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dc.contributor.advisorCarvalho, Christiano Ottonipt_BR
dc.contributor.authorCastilho, Ediones Paulino-
dc.date.accessioned2026-08-10T12:11:32Z-
dc.date.available2026-08-10T12:11:32Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationCASTILHO, Ediones Paulino. Inovação urbana e planejamento territorial em Belo Horizonte: interfaces entre mobilidade, governança e tecnologias emergentes. 2026. 87 f. Monografia (Graduação em Engenharia Urbana) - Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9506-
dc.description.abstractO crescimento acelerado das cidades brasileiras, aliado à expansão dos ecossistemas de inovação e à difusão de tecnologias urbanas, impõe ao planejamento urbano o desafio de avaliar criticamente a incorporação de inovações à gestão territorial e à mobilidade, evitando rejeição acrítica ou adoção indiscriminada. Este trabalho analisa, sob perspectiva histórico-institucional e técnico-analítica, como as inovações urbanas vêm sendo ou poderiam ser incorporadas à gestão urbana e à mobilidade em Belo Horizonte, à luz de sua formação histórica, desigualdades territoriais, instrumentos de planejamento e ecossistema de inovação local. A metodologia é documental, histórica e analítico-interpretativa, com base em fontes secundárias, sem entrevistas ou coleta primária. A análise cruza quatro recortes territoriais — Hipercentro, Vetor Sul, Vetor Norte e Vetor Oeste — com o Plano Diretor (Lei 11.181/2019) e o PlanMob-BH (2017). Os resultados revelam um gradiente territorial de maturidade para incorporação de inovações, um descompasso entre um ecossistema voltado à eficiência operacional e instrumentos voltados à desigualdade e à mobilidade coletiva, e uma dependência condicionada entre tecnologia e planejamento, na qual a inovação só produz efeitos estruturantes com governança adequada, objetivos públicos claros e compatibilidade normativa. Propõe-se um framework de seis dimensões — aderência territorial, compatibilidade normativa, maturidade institucional, governança, equidade territorial e escalabilidade — para orientar a priorização de soluções inovadoras em Belo Horizonte, reposicionando a pergunta de "qual tecnologia adotar?" para "em qual território, com qual governança e para qual objetivo público uma inovação pode produzir efeitos estruturantes?".pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPlanejamento urbanopt_BR
dc.subjectMobilidade urbanapt_BR
dc.subjectInovação urbanapt_BR
dc.subjectCidades inteligentespt_BR
dc.titleInovação urbana e planejamento territorial em Belo Horizonte : interfaces entre mobilidade, governança e tecnologias emergentes.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeCarvalho, Christiano Ottonipt_BR
dc.contributor.refereeMatos, Bárbara Abreupt_BR
dc.contributor.refereeFerreira, Diógenes Viegas Mendespt_BR
dc.description.abstractenThe accelerated growth of Brazilian cities, combined with the expansion of innovation ecosystems and the diffusion of urban technologies, poses to urban planning the challenge of critically assessing the incorporation of innovations into territorial management and mobility, avoiding both uncritical rejection and indiscriminate adoption. This study analyzes, from a historical-institutional and technical-analytical perspective, how urban innovations have been, or could be, incorporated into urban management and mobility in Belo Horizonte, in light of its historical formation, territorial inequalities, planning instruments, and local innovation ecosystem. The methodology is documentary, historical, and analytical-interpretative, based on secondary sources, without interviews or primary data collection. The analysis crosses four territorial areas — Hypercenter, South Vector, North Vector, and West Vector — with the Master Plan (Law 11.181/2019) and PlanMob-BH (2017). Results reveal a territorial maturity gradient for incorporating innovations, a mismatch between an ecosystem oriented toward operational efficiency and instruments aimed at inequality and collective mobility, and a conditioned dependency between technology and planning, whereby innovation produces structuring effects only with adequate governance, clear public objectives, and regulatory compatibility. A six-dimension framework is proposed — territorial adherence, regulatory compatibility, institutional maturity, governance, territorial equity, and scalability — to guide the prioritization of innovative solutions in Belo Horizonte, repositioning the question from "which technology to adopt?" to "in which territory, with which governance, and toward which public objective can an innovation produce structuring effects?".pt_BR
dc.contributor.authorID22.1.1125pt_BR
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