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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/18</link>
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    <pubDate>Thu, 28 May 2026 07:53:37 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-28T07:53:37Z</dc:date>
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      <title>Avaliação das pesquisas sobre recuperação de áreas degradadas pela mineração de ferro no Brasil utilizando espécies vegetais : uma revisão sistemática.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9221</link>
      <description>Título: Avaliação das pesquisas sobre recuperação de áreas degradadas pela mineração de ferro no Brasil utilizando espécies vegetais : uma revisão sistemática.
Autor(es): Paiva, Anna Syria Aranha
Resumo: A mineração é uma atividade econômica com elevado potencial de causar impactos ambientais. Quando desenvolvida a céu aberto, como ocorre na mineração de ferro no Brasil, esses impactos incluem a supressão da vegetação e a construção de estruturas de apoio às atividades minerárias. Ademais, a gestão inadequada dessas estruturas pode resultar em danos ambientais significativos, como aqueles associados aos rompimentos de barragens de rejeitos. A Constituição Federal de 1988 estabelece, em seu capítulo VI, artigo 225, inciso 2º, que aquele que explora recursos minerais é obrigado a recuperar o meio ambiente degradado. Nesse contexto, a escolha de espécies vegetais adequadas constitui uma etapa fundamental para o sucesso de projetos de recuperação ambiental. Assim, este trabalho teve como objetivo realizar uma revisão sistemática de artigos publicados no Brasil nos últimos 20 anos sobre a recuperação de áreas degradadas pela mineração de ferro. Utilizando o método PRISMA, avaliou-se o estado da arte do tema, as espécies vegetais utilizadas e as características que conferem vantagens para sua aplicação na recuperação ambiental. Observou-se um aumento no número de estudos publicados nos últimos anos, especialmente associado a pesquisas voltadas à recuperação de áreas impactadas por rompimentos de barragens. Do total de espécies utilizadas, 75% foram classificadas como nativas do Brasil e 25% como exóticas. Características como crescimento rápido e tolerância a altas concentrações de metais, estresse hídrico e baixa fertilidade do solo destacaram-se como vantajosas para a seleção de espécies em projetos de recuperação ambiental. Ressalta-se, ainda, a necessidade de estudos de longo prazo em campo para melhor compreensão da dinâmica de recuperação desses ambientes.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9221</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Modelo para a gestão comunitária de resíduos orgânicos utilizando a técnica da compostagem.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9069</link>
      <description>Título: Modelo para a gestão comunitária de resíduos orgânicos utilizando a técnica da compostagem.
Autor(es): Costa, Emília Pereira
Resumo: A gestão inadequada dos resíduos sólidos urbanos, especialmente da fração orgânica, constitui um dos principais desafios ambientais e sociais enfrentados pelos municípios brasileiros. Nesse contexto, a compostagem apresenta-se como uma alternativa ambientalmente adequada, de baixo custo e com potencial de valorização social e econômica. O presente trabalho teve como objetivo propor um modelo de gestão comunitária de resíduos orgânicos por meio da técnica da compostagem, aplicado à comunidade do bairro São Sebastião, no município de Ouro Preto (MG). A metodologia consistiu no dimensionamento e implantação de um pátio de compostagem em ambiente escolar, utilizando o método de leira estática com aeração passiva, aliado ao monitoramento de parâmetros operacionais e à avaliação da eficiência econômica do processo. Adicionalmente, foram desenvolvidas estratégias de Educação Ambiental voltadas à comunidade local, com base em ações educativas, oficinas práticas e aplicação de formulário diagnóstico. Os resultados demonstraram que o sistema apresentou elevada eficiência operacional, evidenciada pela ausência de geração de chorume, controle adequado da umidade, inexistência de odores e redução volumétrica significativa da leira ao longo de aproximadamente 100 dias de processo. A eficiência econômica foi confirmada pelos baixos custos de implantação e operação, bem como pela destinação do composto produzido para a horta escolar e para a comunidade. Conclui-se que a compostagem comunitária, quando associada à Educação Ambiental, configura-se como uma tecnologia social viável, capaz de promover a valorização dos resíduos orgânicos, a participação comunitária e a sustentabilidade socioambiental em escala local.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9069</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação da variação temporal do pH em matriz aquosa assistida por plasma não-térmico.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9060</link>
      <description>Título: Avaliação da variação temporal do pH em matriz aquosa assistida por plasma não-térmico.
Autor(es): Teixeira, Karoline Martins
Resumo: A crescente demanda por água potável de qualidade e as limitações dos métodos convencionais de desinfecção, incluindo a formação de subprodutos potencialmente tóxicos, motivaram este estudo sobre tecnologias alternativas. O objetivo foi avaliar a variação temporal do pH de um meio aquoso submetido ao tratamento com plasma não-térmico (PNT), investigando a influência do tempo de exposição (5 e 10 minutos; ponto central em 7,5 minutos) e da tensão elétrica aplicada (8,5 e 17 kV; ponto central em 12,75 kV) sobre a magnitude da acidificação e sua estabilidade. Utilizou-se um delineamento fatorial completo 2² com pontos centrais, totalizando 21 ensaios com água destilada. O pH foi monitorado imediatamente após o tratamento, ao longo de 30 minutos e após 24 horas. Os resultados demonstraram que a acidificação ocorre majoritariamente de forma imediata, com a tensão elétrica sendo o fator estatisticamente significativo (p &lt; 0,05) sobre a redução máxima de pH (ΔpHmax), enquanto o tempo de exposição não apresentou efeito significativo na faixa avaliada. A maior redução foi observada condição de maior tensão, com (ΔpHmax de 4,05 ± 0,78) unidades de pH na (5 minutos e 100% tensão). O efeito mostrou-se estável, com retenção de 80-90% da acidificação após 24 horas na maioria das condições experimentais. Conclui-se que o PNT promove uma acidificação imediata e persistente, sendo o nível de tensão o principal parâmetro operacional para controle do pH, o que fornece subsídios para a aplicação da tecnologia em processos de tratamento e desinfecção de água.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9060</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O licenciamento ambiental de usinas hidrelétricas reversíveis : a prática internacional e a potencial regulação no Brasil.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9029</link>
      <description>Título: O licenciamento ambiental de usinas hidrelétricas reversíveis : a prática internacional e a potencial regulação no Brasil.
Autor(es): Araújo, Giulliana Randow
Resumo: A crescente inserção de fontes renováveis intermitentes na matriz elétrica mundial tem ampliado a necessidade de soluções de armazenamento energético capazes de garantir flexibilidade operacional e segurança do sistema elétrico. Nesse contexto, as Usinas Hidrelétricas Reversíveis (UHRs) destacam-se como tecnologia consolidada para armazenamento em larga escala, permitindo o deslocamento temporal da energia e contribuindo para a integração eficiente de fontes variáveis, como a solar e a eólica. No Brasil, entretanto, a ausência de regulamentação específica voltada ao licenciamento ambiental dessas usinas constitui um dos principais entraves à sua implementação, gerando insegurança jurídica e incertezas quanto aos procedimentos autorizativos. Diante desse cenário, o presente trabalho tem como objetivo analisar práticas internacionais de regulamentação do licenciamento ambiental aplicáveis às UHRs e discutir diretrizes potenciais para o contexto brasileiro. A pesquisa caracteriza-se como uma revisão sistemática da literatura de natureza qualitativa e comparativa, conduzida conforme as diretrizes do protocolo PRISMA, com base na análise de artigos científicos, relatórios técnicos e documentos institucionais provenientes principalmente dos Estados Unidos, da União Europeia e da China. A metodologia envolveu a definição de pergunta norteadora segundo a estratégia PRISMA, busca estruturada em bases de dados acadêmicas, aplicação de critérios de elegibilidade e análise comparativa dos modelos regulatórios identificados. Os resultados indicam que, embora as UHRs sejam reconhecidas internacionalmente como infraestrutura estratégica para a transição energética e para o fornecimento de serviços ancilares ao sistema elétrico, persistem desafios regulatórios relacionados ao enquadramento dessas usinas em marcos normativos originalmente concebidos para hidrelétricas convencionais. Observa-se que modelos regulatórios mais eficazes apresentam diferenciação normativa conforme a tipologia dos projetos, integração entre planejamento energético e licenciamento ambiental e reconhecimento do valor sistêmico do armazenamento energético. A análise comparativa evidencia que a ausência desses elementos tende a ampliar a complexidade dos processos autorizativos e a reduzir a previsibilidade regulatória. Conclui-se que a adaptação do arcabouço regulatório brasileiro deve considerar as especificidades operacionais e ambientais das UHRs, buscando conciliar proteção ambiental, eficiência administrativa e segurança jurídica, de modo a viabilizar a inserção sustentável dessa tecnologia na matriz elétrica nacional e contribuir para os objetivos da transição energética.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9029</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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