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dc.contributor.advisorLima, Wanderson Geraldo dept_BR
dc.contributor.advisorBela, Samantha Ribeiropt_BR
dc.contributor.authorCoelho, Fabricio Sampaio-
dc.date.accessioned2024-02-29T15:12:07Z-
dc.date.available2024-02-29T15:12:07Z-
dc.date.issued2024pt_BR
dc.identifier.citationCOELHO, Fabricio Sampaio. Estabelecimento da alergia alimentar experimental em modelo murino: estudo histológico do baço. 2024. 33 f. Monografia (Graduação em Farmácia) - Escola de Farmácia, Universidade Federal de Ouro Preto. 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/6574-
dc.description.abstractAs alergias são hipersensibilidades imunológicas em resposta a um agente antigênico, conhecido como alérgeno. Muitos alimentos, presentes na dieta básica, já foram reconhecidos como potencialmente alergênicos e, associados ao modelo de vida atual, levam a um quadro de aumento mundial de crianças e adultos com alergias alimentares. Esta pesquisa teve como objetivo o estabelecimento do modelo de estudo de alergia alimentar para a busca e a aplicação de novas terapias que visem ao tratamento desse fenômeno imunológico. Os grupos estudados, da linhagem de camundongos BALB/c, tiveram a alergia alimentar induzida pelo protocolo de 28 dias com dois desafios de injeção de solução de Al(OH)3 e albumina de ovo (OVA). Após protocolo de indução, os animais foram eutanasiados para obtenção de sangue e baço. Buscouse avaliar, como forma de validação do modelo, as análises de sangue, com determinação de perfis celulares sanguíneos e a análise histológica do baço. Evidenciou-se nessa análise, do sangue periférico, uma diferença entre o percentual de eosinófilos do Grupo Alergia e o Grupo Controle com os valores de 8,40 e 1,20 respectivamente. O grupo alergia apresentou um quadro de linfocitose (80,41) e neutropenia (8,75), o que sugere uma resposta inflamatória devido à instalação de um processo alérgico, mesmo que ambos os grupos não apresentaram diferenças significativas da massa corpórea e do consumo médio de ração e água. No tocante à análise do baço, observou-se que não houve valor de P significativo para as avaliações de cápsula, trabéculas e nódulos. Dessa forma, constatou-se a ausência de uma diferença significativa nas comparações de lesões, no referido órgão, entre o Grupo Alergia e o Grupo Controle. Por fim, buscou-se proceder uma avaliação da produção de Imunoglobulinas E (IgE), bem como citocinas ligadas a processos alérgicos objetivadas em análise futura. Ao término do experimento, a referida análise dos animais alérgicos apresentou um aumento expressivo de IgE quando comparado aos animais controles, evidenciando com isso a confirmação de um processo alérgico instaurado nos animais do Grupo Alergia detectado por meio do teste ELISA. O desenvolvimento do modelo abre perspectivas para estudos futuros de terapias medicamentosas e naturais contra os sinais e sintomas associados a alergias alimentarespt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectHipersensibilidade alimentarpt_BR
dc.subjectOvalbuminapt_BR
dc.subjectImunoglobulina Ept_BR
dc.titleEstabelecimento da alergia alimentar experimental em modelo murino : estudo histológico do baço.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeLima, Wanderson Geraldo dept_BR
dc.contributor.refereeMorais, Danielle Barbosapt_BR
dc.contributor.refereeBaleeiro, Raianne dos Santospt_BR
dc.description.abstractenAllergies are immunological hypersensitivities in response to an antigenic agent, known as an allergen. Many foods, present in the basic diet, have already been recognized as potentially allergenic and, associated with the current lifestyle, lead to a worldwide increase in children and adults with food allergies. This research aimed to establish a model for studying food allergy for the search and application of new therapies aimed at treating this immunological phenomenon. The studied groups, from the BALB/c mouse lineage, had food allergy induced by a 28-day protocol with two injection challenges of Al(OH)3 solution and egg albumin (OVA). After the induction protocol, the animals were euthanized to obtain blood and spleen. Blood analyses were sought to validate the model, with determination of blood cell profiles and histological analysis of the spleen. In this analysis, a difference was evidenced in the peripheral blood between the percentage of eosinophils in the allergy group and the control group. The allergy group presented a picture of lymphocytosis and neutropenia, suggesting an inflammatory response due to the installation of an allergic process, even though both groups did not show significant differences in body mass and average consumption of food and water. Regarding the spleen analysis, no significant P value was observed for evaluations of capsule, trabeculae, and nodules. Thus, the absence of a significant difference in lesion comparisons in the spleen between the Allergy Group and the Control Group was noted. Finally, an evaluation of the production of Immunoglobulin E (IgE) and cytokines linked to allergic processes was conducted. At the end of the experiment, the analysis of allergic animals showed a significant increase in IgE compared to control animals, confirming the presence of an allergic process in the Allergy Group detected through the ELISA test. The development of the model opens perspectives for future studies on drug and natural therapies against the signs and symptoms associated with food allergies.pt_BR
dc.contributor.authorID16.2 2214pt_BR
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