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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/15</link>
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    <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 00:04:58 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-25T00:04:58Z</dc:date>
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      <title>Efeitos da suplementação oral de HPβCD-Angiotensina-(1-7) na capacidade funcional e no estado antioxidante de idosos com provável sarcopenia</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9581</link>
      <description>Título: Efeitos da suplementação oral de HPβCD-Angiotensina-(1-7) na capacidade funcional e no estado antioxidante de idosos com provável sarcopenia
Autor(es): Ferreira, Cínthia Araújo
Resumo: Introdução: O envelhecimento é um processo natural, que faz parte do ciclo da vida. Nessa etapa, os idosos passam por processos fisiológicos que contribuem para a diminuição das capacidades físicas, que geram o aumento de doenças e, associado à inatividade física, culminam na sarcopenia. A HPβCD-Angiotensina-(1-7) tem demonstrado efeitos positivos na musculatura esquelética, como na diminuição da atrofia muscular. Objetivo: Avaliar o efeito da suplementação com HPβCD-Angiotensina-(1-7) associada ao exercício físico em parâmetros físicos e capacidade antioxidante em idosos com provável sarcopenia. Métodos: Este é um estudo crossover, duplo-cego e randomizado, com dois braços de 15 dias de intervenção, com 3 a 7 dias de pausa entre as condições e controlado por placebo. Participaram do estudo 15 idosos com 80,27 ± 6,4 anos. Como critério de inclusão, eles fizeram testes físicos validados pelo consenso Europeu de Sarcopenia (EWGSOP2), que identificou provável sarcopenia. Os testes utilizados foram: 1- Força de Preensão Palmar &lt;27 kg para homens e &lt;16 kg para mulheres, Teste Sentar e Levantar &gt;15 segundos, e o TUGT &gt;= 20 seg. Os participantes realizaram exercícios físicos de força (80% de 10 RM) em domicílio&#xD;
3 vezes na semana, associados à ingestão de HPβCD-Ang-(1-7) (1 mg) e placebo. Foi avaliada a capacidade funcional no basal e ao final de cada condição. Além disso, amostras sanguíneas foram analisadas através do ensaio ORAC, para analisar a capacidade antioxidante total dos indivíduos. Resultados: Participaram do estudo 15 idosos (13 mulheres e 2 homens), com idade média de 80 ± 6,0 anos, massa corporal média de 67,71 ± 13,90 kg, estatura média de 153,2 ± 4,0 cm e IMC de 28,52 ± 6,3 kg/m². O tratamento com HPβCD-Ang-(1-7) promoveu melhora significativa na força de preensão palmar (14,20 ± 3,74 vs. 17,80 ± 3,98 kgf; p=0,0127) e no teste Timed Up and Go (11,31 ± 3,00 vs. 10,37 ± 2,67 s; p=0,0104). No teste de sentar e levantar, tanto o placebo (12,84 ± 2,52 s; p=0,0012) quanto o tratamento (12,80 ± 1,95 s; p=0,0001) apresentaram melhora em relação à condição basal (15,32 ± 2,28 s). Em contrapartida, a capacidade antioxidante total (ORAC) não apresentou diferenças significativas entre as condições basal (82,57 ± 55,19), placebo (88,33 ± 59,71; p=0,9768) e tratamento com HPβCD-Ang-(1-7) (90,22 ± 55,16; p &lt; =0,2734). A análise estatística foi realizada no software GraphPad Prism® (versão 8.0), utilizando o teste t de Student para amostras pareadas. O valor de p foi considerado estatisticamente significativo quando p &lt; 0,05. Conclusão: Concluímos que houve melhora nos parâmetros de desempenho físico tanto no placebo quanto no tratado com HPβCD-Angiotensina-(1-7), porém, não foram observadas diferenças significativas na capacidade antioxidante total.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9581</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A influência do treinamento de força na qualidade do sono dos idosos.</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9493</link>
      <description>Título: A influência do treinamento de força na qualidade do sono dos idosos.
Autor(es): Giovanini, João Lacerda
Resumo: O aumento da população idosa é resultado dos avanços tecnológicos na área da saúde, do maior acesso aos serviços de assistência médica e da disseminação de informações sobre hábitos saudáveis, como a prática regular de atividade física e uma alimentação equilibrada. O processo de envelhecimento envolve alterações fisiológicas significativas, como a perda de massa muscular, o comprometimento dos sistemas nervoso e articular, as alterações dos discos intervertebrais e a alteração da qualidade do sono. Embora exista ampla evidência sobre os benefícios do treinamento de força nas perdas fisiológicas da terceira idade, estudos focados em seus impactos na qualidade do sono de idosos são menos frequentes na literatura. Dessa forma, não se sabe muito sobre a prescrição do treinamento de força, qual a carga deve ser prescrita e qual é a efetividade do mesmo em induzir melhorias significativas na condição do sono em idosos. Portanto, o objetivo da presente revisão sistemática foi verificar os benefícios do treinamento de força na qualidade do sono dos idosos. Foram utilizadas as bases Pubmed e Google Acadêmico em novembro de 2025, sem restrições de data. Os estudos selecionados foram realizados com seres humanos, apresentaram dados originais e verificaram os efeitos de protocolos do treinamento de força sobre instrumentos de avaliação do sono dos idosos. Foram selecionados 16 artigos. Como resultados, foi encontrado que a taxa de efetividade do treinamento de força em promover benefícios nos índices de sono dos idosos foi de aproximadamente 100%. Os protocolos de treinamento mais frequentemente avaliados tinham duração total média de 12 semanas, sendo suficientes para promover adaptações positivas. A frequência semanal é de 2 a 3 vezes por semana e a duração média das sessões tinham aproximadamente 45 minutos. A média da intensidade das sessões de treino encontrada nos artigos foi de aproximadamente 60% de 1RM. Em relação aos parâmetros específicos que o treinamento de força induziu melhorias, foram encontradas alterações positivas na qualidade subjetiva do sono (PSQI), quantidade de sono, aumento da eficiência do sono, diminuição do sono REM, latência do sono, duração do sono, eficiência do sono, diminuição da pressão arterial diastólica, diminuição do Índice de apneia e hipopneia, e da severidade do insônia, aumento do sono N3. Como conclusão, o treinamento de força apresenta efetividade em melhorar a qualidade do sono dos idosos. Para isso, recomenda-se que os participantes mantenham uma frequência de duas a três sessões semanais, com duração aproximada de 45 minutos por sessão, durante cerca de 12 semanas consecutivas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9493</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Desafiando o cronômetro: sentidos e significados do retorno ao handebol master por mulheres acima de 50 anos</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9448</link>
      <description>Título: Desafiando o cronômetro: sentidos e significados do retorno ao handebol master por mulheres acima de 50 anos
Autor(es): Araújo, Ana Flávia; Lacerda, Lara Marques
Resumo: Este estudo investigou os significados atribuídos à retoma da prática do handebol por mulheres acima&#xD;
dos 50 anos, após um hiato prolongado. A pesquisa, de natureza qualitativa e caráter exploratório,&#xD;
utilizou a técnica snowball para constituir uma amostra de nove atletas da equipe Uai Hand Master. A&#xD;
recolha de dados ocorreu através de entrevistas semiestruturadas, analisadas via Análise de Conteúdo de&#xD;
Bardin. Os resultados foram organizados em três categorias fundamentais: a primeira reconstrói as&#xD;
trajetórias e tempos biográficos das atletas; a segunda aborda a saúde multidimensional e a identidade&#xD;
atlética; e a terceira analisa o corpo e o pertencimento como eixos de ressignificação do envelhecimento&#xD;
feminino. Os achados revelam que o handebol master funciona como um espaço de resistência ao&#xD;
etarismo, onde a memória corporal e a mente tensionam as limitações cronológicas. Conclui-se que a&#xD;
modalidade permite a transição de um "corpo limitado" pela rotina doméstica para um "corpo potente",&#xD;
consolidando redes de apoio e sociabilidade que transformam o envelhecer em um processo de&#xD;
desenvolvimento coletivo e afirmação de autonomia.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9448</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação do limiar de lactato e produção de calor em ciclistas suplementados com HPβ-CD-Angiotensina-(1-7).</title>
      <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9425</link>
      <description>Título: Avaliação do limiar de lactato e produção de calor em ciclistas suplementados com HPβ-CD-Angiotensina-(1-7).
Autor(es): Conceição, Lavinia Raissa Souza da; Vieira, Lucas de Almeida
Resumo: O presente estudo investigou os efeitos da suplementação oral com Angiotensina-(1–&#xD;
7) sobre respostas metabólicas, térmicas e perceptivas durante um teste incremental&#xD;
em ciclistas treinados. Para isso, foi conduzido um estudo randomizado, duplo-cego,&#xD;
crossover, no qual quatro ciclistas realizaram dois protocolos experimentais (placebo&#xD;
e [HPβ-CD-Ang-(1–7)] separados por um período de washout de 7 dias. Mensurou-se&#xD;
lactato sanguíneo, limiar de lactato, temperatura cutânea por termografia&#xD;
infravermelha e percepção subjetiva de esforço (PSE) ao longo do teste incremental.&#xD;
Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre as condições&#xD;
para lactato, limiar de lactato, temperatura cutânea e PSE (p &gt; 0,05). A suplementação&#xD;
foi bem tolerada e não produziu efeitos adversos. Conclui-se que, nas condições&#xD;
avaliadas, a suplementação com HPβ-CD–Ang-(1-7) não modificou as respostas&#xD;
fisiológicas e perceptivas durante o teste incremental. Estudos futuros com maior&#xD;
tamanho amostral, controle ambiental rigoroso e diferentes protocolos de exercício&#xD;
são recomendados para elucidar potenciais efeitos ergogênicos da Ang-(1–7).</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9425</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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