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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/45</link>
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    <pubDate>Wed, 27 May 2026 05:56:28 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-27T05:56:28Z</dc:date>
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      <title>O privilégio branco nos espaços sócio-ocupacionais do assistente social.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9244</link>
      <description>Título: O privilégio branco nos espaços sócio-ocupacionais do assistente social.
Autor(es): Nicolau, Letícia das Chagas
Resumo: Este trabalho teve como propósito central problematizar a branquitude enquanto categoria analítica fundamental com o intuito de se compreender o privilégio branco nas relações raciais brasileiras, especialmente no âmbito da atuação do Assistente Social e do Serviço Social. Assim, mediante inquietações que surgiram ao longo da trajetória formativa, as quais se intensificaram durante a experiência de estágio obrigatório em Serviço Social no campo sociojurídico, primou-se pela elaboração de uma pesquisa de abordagem qualitativa, fundamentada em revisão bibliográfica e análise documental. Quanto ao percurso metodológico, o mesmo articulou produções acadêmicas que discutem a formação social brasileira, as relações raciais, o racismo estrutural e a branquitude com dados e documentos institucionais que possibilitam situar empiricamente as desigualdades raciais analisadas. Pode-se mencionar que o percurso desenvolvido ao longo dos capítulos evidenciou que as desigualdades raciais observadas na atualidade estão diretamente relacionadas ao processo histórico de formação social brasileira. De certo, as reflexões desenvolvidas indicaram a necessidade de ampliação do debate sobre branquitude e o privilégio branco no campo profissional. Isso, não como substituição do foco nas desigualdades vivenciadas pela população preta, mas como caminho para se compreender de forma mais profunda a dinâmica das relações raciais. Foi possível, através do trabalho em questão, evidenciar que as relações raciais são atravessadas por posições de privilégio da população branca, pouco nomeadas. Deste feito, pode-se dizer que esta pesquisa buscou e busca contribuir para a ampliação da consciência crítica sobre as dinâmicas. Trata-se de um estudo que representa um convite à continuidade do debate sobre o privilégio branco e ao fortalecimento de práticas profissionais que, ao reconhecerem a complexidade das relações raciais brasileiras, possam atuar de maneira cada vez mais comprometida com a equidade e com a transformação social.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O debate da cultura nos estudos sobre a formação social brasileira</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9149</link>
      <description>Título: O debate da cultura nos estudos sobre a formação social brasileira
Autor(es): Penido, Fernanda Correa Almeida Rodrigues
Resumo: O presente trabalho tem como tema o debate da cultura nos estudos sobre a formação social&#xD;
brasileira, com ênfase nas particularidades de seu desenvolvimento histórico. Parte-se do&#xD;
entendimento de que a cultura constitui uma dimensão essencial da vida social, indissociável&#xD;
das condições materiais de existência e das formas pelas quais os sujeitos produzem e&#xD;
interpretam a realidade. Assim, busca-se responder a seguinte problemática que orienta a&#xD;
pesquisa: De que modo a cultura se desenvolveu no Brasil a partir das especificidades desta&#xD;
formação social? Para tanto a análise orienta-se pelo objetivo geral de compreender como se&#xD;
desenvolveu a cultura no Brasil a partir das especificidades desta formação social, e pelos&#xD;
objetivos específicos de conhecer como o debate da cultura é tematizado nas principais&#xD;
elaborações da teoria social crítica; investigar as principais elaborações do pensamento social&#xD;
brasileiro sobre a cultura; e apreender quais os principais elementos que evidenciam as&#xD;
especificidades da cultura na constituição e no desenvolvimento da sociedade brasileira. A&#xD;
pesquisa foi realizada com recurso à metodologia de revisão bibliográfica, ancorada na teoria&#xD;
social crítica e orientada pelo método materialista histórico-dialético. Evidencia-se, nesse&#xD;
percurso, que a constituição da cultura brasileira está vinculada às determinações históricas da&#xD;
formação social do país, podendo ser apreendida a partir de alguns eixos fundamentais. Em&#xD;
primeiro lugar, no bojo da colonização, observa-se a tentativa de transplantação da cultura da&#xD;
metrópole, que, embora não tenha se efetivado plenamente, exerceu influência decisiva sobre&#xD;
os padrões culturais instituídos. Em segundo lugar, no âmbito do escravismo colonial, o&#xD;
confronto e a interação entre diferentes matrizes étnico-culturais, indígenas, africanas e&#xD;
europeias, configuraram elementos centrais na constituição do que viria a se afirmar como&#xD;
povo brasileiro. Ademais, a formação cultural do país foi atravessada pelas possibilidades de&#xD;
reelaboração, por parte das classes populares e segmentos subalternizados, de elementos da&#xD;
cultura dominante de matriz eurocêntrica e cristã, evidenciando processos de resistência e&#xD;
ressignificação. E por fim, os dilemas próprios da constituição do Estado-nação no Brasil&#xD;
reverberaram na construção da identidade nacional, marcada por traços autoritários na&#xD;
definição do que se reconhece como expressão legítima do nacional.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Desafios da maternidade atípica : um estudo a partir das mães atendidas pela APAE - Mariana.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9116</link>
      <description>Título: Desafios da maternidade atípica : um estudo a partir das mães atendidas pela APAE - Mariana.
Autor(es): Nepomuceno, Isabella Marciano
Resumo: Esse trabalho de conclusão de curso tem como objetivo analisar as concepções&#xD;
acerca das dificuldades de acesso das mães que tem filho com deficiência, a partir&#xD;
da vivência do cotidiano de estágio. Apresentar análises dos autores presentes na&#xD;
bibliografia, afirmando os conceitos fundamentais relacionados às barreiras de&#xD;
acesso e discriminação contra as pessoas deficiência. Embora, a constituição de&#xD;
1988 o Estatuto da pessoa com deficiência, tenha promovido avanços significativos,&#xD;
diversos direitos ainda são violados. Além disso, o estudo buscar analisar o processo&#xD;
sócio-histórico dessas pessoas, em como as barreiras estruturais que enfrentam.&#xD;
Dessa forma, para um aprofundamento na problemática foram realizadas entrevistas&#xD;
com as mães que têm filhos com deficiência matriculados na APAE. Os resultados da&#xD;
pesquisa revelaram a centralidade das mães no cuidado, as limitações de acesso as&#xD;
políticas sociais.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Mulheres quilombolas e mineração : a resistência de mulheres quilombolas frente aos danos da mineração extrativista na comunidade remanescente de quilombo de Gesteira - MG.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9115</link>
      <description>Título: Mulheres quilombolas e mineração : a resistência de mulheres quilombolas frente aos danos da mineração extrativista na comunidade remanescente de quilombo de Gesteira - MG.
Autor(es): Costa, Tainara dos Santos
Resumo: Este trabalho assume como tema mulheres quilombolas e mineração. Diante disso, o problema&#xD;
de pesquisa indaga: como a mineração provoca danos à vida das mulheres quilombolas na&#xD;
comunidade quilombola de Gesteira (Barra Longa-MG) e quais são as formas de luta e&#xD;
resistência que travam cotidianamente frente a este cenário? Como hipótese reconhece os&#xD;
quilombos enquanto processo histórico de resistência, em que as mulheres quilombolas&#xD;
assumem protagonismo na luta contra o atual modelo de mineração que se impõe no território&#xD;
de forma violenta especialmente no pós rompimento/crime da Barragem de Fundão, que se&#xD;
caracteriza a partir da lógica destrutiva do capital dependente e acentua a destruição provocada&#xD;
na comunidade remanescente de quilombos de Gesteira, no município de Barra Longa-MG&#xD;
gerando danos na vida das mulheres quilombolas. Como objetivo geral busca: identificar como&#xD;
a mineração provoca danos à vida das mulheres quilombolas em Gesteira-MG, bem como as&#xD;
formas de luta e resistência cotidianas frente a este cenário. Para tanto, assume como método o&#xD;
materialismo histórico-dialético, e a metodologia utilizada para coleta de informações foi&#xD;
Grupo Focal e entrevista com uma mulher liderança quilombola. Este projeto se justifica por&#xD;
dar ênfase à questão quilombola, explicitando o protagonismo das mulheres quilombolas nas&#xD;
lutas contra o atual modelo de mineração em Gesteira-MG, território atingido pelo&#xD;
rompimento/crime da barragem de Fundão, além de caracterizar-se como um estudo original&#xD;
que visa ampliar o debate de uma temática ainda pouco explorada, a fim de dar evidência a essa&#xD;
luta e trazer elementos que possam contribuir nos processos de transformação social. Como&#xD;
resultado temos a comprovação da hipótese assumida, ou seja, um cenário de extremas&#xD;
violências, mas de uma resistência forte, enraizada e coletiva pelas mulheres quilombolas de&#xD;
Gesteira.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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