em um lucrativo mercado e do discurso punitivista conservador para explicar tais atitudes, a partir de diversos autores da área.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDireito penalpt_BR
dc.subjectConservadorismopt_BR
dc.subjectInimigospt_BR
dc.subjectEncarceramentopt_BR
dc.titleRazões do discurso punitivo no Brasil a partir do pensamento conservador.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeCosta, André de Abreupt_BR
dc.contributor.refereeMatos, Federico Nunes dept_BR
dc.contributor.refereeLanza, Karina Ferreirapt_BR
dc.description.abstractenDiariamente nos afectan discursos que van más allá de las discusiones sociales y que harían la vida más digna y la convivencia menos tensa. Estamos convencidos de que hay enemigos que combater y eliminar de la sociedad y hay puestos penitenciarios que hay que cubrir. Cuando no se sabes quién ocupa el otro lado de mi ventana, cuando no se reconoces al otro como a ti mismo, los comportamientos que no parecen aceptables, a primera vista, se convierten en posibles delincuentes. Y como no se reconoce en el otro, no importa si no está viviendo en las condiciones mínimas necesarias para sobrevivir. Así, el presente trabajo pretende relacionar la ciencia del derecho penal con la criminología, la política criminal y el pensamiento conservador, especialmente en lo que se refiere a la necesidad de eliminar los indeseables para el buen funcionamiento de la sociedad, asi como a la formación del perfil del enemigo como vía de explicación del momento de encarcelamiento masivo en el sistema penal brasileño. Se pretende demonstrar la perversidaddel uso del miedo como creador de mercados ávidos de seguridad y la transformación del encarcelamiento en un mercado lucrativo y del discurso punitivista conservador para explicar tales actitudes, de diferentes autores del area.pt_BR
dc.contributor.authorID15.1.3697pt_BR
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