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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/26</link>
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    <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 16:11:54 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-08T16:11:54Z</dc:date>
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      <title>Análise do efeito do clogging da válvula submersa sobre o fluxo no Interior de um molde de lingotamento contínuo de blocos : modelamento físico e matemático.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9478</link>
      <description>Título: Análise do efeito do clogging da válvula submersa sobre o fluxo no Interior de um molde de lingotamento contínuo de blocos : modelamento físico e matemático.
Autor(es): Soares, Igor Corneau
Resumo: Um dos desafios críticos enfrentados no processo de lingotamento contínuo de blocos é o fenômeno conhecido como clogging ou obstrução, que se refere ao entupimento do tubo de onde escoa o aço líquido. O clogging pode afetar significativamente o fluxo do metal líquido no interior do molde, resultando em variações indesejadas na qualidade do produto final acarretando em paradas não programadas e no aumento de custos operacionais. A compreensão desse fenômeno é de grande importância para auxiliar no aumento da eficiência do processo de lingotamento contínuo. Foram realizados experimentos em um modelo físico de molde de blocos, utilizando água em temperatura ambiente para simular o aço líquido. Foi desenvolvido também simulações de fluidodinâmica computacional utilizando CFX, para avaliar o efeito da ocorrência de clogging a certa de 30cm da saída da válvula submersa. O estudo demonstrou que a presença de clogging na válvula afeta significativamente o comportamento do jato no molde, especialmente em altas vazões, o jato é direcionado para uma das paredes do molde de blocos. As simulações computacionais (CFD) mostraram forte correlação com os dados experimentais obtidos por PIV (Velocimetria de imagem de partícula), validando os modelos utilizados. Observou-se ainda que, dependendo do tamanho da obstrução, a direção do jato pode variar de acordo com a sua vazão, e quanto maior mais provável do desvio ocorrer.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9478</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Efeito da temperatura de início de laminação de acabamento sobre a microestrutura e propriedades mecânicas de um aço API 5L X65.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9458</link>
      <description>Título: Efeito da temperatura de início de laminação de acabamento sobre a microestrutura e propriedades mecânicas de um aço API 5L X65.
Autor(es): Silva, André de Paulo Rosa
Resumo: O presente trabalho avaliou o efeito da temperatura de início da laminação de acabamento&#xD;
sobre a microestrutura e as propriedades mecânicas do aço API 5L X65, que permanece&#xD;
empregado na fabricação de dutos, especialmente em aplicações nas quais se busca&#xD;
conciliar resistência mecânica, tenacidade, soldabilidade e viabilidade industrial. O&#xD;
estudo desse material é relevante porque seu desempenho em serviço depende não apenas&#xD;
da composição química, mas também do controle rigoroso das condições de&#xD;
processamento termomecânico, uma vez que pequenas variações na etapa de acabamento&#xD;
podem alterar significativamente a microestrutura final e, consequentemente, o equilíbrio&#xD;
entre resistência mecânica por tração, ductilidade e comportamento em impacto. Os aços&#xD;
microligados de alta resistência e baixa liga (ARBL) destacam-se por sua elevada&#xD;
resistência mecânica, boas tenacidade e soldabilidade, características essenciais para&#xD;
aplicações em ambientes severos. Esses aços são geralmente produzidos por meio de&#xD;
processos termomecânicos controlados (TMCP), que envolvem laminação em faixas&#xD;
específicas de temperatura, seguida de resfriamento controlado. O desempenho final do&#xD;
material está diretamente associado ao controle de variáveis de processo, como a&#xD;
temperatura de não recristalização, Tnr, e a temperatura de transformação da austenita em&#xD;
ferrita, Ar3, que influenciam o refino microestrutural. Para a realização deste estudo,&#xD;
foram utilizadas amostras de chapas laminadas de aço API 5L X65, produzidas na&#xD;
laminação de chapas grossas da empresa Gerdau, usina de Ouro Branco (MG). Com base&#xD;
na composição química medida do aço, foram determinados os valores de Tnr e Ar3,&#xD;
utilizados como referência para o planejamento do processo. Foram executados dois&#xD;
ciclos industriais de laminação, caracterizados principalmente por diferentes&#xD;
temperaturas de início e de fim da laminação de acabamento. As amostras do primeiro&#xD;
ciclo, processadas sob temperaturas mais baixas de início e final de acabamento,&#xD;
apresentaram microestrutura predominantemente ferrítico-bainítica, enquanto as do&#xD;
segundo ciclo, processadas sob temperaturas mais altas, revelaram, além de ferrita e&#xD;
bainita, regiões associadas ao constituinte martensita-austenita (MA).Nos ensaios de&#xD;
tração, as amostras do segundo ciclo apresentaram, de modo geral, maiores valores de&#xD;
limite de escoamento e limite de resistência em tração, mantendo-se dentro da faixa&#xD;
especificada para o aço API 5L X65. Nos ensaios de impacto Charpy, os resultados&#xD;
permaneceram próximos entre si, enquanto o ensaio DWTT mostrou maior sensibilidade&#xD;
para evidenciar diferenças no modo de fratura. Os ensaios de dureza e microdureza&#xD;
indicaram variações moderadas ao longo da espessura, coerentes com as diferenças&#xD;
microestruturais observadas. Concluiu-se que a temperatura de início da laminação de&#xD;
acabamento influenciou diretamente a microestrutura e o desempenho mecânico do aço&#xD;
API 5L X65. O segundo ciclo apresentou aumentos médios de aproximadamente 2,2%&#xD;
no limite de escoamento e 5,2% no limite de resistência à tração, sem redução expressiva&#xD;
da ductilidade e da energia absorvida no ensaio Charpy. Assim, os resultados obtidos&#xD;
reforçam a importância do controle do histórico térmico durante a laminação de&#xD;
acabamento que contribuem para o melhor entendimento das janelas de processamento&#xD;
industrial.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9458</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Efeito da relação amido/NaOH sob o teor de ferro no rejeito da flotação de um minério de ferro - estudo de caso</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9343</link>
      <description>Título: Efeito da relação amido/NaOH sob o teor de ferro no rejeito da flotação de um minério de ferro - estudo de caso
Autor(es): Simão, Mateus de Oliveira
Resumo: A flotação catiônica reversa é o principal método utilizado no Brasil para a concentração&#xD;
de minérios de ferro, especialmente no aproveitamento de itabiritos, sendo o amido de&#xD;
milho empregado como depressor dos minerais de ferro e o hidróxido de sódio (NaOH)&#xD;
utilizado tanto na sua gelatinização quanto no controle do pH do processo. O desempenho&#xD;
dessa etapa depende diretamente das condições de preparo e aplicação dos reagentes,&#xD;
principalmente da relação amido/NaOH e da concentração do amido na solução&#xD;
preparada. Nesse contexto, este trabalho teve como objetivo avaliar a influência dessas&#xD;
variáveis sobre o teor de ferro presente no rejeito da flotação reversa de um minério de&#xD;
ferro. O estudo foi desenvolvido como um estudo de caso em uma unidade industrial&#xD;
localizada no Quadrilátero Ferrífero (MG), com base na análise de dados operacionais e&#xD;
resultados químicos registrados no sistema da empresa, comparando as relações&#xD;
amido/NaOH 4 e 5, associadas às concentrações de 10 e 15 % (p/v) de amido no preparo.&#xD;
Os resultados demonstraram que o aumento da concentração do amido, aliado a uma&#xD;
relação adequada com a soda cáustica, favorece uma gelatinização mais eficiente e&#xD;
melhora a atuação do depressor, reduzindo as perdas de ferro no rejeito. Dessa forma,&#xD;
conclui-se que o controle da relação amido/NaOH e da concentração do amido é&#xD;
fundamental para otimizar o processo e garantir maior estabilidade operacional na&#xD;
flotação reversa.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9343</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação da sanidade e integridade microestrutural de ferros fundidos nodulares utilizados em ombreiras ferroviárias do sistema fastclip nas ferrovias da Vale.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9330</link>
      <description>Título: Avaliação da sanidade e integridade microestrutural de ferros fundidos nodulares utilizados em ombreiras ferroviárias do sistema fastclip nas ferrovias da Vale.
Autor(es): Machado, Natania Karoline da Vitoria
Resumo: Os sistemas de fixação ferroviária asseguram a estabilidade e a segurança da via permanente, sendo as ombreiras componentes essenciais por ancorarem o grampo elástico ao dormente. Essas peças são fabricadas em ferro fundido nodular, cuja performance está diretamente associada à sua microestrutura, sobretudo à morfologia e sanidade dos nódulos de grafita. Este trabalho tem como objetivo avaliar a sanidade e a integridade microestrutural de ferros fundidos nodulares empregados em ombreiras de dormente ferroviários de concreto, correlacionando composição química, microestrutura e propriedades mecânicas com os requisitos normativos aplicáveis. Foram realizadas análises de composição química, metalográficas, ensaios mecânicos e estudos fractográficos em amostras fornecidas pelas ferrovias da mineradora Vale, buscando identificar fatores metalúrgicos que influenciam o desempenho e a ocorrência de falhas em serviço. Os resultados revelaram que imperfeições microestruturais, como a presença de carbonetos, grafita degenerada e descontinuidades internas, podem comprometer a confiabilidade da ombreira e reduzir sua vida útil. Como complemento às análises experimentais, foram efetuadas simulações numéricas pelo Método dos Elementos Finitos, apenas como recurso adicional para demonstrar o efeito da microestrutura na distribuição de tensões sob carregamento mecânico uniaxial de tração. Conclui-se que o controle da composição química, do processo de nodulização e das etapas de fabricação é fundamental para garantir a integridade das ombreiras e por consequência a segurança operacional dos sistemas de fixação ferroviária.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9330</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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