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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/24</link>
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    <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 04:16:11 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-24T04:16:11Z</dc:date>
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      <title>Arcabouço litoestrutural em escala 1:25.000 da porção basal do Grupo Conselheiro Mata (Supergrupo Espinhaço Meridional) e as variações along strike em sua área-tipo.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9390</link>
      <description>Título: Arcabouço litoestrutural em escala 1:25.000 da porção basal do Grupo Conselheiro Mata (Supergrupo Espinhaço Meridional) e as variações along strike em sua área-tipo.
Autor(es): Rodrigues, Túlio Henrique Câmara
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo a caracterização do arcabouço litoestrutural em escala 1:25.000 da porção basal do Grupo Conselheiro Mata (Supergrupo Espinhaço Meridional) em sua área-tipo, distrito de Conselheiro Mata, Diamantina (MG), visando compreender as variações along strike da bacia e a influência da herança tectônica em sua inversão. A metodologia baseou-se na revisão bibliográfica, na fotointerpretação de imagens, e, principalmente, na confecção de um perfil geológico de direção E-W ao longo de cortes de estrada da antiga ferrovia Diamantina-Monjolos, com descrição de 26 pontos de afloramento. Os resultados permitiram individualizar duas unidades informais de natureza siliciclástica: uma Unidade Metarenítica e uma Unidade Metapelítica, ambas sobre o datum estratigráfico representado pela Formação Galho do Miguel. A análise estrutural revelou duas famílias de falhas reversas com vergências opostas (oeste e leste) e dobramentos associados, indicando uma inversão tectônica controlada pela reativação de estruturas extensionais pré-existentes. As interpretrações evolutivas, sugerem que a bacia não representa uma fase de subsidência puramente térmica (sag), mas sim um sistema tectonicamente ativo, com dois pulsos extensionais de polaridade distinta. A arquitetura final do perfil é marcada por uma mudança na vergência das dobras (de oeste para leste), interpretada como produto da interação entre dois sistemas de falhas reversas durante a inversão, gerando feições de pop-ups e pop-downs. Conclui-se que o controle tectônico ativo foi fundamental tanto na sedimentação quanto na deformação da porção basal do Grupo Conselheiro Mata, e que a herança das estruturas extensionais polifásicas é o principal fator condicionante da compartimentação estrutural observada em sua área-tipo.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9390</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estratégias de mitigação dos impactos causados pelo rebaixamento do nível freático em áreas de mineração.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9377</link>
      <description>Título: Estratégias de mitigação dos impactos causados pelo rebaixamento do nível freático em áreas de mineração.
Autor(es): Nascimento, Mateus Malaquias
Resumo: A atividade de mineração a céu aberto ou subterrânea, quando realizada abaixo do nível freático,&#xD;
exige a implementação de sistemas de rebaixamento de aquíferos (dewatering) para garantir a&#xD;
estabilidade geotécnica e a segurança operacional. No entanto, essa prática gera um cone de&#xD;
depressão que pode resultar em impactos severos, como a exaustão de recursos hídricos locais,&#xD;
subsidência do solo, intrusão salina e degradação de ecossistemas dependentes de águas&#xD;
subterrâneas. O presente trabalho tem como objetivo analisar e propor estratégias de engenharia&#xD;
para a mitigação desses impactos, focando na sustentabilidade hídrica das operações. A&#xD;
metodologia consistiu em uma revisão bibliográfica sistemática de estudos de caso nacionais e&#xD;
internacionais e literatura técnica recente. Os resultados indicam que a Recarga Gerenciada de&#xD;
Aquíferos (RGA) se apresenta como a solução mais robusta, permitindo que o excedente de&#xD;
água bombeada seja reinjetado no subsolo através de bacias de infiltração ou poços de injeção,&#xD;
preservando o balanço hídrico regional. Destaca-se a eficácia do uso de Poços de Penetração&#xD;
Parcial (PPW) para otimizar a recarga em aquíferos heterogêneos próximos às cavas, bem como&#xD;
a utilização de barreiras físicas (cortinas de injeção) para isolar hidraulicamente corpos hídricos&#xD;
superficiais das áreas de rebaixamento. Além disso, a injeção estratégica durante a vida útil da&#xD;
mina demonstrou potencial para acelerar a recuperação do nível freático no pós-fechamento,&#xD;
mitigando a geração de drenagem ácida. Conclui-se que a integração de modelos&#xD;
hidrogeológicos preditivos e técnicas de RGA na fase de planejamento da mina é indispensável&#xD;
para transformar o passivo da água de dewatering em um ativo ambiental, garantindo a&#xD;
resiliência hídrica e a continuidade das operações.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9377</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Análise petrográfica, microestrutural e química mineral de granitoides da Suíte Resende Costa, Cinturão Mineiro - Cráton São Francisco Meridional</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9351</link>
      <description>Título: Análise petrográfica, microestrutural e química mineral de granitoides da Suíte Resende Costa, Cinturão Mineiro - Cráton São Francisco Meridional
Autor(es): Campos, Felipe Câmara
Resumo: Os TTGs (tonalito-trondhjemito-granodiorito) representam um grupo de rochas com &#xD;
características mineralógicas e geoquímicas específicas, formadas através da fusão parcial de &#xD;
metabasaltos hidratados. As condições de formação dessas rochas foram comumente &#xD;
alcançadas durante o Arqueano, sendo que um dos registros mais recentes de rochas dessa &#xD;
associação encontra-se no Cinturão Mineiro (CM). Esse cinturão constitui um sistema &#xD;
orogênico desenvolvido no Paleoproterozoico, situado no sul do Cráton São Francisco e a &#xD;
sudoeste do Quadrilátero Ferrífero, sendo composto por unidades metavulcanossedimentares e &#xD;
por diversos granitoides, alguns dos quais apresentam afinidade TTG, como é o caso da Suíte &#xD;
Resende Costa (SRC). Essa unidade foi analisada com ênfase em características petrográficas &#xD;
e texturais, a partir de microscopia óptica e eletrônica, e dados de química mineral e de rocha &#xD;
total, em amostras disponíveis no Núcleo de Estudos Microtectônicos – UFOP (NEMic), a fim &#xD;
de compreender em maior detalhe alguns aspectos de sua evolução magmático-metamórfica. A &#xD;
SRC é composta majoritariamente por trondhjemitos e granodioritos, os quais apresentam &#xD;
plagioclásio, quartzo, microclínio, biotita e, por vezes, epidoto¹, como minerais essenciais, &#xD;
titanita¹, allanita, apatita, zircão e, localmente granada como acessórios, e muscovita², epidoto², &#xD;
titanita² e calcita² como secundários. O plagioclásio é predominantemente oligoclásio, as &#xD;
biotitas são entendidas como reequilibradas e as muscovitas apresentam química condizente &#xD;
com ocorrências secundárias, marcadas por baixo Ti e Na. Epidoto e titanita apresentam dois &#xD;
aspectos texturais e químicos distintos. O epidoto¹ é subédrico, de granulação média, em &#xD;
equilíbrio com a biotita e em desequilíbrio com quartzo e feldspato, com teor de Pistacita (Ps) &#xD;
~27%, enquanto o epidoto² é anédrico, fino e associado ao plagioclásio, com Ps ~24%. De &#xD;
modo semelhante, a titanita¹ é euédrica a subédrica, com razão Al₂O₃/FeOₜ ~1,45, ao passo que &#xD;
a titanita² é anédrica, associada principalmente a planos de clivagem na biotita, com razão &#xD;
Al₂O₃/FeOₜ ~6,57. Os dados litoquímicos compilados apontam para uma suíte com afinidade &#xD;
TTG, com enriquecimento em ETRL e padrão plano a levemente empobrecido em ETRP, razão &#xD;
LaN/YbN elevada (~16,54) e K2O/Na2O baixa (~0,35), embora com valores relativamente altos &#xD;
de Ba+Sr (~1511 ppm). Interpreta-se que a SRC foi gerada a partir de uma fonte máfica de &#xD;
baixo K, tal qual um basalto tholeiítico, com alguma contribuição crustal, evidenciado pela &#xD;
ocorrência frequente de K-feldspato e química de biotitas. Ao longo do resfriamento, o magma &#xD;
teria passado por mudanças de fO2, com base em ilmenita e rutilo inclusos em titanita¹, além da &#xD;
cristalização de epidoto¹, posteriormente submetido a variações de pressão que causaram sua &#xD;
dissolução parcial. Os agregados de quartzo recristalizados, frequentemente com Grain &#xD;
Boundary Migration (GBM), em conjunto com plagioclásios fraturados e com pertitas do tipo &#xD;
flame permitiram restringir as condições de T de deformação em cerca de 500 °C. Tal condição &#xD;
seria compatível com fácies xisto-verde, sugerindo que a SRC foi submetida à deformação e &#xD;
metamorfismo após sua cristalização, possivelmente relacionados ao evento metamórfico que &#xD;
ocorreu em torno de ~2,1-2,0 Ga no CM. A deformação foi acompanhada por reações &#xD;
metamórficas em plagioclásio, K-feldspato e biotita, dando origem aos minerais secundários &#xD;
observados. Em síntese, a SRC representaria, portanto, um membro transicional entre TTG (s.l.) &#xD;
e possivelmente granitoides híbridos, registrando variações da geodinâmica local do CM e &#xD;
eventos relacionados aos estágios pré e sin-colisional desse cinturão.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9351</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Descrição de microfácies carbonáticas e evolução diagenética da Formação Nobres, Grupo Araras, Faixa Paraguai Norte (MT, Brasil).</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9334</link>
      <description>Título: Descrição de microfácies carbonáticas e evolução diagenética da Formação Nobres, Grupo Araras, Faixa Paraguai Norte (MT, Brasil).
Autor(es): Costa, Milton José
Resumo: A Formação Nobres representa uma importante sucessão carbonática pós-glacial correlacionada temporalmente com o evento de degelo da glaciação Marinoana, desenvolvendo-se em sistemas de perimaré sob condições climáticas áridas durante o período de ~600 a 548 Ma. Esta unidade subdivide-se em dois membros distintos: o membro inferior caracterizado por fácies de planície de maré e sabkha em condições hipersalinas, e o membro superior, representado por planície de maré mista com maior contribuição siliciclástica. Enquanto a Formação Nobres possui um registro sedimentar amplamente estudado, registros da sua evolução diagenética e de detalhamento micropetrográfico são ainda escassos na literatura. Este trabalho apresenta um estudo micropetrográfico que foi realizado sobre as microfácies carbonáticas da Formação Nobres, unidade superior do Grupo Araras, situada na Faixa Paraguai Norte, (MT, Brasil), tendo como objetivo de caracterizar os ambientes deposicionais e compreender a evolução diagenética desta sucessão neoproterozoica-&#xD;
ediacarana. O trabalho se baseia na análise microscópica de 23 lâminas delgadas confeccionadas a partir de amostras de rochas carbonáticas da Formação Nobres coletadas na pedreira Ecoplan Mineração Ltda, localizada no município de Nobres. A metodologia utilizada constituiu na descrição petrográfica das lâminas delgadas utilizando microscópio de luz transmitida, seguindo como base esquemas de identificação, classificação e interpretação dos ambientes deposicionais e evolução diagenética de microfácies carbonáticas. A partir das abordagens adotadas, os resultados obtidos permitiram a identificação e caracterização de seis microfácies carbonáticas (MF1 a MF6), que refletem variações texturais, composicionais e diagenéticas ao longo da unidade. As microfácies mais finas como dolomudstones e dolowakstones, sugerem deposição em ambientes de baixa energia, associados a condições de inframaré restrita e hipersalinas, enquanto as microfácies mais “grosseiras” dolopackstones, dolograinstones e dolorudstones, evidenciam condições de maior energia hidrodinâmica. A identificação micropetrográfica também revelou a ocorrência de diversos processos diagenéticos, como dolomitização, compactação mecânica e química, cimentação e dissolução abrangendo uma sequência paragenética que inclui os estágios sin-deposicional, eodiagenético, mesodiagenético, circulação de fluidos e telodiagenético. Em destaque, a identificação dos cimentos dolomíticos marinhos primários constituiu um importante indicativo de precipitação precoce em condições marinhas com altas razões de Mg/Ca, típicos dos – Aragonite-Dolomite Seas do Neoproterozóico. A integração dos dados das microfácies carbonáticas com dados estratigráfico e sedimentológico da Formação Nobres permitiu aperfeiçoar o modelo deposicional previamente proposto, evidenciando uma evolução de sistemas de sabkha hipersalina para planícies de maré mistas com maior influência siliciclástica, controlada por variações relativas do nível do mar e pela dinâmica tectônica da bacia. Em síntese, esse estudo contribui para o entendimento mais detalhado da evolução paleoambiental e diagenética de sistemas carbonáticos Neoproterozoicos Brasileiros, além de fornecer subsídios relevantes para a interpretação de plataformas carbonáticas Neoproterozoicas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9334</guid>
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