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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/2</link>
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    <pubDate>Sun, 11 Oct 2026 12:47:23 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-10-11T12:47:23Z</dc:date>
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      <title>Investimentos no Brasil : uma análise comparativa de risco e retorno entre renda fixa e renda variável.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9741</link>
      <description>Título: Investimentos no Brasil : uma análise comparativa de risco e retorno entre renda fixa e renda variável.
Autor(es): Souza, Eric Dias de
Resumo: A relação entre risco e retorno é relevante na tomada de decisão financeira, contudo, o &#xD;
mercado brasileiro apresenta historicamente taxas de juros elevadas que distorcem essa &#xD;
dinâmica. Diante disso, o objetivo deste estudo foi avaliar os níveis de risco e retorno dos &#xD;
investimentos em Renda Fixa e Renda Variável no Brasil, verificando se a rentabilidade &#xD;
histórica do mercado acionário compensou a volatilidade assumida. A pesquisa caracterizou&#xD;
se como quantitativa, descritiva e explicativa. Utilizou-se como proxies o Índice de Renda &#xD;
Fixa de Mercado (IRF-M) e o Índice Bovespa (Ibovespa), além do CDI como ativo livre de &#xD;
risco. A análise dos dados foi realizada por meio de estatísticas descritivas, Índice de Sharpe e &#xD;
testes estatísticos não paramétricos de robustez (de Jarque-Bera, ARCH-LM, Wilcoxon, &#xD;
Levene e Ledoit e Wolf), aplicados sobre os retornos diários e prêmios dos ativos. Os &#xD;
resultados demonstraram que o IRF-M apresentou um crescimento consistente, com retorno &#xD;
médio anual e rentabilidade acumulada superiores, além de um Índice de Sharpe &#xD;
estatisticamente mais eficiente que o da Renda Variável. A premissa teórica clássica de &#xD;
finanças de que um maior risco tende a gerar maior retorno não foi constatada neste caso. &#xD;
Identificou-se que o Ibovespa exigiu uma tolerância à volatilidade expressivamente maior dos &#xD;
investidores, especialmente com quedas abruptas durante crises sistêmicas, e não entregou um &#xD;
prêmio superior. Conclui-se que o patamar historicamente elevado da taxa Selic no Brasil &#xD;
distorce o trade-off tradicional entre risco e retorno e torna a preferência do investidor pela &#xD;
segurança da Renda Fixa uma estratégia técnica, racional e historicamente melhor &#xD;
recompensada no mercado financeiro do país.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9741</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O equilíbrio entre trabalho e família para mulheres em cargos de alta liderança nas empresas : uma análise fílmica.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9687</link>
      <description>Título: O equilíbrio entre trabalho e família para mulheres em cargos de alta liderança nas empresas : uma análise fílmica.
Autor(es): Lima, Daiane Pereira
Resumo: O presente estudo analisou a partir das vivências da protagonista do filme Um Senhor&#xD;
Estagiário, os questionamentos direcionados a mulheres em altos cargos de gestão sobre o&#xD;
equilíbrio entre vida profissional e pessoal, incluindo a maternidade. De abordagem&#xD;
qualitativa e caráter exploratório, a pesquisa utilizou a análise fílmica como procedimento&#xD;
metodológico, fundamentando-se na análise temática de Creswell (2014) e no método de&#xD;
analogias e metáforas de Vergara (2012). Foram selecionadas e analisadas 14 cenas do&#xD;
filme, com base nas categorias: divisão sexual do trabalho, teto de vidro, dupla jornada e&#xD;
estereótipos de gênero associados à liderança. Os resultados indicaram que os&#xD;
questionamentos à personagem Jules Ostin partem de diferentes núcleos: marido, outras&#xD;
mães, colegas de trabalho e a própria protagonista, que internaliza as cobranças e manifesta&#xD;
culpa pelo sucesso profissional. As barreiras físicas identificadas abrangem a sobrecarga de&#xD;
trabalho e escassez de tempo pessoal, enquanto as barreiras simbólicas incluem teto de&#xD;
vidro, labirinto da liderança, estereótipos de gênero e viés inconsciente. Conclui-se que a&#xD;
busca pelo equilíbrio trabalho-família não é uma questão individual, mas estrutural, exigindo&#xD;
políticas organizacionais e públicas voltadas à equidade de gênero e a redistribuição das&#xD;
responsabilidades domésticas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9687</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Mineração : aceito porque dependo, ou dependo, portanto, aceito?</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9683</link>
      <description>Título: Mineração : aceito porque dependo, ou dependo, portanto, aceito?
Autor(es): Reis, João Pedro Antunes
Resumo: Este trabalho analisa a percepção dos habitantes da Região dos Inconfidentes — especialmente dos municípios de Mariana, Ouro Preto e Itabirito — sobre a dependência econômica e social da atividade mineradora e seu impacto sobre a aceitação social da atividade. A pesquisa contextualiza a relevância histórica e econômica da mineração na região e discute seus impactos ambientais, sociais e econômicos, considerando eventos como os desastres de Mariana (2015) e Brumadinho (2019). Para alcançar os objetivos propostos, adotou-se uma abordagem quantitativa com aplicação de questionários estruturados e análise estatística via modelagem de equações estruturais (PLS-SEM). Os resultados demonstram que a percepção de dependência social e estrutural está diretamente associada a uma maior aceitação da atividade mineradora, enquanto a percepção de dependência estritamente econômica tende a reduzir essa aceitação. Conclui-se que, apesar da consciência dos impactos, prevalece uma aceitação velada da mineração, sustentada por sua importância econômica, evidenciando e sugerindo a urgência de políticas públicas voltadas à diversificação econômica da região.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9683</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A cultura anti-woke nas políticas e práticas de empresas multinacionais : uma análise documental.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9670</link>
      <description>Título: A cultura anti-woke nas políticas e práticas de empresas multinacionais : uma análise documental.
Autor(es): Coelho, Joice de Cássia Paranhos
Resumo: Este trabalho buscou analisar como a cultura anti-woke tem se manifestado em políticas e &#xD;
práticas de empresas multinacionais nos últimos anos, a partir de uma análise documental. A &#xD;
cultura anti-woke é compreendida como um movimento de contestação às políticas de &#xD;
Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI), caracterizado pela ressignificação pejorativa do &#xD;
termo "woke", originalmente associado à consciência sobre desigualdades sociais, e pela &#xD;
articulação de discursos que questionam a legitimidade dessas iniciativas, frequentemente &#xD;
associados a mudanças no ambiente político e regulatório, como as ordens executivas do &#xD;
governo Trump a partir de 2025. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, exploratória e &#xD;
descritiva, utilizando a pesquisa documental como procedimento metodológico. O corpus de &#xD;
análise foi composto por 27 documentos, incluindo comunicados institucionais, documentos &#xD;
governamentais, reportagens de veículos nacionais e internacionais, e publicações de &#xD;
organizações especializadas, referentes ao período de 2025 e 2026. Os resultados indicam que &#xD;
a manifestação da cultura anti-woke ocorre por meio de três frentes articuladas: (i) normativo&#xD;
jurídica, com a alteração do custo de manutenção das políticas de DEI impulsionada por &#xD;
ordens executivas e judicialização; (ii) discursiva, marcada pela substituição de terminologias &#xD;
como "DEI" por expressões como "cultura de pertencimento" e "estratégia de talentos", além &#xD;
do silêncio institucional estratégico; e (iii) mercadológica, evidenciada pela redução da &#xD;
representatividade em setores como entretenimento e publicidade, refletindo o receio de &#xD;
retaliações. Conclui-se que as políticas de DEI em empresas multinacionais não são definidas &#xD;
exclusivamente por escolhas internas de gestão, mas são profundamente influenciadas por &#xD;
pressões externas, regulatórias, jurídicas e simbólicas, que se articulam de maneira complexa. &#xD;
O estudo contribui para a literatura de Gestão Internacional de Recursos Humanos ao &#xD;
evidenciar que a diversidade deixou de ser um campo isolado de gestão de pessoas para se &#xD;
tornar um palco de disputas entre risco jurídico, reputação e coerência entre discursos e &#xD;
práticas, demandando atenção contínua de pesquisadores, gestores e formuladores de políticas &#xD;
públicas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9670</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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