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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/18</link>
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    <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:09:53 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-17T11:09:53Z</dc:date>
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      <title>Diagnóstico de desempenho ambiental do segmento upstream da indústria brasileira de petróleo offshore.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9283</link>
      <description>Título: Diagnóstico de desempenho ambiental do segmento upstream da indústria brasileira de petróleo offshore.
Autor(es): Santana, Nalberth Vicentin
Resumo: Este estudo teve como objetivo diagnosticar a sustentabilidade do segmento upstream da indústria de petróleo offshore no Brasil, avaliando práticas e planejamentos estratégicos de empresas atuantes no país. A pesquisa baseou-se na análise de relatórios de sustentabilidade de oito empresas, utilizando como referência as diretrizes da IPIECA, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com foco em ações ambientais, sociais e de governança (ESG). Os resultados indicam avanços significativos em compromissos públicos de descarbonização e gestão ambiental, como metas de neutralidade de emissões e redução de resíduos. No entanto, persistem lacunas relevantes: ausência de dados sistemáticos sobre bioacumulação de poluentes em cadeias tróficas marinhas, mensuração insuficiente dos impactos socioeconômicos sobre comunidades pesqueiras e foco restrito na transição energética, com pouca atenção a substitutos para derivados não energéticos do petróleo. A gestão ambiental ainda opera predominantemente de forma reativa, &#xD;
voltada à conformidade regulatória, em detrimento de abordagens preventivas e ecossistêmicas. A análise demonstra que, embora haja progressos, o setor precisa internalizar os custos ambientais como vetor estratégico de inovação e diversificação de negócios, incorporando o princípio do poluidor-pagador de forma mais ambiciosa. Além disso, a expansão às novas fronteira necessita cautela, considerando as lições em outros casos de ecossistemas únicos e comunidades tradicionais que evidenciam riscos de danos irreversíveis.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9283</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Plataforma de monitoramento ambiental do Rio das Velhas:  transparência, participação pública e preservação em código aberto.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9275</link>
      <description>Título: Plataforma de monitoramento ambiental do Rio das Velhas:  transparência, participação pública e preservação em código aberto.
Autor(es): Paulino, Gabriela Souza Peret
Resumo: A Política Nacional de Recursos Hídricos (PNRH), instituída pela Lei nº 9.433 de 1997, &#xD;
promove um modelo de gestão que busca a participação pública, descentralização e &#xD;
integração como princípios fundamentais para a conservação e uso sustentável dos &#xD;
recursos hídricos. Um dos pilares dessa política é o monitoramento participativo, que &#xD;
incentiva a sociedade civil, o poder público e os usuários a interagirem ativamente na &#xD;
gestão e fiscalização da qualidade e quantidade das águas. Essa participação é &#xD;
crucial para garantir a transparência e efetividade das decisões e ações voltadas à &#xD;
preservação dos mananciais. No entanto, embora o Brasil possua um vasto conjunto &#xD;
de repositórios de dados ambientais, como os sistemas do Instituto Mineiro de Gestão &#xD;
das Águas (IGAM) e da Agência Nacional de Águas (ANA), esses dados &#xD;
frequentemente são subutilizados devido à complexidade na sua extração e &#xD;
interpretação. Para que essas informações possam gerar impactos práticos, é &#xD;
necessário que ferramentas tecnológicas e de ciência de dados sejam aplicadas, &#xD;
facilitando a coleta, armazenamento, análise e visualização desses dados. &#xD;
Ferramentas como APIs, bancos de dados abertos e plataformas de visualização &#xD;
interativa, como o Power BI e GIS, possibilitam a criação de soluções que atribuem &#xD;
valor aos dados disponíveis, tornando-os acessíveis e compreensíveis para a &#xD;
sociedade. Isso promove não apenas o acompanhamento mais próximo da população &#xD;
sobre as condições dos recursos hídricos, mas também fortalece a tomada de &#xD;
decisões informada e colaborativa, conforme propõe a PNRH. Sendo assim, este &#xD;
trabalho apresenta o desenvolvimento de uma plataforma digital voltada ao &#xD;
monitoramento ambiental da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas, em Minas Gerais, &#xD;
Brasil. Utilizando ferramentas de código aberto e ciência de dados, o projeto visa &#xD;
otimizar a análise e a comunicação de dados ambientais, contribuindo para uma &#xD;
gestão mais eficaz e sustentável da bacia hidrográfica.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9275</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A vulnerabilidade socioambiental dos municípios sujeitos à mancha de inundação de barragens de rejeitos em Minas Gerais.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9268</link>
      <description>Título: A vulnerabilidade socioambiental dos municípios sujeitos à mancha de inundação de barragens de rejeitos em Minas Gerais.
Autor(es): Carvalho, André Mendonça; Amaral, João Paulo Wagner Monteiro do
Resumo: A segurança de barragens de mineração tornou-se um dos principais temas do debate socioambiental brasileiro após os rompimentos de Mariana (2015) e Brumadinho (2019). Em Minas&#xD;
Gerais, a análise desses riscos exige considerar não apenas as manchas de inundação, mas&#xD;
também as condições sociais dos municípios potencialmente atingidos. Nesse contexto, este&#xD;
trabalho teve como objetivo analisar a vulnerabilidade socioambiental dos municípios mineiros&#xD;
sujeitos a manchas de inundação associadas a barragens de mineração. A pesquisa adotou&#xD;
abordagem quantitativa e técnicas de geoprocessamento em Sistema de Informação Geográfica.&#xD;
A vulnerabilidade social foi representada pelo Índice de Vulnerabilidade Social (IVS), enquanto&#xD;
a exposição territorial foi mensurada pela proporção da área municipal interceptada por manchas&#xD;
de inundação. A partir do cruzamento dessas variáveis, elaborou-se uma síntese cartográfica&#xD;
bivariada da vulnerabilidade socioambiental. Os resultados indicaram que 128 municípios&#xD;
mineiros possuem áreas interceptadas por manchas de inundação. O IVS médio dos municípios&#xD;
expostos foi de 0,308, com predominância de baixa e média vulnerabilidade social, embora&#xD;
19 municípios tenham apresentado alta ou muito alta vulnerabilidade. A síntese bivariada&#xD;
destacou municípios como Sem-Peixe, Barra Longa e Joanésia, onde a maior exposição territorial&#xD;
se sobrepõe a maiores fragilidades sociais. Conclui-se que a vulnerabilidade socioambiental&#xD;
associada às barragens de mineração em Minas Gerais resulta da interação entre ameaça tecnológica e desigualdades sociais. O estudo demonstra que a integração entre indicadores sociais e&#xD;
análise espacial pode contribuir para o planejamento territorial, a prevenção de desastres e o&#xD;
aprimoramento da política ambiental.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9268</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Mapeamento da suscetibilidade a incêndios florestais pelo método Analytic Hierarchy Process (AHP) : estudo de caso no município de Itabirito - MG.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9258</link>
      <description>Título: Mapeamento da suscetibilidade a incêndios florestais pelo método Analytic Hierarchy Process (AHP) : estudo de caso no município de Itabirito - MG.
Autor(es): Rodrigues, Bianca Ferreira
Resumo: Nas últimas décadas, os incêndios florestais têm se intensificado em diferentes&#xD;
regiões do mundo, configurando-se como um problema relevante sob os aspectos&#xD;
ambiental, social e econômico. Nesse contexto, a compreensão dos fatores que&#xD;
condicionam sua ocorrência é essencial para o planejamento de ações preventivas e&#xD;
para a gestão do território. Este trabalho teve como objetivo analisar a suscetibilidade&#xD;
à ocorrência de incêndios florestais no município de Itabirito, Minas Gerais, por meio&#xD;
da aplicação de técnicas de geoprocessamento e análise espacial. Para isso, foram&#xD;
utilizados dados de sensoriamento remoto, com destaque para os registros de focos&#xD;
de calor do satélite NOAA-20 (sensor VIIRS), referentes ao período de 2019 a 2024,&#xD;
integrados em ambiente de Sistema de Informação Geográfica (SIG). A metodologia&#xD;
consistiu na análise do histórico de queimadas e na integração de variáveis ambientais&#xD;
e antrópicas, incluindo declividade, orientação das encostas, altitude, temperatura,&#xD;
precipitação, proximidade de rodovias, uso e cobertura do solo e setor censitário, por&#xD;
meio de análise multicritério. Os resultados indicaram que a ocorrência dos incêndios&#xD;
está associada às características da vegetação, às condições climáticas e à influência&#xD;
antrópica, com maior suscetibilidade em áreas com vegetação mais seca e maior&#xD;
proximidade de áreas urbanizadas. O mapa de suscetibilidade gerado configura-se&#xD;
como uma importante ferramenta para o planejamento ambiental e para a definição&#xD;
de estratégias de prevenção e controle dos incêndios florestais.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9258</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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