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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/29</link>
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    <pubDate>Fri, 06 Nov 2026 14:38:04 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-11-06T14:38:04Z</dc:date>
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      <title>Poesia e estilo na apologia de Blaise Pascal.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9799</link>
      <description>Título: Poesia e estilo na apologia de Blaise Pascal.
Autor(es): Oliveira, Ana Luiza Ricardo
Resumo: A partir de uma leitura dos Pensamentos de Blaise Pascal (1623-1662), o presente artigo elabora reflexões acerca do uso feito pelo filósofo da linguagem poética e de suas ideias sobre este tópico. Para tanto, entrelaçamos à estilística de Pascal, admirada mesmo por seus maiores detratores, a célebre crítica feita por ele aos poetas. Levando em consideração a influência que a época do autor exerceu sobre sua escrita, buscamos ressaltar a impossibilidade de enquadrar Pascal, de modo completo, em qualquer dos movimentos estéticos de seu tempo: seja o classicismo francês ou o barroco. Embora possua elementos de ambas as correntes, o filósofo critica o exagero vaidoso próprio do barroco e contraria o racionalismo fundamental ao classicismo francês. A partir disso, tratamos do próprio pensamento de Pascal sobre a impossibilidade de termos um modelo poético verdadeiro (e, portanto, que agrade a todos por sua beleza). Quando ligamos essa impossibilidade à nossa incapacidade, descrita no opúsculo Da arte de persuadir, de descrever as regras da verdadeira maneira de agradar, nota-se um laço entre essa desproporcionalidade do humano em relação à tarefa mencionada e a apologia cristã de Pascal. Se esta desproporção é, portanto, outra face da miséria pós-Queda, vê-se que a tarefa do apologista estará envolvida num embaraço caso ele busque converter os infiéis por meio de um modelo poético falso, seja ele qual for. Nesse sentido, Pascal, a partir de longas reflexões sobre o que deve ser a escrita de uma apologia, encontra nos escritos bíblicos um estilo adequado para a escrita daquilo que é próprio à ordem da caridade. Buscamos, então, compreender melhor a escrita bíblica a partir dos textos de Erich Auerbach (1892-1957), importante filólogo alemão, focando no sermo humilis, isto é, na articulação dos estilos baixo e alto na Bíblia. Para concluir, analisamos brevemente o impacto desta estilística bíblica, principalmente das poesias hebraicas, em Pascal, para tratarmos, por fim, da posição que tal texto bíblico poético ocupa dentro da teoria apologética pascaliana. Tendo a função de inflamar (échauffer) o coração do infiel, mostramos que essa retórica de um Deus condescendente movimenta as paixões humanas, desorientadas pelo pecado, e as redireciona ao sagrado. Sendo essa exaltação suficiente ou não para uma conversão, concluímos que o estilo de Pascal, seu uso de versos e sua hostilidade frente à poesia, se destacam devido ao brilhante entrelaçamento de características de diversas tendências, que, reunidas sob um pensador único, tomam nova cor e vitalidade para realçar a insuficiência e a tragicidade próprias do ser humano.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Verdade e ceticismo em Da Experiência (III,xiii) : a prática ensaística e a afirmação da dúvida constante.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9769</link>
      <description>Título: Verdade e ceticismo em Da Experiência (III,xiii) : a prática ensaística e a afirmação da dúvida constante.
Autor(es): Santos, Vinícius Jose Amaro dos
Resumo: Traçando o caminho proposto por Montaigne no ensaio Da experiência (III, xiii), pretende-se&#xD;
explorar o tema da dúvida ensaística e da pesquisa experimental como alternativas&#xD;
epistêmicas e morais à tradição filosófica demonstrativa. Busca-se, ainda, pensar o papel do&#xD;
ceticismo e da afirmação da dúvida constante na construção montaigniana de um pensamento&#xD;
irreverente. Tenciona-se, dessa forma, apontar o pensamento de Montaigne como&#xD;
inconclusivo e, por isso, bem-sucedido em seu próprio objetivo.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Descolonização e reinvenção do sujeito : cartografia do encontro a convite de Achille Mbembe.</title>
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      <description>Título: Descolonização e reinvenção do sujeito : cartografia do encontro a convite de Achille Mbembe.
Autor(es): Silva, Douglas Aparecido da
Resumo: O presente texto é uma análise do exercício de pensamento crítico emergente na obra do&#xD;
pensador camaronês Achille Mbembe. O propósito é definir um percurso dentro de seu&#xD;
campo de investigação que nos possibilite acessar arquivos e vestígios sobre as condições&#xD;
dadas aos procedimentos de construção ontológica de identidades, desenvolvidos a partir&#xD;
do período de sistematização do capitalismo mercantil. Trata-se de se debruçar sobre sua&#xD;
linha de investigação filosófica que busca lidar com a construção de narrativas e de discursos&#xD;
da história que tiveram por princípio a questão de Raça. A intenção é enfatizar como Achille&#xD;
Mbembe, ao questionar a razão negra, principalmente a partir de fortes alicerces recolhidos&#xD;
da obra de Frantz Fanon, abre perspectiva para uma nova possibilidade de um fazer&#xD;
filosófico subsidiado pela metodologia da Cartografia, nos termos de Deleuze, que, por fim,&#xD;
nos conduz a possibilidades de nos reinventarmos em lugares outros, em meio a novas&#xD;
possibilidades de inscrição de um corpo outro nos domínios de outras múltiplas expressões&#xD;
na linguagem.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Diapasão Dionisíaco : a sonora filosofia de Nietzche.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9723</link>
      <description>Título: Diapasão Dionisíaco : a sonora filosofia de Nietzche.
Autor(es): Pedrosa, Pablo Augusto Sathler
Resumo: O presente artigo investiga a filosofia de Friedrich Nietzsche a partir de três eixos temáticos — Temporalidade, Gênio e Richard Wagner —, demonstrando como a música ocupa posição central em seu pensamento. Partindo da lição heraclitiana, argumenta-se que Nietzsche admite o devir como princípio ordenador, conferindo à mudança sua máxima exigência filosófica. A transformação, tanto no domínio orgânico quanto cultural, impõe a revisão dos signos e sentidos, sendo a música o suporte artístico no qual a temporalidade se manifesta de forma exemplar. O conceito de gênio é analisado sob duas formulações: uma romântica, vinculada à inspiração e à exemplaridade, e outra clássica, associada ao trabalho, à disciplina e à força seletiva. Por fim, Richard Wagner é examinado como figura central no debate estético e político de Nietzsche, inicialmente como modelo capaz de unir música e mito trágico e, posteriormente, como objeto de crítica moral e musical. A partir do diálogo com Theodor W. Adorno, evidencia-se como as inovações harmônicas, a emancipação da dissonância e a configuração orquestral wagneriana inscrevem-se em tensões históricas e sociais mais amplas. A música é o suporte mais adequado ao pensamento nietzschiano por sua relação intrínseca com a temporalidade, permitindo que o gênio musical, o vivente mais capacitado ética e esteticamente, narre a passagem de maneira singular. Assim, sustenta-se que o pensamento de Nietzsche não é simplesmente sobre música, mas intrinsecamente sonoro, no qual o diapasão dionisíaco dá o tom de sua verdade.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
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