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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/4</link>
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    <pubDate>Tue, 12 May 2026 22:17:53 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-12T22:17:53Z</dc:date>
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      <title>Patrimônio-insurgência : experiências autogestionárias como caminho para a preservação do território de Bento Rodrigues, Mariana/MG.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9198</link>
      <description>Título: Patrimônio-insurgência : experiências autogestionárias como caminho para a preservação do território de Bento Rodrigues, Mariana/MG.
Autor(es): Ishicava, Julia
Resumo: Este trabalho de conclusão de curso analisa o processo de preservação e apropriação do patrimônio cultural no subdistrito de Bento Rodrigues, em Mariana, Minas Gerais, após o rompimento da barragem de Fundão em 2015. O objetivo central consiste em investigar como as comunidades atingidas retomam seus territórios de origem por meio de práticas autônomas de resistência, em contraposição ao modelo de reparação institucional conduzido pela Fundação Renova. A metodologia fundamenta-se em pesquisa bibliográfica, análise documental e levantamento iconográfico, amparada nos conceitos de patrimônio como campo de disputa e Discurso Autorizado de Patrimônio. O estudo estrutura-se em três eixos: a reconstrução da cronologia do desastre-crime, a fundamentação teórica sobre os conflitos patrimoniais e a análise das apropriações territoriais contemporâneas. Os resultados revelam que as experiências autogestionárias constituem uma forma de patrimonialização afetiva e política. Conclui-se que essas ações operam como uma cartografia que desafia o apagamento identitário, transformando o território atingido em um espaço de memória e resistência vivo, reafirmando o valor de uso do território em detrimento da lógica de exploração minerária.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A transformação da igreja matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem de Itabirito (MG) : intervenções arquitetônicas e estilísticas.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9197</link>
      <description>Título: A transformação da igreja matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem de Itabirito (MG) : intervenções arquitetônicas e estilísticas.
Autor(es): Soares, Victor José Silva
Resumo: Localizada no município de Itabirito - Minas Gerais, a Igreja Matriz de Nossa Senhora da&#xD;
Boa Viagem, é considerada como um dos patrimônios Histórico e Cultural mais antigos do&#xD;
distrito sede da cidade, reconhecida pelo poder público municipal como o núcleo originário&#xD;
do município. O objetivo geral deste trabalho se propõe a estudar a Matriz de Nossa Senhora&#xD;
da Boa Viagem como patrimônio cultural de Itabirito, de forma a investigar sua origem,&#xD;
organizar e documentar as mudanças ocorridas durante os anos de sua existência e analisar as&#xD;
possibilidades de como ocorreu o seu desenvolvimento. A abordagem utilizada para a&#xD;
realização do trabalho inclui levantamento historiográfico, pesquisa documental em arquivos&#xD;
e entrevistas com moradores e especialistas locais, desenvolvimento de modelos hipotéticos e&#xD;
observação in loco dos elementos artísticos e construtivos da matriz. A análise permite&#xD;
compreender como as dinâmicas sociais, econômicas e religiosas se refletem na materialidade&#xD;
da Igreja Matriz e sua importância para a memória e identidade cultural de Itabirito.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Centro de Saúde Publico Veterinário em Ouro Preto : arquitetura a serviço da dignidade e do bem estar social.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9193</link>
      <description>Título: Centro de Saúde Publico Veterinário em Ouro Preto : arquitetura a serviço da dignidade e do bem estar social.
Autor(es): Carmo, Letícia Franceline do
Resumo: Este Trabalho de Conclusão de Curso apresenta uma pesquisa qualitativa que&#xD;
fundamenta a proposta arquitetônica de um Centro de Saúde Público Veterinário (CSPV)&#xD;
em Ouro Preto, Minas Gerais. O CSPV caracteriza-se como um equipamento social voltado à&#xD;
promoção integrada do bem-estar animal, da saúde pública e do fortalecimento comunitário,&#xD;
oferecendo atendimento veterinário acessível, campanhas educativas e ações preventivas. A&#xD;
proposta parte do reconhecimento de que cuidar dos animais é também cuidar das pessoas,&#xD;
fortalecendo vínculos sociais e contribuindo para um ambiente urbano mais saudável e&#xD;
humanizado. O projeto recebe o nome Elo de São Francisco, referência simbólica que conecta o&#xD;
edifício às raízes culturais ouro-pretanas e à figura de São Francisco de Assis,&#xD;
tradicionalmente associada à proteção dos animais e à harmonia entre as formas de vida,&#xD;
reforçando a compreensão do animal como sujeito social e a relação de interdependência entre&#xD;
seres humanos, animais e cidade. O estudo foi desenvolvido por meio de levantamento bibliográfico, visitas técnicas e&#xD;
análise crítica do território, permitindo compreender as necessidades locais e identificar&#xD;
diretrizes projetuais, como organização funcional dos ambientes, setorização adequada,&#xD;
valorização das áreas externas sombreadas e criação de espaços de convivência que&#xD;
incentivem a participação comunitária. Durante a investigação, constatou-se que o alto custo&#xD;
dos serviços veterinários e a carência de estruturas públicas permanentes limitam o acesso da&#xD;
população de baixa renda à saúde animal, orientando a concepção de soluções inclusivas,&#xD;
socialmente justas e tecnicamente eficientes. A partir da pesquisa, foi desenvolvido um equipamento público que, além de oferecer&#xD;
atendimentos veterinários e suporte a organizações de proteção animal, contribua para a&#xD;
redução do abandono, o controle populacional e a prevenção de zoonoses. Assim, o Elo de&#xD;
São Francisco CSPV pretende consolidar-se como espaço de referência em saúde animal e&#xD;
engajamento comunitário, integrando funcionalidade técnica, sustentabilidade e humanização,&#xD;
reafirmando a arquitetura como instrumento de dignidade e cuidado interespécie.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9193</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Cartografias sensoriais: modos de vida de pessoas autistas.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9188</link>
      <description>Título: Cartografias sensoriais: modos de vida de pessoas autistas.
Autor(es): Gonçalves, Erick Alexsander de Almeida
Resumo: O presente trabalho, intitulado "Cartografias sensoriais; modos de vida de&#xD;
pessoas autistas”; aborda a complexa relação entre o Transtorno do Espectro Autista&#xD;
(TEA) e a percepção espacial, com foco nas interseccionalidades que moldam a&#xD;
experiência de indivíduos autistas no Brasil. Diante do crescente número de&#xD;
diagnósticos de TEA, que, segundo o censo demográfico de 2022 do IBGE, atinge&#xD;
cerca de 2,4 milhões de pessoas no país (1,2% da população geral), torna-se&#xD;
importante compreender as necessidades específicas dessa população em relação ao&#xD;
ambiente construído. A pesquisa visa aprofundar a discussão sobre como o autismo,&#xD;
a deficiência e as diversas interseccionalidades (raça, gênero e classe) influenciam a&#xD;
interação dos indivíduos com o espaço, tanto em ambientes internos (moradias)&#xD;
quanto externos (cidade). O objetivo principal é elaborar uma cartografia que aborde,&#xD;
a percepção espacial de uma pessoa autista, promovendo uma discussão sobre a&#xD;
identidade, a deficiência e o papel da arquitetura no tratamento e inclusão de pessoas&#xD;
com TEA. De modo a desenvolver as noções sobre deficiência e autismo, são&#xD;
abordadas fontes de autoras que possuem algum grau de deficiência.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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