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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/1759</link>
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    <pubDate>Sat, 31 Oct 2026 17:38:03 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-10-31T17:38:03Z</dc:date>
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      <title>Desafios e implicações de normas regulatórias no monitoramento de receptores de xenotransplante no Brasil : uma perspectiva de saúde pública para a prevenção de doenças zoonóticas.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9787</link>
      <description>Título: Desafios e implicações de normas regulatórias no monitoramento de receptores de xenotransplante no Brasil : uma perspectiva de saúde pública para a prevenção de doenças zoonóticas.
Autor(es): Petri, Maria Carolina
Resumo: Esta pesquisa analisa os desafios e as implicações da ausência de normas regulatórias específicas para o monitoramento de receptores de xenotransplante no Brasil, sob a perspectiva da saúde pública e da prevenção de zoonoses. O objetivo geral consiste em investigar a necessidade de implementação de um marco jurídico-sanitário capaz de mitigar os riscos transindividuais provenientes do procedimento, como a introdução de retrovírus endógenos suínos (PERVs) na população humana. Metodologicamente, trata-se de um estudo jurídico-dogmático e qualitativo, baseado em revisão de literatura e análise de marcos teóricos, como a obra Bioética e o Biodireito, de Sá e Naves (2021). A pesquisa ressalta que a falta de uma regulamentação específica deixa a sociedade em situação de vulnerabilidade, uma vez que o risco biológico de uma xenozoonose transcende o interesse individual e atinge a segurança coletiva. Por meio de uma análise comparativa com as diretrizes norte-americanas (FDA/PHS), aponta-se que um futuro cenário regulatório nacional provavelmente exigiria a implementação de protocolos rigorosos, como o arquivamento de amostras por 50 anos, a vigilância vitalícia do receptor e restrições a direitos civis. Conclui-se que o Direito deve agir de forma antecipada, pautando-se no Princípio da Precaução para estruturar barreiras normativas que garantam que o avanço biotecnológico não se converta em uma ameaça à integridade da espécie humana.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9787</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A guarda compartilhada no Brasil : desafios para construção de um ambiente saudável para o desenvolvimento da criança.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9786</link>
      <description>Título: A guarda compartilhada no Brasil : desafios para construção de um ambiente saudável para o desenvolvimento da criança.
Autor(es): Matos, Fausta Jorge de
Resumo: O presente trabalho analisa a guarda compartilhada no Brasil e os desafios para a&#xD;
construção de um ambiente saudável ao desenvolvimento da criança diante das&#xD;
transformações contemporâneas das estruturas familiares. A pesquisa investiga de&#xD;
que maneira a divisão de responsabilidades parentais ultrapassa a mera repartição&#xD;
de tempo entre os genitores e se concretiza como instrumento de cooperação&#xD;
efetiva voltado ao melhor interesse da criança. O estudo examina os impactos da&#xD;
comunicação parental conflituosa no desenvolvimento psicológico infantil, bem&#xD;
como a influência de padrões tradicionais de família na aplicação prática da guarda&#xD;
compartilhada. A pesquisa aborda, ainda, a adequação do sistema jurídico às novas&#xD;
configurações familiares, incluindo famílias monoparentais, homoparentais e&#xD;
reconstituídas, além de analisar decisões judiciais recentes do Tribunal de Justiça&#xD;
de Minas Gerais nos anos de 2024 e 2025. Utiliza-se metodologia descritiva e&#xD;
exploratória, com revisão bibliográfica qualitativa e análise jurisprudencial,&#xD;
fundamentada na interdisciplinaridade entre Direito, Psicologia e Sociologia. O&#xD;
trabalho demonstra que a eficácia da guarda compartilhada depende da existência&#xD;
de cooperação mínima entre os genitores, da mediação de conflitos e da atuação&#xD;
sensível dos operadores do Direito diante da pluralidade familiar contemporânea.&#xD;
Conclui-se que a guarda compartilhada somente promove o desenvolvimento&#xD;
saudável da criança quando prioriza a qualidade das relações parentais e assegura&#xD;
a proteção integral da infância acima das disputas entre os adultos.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9786</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Responsabilidade Civil por erros em diagnóstico de câncer : uma análise jurisprudencial do Superior Tribunal de Justiça.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9771</link>
      <description>Título: Responsabilidade Civil por erros em diagnóstico de câncer : uma análise jurisprudencial do Superior Tribunal de Justiça.
Autor(es): Santos, Juliana Gomes dos
Resumo: A presente pesquisa analisa a configuração da responsabilidade civil decorrente de erros no&#xD;
diagnóstico de câncer sob a ótica da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O&#xD;
tema justifica-se pela gravidade da patologia oncológica, em que a precisão diagnóstica é&#xD;
determinante para as chances de cura e para a preservação da dignidade da pessoa humana. A&#xD;
situação-problema centra-se na dificuldade de delimitar as fronteiras entre os eventos adversos&#xD;
em saúde e as limitações inerentes à ciência médica. O objetivo geral foi investigar os critérios&#xD;
jurídicos e os fundamentos adotados pela Corte Superior para o reconhecimento do dever de&#xD;
indenizar. Metodologicamente, foi utilizado o método dedutivo, com abordagem qualitativa de&#xD;
caráter exploratório e bibliográfico, baseada na análise de doutrina especializada e dos&#xD;
seguintes acórdãos selecionados no STJ, Recurso Especial (REsp) 1.653.134/SP, Agravo&#xD;
Interno no Agravo em Recurso Especial (AgInt no AREsp) 2.096.724/SC, Agravo Regimental&#xD;
no Agravo no Agravo em Recurso Especial (AgRg no AREsp) 94.342/MT, e Agravo&#xD;
Regimental no Recurso Especial (AgRg no REsp) 1.117.146/CE. O marco teórico&#xD;
fundamentou-se na teoria da responsabilidade civil objetiva e no diálogo entre o Código Civil e&#xD;
o Código de Defesa do Consumidor. Os resultados demonstram que o STJ consolida uma&#xD;
proteção qualificada ao paciente, aplicando a responsabilidade objetiva aos estabelecimentos de&#xD;
saúde e laboratórios. Conclui-se que o tribunal busca equilibrar a proteção do consumidor com&#xD;
a natureza de obrigação de meio da atividade médica, afastando a responsabilidade automática&#xD;
em casos de resultados biológicos incontroláveis ou variantes atípicas da doença.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9771</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Adoção tardia e o Sistema Nacional de Adoção : um olhar crítico sobre suas barreiras por meio do panorama estatístico do CNJ.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9752</link>
      <description>Título: Adoção tardia e o Sistema Nacional de Adoção : um olhar crítico sobre suas barreiras por meio do panorama estatístico do CNJ.
Autor(es): Rocha, Iasmyn Mattedi Zappi Oliveira
Resumo: A adoção constitui importante meio de efetivação do direito fundamental à convivência familiar e comunitária, assegurado pela Constituição da República de 1988 e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Apesar do conjunto normativo destinado à proteção integral de crianças e adolescentes, milhares permanecem em instituições de acolhimento por períodos prolongados, especialmente aqueles que se encontram em faixas etárias menos buscadas pelos pretendentes à adoção. Nesse contexto, o presente trabalho tem como objetivo analisar, a partir dos dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento, fornecidos pelo Conselho Nacional de Justiça, as relações entre o perfil das crianças e adolescentes disponíveis para adoção e as preferências manifestadas pelos pretendentes, com especial atenção à adoção tardia e à efetivação do direito à convivência familiar. A pesquisa foi desenvolvida por meio de abordagem qualitativa, com pesquisa bibliográfica e documental, análise da legislação, de obras especializadas e de dados estatísticos do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA). Inicialmente, são examinados os fundamentos jurídicos do direito à convivência familiar, o dever do Estado de assegurar a proteção integral e a excepcionalidade do acolhimento institucional. Em seguida, são abordados a adoção, a adoção tardia, a parentalidade socioafetiva e os efeitos da institucionalização prolongada no desenvolvimento da criança e do adolescente. Por fim, realiza-se uma análise crítica dos dados do Conselho Nacional de Justiça, buscando compreender os fatores relacionados à permanência prolongada de crianças mais velhas e adolescentes no sistema de acolhimento. Os resultados indicam a existência de significativo descompasso entre o perfil das crianças e adolescentes disponíveis para adoção e as preferências dos pretendentes, evidenciando obstáculos à efetivação da adoção tardia e do direito à convivência familiar. Nesse cenário, a superação dessas barreiras demanda o aprimoramento do sistema de proteção, maior celeridade nos processos e a revisão de concepções idealizadas acerca da parentalidade adotiva, de modo a fortalecer a adoção como instrumento de efetivação dos direitos de crianças e adolescentes, à luz da proteção integral, da socioafetividade e do princípio do melhor interesse.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9752</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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