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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/7462</link>
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    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 00:16:15 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-30T00:16:15Z</dc:date>
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      <title>Metaplasia escamosa imatura em esfregaços cervicais : importância e diferenciação de lesões intraepiteliais escamosas de alto grau (HSIL).</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8831</link>
      <description>Título: Metaplasia escamosa imatura em esfregaços cervicais : importância e diferenciação de lesões intraepiteliais escamosas de alto grau (HSIL).
Autor(es): Correia, Ariane Gomes
Resumo: O câncer de colo uterino é um relevante problema de saúde pública, segundo estimativas mundiais. No Brasil é considerado o terceiro tipo de câncer que acomete as mulheres. É uma doença que apresenta alto potencial de cura, especialmente pela metodologia barata e de alta sensibilidade, que é utilizada como método de rastreio e detecção de alterações precoces em exames preventivos. As condutas deficitárias que envolvem a promoção de saúde, a prevenção, o rastreamento oportunístico, como vem sendo realizado no país, são alguns fatores que corroboram na manutenção da problemática, ao passo que, favorece para o não diagnóstico precoce destas mulheres, tanto pelo desconhecimento da doença e importância da prevenção, assim, favorecendo a história natural desta doença, por ser um câncer silencioso e progressivo. A anatomia do trato genital feminino tem suas peculiaridades e é submetido a inúmeras transformações, desde a vida embrionária, pós natal e vida adulta. Sabe-se que a maioria dos eventos neoplásicos inicia em uma área específica do colo uterino, denominada junção escamo colunar (JEC) ou também referida como zona de transformação (ZT). Essa área do colo uterino apresenta células que desempenham papel de transformar-se em outro tipo celular, chamadas células metaplásicas, em situações adversas ou em respostas a injúrias ou infecções pelo HPV essa área pode sofrer mudança e acabar desenvolvendo lesões precursoras. As células que compõe essa região são células imaturas, com atividade metabólica intensa e propensas a infecção pelo HPV, podendo ser reservatório de infecções coexistente em lesões. A prática citológica cotidiana enfrenta inúmeros desafios na observação e acurácia dos elementos celulares nos esfregaços cervicovaginais, e a metaplasia escamosa imatura evidencia essa situação desafiadora, para os citologistas mais experientes e os iniciantes. O presente trabalho tem como objetivo evidenciar a importância da identificação da metaplasia escamosa imatura no rastreamento do câncer do colo de útero e diferenciação de lesões intraepiteliais escamosas de alto grau, comumente semelhantes e que são dificultadores de análise interpretativa.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8831</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Reparo em células escamosas : dificuldade diagnóstica em citologia ginecológica.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8136</link>
      <description>Título: Reparo em células escamosas : dificuldade diagnóstica em citologia ginecológica.
Autor(es): Andreolla, Graciele Vivian de Azevedo
Resumo: Introdução. O câncer de colo do útero é um problema de saúde pública global, com um número crescente de novos casos. A vacinação contra os tipos oncogênicos do HPV e os métodos de rastreamento para a detecção precoce são eficazes, tornando o câncer cervical amplamente prevenível e com alto potencial de cura. No entanto, a detecção precoce é crucial. O exame citopatológico é a principal estratégia nos programas nacionais de rastreamento. O colo do útero, revestido por epitélio escamoso estratificado, está sujeito a lesões frequentes devido a traumas, infecções e procedimentos médicos. O reparo tecidual é um processo biológico complexo e essencial para restaurar a integridade e função dos tecidos no trato genital feminino. Compreender os mecanismos citológicos envolvidos no reparo tecidual é vital para o diagnóstico preciso de condições patológicas, como inflamação, infecção e neoplasia. A avaliação cuidadosa para diferenciar entre alterações reparadoras e lesões intraepiteliais escamosas ou carcinoma invasivo é um desafio significativo no diagnóstico citológico. Objetivo. Este estudo teve como objetivo relatar a importância da identificação e diferenciação de reparo em células escamosas, evitando resultados falso-negativos e falso-positivos nos exames citopatológicos. Metodologia. Realizou-se uma revisão narrativa da literatura, reunindo estudos através do PubMed, Scielo e Google Acadêmico. Os critérios de inclusão foram artigos publicados entre 2013 e 2024, em qualquer idioma, que abrangem a temática do estudo. Inicialmente, foram selecionados 27 artigos potencialmente relevantes; ao final, somente 5 artigos foram utilizados. Resultados. Os estudos indicam que o diagnóstico de alterações reparativas tem sido um desafio constante para os profissionais envolvidos no rastreamento citopatológico. Esta categoria diagnóstica, particularmente desafiadora, pode ser mal interpretada como diagnósticos falso-positivos e falso-negativos, trazendo prejuízos às pacientes. Conclusão. O diagnóstico de reparo provou ser um desafio duradouro. Portanto, é necessário um conhecimento citomorfológico detalhado das características das células em reparo, tanto típico quanto atípico, quando encontrados nos exames citológicos. Além disso, é fundamental promover estudos para a educação continuada e a prática de discussão de casos entre os profissionais envolvidos na rotina, a fim de evitar danos à pacientes.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8136</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Alterações citológicas relacionadas ao uso do dispositivo intrauterino (DIU).</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8031</link>
      <description>Título: Alterações citológicas relacionadas ao uso do dispositivo intrauterino (DIU).
Autor(es): Souza, Diogo Walace de
Resumo: O exame de Papanicolaou foi proposto inicialmente em 1943 e constitui importante ferramenta de rastreio de lesões pré-cancerosas e do câncer do colo do útero. O dispositivo intrauterino (DIU) é um método contraceptivo eficaz, contudo pode gerar intensa resposta inflamatória ocasionando alterações citológicas reativas que podem culminar em armadilhas de interpretação diagnóstica. Este trabalho visa discorrer sobre a possível relação entre o uso do DIU e o achado de alterações citológicas em esfregaços cérvico-vaginais, onde realizou-se revisão da literatura utilizando-se a base de dados da National Library of Medicine (PubMed) e Scholar Google sendo selecionados 13 artigos que descrevem as possíveis alterações citológicas associadas ao uso do DIU. Dentre estas, verificou-se o aparecimento de células reacionais que mimetizam as que surgem em casos de lesão intraepitelial de alto grau (HSIL) e lesões glandulares, inclusive; demonstrando o caráter desafiador e a necessidade do conhecimento dos respectivos diagnósticos diferenciais para não cometer excessos de interpretação.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8031</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação do uso de testes moleculares baseados em HPV como teste de rastreio primário.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/7954</link>
      <description>Título: Avaliação do uso de testes moleculares baseados em HPV como teste de rastreio primário.
Autor(es): Paula, Thaís Oliveira de
Resumo: O CCU é um problema de saúde pública em todo o mundo, com dados epidemiológicos significativos tanto a nível global quanto no Brasil. A relação entre o HPV e o câncer de colo do útero é bem estabelecida. Existem várias abordagens para detectar a infecção por HPV, e cada exame pode contribuir para o diagnóstico da doença, ajudando a prevenir o câncer cervical. A diretriz da Organização Mundial da Saúde sobre rastreamento e tratamento de lesões pré-cancerosas do colo do útero para prevenção do câncer cervical, recomenda a transição do teste de Papanicolaou para o rastreamento primário baseado no HPV em todos os contextos. O objetivo desse estudo foi analisar criticamente o uso de técnicas de biologia molecular baseadas na detecção do HPV como método primário de rastreamento de lesões precursoras e câncer de colo do útero, em comparação com o exame de Papanicolaou, no Brasil e em outros países ao redor do mundo, por meio de uma revisão narrativa de literatura. A pesquisa foi conduzida utilizando as bases de dados SciELO (Scientific Electronic Library Online), PubMed (United States National Library of Medicine) e no portal periódicos CAPES. A sensibilidade do teste de HPV foi consistentemente superior à da citologia em 10 dos 12 estudos analisados. Por outro lado, o teste HPV apresentou uma menor especificidade frente ao teste citológico resultando em uma maior taxa de encaminhamentos colposcopias. Dois estudos não encontraram diferenças significativas entres as técnicas baseadas em HPV e a citologia. Esses estudos foram realizados em países com recursos e onde o rastreio utilizando a citologia      apresenta alto desempenho, fato que sugere que em um ambiente onde a triagem citológica funciona bem o rastreio do HPV não melhora necessariamente a eficácia do rastreio. A transição do teste citológico para o teste de HPV como método primário de rastreamento do câncer do colo do útero oferece vantagens significativas em termos de sensibilidade e capacidade de detecção precoce de lesões pré-cancerosas.  Contudo, essa mudança não ocorre sem obstáculos.  Um dos principais desafios é a menor especificidade do teste de HPV em comparação com a citologia, resultando em um maior número encaminhamentos desnecessários para colposcopias e outras intervenções, gerando ansiedade e desconforto para as pacientes, além de sobrecarregar os serviços de saúde. Além dos impactos clínicos, é crucial considerar as implicações psicológicas e sociais de um diagnóstico positivo para HPV, bem como a falta de compreensão sobre o diagnóstico por parte dos pacientes.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/7954</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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