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dc.contributor.advisorBueno, Cibelle Dória da Cunhapt_BR
dc.contributor.authorRodrigues, Annelise Oliveira-
dc.date.accessioned2022-07-11T17:36:28Z-
dc.date.available2022-07-11T17:36:28Z-
dc.date.issued2022pt_BR
dc.identifier.citationRODRIGUES, Annelise Oliveira. Mulheres no cárcere: análise da atenção à saúde da mulher em privação de liberdade. 2022. 70 f. Monografia (Graduação em Serviço Social) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2022.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/4310-
dc.description.abstractA política de saúde nas instituições femininas de privação de liberdade, a PNAMPE (Política Nacional de Atenção às Mulheres em Situação de Privação de Liberdade e Egressas do Sistema Prisional), é necessária para garantir o acesso e a atenção à saúde das mesmas. Em contrapartida, a realidade vivenciada por essas mulheres é de uma política de saúde precária, devido à falta de estrutura na assistência à saúde e da falta de profissionais suficientes para atender as demandas das usuárias. À vista disso, assim como todas as políticas sociais/públicas, a política de saúde também possui caráter dualista, no qual ao mesmo tempo que garante os direitos dos indivíduos, também legitima os interesses políticos, e, devido ao fato das mulheres privadas de liberdade serem restritas do direito ao voto, acabam sendo inviabilizadas, tanto por parte do Estado quanto pela sociedade. Dessa forma, o agravo das expressões da questão social tem grande influência no aumento dos índices de encarceramento feminino, visto que as políticas sociais, inclusive a política de saúde, não consideram as especificidades socioeconômicas do gênero feminino.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCriminosaspt_BR
dc.subjectMulheres - saúde e higienept_BR
dc.subjectPolítica públicapt_BR
dc.subjectPrisãopt_BR
dc.subjectServiços de saúde para mulherespt_BR
dc.titleMulheres no cárcere : análise da atenção à saúde da mulher em privação de liberdade.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeSouza, Alessandra Ribeiro dept_BR
dc.contributor.refereeNota, Daniele da Silva Correiapt_BR
dc.contributor.refereeBueno, Cibelle Dória da Cunhapt_BR
dc.description.abstractenThe health policy in women's institutions of deprivation of liberty, the PNAMPE (National Policy of Care for Women in Situation of Freedom Deprivation and Egresses from the Prison System), is necessary to ensure access and health care for them. However, the reality experienced by these women is a precarious health policy, due to the lack of structure in health care and the lack of sufficient professionals to meet the demands of users. In view of this, like all social/public policies, the health policy also has a dualistic character, in which at the same time it guarantees the rights of individuals, it also legitimizes the political interests, and, due to the fact that women deprived of freedom are restricted in their right to vote, they end up being unviable, both by the state and by society. In this way, the worsening of the expressions of the social issue has a great influence on the increase of female incarceration rates, since social policies, including health policies, do not consider the socioeconomic specificities of the female gender.pt_BR
dc.contributor.authorID19.1.3980pt_BR
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