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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/42</link>
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    <pubDate>Fri, 31 Jul 2026 08:07:10 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-31T08:07:10Z</dc:date>
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      <title>Comportamento alimentar seletivo e sua associação com a saúde gastrointestinal em crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9426</link>
      <description>Título: Comportamento alimentar seletivo e sua associação com a saúde gastrointestinal em crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista.
Autor(es): Rosa, Maria Eduarda Hubner
Resumo: O transtorno do espectro autista (TEA) é um transtorno do neurodesenvolvimento &#xD;
frequentemente associado a alterações no comportamento alimentar e a sintomas &#xD;
gastrointestinais, os quais podem impactar o estado nutricional e a qualidade de vida dos &#xD;
indivíduos. Este estudo teve como objetivo analisar a associação da seletividade alimentar &#xD;
com a presença de sintomas gastrointestinais em crianças e adolescentes com TEA. Trata-se &#xD;
de um estudo transversal analítico, de abordagem quantitativa, realizado com cuidadores de &#xD;
crianças e adolescentes de 2 a 19 anos diagnosticados com TEA, residentes em diferentes &#xD;
regiões do Brasil. A coleta de dados ocorreu entre fevereiro e dezembro de 2025. Embora o &#xD;
instrumento original apresentasse uma estrutura mais ampla, foram utilizados para esta &#xD;
pesquisa especificamente o questionário sociodemográfico e a Escala LABIRINTO, validada &#xD;
para a população brasileira. O grau de seletividade alimentar foi avaliado por escore contínuo &#xD;
e, posteriormente, dicotomizado utilizando-se o percentil 75 como ponto de corte, &#xD;
classificando-se como alta seletividade valores superiores ao p75 e como baixa seletividade &#xD;
aqueles inferiores ou iguais a esse percentil. Os sintomas gastrointestinais foram descritos por &#xD;
frequências absolutas e relativas, e a associação entre as variáveis foi analisada por meio do &#xD;
teste exato de Fisher. A amostra foi composta por 83 participantes, sendo 52 crianças e 31 &#xD;
adolescentes, com predominância do sexo masculino. Observou-se ampla variabilidade no &#xD;
grau de seletividade alimentar, com 20,5% dos participantes classificados com alta &#xD;
seletividade. Os sintomas gastrointestinais mais prevalentes foram gases (47,0%), constipação &#xD;
intestinal (34,9%) e diarreia (21,7%). Não foi identificada associação estatisticamente &#xD;
significativa entre seletividade alimentar e a presença dos sintomas gastrointestinais avaliados &#xD;
(p &gt; 0,05). Conclui-se que a seletividade alimentar e os sintomas gastrointestinais são &#xD;
frequentes em crianças e adolescentes com TEA, porém podem ocorrer de forma &#xD;
independente, reforçando a complexidade clínica do transtorno e a importância de uma &#xD;
abordagem multiprofissional no cuidado dessa população.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9426</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Utilização integral do extrato hidrossolúvel de amendoim para elaboração de cajuzinho vegano.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9424</link>
      <description>Título: Utilização integral do extrato hidrossolúvel de amendoim para elaboração de cajuzinho vegano.
Autor(es): Melo, Ana Clara Gonçalves de
Resumo: Vegetarianos e portadores de reações adversas ao leite de vaca acabam não consumindo em&#xD;
sua alimentação leite e seus derivados. Os extratos hidrossolúveis vegetais (EHV) são uma&#xD;
alternativa de substituição do leite de vaca em preparações culinárias, podendo ser&#xD;
consumidos no formato de bebidas e utilizados para fabricação de produtos substitutos aos&#xD;
derivados do leite, tais como queijo e leite condensado. Muitas preparações doces utilizam&#xD;
leite condensado como um dos ingredientes principais, sendo inviáveis para esses indivíduos.&#xD;
Dessa forma, o objetivo desse projeto foi elaborar e determinar a composição nutricional de&#xD;
doce tipo cajuzinho com leite condensado feito à base de EHV de amendoim e seu resíduo;&#xD;
formular as fichas técnicas de preparo, realizar análise sensorial e por fim, calcular o custo.&#xD;
Os cajuzinhos foram elaborados no Laboratório de Técnica Dietética da Escola de Nutrição/&#xD;
UFOP. A composição nutricional das formulações foi realizada por meio de tabelas de&#xD;
composição de alimentos. Para cada formulação foi elaborada uma ficha técnica de preparo.&#xD;
Os custos dos ingredientes necessários foram analisados com base nos preços dos&#xD;
supermercados locais. O cajuzinho que obteve maior aceitação foi o elaborado com extrato&#xD;
hidrossolúvel vegetal de amendoim 15%, quanto aos quesitos “ideal de doçura” e “ideal de&#xD;
consistência”. Em relação ao sabor, não houve diferenças significativas. A preparação que&#xD;
apresentou menor valor calórico dentre as três amostras avaliadas foi o cajuzinho com leite&#xD;
condensado de EHV de amendoim 10%, por conter uma menor quantidade de açúcar em sua&#xD;
composição. Os custos de uma porção de cajuzinho (25g), variaram de R$ 0,45 a R$ 0,48,&#xD;
além disso, o custo total das preparações variou de R$ 5,43 a R$ 5,72, de acordo com o&#xD;
rendimento de cada preparação, mostrando que a preparação é acessível. Os cajuzinhos&#xD;
elaborados com EHV podem ser alternativas viáveis de consumo para os indivíduos adeptos&#xD;
ao vegetarianismo e/ou para os portadores das reações adversas ao leite de vaca, tanto do&#xD;
ponto de vista nutricional quanto em relação ao custo-benefício, podendo assim ser utilizados&#xD;
em diversas preparações.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9424</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Formulação de preparações ricas em triptofano para o público infantil.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9371</link>
      <description>Título: Formulação de preparações ricas em triptofano para o público infantil.
Autor(es): Costa, Gislane Valentim
Resumo: A infância é uma fase da vida marcada por um intenso desenvolvimento físico, intelectual e &#xD;
emocional, no qual a alimentação exerce um papel fundamental na promoção da qualidade de vida. O &#xD;
aminoácido triptofano atua como precursor da serotonina, que é um neurotransmissor diretamente &#xD;
associado à regulação do humor, do sono e das funções cognitivas, encontrado em frutas, carnes, &#xD;
legumes, grãos integrais e em leite e seus derivados. Porém, nos dias atuais o consumo excessivo de &#xD;
alimentos industrializados, que são caracterizados pelo alto teor de açúcares, sódio e gorduras, tem &#xD;
sido muito presente na alimentação infantil, causando diversos malefícios para saúde, além do &#xD;
aumento constante de doenças crônicas não transmissíveis e deficiências nutricionais. Diante desse &#xD;
cenário, este estudo propôs o desenvolvimento de preparações culinárias, para escolares, contendo &#xD;
ingredientes ricos em triptofano. Foram desenvolvidas três preparações: P1 (bolinho de banana com &#xD;
amendoim com cobertura de chocolate); P2 (bolinho de laranja com cobertura de amendoim); P3 (pão &#xD;
de mel com recheio de amendoim e cobertura de chocolate). Os resultados mostraram que a P2 é fonte &#xD;
de proteínas, a P1 possui maior teor de triptofano com cerca de 71,24% do Valor Diário Recomendado &#xD;
(VDR) e menor teor calórico e a P3 com elevado teor de lipídios, consequentemente a mais calórica &#xD;
entre as preparações desenvolvidas. Em relação aos custos, estes demonstraram-se acessíveis e &#xD;
econômicos em comparação aos produtos semelhantes disponíveis no mercado, variando de 1,65 a &#xD;
2,48 reais por porção. Conclui-se, assim, que as preparações elaboradas com triptofano podem ser &#xD;
inseridas no cardápio dos escolares, por serem de fácil execução, de baixo custo e com ingredientes &#xD;
acessíveis.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9371</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>Qualidade nutricional de leites e derivados com a alegação nutricional "zero".</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9350</link>
      <description>Título: Qualidade nutricional de leites e derivados com a alegação nutricional "zero".
Autor(es): Assis, Clara Gomes
Resumo: A rotulagem de alimentos constitui um importante instrumento de comunicação entre&#xD;
fabricantes e consumidores, desempenhando papel essencial na garantia da segurança&#xD;
alimentar e na promoção da saúde pública. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância&#xD;
Sanitária (ANVISA) estabelece as diretrizes para a apresentação das informações&#xD;
nutricionais, dentre elas, as alegações nutricionais como “zero”, “sem adição de” ou&#xD;
“reduzido em”. Estudos apontam que o uso estratégico de alegações, sobretudo em&#xD;
produtos ultraprocessados, pode gerar o chamado efeito halo de saúde, mascarando a&#xD;
presença de nutrientes críticos e induzindo escolhas alimentares inadequadas.No entanto,&#xD;
são escassos na literatura estudos que avaliem a qualidade de alimentos comercializados&#xD;
com alegação nutricional “zero”. Diante desse cenário, o presente estudo tem como&#xD;
objetivo avaliar a extensão e o propósito de processamento de produtos lácteos&#xD;
comercializados no Brasil com a alegação “zero” nos rótulos, assim como a presença de&#xD;
altos teores de nutrientes críticos. Trata-se de um estudo transversal realizado no ano de&#xD;
2025, com coleta de dados em três supermercados de Belo Horizonte/MG e nos sites&#xD;
oficiais das marcas identificadas. Os alimentos foram classificados segundo a&#xD;
classificação Nova e avaliados conforme os modelos de perfil de nutrientes da ANVISA&#xD;
e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). Identificou-se 314 produtos, entre&#xD;
leites fermentados (51,91%), queijos (14,65%), bebidas lácteas (11,78%), leites de&#xD;
consumo (8,28%), manteiga e creme de leite (4%), entre outros. Os resultados indicaram&#xD;
que 77,8% dos produtos com alegação “zero” eram ultraprocessados. A alegação mais&#xD;
frequente foi referente a “zero lactose” (91,7%), sugerindo maior foco da indústria em&#xD;
atender demandas de consumo específicas, mas não necessariamente relacionadas à&#xD;
redução de nutrientes críticos. Segundo a ANVISA, apenas 16,6% dos produtos&#xD;
apresentaram excesso de nutrientes críticos e receberam a rotulagem nutricional frontal,&#xD;
enquanto, pelo modelo daOPAS, esse percentual foi maior, atingindo 88,5%. Além disso,&#xD;
identificou-se o uso frequente de edulcorantes artificiais em substituição aos açúcares, e&#xD;
a presença de alegações adicionais como “alto em proteína” e “fonte de vitaminas e&#xD;
minerais”, que podem reforçar o efeito halo de saúde. Conclui-se que a presença da&#xD;
alegação “zero” em rótulos de produtos lácteos não garante melhor qualidade nutricional,&#xD;
uma vez que a maioria são classificados como alimentos ultraprocessados, e parte deles&#xD;
possuem em sua composição nutrientes críticos em excesso, além da presença de&#xD;
edulcorantes e outros aditivos. Os achados reforçam a importância de critérios mais&#xD;
rigorosos e transparentes na regulação da rotulagem nutricional não obrigatória, visando&#xD;
promover melhores escolhas alimentares pela população.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9350</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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