Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9519
Título : Corpo logístico : subjetividade, sofrimento e poder algorítmico no trabalho de plataforma.
Autor : Freitas, Elvis Rego de
metadata.dc.contributor.advisor: Boava, Diego Luiz Teixeira
Boava, Fernanda Maria Felício Macedo
metadata.dc.contributor.referee: Boava, Diego Luiz Teixeira
Boava, Fernanda Maria Felício Macedo
Miranda, José Fernando
Palabras clave : Higiene do trabalho
Linguagem de programação - computadores
Logística empresarial
Plataforma aberta da Web
Trabalhadores - atitudes
Fecha de publicación : 2026
Citación : FREITAS, Elvis Rego de. Corpo logístico: subjetividade, sofrimento e poder algorítmico no trabalho de plataforma. 2026. 25 f. Monografia (Graduação em Administração) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2026.
Resumen : Este ensaio analisa as transformações do trabalho mediado por plataformas digitais a partir da noção de corpo logístico. Argumenta-se que a inovação algorítmica não apenas reorganiza processos produtivos, mas produz uma mutação na forma de governar corpos e subjetividades, convertendo a experiência vivida em dado operacional. Por meio de uma abordagem teórico-crítica, articulando estudos sobre governamentalidade algorítmica, redes sociotécnicas e fenomenologia, o texto examina como dispositivos como GPS e métricas de performance reduzem o trabalhador a ponto georreferenciado e variável mensurável. Analisa-se, ainda, a captura do cansaço e da exaustão como informações processáveis, deslocando o sofrimento do campo da experiência para o da otimização. Sustenta-se que o trabalho por aplicativos constitui um laboratório privilegiado de produção contemporânea de subjetividades, marcado pela dissociação entre corpo vivido e corpo calculado bem como por formas específicas de despersonalização e resistência.
metadata.dc.description.abstracten: This essay analyzes transformations in work mediated by digital platforms through the notion of the logistical body. It argues that algorithmic innovation not only reorganizes productive processes but also produces a mutation in the governance of bodies and subjectivities, converting lived experience into operational data. Through a critical theoretical approach that articulates studies on algorithmic governmentality, sociotechnical networks, and phenomenology, the text examines how devices such as GPS and performance metrics reduce workers to georeferenced points and measurable variables. It also analyzes the capture of fatigue and exhaustion as processable information, displacing suffering from the realm of experience to that of optimization. The article argues that app-based work constitutes a privileged laboratory for the contemporary production of subjectivities, marked by a dissociation between the lived body and the calculated body, as well as by specific forms of depersonalization and resistance.
URI : http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9519
Aparece en las colecciones: Administração

Ficheros en este ítem:
Fichero Descripción Tamaño Formato  
MONOGRAFIA_CorpoLogisiticoSubjetividade.pdf512,46 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Los ítems de DSpace están protegidos por copyright, con todos los derechos reservados, a menos que se indique lo contrario.