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Campo Dublin CoreValorIdioma
dc.contributor.advisorSilva, Ivair Ramospt_BR
dc.contributor.advisorSantana, Adrielle de Carvalhopt_BR
dc.contributor.authorFerreira, Gabriel-
dc.date.accessioned2026-07-29T14:10:58Z-
dc.date.available2026-07-29T14:10:58Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationFERREIRA, Gabriel. Aplicação do método seqtest em amostradores MCMC. 2026. 77 f. Monografia (Graduação em Engenharia de Controle e Automação) - Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9418-
dc.description.abstractMétodos de Monte Carlo via Cadeias de Markov (MCMC), como o amostrador de Gibbs e o algoritmo Metropolis-Hastings, são amplamente utilizados na inferência Bayesiana para gerar amostras de distribuições a posteriori analiticamente intratáveis. Um problema central na utilização desses métodos é determinar o momento a partir do qual a cadeia efetivamente convergiu para a distribuição-alvo, uma vez que amostras anteriores à convergência produzem estimativas enviesadas. Os diagnósticos de convergência existentes na literatura, como os testes de Geweke, Heidelberger-Welch e o procedimento de Raftery-Lewis, apresentam limitações significativas: formulam a hipótese nula como estacionaridade da cadeia, não controlam formalmente o erro acumulado em aplicações repetidas e dependem de aproximações assintóticas. O presente trabalho aplica o método SeqTest, um teste sequencial não-paramétrico exato, a diferentes cenários de aplicação envolvendo amostradores MCMC. O SeqTest inverte a formulação das hipóteses, adotando como hipótese nula que a cadeia não convergiu, e utiliza funções de gasto alpha para controlar o erro tipo I de forma exata por meio da distribuição Binomial. Foram implementadas em linguagem R três aplicações: estimação de prevalência de SPAM com classificador imperfeito via Gibbs Sampler, estimação de frequência alélica via Metropolis-Hastings e estimação de taxa de fraude em transações financeiras via Gibbs Sampler. Os resultados evidenciaram que o SeqTest discrimina cadeias bem e mal misturadas, acompanhando a qualidade de mistura esperada teoricamente, enquanto os diagnósticos clássicos de Geweke e Heidelberger-Welch certificaram convergência de forma indiscriminada, inclusive em cadeias comprovadamente não-convergentes.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectMonte Carlo via Cadeias de Markovpt_BR
dc.subjectTeste sequencialpt_BR
dc.subjectConvergênciapt_BR
dc.subjectAmostrador de Gibbspt_BR
dc.subjectMetropolis-Hastingspt_BR
dc.subjectFunção de gasto alphapt_BR
dc.titleAplicação do método seqtest em amostradores MCMC.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeSilva, Ivair Ramospt_BR
dc.contributor.refereeSantana, Adrielle de Carvalhopt_BR
dc.contributor.refereeCastro, João Carlos Vilela dept_BR
dc.contributor.refereeReis, Agnaldo José da Rochapt_BR
dc.description.abstractenMarkov Chain Monte Carlo (MCMC) methods, such as the Gibbs sampler and the Metropolis-Hastings algorithm, are widely used in Bayesian inference to generate samples from analytically intractable posterior distributions. A central problem in the use of these methods is determining when the chain has effectively converged to the target distribution, since pre-convergence samples yield biased estimates. Existing convergence diagnostics, such as the Geweke test, the Heidelberger-Welch test and the Raftery-Lewis procedure, have significant limitations: they formulate the null hypothesis as stationarity, do not formally control the accumulated error in repeated applications and rely on asymptotic approximations. This work applies the SeqTest method, an exact non-parametric sequential test, to different application scenarios involving MCMC samplers. The SeqTest reverses the hypothesis formulation by adopting as null hypothesis that the chain has not converged, and employs alpha spending functions to control the type I error exactly through the Binomial distribution. Three applications were implemented in R: SPAM prevalence estimation with an imperfect classifier via Gibbs Sampler, allele frequency estimation via Metropolis-Hastings and fraud rate estimation in financial transactions via Gibbs Sampler. The results showed that the SeqTest discriminates between well- and poorly-mixed chains, tracking the mixing quality expected on theoretical grounds, whereas the classical Geweke and Heidelberger-Welch diagnostics certified convergence indiscriminately, including in demonstrably non-convergent chains.pt_BR
dc.contributor.authorID19.1.1017pt_BR
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