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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/1800</link>
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    <pubDate>Sun, 06 Sep 2026 13:35:58 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-09-06T13:35:58Z</dc:date>
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      <title>Análise in-silico de dois antígenos estruturais e do anticorpo 4B8 para o diagnóstico diferencial de Orthoflavivirus zikaense.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9591</link>
      <description>Título: Análise in-silico de dois antígenos estruturais e do anticorpo 4B8 para o diagnóstico diferencial de Orthoflavivirus zikaense.
Autor(es): Souza, Rayane Aparecida Vieira de
Resumo: A febre Zika é uma arbovirose causada pelo Orthoflavivirus zikaense (ZIKV), associada a complicações neurológicas e congênitas. O diagnóstico diferencial é dificultado pela sobreposição das manifestações clínicas entre as infecções por Orthoflavivirus e pela elevada similaridade estrutural e antigênica da proteína não estrutural 1 (NS1) entre ZIKV, dengue vírus (DENV) e o vírus da febre amarela (YFV), levando a ocorrência de reações cruzadas em testes sorológicos. Nesse contexto, a proteína NS1 destaca-se como biomarcador promissor para diagnóstico específico, devido à presença de regiões antigênicas capazes de reconhecimento imunológico. Este estudo teve como objetivo caracterizar estruturalmente proteínas recombinantes putativas derivadas de epítopos da NS1 do ZIKV e explorar, por meio de ferramentas bioinformáticas, seu potencial teórico para futura aplicação diagnóstica. Foram selecionados dois epítopos descritos na literatura, denominados E e F, utilizados na construção das proteínas recombinantes PRE e PRF. As sequências foram submetidas à modelagem tridimensional e análise de propriedades físico-químicas, com foco em hidrofobicidade e acessibilidade superficial. Em seguida, realizou-se o mapeamento dos resíduos críticos envolvidos no reconhecimento do anticorpo monoclonal 4B8, bem como a modelagem do fragmento variável de cadeia única (scFv). A interação entre as proteínas recombinantes e o anticorpo foi avaliada por docking molecular no servidor HADDOCK, complementada pela análise de interfaces e interações intermoleculares pelo PLIP. Os resultados indicaram que a PRE apresentou maior compatibilidade estrutural com o padrão de reconhecimento do anticorpo 4B8, preservando resíduos críticos e essenciais, além de maior área de superfície encoberta (2023,28 Å²), menor número de violações de restrições (14) e interface mais extensa em comparação à PRF. Além disso, as análises mostraram maior especificidade do complexo PRE–scFv 4B8, sustentada por ligações de hidrogênio. A PRF apresentou, entre outras análises, ausência de resíduos essenciais e menor compatibilidade estrutural com o padrão de reconhecimento da NS1 nativa. Conclui-se que a PRE apresenta maior potencial para aplicações em testes sorológicos destinados ao diagnóstico diferencial do ZIKV. O estudo reforça a relevância das ferramentas bioinformáticas na identificação de moléculas com potencial diagnóstico, contribuindo para estratégias mais específicas e sensíveis no contexto das arboviroses.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9591</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Produtos apícolas como amostradores de elementos químicos: uma ferramenta para o monitoramento de contaminantes atmosféricos aplicada ao setor da mineração.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9576</link>
      <description>Título: Produtos apícolas como amostradores de elementos químicos: uma ferramenta para o monitoramento de contaminantes atmosféricos aplicada ao setor da mineração.
Autor(es): Brandão, Cecília Sol
Resumo: A mineração é um dos pilares da economia do Brasil. Entretanto, seus processos geram impactos para o meio ambiente, como a contaminação atmosférica pela dispersão de material particulado. Este material contém elementos potencialmente tóxicos que podem se acumular nos organismos e ecossistemas. Uma das estratégias de monitoramento deste impacto é a utilização de bioindicadores. Nesse contexto, os polinizadores e seus produtos são utilizados pela eficiência em indicador impacto e saúde ambiental. Neste estudo, avaliou-se a eficiência das matrizes biológicas mel e pólen para quantificar elementos, a partir de um gradiente de distância de uma planta de pelotização de minério de ferro. Foi hipotetizado que (1) a matriz pólen apresentaria maior eficiência na quantificação de elementos químicos e que (2) seriam registradas menores concentrações nos pontos de amostragem mais distantes. Os resultados demonstram que o pólen foi um amostrador significativamente mais eficiente para todos os elementos (GLMs; p &lt; 0,001) e que a influência do gradiente de distância limitou-se a alguns elementos químicos, sendo significativa para para Al (χ² = 7,52; p = 0,0061), As (χ² = 20,18; p &lt; 0,001), Ba (χ² = 5,02; p = 0,017), Cd (χ² = 20,32; p &lt; 0,001), Fe (χ² = 17,12; p &lt; 0,001) e Ni (χ² = 9,32; p = 0,001), enquanto Cu (χ² = 0,25; p = 0,6167), Mn (χ² = 0,42; p = 0,5184), Pb (χ² = 0,90; p = 0,3421) e Zn (χ² = 0,08; p = 0,7773).não apresentaram diferenças estatisticamente significativas.    Os resultados confirmaram que os produtos armazenados em ninhos de Tetragonisca angustula são eficientes indicadores biológicos da contaminação atmosférica. A concentração de determinados elementos estudados variou com a distância da fonte emissora e entre os elementos estudados.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9576</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Desenvolvimento de um modelo farmacocinético baseado em fisiologia (PBPK) aplicado à doença de Chagas em modelo cão.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9558</link>
      <description>Título: Desenvolvimento de um modelo farmacocinético baseado em fisiologia (PBPK) aplicado à doença de Chagas em modelo cão.
Autor(es): Costa, Mikaella Cândido
Resumo: A doença de Chagas é causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, tendo o benznidazol &#xD;
(BNZ) como único fármaco disponível para seu tratamento no Brasil, porém com limitada &#xD;
eficácia terapêutica, sobretudo na fase crônica. A variabilidade terapêutica observada nas &#xD;
diferentes fases da doença pode estar relacionada às propriedades farmacocinéticas &#xD;
desfavoráveis do composto, como baixa biodisponibilidade e biodistribuição. A &#xD;
modelagem farmacocinética baseada em fisiologia (PBPK) integra dados fisiológicos, &#xD;
bioquímicos e físico-químicos do fármaco para simular concentrações plasmáticas e &#xD;
teciduais ao longo do tempo, permitindo prever sua biodistribuição em diferentes &#xD;
organismos e regimes de dose. O presente estudo teve como objetivo geral desenvolver &#xD;
um modelo farmacocinético embasado em fisiologia (PBPK) para o beznidazol e avaliar &#xD;
sua aplicabilidade para a doença de Chagas no modelo cão, e com objetivos específicos: &#xD;
I) coletar dados físico-químicos do beznidazol; II) desenvolver um procedimento &#xD;
operacional padronizado para coleta, organização e inserção de dados físico-químicos e &#xD;
farmacocinéticos do benznidazol no software PK-Sim visando à construção de modelos  &#xD;
PBPK; III) desenvolver e calibrar o modelo PBPK do benznidazol utilizando ferramentas &#xD;
computacionais especializadas, validando-o com dados experimentais de farmacocinética &#xD;
de animais infectados pelo Trypanosoma cruzi obtidos pelo nosso grupo de pesquisa. Para &#xD;
alcançar esses objetivos, foram identificadas divergências entre os valores de &#xD;
lipofilicidade e fração não ligada às proteínas plasmáticas do benznidazol, justificando a &#xD;
realização de cinco simulações para o refinamento do modelo. As simulações finais &#xD;
apresentaram excelente concordância para o tempo para atingir a concentração máxima &#xD;
(Tmáx) e a meia-vida de eliminação (T½), enquanto a área sob a curva (AUC) e a &#xD;
concentração máxima (Cmáx) permaneceram com discrepâncias em relação aos valores &#xD;
observados. A comparação entre cães sadios e infectados mostrou perfil farmacocinético &#xD;
semelhante na fase aguda e maior exposição sistêmica ao benznidazol na fase crônica, &#xD;
associada à redução do clearance e do volume aparente de distribuição. Os resultados &#xD;
demonstram a modelagem PBPK como ferramenta com potencial para otimização da &#xD;
terapia da doença de Chagas, embora o modelo ainda necessite de refinamentos.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9558</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <item>
      <title>A classificação em estágios sucessionais e suas implicações para a compensação ambiental em ecossistemas sobre Canga na Mata Atlântica do Quadrilátero Aquífero-Ferrífero.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9526</link>
      <description>Título: A classificação em estágios sucessionais e suas implicações para a compensação ambiental em ecossistemas sobre Canga na Mata Atlântica do Quadrilátero Aquífero-Ferrífero.
Autor(es): Dayrell, Weiber Faria
Resumo: Os Campos Rupestres Ferruginosos, também conhecidos como Cangas, são ecossistemas associados a substratos ferruginosos, caracterizados por elevada riqueza de espécies e alto grau de endemismo. No Quadrilátero Aquífero-Ferrífero, estão abrangidos pela Lei da Mata Atlântica (nº 11.428/2006), que estabelece regras baseadas na sucessão ecológica para subsidiar decisões relativas ao licenciamento ambiental e à definição de medidas compensatórias. No entanto, os processos sucessionais dos Campos Rupestres ainda são pouco compreendidos. Em Minas Gerais, a classificação dos estágios sucessionais é realizada com base na Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) nº 423/2010, concebida para os Campos de Altitude, mas legalmente aplicada às tipologias campestres abrangidas pela Lei da Mata Atlântica. Este trabalho teve como objetivo analisar como as Cangas vêm sendo classificadas em processos de licenciamento ambiental e como essa classificação influencia a compensação ambiental. Para isso, foram analisados estudos de avaliação de impacto ambiental de 35 processos de licenciamento, referentes ao período de 2019 a 2025. As informações coletadas foram sistematizadas por meio de uma lista de verificação. A fitossociologia foi o método mais empregado na coleta de dados primários de flora (24 processos), seguida pelo caminhamento (22) e pelo censo (3), com diferentes combinações entre os métodos. Entretanto, o esforço amostral fitossociológico diminuiu proporcionalmente com o aumento da área diretamente afetada. Não foi encontrada associação significativa entre a classe poluidora dos empreendimentos e o número de métodos empregados nos levantamentos florísticos. Quanto à identificação taxonômica, a coleta e a herborização foram realizadas em 40% dos estudos, dos quais apenas 14% depositaram material em herbário, e nenhum vinculou vouchers à lista de espécies. A Resolução CONAMA nº 423/2010 foi utilizada em 77% dos estudos, sendo o histórico de uso da área o parâmetro mais frequentemente considerado (20 processos), seguido pela cobertura vegetal viva (19), presença de espécies exóticas e ruderais (18) e espécies raras e endêmicas (15). Dentre as espécies apontadas como indicadoras dos estágios sucessionais das Cangas, apenas 6,4% estão presentes na referida resolução. Foram registradas 52 áreas distintas de Canga, das quais 7 foram classificadas em estágio inicial de sucessão, 20 em estágio médio, 14 em estágio avançado, 6 como “misto” e 5 não foram classificadas. De modo geral, os estudos não apresentaram uma relação clara entre a obtenção dos dados em campo e sua utilização na aplicação dos critérios de classificação dos estágios sucessionais, realizada predominantemente de forma qualitativa e subjetiva. Os resultados evidenciam limitações na aplicação dos estágios de sucessão ecológica como principal parâmetro para a classificação da Canga, especialmente diante das particularidades ecológicas desses ecossistemas e de sua baixa similaridade com os Campos de Altitude, para os quais a Resolução CONAMA nº 423/2010 foi originalmente elaborada. Nesse contexto, destaca-se a necessidade de regulamentação específica, com critérios padronizados e ecologicamente adequados, que subsidiem tanto a caracterização da Canga quanto a definição de áreas de compensação efetivamente equivalentes e priorizem alternativas que evitem ou reduzam sua supressão.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9526</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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