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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/42</link>
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    <pubDate>Sun, 24 May 2026 09:45:00 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-24T09:45:00Z</dc:date>
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      <title>Associação entre estigma internalizado do peso e qualidade de vida em adultos e idosos com excesso de peso usuários da Atenção Primária à Saúde do município de Ouro Preto.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9220</link>
      <description>Título: Associação entre estigma internalizado do peso e qualidade de vida em adultos e idosos com excesso de peso usuários da Atenção Primária à Saúde do município de Ouro Preto.
Autor(es): Moreira, Emilly Kamilly Arantes
Resumo: O sobrepeso e a obesidade são agravos de saúde pública de natureza multifatorial, caracterizados pelo acúmulo excessivo de gordura corporal que compromete a saúde. Reconhecida como uma doença crônica, a obesidade afeta milhões de pessoas e está associada a diversas complicações, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemias, doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer e redução da qualidade de vida. Essa última refere-se à percepção do indivíduo sobre sua posição na vida, considerando seus objetivos, expectativas e contexto sociocultural, sendo influenciada por dimensões físicas, emocionais e sociais. Além disso, ela pode ser influenciada pelo estigma relacionado ao peso que é compreendido como o processo de rotulação e discriminação de pessoas que não se enquadram nos padrões corporais socialmente aceitos e que, quando internalizado, pode gerar sentimentos de culpa, vergonha e inferioridade, prejudicando a autoestima, o bem-estar e o autocuidado. O presente estudo teve como objetivo avaliar a associação entre o estigma internalizado do peso e a qualidade de vida em adultos e idosos com sobrepeso e obesidade usuários da Atenção Primária à Saúde no município de Ouro Preto, Minas Gerais. Trata-se de um estudo transversal, observacional e analítico, realizado com 48 participantes. O estigma internalizado foi avaliado por meio da escala WBIS-M e a qualidade de vida pelo WHOQOL-bref. As análises incluíram estatística descritiva e regressão logística binária, com ajuste para idade, sexo, índice de massa corporal, escolaridade, ansiedade e depressão. Observou-se que 45,83% dos participantes foram classificados com maior internalização do estigma (escore médio WBIS-M: 3,02 ± 1,25). Os resultados mostraram associações significativas (p&lt;0,05), embora com efeitos de tamanho pequeno (OR ajustado 4,83-35,18), entre maior estigma internalizado e pior qualidade de vida nos domínios físico, psicológico, relações sociais e escore global, após ajuste para confundidores. O domínio psicológico apresentou maior magnitude de associação (OR = 28,21; p = 0,018). Conclui-se que o estigma internalizado do peso exerce impacto negativo e independente sobre a qualidade de vida de adultos e idosos com excesso de peso, especialmente no âmbito psicológico, reforçando a necessidade de abordagens multiprofissionais, humanizadas e livres de estigmatização no cuidado à obesidade no contexto da Atenção Primária à Saúde.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9220</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Polimorfismo no gene NOS3 e diabetes na região dos inconfidentes : influência da prática de atividade física.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9186</link>
      <description>Título: Polimorfismo no gene NOS3 e diabetes na região dos inconfidentes : influência da prática de atividade física.
Autor(es): Campolina, Délio Alberto de Oliveira Silva
Resumo: Introdução: O diabetes mellitus (DM) é uma doença crônica de alta prevalência, em&#xD;
aproximadamente 10,2% da população brasileira em 2023 e fortemente influenciada por fatores&#xD;
metabólicos, comportamentais e genéticos. Entre os genes associados ao risco&#xD;
cardiometabólico, destaca-se o NOS3, cuja variante rs1799983 (G894T) pode reduzir a&#xD;
produção de óxido nítrico e contribuir para disfunção endotelial. A prática de atividade física&#xD;
(AF) pode exercer papel protetor ao aumentar a biodisponibilidade de óxido nítrico e melhorar&#xD;
a sensibilidade à insulina, podendo modular os efeitos desse polimorfismo. Objetivo: Avaliar&#xD;
a associação entre o polimorfismo rs1799983 do gene NOS3 e a presença de DM, bem como&#xD;
avaliar a influência da prática de atividade física. Métodos: Estudo com delineamento&#xD;
transversal, sendo parte do inquérito populacional COVID-Inconfidentes, conduzido com&#xD;
indivíduos ≥18 anos residentes nos municípios de Ouro Preto e Mariana, Minas Gerais. A&#xD;
variável desfecho, DM, foi definida pela combinação de hemoglobina glicada (HbA1c ≥ 6,5%),&#xD;
autorrelato médico ou uso de medicamentos classificados no sistema ATC (A10). A&#xD;
genotipagem da variável explicativa, o polimorfismo rs1799983 do gene NOS3 foi realizada a&#xD;
partir de DNA genômico via PCR em tempo real (sistema TaqMan) por discriminação alélica,&#xD;
permitindo classificar os participantes com base na presença do alelo de risco (T). A variável&#xD;
moderadora, AF, foi avaliada conforme o questionário do Vigilância de Fatores de Risco e&#xD;
Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL) e categorizada segundo&#xD;
recomendações da OMS em ativos fisicamente e inativos fisicamente. Foram incluídas&#xD;
covariáveis sociodemográficas, de hábitos de vida e condições de saúde. As associações foram&#xD;
estimadas por teste qui-quadrado para analisar relação entre as covariáveis e presença de DM,&#xD;
regressão logística univariada e multivariada, considerando p &lt; 0,05 e análise de moderação da&#xD;
AF. Resultados: Avaliamos 1.685 indivíduos (9,26% com DM; 69,83% inativos) e observamos&#xD;
que o genótipo TT (48,07%) aumenta significativamente a chance de diabetes. Essa forte&#xD;
associação foi demonstrada no modelo bruto (OR = 4,56; IC95%: 1,37–15,13) e confirmada&#xD;
após ajustes rigorosos (OR = 3,53; IC95%: 1,03–12,07). A ausência de moderação pela&#xD;
atividade física consolida essa variante como um marcador de risco independente.&#xD;
Conclusão: Indivíduos com dois alelos T para o polimorfismo rs1799983 do NOS3&#xD;
apresentaram maior chance de DM na população estudada. Os achados reforçam a importância&#xD;
da integração entre fatores genéticos e comportamentais no manejo e prevenção do DM.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9186</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Explorando as relações isotemporais entre os comportamentos de movimento e os sintomas de depressão.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9185</link>
      <description>Título: Explorando as relações isotemporais entre os comportamentos de movimento e os sintomas de depressão.
Autor(es): Pessoa, Rodrigo Marinho Costa
Resumo: Introdução: A saúde mental tem sido cada vez mais afetada por fatores cotidianos &#xD;
que vão além da esfera emocional, envolvendo também aspectos sociais, &#xD;
econômicos e ambientais. Nesse contexto, comportamentos como o sono, a &#xD;
atividade física e o comportamento sedentário exercem influência direta sobre a &#xD;
saúde mental. Objetivo: Avaliar a associação isotemporal dos comportamentos de &#xD;
movimento com sintomas de depressão em residentes adultos dos municípios de &#xD;
Ouro Preto e Mariana. Metodologia: Trata-se de um recorte do estudo &#xD;
COVID-Inconfidentes, sendo um estudo transversal, de base populacional, com &#xD;
dados coletados nos municípios de Ouro Preto e Mariana em Minas Gerais entre &#xD;
outubro e dezembro de 2020. A amostra foi composta por adultos selecionados por &#xD;
amostragem de conglomerados em três estágios. A coleta de dados ocorreu por &#xD;
meio de entrevista face a face no domicílio do entrevistado. A variável desfecho foi &#xD;
sintomas de depressão, mensurados por meio do instrumento Patient Health &#xD;
Questionnaire-9 (PHQ-9). As variáveis explicativas foram os comportamentos de &#xD;
movimento (sono, atividade física no lazer e comportamento sedentário). Para &#xD;
avaliar a associação entre os comportamentos de movimento e os sintomas de &#xD;
depressão, foi aplicada análise isotemporal por regressão logística univariada e &#xD;
multivariada ajustada por sexo, faixa etária,cor de pele autorreferida, renda familiar &#xD;
atual, nível de escolaridade e estado civil. O modelo foi ajustado com base em &#xD;
gráfico acíclico direcionado (DAG). Resultados: A amostra foi composta por &#xD;
1.536 adultos, com predominância do sexo feminino (51,9%) e faixa etária entre 35 e &#xD;
59 anos (45,6%). A prevalência de sintomas depressivos foi de 25,1%. Verificou-se &#xD;
ainda alta proporção de inatividade física (69,1%), sono de má qualidade (52,2%) e &#xD;
comportamento sedentário superior a 9 horas diárias em 15,7% dos participantes. &#xD;
Na análise isotemporal, a substituição do comportamento sedentário por sono em &#xD;
todos os tempos esteve associada a efeito protetor em ambos os sexos, enquanto a &#xD;
atividade física apresentou associação significativa apenas entre o sexo feminino, &#xD;
sendo fator protetivo. Conclusão: O equilíbrio entre os comportamentos de &#xD;
movimento, especialmente, o aumento do tempo de sono e da prática de atividade &#xD;
física, mostram-se relevantes para a redução dos sintomas depressivos. Os &#xD;
resultados reforçam a importância de políticas públicas e programas que incentivem &#xD;
hábitos de vida saudáveis.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9185</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Diversidade alimentar mínima, consumo de alimentos fontes de vitamina D e exposição solar em gestantes residentes no município de Ouro Preto, MG.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9161</link>
      <description>Título: Diversidade alimentar mínima, consumo de alimentos fontes de vitamina D e exposição solar em gestantes residentes no município de Ouro Preto, MG.
Autor(es): Jorge, Brenda Fernandes Tanos
Resumo: Introdução: O período gestacional representa uma fase de mudanças físicas,&#xD;
fisiológicas, psicológicas e alimentares na mãe. Uma alimentação adequada, que&#xD;
supra as necessidades de energia e nutrientes é fundamental para o bom&#xD;
crescimento e desenvolvimento do concepto. Entre os indicadores de qualidade da&#xD;
dieta, destaca-se a Diversidade Alimentar Mínima para Mulheres (MDD-W), que&#xD;
avalia a probabilidade de adequação de micronutrientes essenciais. A deficiência de&#xD;
micronutrientes como a Vitamina D em gestantes está associada a complicações&#xD;
como pré-eclâmpsia e diabetes gestacional. Objetivo: Averiguar a diversidade&#xD;
alimentar mínima, o consumo alimentar de fontes de vitamina D e a exposição solar&#xD;
de gestantes atendidas no Sistema Único de Saúde - SUS, do município de Ouro&#xD;
Preto – MG. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal. A coleta de dados&#xD;
ocorreu no Laboratório Piloto de Análises Clínicas (LAPAC/UFOP) entre outubro de&#xD;
2025 e janeiro de 2026, por meio de dois questionários: um abrangendo aspectos&#xD;
sociodemográficos, clínicos e frequências alimentares; e o outro o formulário do&#xD;
MDD-W. Os dados obtidos foram digitados e organizados em planilha do Microsoft&#xD;
Excel® e, posteriormente, exportados para o software SPSS v.23.0, para&#xD;
processamento e análise estatística. Considerou nível de significância de 5%.&#xD;
Resultados: Participaram do estudo 16 gestantes, em sua maioria com idade &lt; 35&#xD;
anos. A Diversidade Alimentar Mínima foi adequada para 75% da amostra. Em&#xD;
contrapartida, 93,8% da amostra consome menos que 10 mcg/dia de fontes de&#xD;
vitamina D. Por fim, 97,3% das gestantes se expõe ao sol &lt; 30 minutos por dia e&#xD;
predominantemente na parte da manhã. Conclusão: Os resultados deste estudo&#xD;
poderiam subsidiar o planejamento de ações de promoção de uma alimentação e&#xD;
hábitos de vida saudáveis no pré-natal, mesmo não sendo possível generalizar os&#xD;
achados para a população de gestantes do município em questão.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9161</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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