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dc.contributor.advisorFernandes, Rosangela Aparecida Soarespt_BR
dc.contributor.authorCosta, Thamires Brum da-
dc.date.accessioned2021-08-18T00:29:48Z-
dc.date.available2021-08-18T00:29:48Z-
dc.date.issued2021pt_BR
dc.identifier.citationCOSTA, Thamires Brum da. Análise dos indícios econômicos de cartel na revenda de gasolina comum no município de Belo Horizonte nos últimos anos. 2021. 32 f. Monografia (Graduação em Ciências Econômicas) - Instituto de Ciências Sociais Aplicadas, Universidade Federal de Ouro Preto, Mariana, 2021.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/3272-
dc.description.abstractA gasolina comum é um combustível muito utilizado no Brasil. Seu consumo, em sua maioria, se aplica a veículos leves para transporte individual (como motocicletas e automóveis). O setor de combustíveis está em lugar de destaque no ranking de inquéritos administrativos envolvendo a formação de cartéis no Brasil, devido à similaridade dos produtos. Além disso, o alinhamento de preços é prática comum neste mercado relevante geográfico. Vale ressaltar que estas características não são suficientes para determinar que exista cartel em um mercado relevante, pois, em mercados de competição perfeita também pode haver alinhamento de preços diante de produtos homogêneos. Com isso, observa-se a necessidade de realizar estudos empíricos que possam analisar tais práticas cartelizadas de tal mercado. O ano de 2020 foi marcado pela pandemia de Covid-19, que afetou diversos setores da economia no mundo através de medidas de distanciamento e isolamento social com o objetivo de conter a propagação do vírus. Diante deste contexto, este trabalho investiga o comportamento de preços das revendedoras de gasolina comum no município de Belo Horizonte, Minas Gerais, entre 1 de Janeiro de 2017 e 15 de Março de 2020 e, posteriormente, entre 21 de Junho de 2020 e 16 de Agosto de 2020. O objetivo desta análise é identificar indícios econômicos da prática de condutas cartelizadas, antes e durante a pandemia de Covid-19. Os cortes temporais são devido à ausência de dados publicados sobre o Levantamento de Preços de Combustíveis (LPC) na plataforma da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Para a realização desta análise, foram utilizados cálculos para a margem de comercialização relativa, Índice Concorrencial de Preços (ICP) e a correlação entre estas respectivas variáveis para observar se o alinhamento de preços está relacionado à prática de condutas cartelizadas. Os resultados encontrados nesse trabalho sugeriram que para os dois períodos de análise, os preços de gasolina comum no mercado revendedor de Belo Horizonte, estavam fortemente alinhados. Porém, os resultados da correlação entre a margem relativa de comercialização e Índice Concorrencial de Preços sugeriram que não há indícios econômicos de cartel para a capital mineira como um todo. Entretanto, conforme salientamos anteriormente, é possível que exista conduta cartelizada sendo praticada em bairros da cidade. Além disso, para o segundo período de análise, houve uma diminuição na demanda por este combustível, em razão das restrições impostas pela pandemia, o que pode ter, de fato, diminuído a capacidade das empresas de agirem de forma colusiva.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectGasolina comumpt_BR
dc.subjectCovid-19pt_BR
dc.subjectPreçospt_BR
dc.subjectCartelpt_BR
dc.subjectBelo Horizontept_BR
dc.subjectRevendedoraspt_BR
dc.titleAnálise dos indícios econômicos de cartel na revenda de gasolina comum no município de Belo Horizonte nos últimos anos.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeFernandes, Rosangela Aparecida Soarespt_BR
dc.contributor.refereeSantos, Cristiane Márcia dospt_BR
dc.contributor.refereeJacob, Kamila Gabrielapt_BR
dc.description.abstractenCommon Gasoline is a largely used fuel in Brazil. Its usage, mostly, applies to individual light transportation vehicles (such as motorcycles and cars). The fuel sector lies in a prominent position on the ranking of administrative inquiries regarding cartel formation in Brazil, due to the similarity in the commercialized products. In addition, price alignment comes as a common practice in this relevant geographic market. Those characteristics, alone, are not enough for the identification of a cartel formation in a relevant market, since a perfectly competitive market can also manifest price alignment in the presence of uniform products. From that, comes the need for empirical studies to analyze cartel practices in such market. The year 2020 was marked by the Covid-19 pandemic, which affected multiple sectors of the world’s economy through the social distancing measures applied to contain the virus propagation. In that scenario, this study investigates the common gasoline price behavior, practiced by the dealers in the city of Belo Horizonte, Minas Gerais, from January 1st, 2017, to March 15th, 2020, and then, from June 21st, 2020, to August 16th, 2020. The objective of the analysis is to identify economic evidence of cartel formation practices, before and during the Covid-19 pandemic. The gap between the time periods is due to the lack of published data in the Fuel Price Survey (LPC) by the National Agency for Petroleum, Natural Gas and Biofuel (ANP). To accomplish this task, calculations were made for the relative Trading Margin, the Competitive Price Index (ICP) and the correlation between those variables, to verify if the price alignment is related to the practice of cartel formation. The results found in this work suggested that for the two periods of analysis, the prices of regular gasoline in the Belo Horizonte reseller market were strongly aligned. However, the results of the correlation between the relative margin of trade and the Competitive Price Index suggested that there is no economic evidence of a cartel for the capital of Minas Gerais as a whole. However, as we pointed out above, it is possible that there is a cartelized conduct being practiced in the city's neighborhoods. In addition, for the second period of analysis, there was a decrease in demand for this fuel, due to the restrictions imposed by the pandemic, which may have, in fact, reduced the ability of companies to act in a collusive manner.pt_BR
dc.contributor.authorID14.2.9857pt_BR
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