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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/26</link>
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    <pubDate>Tue, 16 Dec 2025 14:04:55 GMT</pubDate>
    <dc:date>2025-12-16T14:04:55Z</dc:date>
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      <title>Avaliação do comportamento em desgaste do revestimento com WC por meio do processo de aspersão térmica oxicombustível de alta velocidade (HVOF) em substrato de aço AISI D2 e H13.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8596</link>
      <description>Título: Avaliação do comportamento em desgaste do revestimento com WC por meio do processo de aspersão térmica oxicombustível de alta velocidade (HVOF) em substrato de aço AISI D2 e H13.
Autor(es): Ruocco, Lucas Henrique Gonçalves
Resumo: Neste trabalho, os aços ferramenta AISI H13 e AISI D2 foram revestidos com a &#xD;
aplicação de revestimento de WC por meio da técnica HVOF, aspergidos por dois &#xD;
fornecedores, sendo o aço D2, com matriz martensítica e presença de carbonetos &#xD;
de cromo, e o aço H13, aço martensítico temperado e revenido. A caracterização &#xD;
das camadas aspergidas foi realizada em ensaios de microdureza. Para o &#xD;
fornecedor 1 a microdureza ficou próxima a 1300HV0,1 e para o fornecedor 2 &#xD;
próxima a 730HV0,1. Na análise microestrutural por microscopia ótica, em que foi &#xD;
avaliada a espessura da camada para o fornecedor 1 em média foi de 270µm e do &#xD;
fornecedor 2 a média foi de 700µm. Na análise por microscopia eletrônica de &#xD;
varredura e EDS, para o fornecedor 1 o cobalto foi um dos principais constituintes &#xD;
e para o fornecedor 2 foi o vanádio. A presença de porosidade para o fornecedor 1 &#xD;
foi em média de 6,5%. Para o fornecedor 2 não foi possível medir a porosidade &#xD;
devido a trincas presentes ao longo da camada aspergida.  A rugosidade medida &#xD;
com o parâmetro Ra nos revestimentos, para o fornecedor 1 foi em média 6,43µm &#xD;
e para o fornecedor 2 o resultado em média do D2-HVOF foi 2,16µm e para o H13&#xD;
HVOF 5,94µm, uma variação significativa para o mesmo material aspergido. A &#xD;
resistência ao desgaste abrasivo dos materiais revestidos foi avaliada de acordo &#xD;
com a norma ASTM G65 Procedimento B, em que a perda mássica para o &#xD;
fornecedor 1 foi em média de 0,02g e para o fornecedor 2 para o H13-HVOF foi em &#xD;
média de 0,149g e para o D2-HVOF de 0,149g. Ao final do ensaio de desgaste a &#xD;
rugosidade foi avaliada, sendo em média de 4,6µm para o fornecedor 1 e de 3,3µm &#xD;
para o D2-HVOF e 1,6µm para o H13-HVOF do fornecedor 2. O resultados &#xD;
apresentados demonstraram que o produto do fornecedor 1 se mostrou mais &#xD;
eficiente em aplicações de desgaste abrasivo, com resistência ao desgaste &#xD;
abrasivo 5 vezes maior que o fornecedor 2. É importante destacar, também, que a &#xD;
camada aspergida do fornecedor 2 apresentou diferença significativa entre os &#xD;
resultados para o D2-HVOF e para o H13-HVOF.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8596</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Efeito de uma condição de austenitização intercrítica sobre a decomposição da austenita sob resfriamento contínuo em um aço dual-phase baixo carbono.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8200</link>
      <description>Título: Efeito de uma condição de austenitização intercrítica sobre a decomposição da austenita sob resfriamento contínuo em um aço dual-phase baixo carbono.
Autor(es): Paula, Caio Eduardo de
Resumo: A demanda por aços Dual Phase (DP) com elevada resistência mecânica, boa conformabilidade e menor peso tem impulsionado rotas termo-mecânicas capazes de modular as frações e distribuição de fases. Este trabalho avaliou, em um DP de ultra-baixo carbono, o efeito de uma austenitização intercrítica (AI) sobre a decomposição da austenita sob resfriamento contínuo, integrando simulações cinéticas, dilatometria, microscopia óptica e microdureza. Foram investigadas duas condições: austenitização completa a 870 °C e intercrítica a 760 °C (≈25% de austenita), seguidas de resfriamentos entre 3 e 100 °C/s. A condição de austenitização completa gerou austenita essencialmente homogênea e de menor teor de soluto, que se transformou por mecanismos difusionais em temperaturas mais altas; com o aumento da taxa, observou-se a transição para bainita e martensita, com início de transformação martensítica (Mi) experimental de 360 °C em 100 °C/s, muito próximo do valor simulado (352 °C). Já a austenitização intercrítica produziu uma fração de austenita mais refinada e possivelmente enriquecida em C/Mn, elevando a temperabilidade e deslocando para temperaturas menores os inícios de formação de ferrita e bainita, além de reduzir Mi; por ser uma liga com baixo teor de Si, sob resfriamentos lentos, a facilidade de precipitação de cementita ampliou a janela perlítica. Os diagramas de transformação por resfriamento contínuo (TRC) refletiram esses comportamentos e as microestruturas confirmaram as previsões: em taxas baixas (≈3 °C/s), predominaram transformações difusionais a partir da austenita; em taxas elevadas (≥50–100 °C/s), formaram-se majoritariamente martensita/austenita retida e bainita sobre uma matriz ferrítica significativa (compatível com a fração inicial ≈75% de ferrita na AI). As simulações capturaram bem a tendência na austenitização completa; para a intercrítica, diferenças residuais decorreram de simplificações do modelo (austenita tratada como homogênea/plenamente formada, desconsiderando efeitos interfaciais e gradientes locais de composição). Conclui-se que a escolha de diferentes temperaturas de austenitização combinada à taxa de resfriamento é ferramenta efetiva para modificar o diagrama de TRC deslocando as curvas de início de formação ferrítica, bainítica e martensítica, refinando a microestrutura e, por consequência, influenciando as propriedades mecânicas essenciais para sua aplicação na indústria automotiva.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8200</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação do impacto da obstrução de bicos de spray do resfriamento secundário na formação de trincas transversais de quina em placas produzidas no lingotamento contínuo.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8119</link>
      <description>Título: Avaliação do impacto da obstrução de bicos de spray do resfriamento secundário na formação de trincas transversais de quina em placas produzidas no lingotamento contínuo.
Autor(es): Mesquita, João Marcos Rabelo
Resumo: Este trabalho tem como objetivo avaliar o impacto da obstrução dos bicos de spray do sistema de resfriamento secundário na formação de trincas transversais de quina em placas de aço produzidas por lingotamento contínuo. Foram utilizados dados operacionais obtidos por meio do equipamento Roll Gap Checker (RGC), que identifica a obstrução dos bicos de spray, e registros de inspeção de qualidade das placas em um período de 20 meses. Foi desenvolvido um indicador com base na distribuição da obstrução entre as regiões do centro e margem dos segmentos críticos do veio, possibilitando avaliar a uniformidade do resfriamento em cada área. Essa análise permite identificar a necessidade de manutenção ou substituição dos bicos de spray obstruídos. A análise estatística indicou ausência de correlação significativa entre o índice global de obstrução e a ocorrência de placas com trincas de quina. Esses resultados sugerem que a ocorrência de trincas é influenciada por múltiplos fatores operacionais e metalúrgicos, sendo necessário adotar uma abordagem multivariada para o controle eficaz da qualidade superficial das placas. Conclui-se que o monitoramento localizado da temperatura, a inspeção individual dos bicos de spray e o controle da curva térmica por segmento são estratégias mais eficazes para a prevenção desses defeitos.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8119</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Resistência à corrosão de corpos moedores em diferentes meios.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8107</link>
      <description>Título: Resistência à corrosão de corpos moedores em diferentes meios.
Autor(es): Carneiro, Yara Aparecida
Resumo: A etapa de moagem no beneficiamento mineral se destaca pelo alto consumo energético e pela intensa degradação dos corpos moedores, podendo representar até 50% dos custos de cominuição. Para mitigar esses impactos, ligas de ferro fundido branco de alto cromo têm sido amplamente empregadas,&#xD;
devido à sua elevada dureza e resistência ao desgaste abrasivo e corrosivo. Este trabalho teve como objetivo avaliar a resistência à corrosão de corpos moedores de ferro fundido branco de alto cromo em dois meios distintos: uma solução padrão de NaCl 3,5% e uma polpa de minério de ferro com pH característico. As amostras foram caracterizadas por microscopia óptica e microscopia eletrônica de varredura, análise química e ensaios de dureza. A resistência à corrosão foi avaliada por meio de polarização potenciodinâmica. Os resultados indicaram que a solução de NaCl 3,5% promoveu maior taxa de corrosão, enquanto a polpa de&#xD;
minério apresentou comportamento menos agressivo. Conclui-se que o meio corrosivo exerce influência significativa na durabilidade dos corpos moedores, destacando a importância de análises eletroquímicas para a seleção adequada de materiais em ambientes industriais.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8107</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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