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Campo Dublin CoreValorIdioma
dc.contributor.advisorQueler, Jefferson Josépt_BR
dc.contributor.authorBraga, Álvaro de Souza-
dc.date.accessioned2026-08-28T10:31:33Z-
dc.date.available2026-08-28T10:31:33Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationBRAGA, Álvaro de Souza. O Pasquim como palco de embate do cinema nacional brasileiro. 2026. 43 f. Monografia (Graduação em História) - Instituto de Ciências Humanas e sociais, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9607-
dc.description.abstractEste trabalho analisa a participação do jornal O Pasquim no debate entre Cinema Novo e Cinema Marginal durante o regime militar brasileiro (1969-1978). A pesquisa investiga como o semanário, criado em um contexto de censura e repressão cultural, atuou como espaço de legitimação, ruptura e diálogo entre os dois movimentos cinematográficos. A metodologia fundamenta-se nas proposições de Tânia de Luca sobre a análise de periódicos como fontes históricas e na perspectiva de Jean-Noël Jeanneney sobre a mídia como ator político. O percurso analítico examina a presença de Glauber Rocha nas páginas do Pasquim (Edições n. 1 e n. 82) como evidência da aliança editorial com o Cinema Novo, e a entrevista de Rogério Sganzerla e Helena Ignez (Edição n. 33) como registro da ruptura protagonizada pelo Cinema Marginal. Conclui-se que O Pasquim não se limitou a cobrir o cinema brasileiro, mas participou ativamente de sua construção como campo de disputa, publicando ambos os lados do debate e consolidando-se como um espaço de diálogo e tensão em um contexto autoritário.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectO Pasquimpt_BR
dc.subjectCinema Novopt_BR
dc.subjectCinema Marginalpt_BR
dc.subjectDitadura Militarpt_BR
dc.subjectImprensa Alternativapt_BR
dc.subjectCinema Brasilpt_BR
dc.titleO Pasquim como palco de embate do cinema nacional brasileiro.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeQueler, Jefferson Josépt_BR
dc.contributor.refereeZangelmi, Arnaldo Josépt_BR
dc.description.abstractenThis paper analyzes the participation of the newspaper O Pasquim in the debate between Cinema Novo and Cinema Marginal during the Brazilian military regime (1969-1978). The research investigates how the weekly newspaper, created in a context of censorship and cultural repression, acted as a space for legitimization, rupture and dialogue between the two cinematographic movements. The methodology is based on Tânia de Luca's propositions on the analysis of periodicals as historical sources and on Jean-Noël Jeanneney's perspective on the media as a political actor. The analytical path examines the presence of Glauber Rocha in the pages of O Pasquim (Issues n. 1 and n. 82) as evidence of the editorial alliance with Cinema Novo, and the interview with Rogério Sganzerla and Helena Ignez (Issue n. 33) as a record of the rupture led by Cinema Marginal. It is concluded that O Pasquim did not limit itself to covering Brazilian cinema, but actively participated in its construction as a field of dispute, publishing both sides of the debate and consolidating itself as a space for dialogue and tension in an authoritarian context.pt_BR
dc.contributor.authorID21.1.3180pt_BR
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