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dc.contributor.advisorGonçalves, Leonardo Eustáquio da Silvapt_BR
dc.contributor.advisorBersan, Samuel Moreirapt_BR
dc.contributor.authorGuedes, Isabela Nahas Ribeiro-
dc.date.accessioned2020-02-13T17:25:51Z-
dc.date.available2020-02-13T17:25:51Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationGUEDES, Isabela Nahas Ribeiro. Caracterização microestrutural e geoquímica de granitoides riacianos-orosirianos do embasamento do Orógeno Araçuaí aflorantes no bloco Itacambira-Monte Azul. 2019. 58 f. Monografia (Graduação em Engenharia Geológica) - Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/2521-
dc.description.abstractO Bloco Itacambira-Monte Azul (BIMA) é formado por rochas predominantemente graníticas riacianas-orosirianas e integra parte do embasamento do orógeno Araçuaí. Exposto na porção externa do referido orógeno, o BIMA tem sua formação associada à amalgamação de terrenos arqueanos, sendo balizado pelas rochas do Supergrupo Espinhaço e dos grupos Macaúbas e Bambuí, além de estruturas de natureza compressional. Nesse contexto estão os plutonitos Barrinha-Mamonas, Confisco e Mulungú constituintes da suíte paleoproterozoica Catolé, que intrude o Complexo Porteirinha, de idade arqueana. Tal suíte é formada por sienogranitos a monzogranitos riacianos-orosirianos que registram condições de metamorfismo, possivelmente fruto do evento Brasiliano, de baixo a médio grau, com fácies variando de xisto verde a anfibolito inferior. As microestruturas observadas nos agregados quartzo-feldspáticos, indicam que a deformação tenha sido acomodada por processos rúpteis e dúcteis essencialmente controlados pela temperatura, que chega a atingir ~650ºC no contato tectônico, marcado por falhas reversas e zonas de cisalhamento dúcteis, entre o embasamento e as rochas supracrustais. A presença de enclaves, texturas anti-rapakivi e poiquilítica nos feldspatos, características geoquímicas como 4 ≤ Nb/Ta ≤ 16,3 e plots de química mineral sugerem que essas rochas tenham uma fonte mista (mistura de magmas). Outras características geoquímicas como 10000*Ga/Al > 2,6, altas concentrações em alguns elementos de transição como o Zr e o enriquecimento em REE leves e HFSE, além da química mineral de biotita apontam para uma assinatura de afinidade pós-colisional, do tipo A, formadas no estágio de colapso extensional da orogenia Transamazônica.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsopen accesspt_BR
dc.subjectGeoquímicapt_BR
dc.subjectMicrotectônicapt_BR
dc.subjectGranitopt_BR
dc.subjectPaleoproterozoicopt_BR
dc.subjectOrógeno Araçuaí - MGpt_BR
dc.titleCaracterização microestrutural e geoquímica de granitoides riacianos-orosirianos do embasamento do Orógeno Araçuaí aflorantes no bloco Itacambira-Monte Azul.pt_BR
dc.typeTCC-Graduaçãopt_BR
dc.contributor.refereeCosta, Alice Fernanda de Oliveirapt_BR
dc.contributor.refereeMedeiros Júnior, Edgar Batista dept_BR
dc.contributor.refereeGonçalves, Leonardo Eustáquio da Silvapt_BR
dc.description.abstractenThe Itacambira-Monte Azul Block (BIMA) is an Archean to Paleoproterozoic terrain, surrounded by the metasediments of the Paleo/Mesoproterozoic Espinhaço Supergroup and Neoproterozoic Macaúbas and Bambuí groups. The BIMA compounds the basement of the Araçuaí orogen in its external portion, where Rhyacian-Orosirian granitics rocks are exposed, which composition varies between sienogranites and monzogranites from the plutonic suite Catolé and represented by the Barrinha-Mamonas, Confisco and Mulungú plutonites. These rocks were metamorphosed in low to medium degree, in greenschist to amphibolite facies during the Neoproterozoic. Many microstructural features observed in quartz-feldspar aggregates show brittle to ductile behavior of those mineral phases, mostly controlled by temperature, reaching up to ~650ºC in the contact between the basement and the supracrustal rocks, where reverse faults and mylonitic shear zones are mapped. The presence of enclaves, anti-rapakivi and poikilitic textures, geochemical features such as 4 ≤ Nb/Ta ≤ 16,3 and biotite chemical data show great evidence that these granitoids came from a mixed-hybridized source. Nonetheless, other geochemical features such as 10000*Ga/Al > 2,6, enrichment in high-field strength element (HFSEs) and in light rare earth elements (LREEs) compared to the HRLEEs, besides the biotite chemical data, show that the studied granitoids are A-type like, with post-collisional affinity, formed in the extensional collapse phase of the Transamazonian orogeny.pt_BR
dc.contributor.authorID14.2.1629pt_BR
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