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dc.contributor.advisorOliveira, Francisco Horácio Pereira dept_BR
dc.contributor.authorBastos, Alita Martins-
dc.date.accessioned2026-08-25T15:48:38Z-
dc.date.available2026-08-25T15:48:38Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationBASTOS, Alita Martins. Gênero e desigualdade salarial : análise no campo da extração mineral no complexo de Mariana-MG. 2026. 42 f. Monografia (Graduação em Ciências Econômicas) - Instituto de Ceências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9589-
dc.description.abstractNo mercado de trabalho, sempre houve o princípio de separação em que se discriminavam “trabalho de mulher” e “trabalho de homem”, ela para reprodução e ele para a produção. Essa condição permaneceu durante milênios e ainda permanece, embora de forma reduzida, na atualidade. Foram as ondas de feminismo desde suas lutas por direitos ao voto que conduziram as mulheres a chegarem até a atualidade, com oportunidades em todos os campos de atuação e conhecimento. Este estudo trata dos desafios que a mulher ainda sofre no mercado de trabalho, especificamente no da atividade da mineração, tendo como objeto de estudo o caso o da extração de minério de ferro no complexo minerário de Mariana-MG. Objetiva-se apontar que ainda há desigualdade salarial entre trabalhadores e trabalhadoras no referido complexo, um dos maiores do Brasil. Metodologicamente, extraíram-se dados de pesquisa bibliográfica e documental, dando-se preferência a autores da última década. Documentalmente, recorreu-se a um instrumento do governo federal, a saber, RAIS - Relatório Anual de Informações Sociais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério e da Economia, extrato de 2025 para o devido complexo. Escolheram-se duas variáveis , a saber, nível acadêmico dos trabalhadores e trabalhadoras e valores dos salários recebidos, a saber, renda média recebida em relação a cada nível acadêmico registrado. Concluiu-se que há desigualdade salarial em relação às mulheres que recebem menos do que os homens, evidência maior para quem tem mestrado e doutorado; portanto, o princípio da separação de gênero existe na referida atividade de mineração.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectIdentidade de gêneropt_BR
dc.subjectMercado de trabalhopt_BR
dc.subjectIndústria mineral - Mariana-MGpt_BR
dc.subjectRenda - Distribuiçãopt_BR
dc.subjectMulheres - Empregopt_BR
dc.subjectSalários - Mulheres - Mariana-MGpt_BR
dc.titleGênero e desigualdade salarial : análise no campo da extração mineral no complexo de Mariana-MG.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeOliveira, Francisco Horácio Pereira dept_BR
dc.contributor.refereeOliveira, André Mourthé dept_BR
dc.contributor.refereeCosentino, Daniel do Valpt_BR
dc.description.abstractenIn the labor market, there has long been a principle of separation distinguishing between "women's work" and "men's work"—the first one associated with reproduction and the last one with production. This condition persisted for millennia and remains present today, although in a reduced way. Successive waves of feminism—starting with the fight for voting rights—have conducted the way for women to reach their current position, with opportunities across all fields of endeavor and knowledge. This study has presented the challenges thar women still face in the labor market, specifically within the mining sector, focusing on iron ore extraction at the mining complex in Mariana, Minas Gerais. The study aims to highlight the continued existence of a wage gap between male and female workers at this complex, which is one of the largest in Brazil. Methodologically, data were gathered through a review of literature and official documents, prioritizing sources from the last decade. Regarding documentation, the study utilized a federal government instrument—the RAIS (Annual Social Information Report) from the Ministry of the Economy’s Special Secretariat for Social Security and Labor—specifically extracting data from the complex in question to the year 2025. Two variables were selected: the workers' educational attainment and their wage levels (specifically, the average income associated with each recorded level of education). The study has concluded that a wage gap exists, with women earning less than men—a disparity most evident among those holding master's and doctoral degrees; thus, the principle of gender-based occupational separation persists in this mining activity.pt_BR
dc.contributor.authorID19.1.3320pt_BR
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