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    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/3</link>
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    <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 09:38:23 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-09-14T09:38:23Z</dc:date>
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      <title>Avaliação do seguimento e correlação cito-histológica de mulheres diagnosticadas com alterações glandulares no exame preventivo do colo do útero.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9658</link>
      <description>Título: Avaliação do seguimento e correlação cito-histológica de mulheres diagnosticadas com alterações glandulares no exame preventivo do colo do útero.
Autor(es): Teixeira, Pedro Moregola
Resumo: Objetiva-se com este estudo avaliar se as mulheres que apresentavam resultados alterados no exame preventivo do colo do útero para células glandulares estão sendo devidamente acompanhadas de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde. Além disso, busca-se avaliar se os resultados de alterações glandulares no exame citológico estão bem correlacionados com os resultados da biópsia de seguimento. Para isso, foi realizada uma busca no Sistema de Informação do Câncer (SISCAN) por resultados apresentando lesões glandulares entre janeiro de 2021 e agosto de 2023 nas cidades de Ouro Preto e Mariana. Os resultados da biópsia foram obtidos via contato com o Centro Estadual de Atenção Especializada (CEAE), local para onde as pacientes são encaminhadas para seguimento. No período, foram realizados 22.091 exames preventivos. Destes, apenas 15 resultados apresentaram anormalidades em células glandulares, sendo 13 AGC-SOE (células glandulares atípicas sem outra especificação) e 2 Adenocarcinoma in situ. A frequência de lesões glandulares no período foi de 0,07% e a idade média das pacientes atendidas foi de 44 anos. Das 15 pacientes com resultados alterados em células glandulares, apenas 5 (33%) realizaram o seguimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde). A biópsia de seguimento apresentou 3 resultados NIC III e 1 resultado negativo. Apenas para 1 paciente não foi obtido resultado do histopatológico, embora tenha sido realizada a CAF (cirurgia de alta frequência) pelo SUS. Não foram obtidas informações quanto ao seguimento das outras 10 pacientes. Os resultados mostram uma baixa frequência do diagnóstico de lesões glandulares, assim como relatado na literatura. Além disso, a incompatibilidade dos resultados de biópsias com os resultados da citologia também está bem descrita na literatura, ocorrendo principalmente devido ao baixo número de células glandulares nos esfregaços cervicais e problemas de análise da morfologia das células glandulares pelos citologistas. O baixo índice de seguimento das pacientes com alterações glandulares mostra a necessidade de adoção de medidas educativas a profissionais e melhorias das condições estruturais da saúde pública no Brasil, de forma que as diretrizes para o rastreio do câncer cervical possam ser seguidas adequadamente.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9658</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A temática indígena na EJA - Ensino Médio de Ouro Preto : uma análise documental à luz da Lei nº 11.645/2008.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9657</link>
      <description>Título: A temática indígena na EJA - Ensino Médio de Ouro Preto : uma análise documental à luz da Lei nº 11.645/2008.
Autor(es): Costa, Rosely dos Santos
Resumo: A obrigatoriedade da abordagem da história e cultura dos povos indígenas no&#xD;
currículo da educação básica brasileira, instituída pela Lei nº 11.645/2008,&#xD;
representa um marco importante na valorização das identidades originárias e na&#xD;
promoção de uma educação antirracista e plural, no entanto, a efetivação dessa&#xD;
legislação enfrenta desafios diversos. Considerando essas particularidades, este&#xD;
trabalho investigou de que maneira a temática indígena tem sido contemplada nos&#xD;
documentos e materiais pedagógicos utilizados nas turmas da EJA –&#xD;
especificamente no nível do Ensino Médio – ofertadas na sede do município de Ouro&#xD;
Preto-MG. Conclui-se que, embora a legislação ofereça um marco normativo&#xD;
importante para a construção de uma educação comprometida com a valorização&#xD;
das culturas indígenas, sua efetividade depende de múltiplos fatores: da vontade&#xD;
política dos gestores educacionais, da formação crítica dos professores, da&#xD;
qualidade dos materiais utilizados, da escuta atenta às vivências dos estudantes e&#xD;
da articulação entre a escola e os contextos culturais locais e que muito ainda&#xD;
precisa se feito para que essa Lei se efetive.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9657</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Escrevivências da exclusão : memórias, racismo e resistência na trajetória escolar de uma família negra de Ouro Preto.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9553</link>
      <description>Título: Escrevivências da exclusão : memórias, racismo e resistência na trajetória escolar de uma família negra de Ouro Preto.
Autor(es): Gomes, Rosemeire Fernandes
Resumo: Este projeto de pesquisa tem como objetivo analisar, a partir da reconstrução de memórias, a trajetória escolar de membros de uma família negra residente em Ouro Preto. Por meio de uma abordagem sócio-biográfica, busca-se compreender como o fracasso escolar se relaciona às experiências de discriminação racial e às desigualdades históricas enfrentadas por sujeitos negros no espaço educacional. As narrativas pessoais serão usadas como fonte de análise, apoiadas por referencial teórico que discute o papel da escola na reprodução de desigualdades. O estudo propõe reflexões sobre as políticas públicas de educação e suas limitações frente à população negra.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9553</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Relato de caso : vaginismo, um impasse no rastreio do câncer do colo do útero : autocoleta como possível solução.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9529</link>
      <description>Título: Relato de caso : vaginismo, um impasse no rastreio do câncer do colo do útero : autocoleta como possível solução.
Autor(es): Rezende, Mariana Trevisan
Resumo: O vaginismo é uma condição de saúde que prejudica a participação no rastreio tradicional do câncer do colo do útero (CCU) por meio da realização periódica do exame de Papanicolaou, pois existe uma dificuldade de penetração devido a espasmos involuntários da musculatura ao redor da vagina, deixando quase inviável ou inviável a coleta de amostra. A autocoleta cervicovaginal seguida de teste molecular para identificação do Papilomavírus humano (HPV) mostra-se como uma abordagem promissora para populações difíceis de serem rastreadas, demonstrando altas taxas de aceitabilidade. Neste contexto, o objetivo do trabalho foi relatar um caso clínico de uma paciente com vaginismo avaliando a utilização da autocoleta cervicovaginal como alternativa para rastreio do CCU. O caso clínico descreve uma mulher de 48 anos de idade, branca, tem um filho de um casamento anterior, atualmente mora junto com um homem, não tem relação sexual nenhuma com o atual parceiro, não tem histórico de CCU e nem histerectomia, nunca fez o exame de Papanicolaou, mas já tentou realizá-lo algumas vezes sem concluir o procedimento. Após conversa com a paciente, ela consentiu em ir Unidade Básica de Saúde (UBS) para realização do exame de Papanicolaou. Entretanto, a coleta do exame não foi feita, pois a paciente contraiu excessivamente a musculatura vaginal e gritou quando o espéculo foi encostado. Durante o exame, a paciente demonstrou sinais físicos e emocionais negativos relacionados a penetração, grito, evitação, dor, medo, ansiedade. Posteriormente a enfermeira ofereceu a autocoleta como alternativa e a paciente prontamente aceitou, preferindo levar o kit para casa para realizar o procedimento. Demonstrou interesse em participar do rastreio do CCU. Após cerca de um mês, depois de três tentativas de contato com a paciente, a autocoleta não foi concluída. Após esse período, a enfermeira marcou novamente uma consulta na UBS para explicação mais detalhada do procedimento, ocasião que a paciente conseguiu concluir a autocoleta em uma sala privativa. Importante frisar que o caso exposto evidencia um problema de saúde recorrente, porém negligenciado, que é o déficit do rastreamento do CCU de pessoas com vaginismo. É evidente a importância de avaliação de novas abordagens para que essas pacientes possam ser englobadas no programa de rastreio deste câncer que é prevenível, porém que ainda tem alta incidência e mortalidade. Os resultados obtidos até então são considerados promissores, mas ainda é necessário que maiores investigações sejam realizadas, principalmente com pacientes que apresentam diferentes graus de vaginismo.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9529</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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