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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-10-11T23:42:52Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9636">
    <title>Interpretação de metáforas da Língua Portuguesa para a Língua Brasileira de Sinais : uma revisão de literatura.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9636</link>
    <description>Título: Interpretação de metáforas da Língua Portuguesa para a Língua Brasileira de Sinais : uma revisão de literatura.
Autor(es): Moreira, Gabriella
Resumo: Esta pesquisa tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão de literatura, como a produção acadêmica publicada entre 2015 e 2025 tem discutido a tradução e a interpretação de metáforas da Língua Portuguesa para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). A investigação fundamenta-se na Teoria da Metáfora Conceptual (Lakoff; Johnson, 2002), que compreende a metáfora como um mecanismo central da cognição humana, e nos estudos sobre tradução intermodal, que envolvem a mediação entre línguas de modalidades distintas: oral-auditiva e visual-espacial. A metodologia consistiu em um levantamento bibliográfico em bases de dados como Portal de Periódicos da CAPES, SciELO e Google Acadêmico, utilizando descritores específicos, o que resultou na seleção de 13 trabalhos para análise aprofundada. Os resultados&#xD;
indicam que os recursos linguísticos mais mobilizados na mediação de metáforas são os classificadores, o uso do espaço, as expressões não-manuais e a iconicidade. As estratégias tradutórias descritas incluem a tradução literal, a substituição por metáforas equivalentes, o uso de recursos visuais, a explicação/paráfrase, a personificação e a adequação ao público-alvo. Os principais desafios apontados são a ausência de equivalência metafórica entre as línguas, as diferenças culturais entre as comunidades surda e ouvinte, a inadequação do ensino de Português como segunda língua para surdos e a falta de formação específica de tradutores e intérpretes. A pesquisa demonstra a necessidade de ampliação dos estudos empíricos sobre o tema e de abordagens pedagógicas que considerem a natureza&#xD;
visual-espacial da Libras e os mapeamentos conceptuais que fundamentam as metáforas. Conclui-se que a mediação de metáforas entre o Português e a Libras exige do tradutor e do intérprete não apenas competência linguística, mas também sensibilidade cultural e capacidade de reconstruir, no espaço tridimensional da sinalização, correspondências visuais que permitam ao surdo acessar os mesmos sentidos que o ouvinte acessa por meio das palavras.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9635">
    <title>Análise das representações da mulher em narrativas de casamento por contrato : de "Senhora" às fanfictions contemporâneas.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9635</link>
    <description>Título: Análise das representações da mulher em narrativas de casamento por contrato : de "Senhora" às fanfictions contemporâneas.
Autor(es): Silva, Jessica Lourenço Brandão
Resumo: A pesquisa analisa a construção discursiva de gênero em fanfictions contemporâneas sobre casamento por contrato, comparando-as com a obra canônica “Senhora”, de José de Alencar. A pesquisa investiga de que modo essas narrativas, produzidas na cibercultura, reproduzem ou subvertem tecnologias de gênero e o dispositivo amoroso. Utiliza metodologia qualitativa de caráter netnográfico, compondo o corpus por duas fanfictions selecionadas na plataforma Wattpad: “Casados por Contrato”, de Lua J. Dornan Guedes, e “Unconditionally”, de Nanny St., além do romance alencarino como contraponto clássico. A fundamentação teórica ancora-se nos Estudos de Gênero (Lauretis, 1987), nos Novos Letramentos Digitais (Lopes, 2010) e nos conceitos de dispositivo amoroso e prateleira do amor (Zanello, 2022). Os resultados indicam que a primeira fanfic reforça a heteronormatividade e a assimetria de gênero, com leitores reproduzindo discursos misóginos; a segunda, embora apresente subversão formal ao protagonizar um casal homoafetivo e empregar a gravidez masculina, mantém hierarquias tradicionais ao reatualizar os dispositivos amoroso e materno em corpos masculinos. A comparação com “Senhora” revela que o romance de Alencar expõe a mercantilização das relações afetivas, mas seu desfecho restaura a ordem patriarcal, padrão que se repete com variações nas fanfictions analisadas. Conclui-se que as fanfictions operam como tecnologias de gênero digitais, atuando como espaços de reprodução e, apenas parcialmente, de resistência; a mera presença de identidades dissidentes não assegura a desconstrução das hierarquias de gênero, que permanecem enraizadas nas estruturas narrativas contemporâneas. O estudo contribui para os debates sobre linguagem, literatura e gênero ao evidenciar o diálogo contínuo entre o cânone e a produção cultural de fãs na negociação de identidades e relações sociais.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9626">
    <title>Intervenções pedagógicas baseadas em neurociência para inclusão de alunos com dislexia nos processos de leitura e escrita.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9626</link>
    <description>Título: Intervenções pedagógicas baseadas em neurociência para inclusão de alunos com dislexia nos processos de leitura e escrita.
Autor(es): Lopes, Samila Cristina Corrêa Teixeira
Resumo: No contexto educacional, aprender a ler e escrever é uma exigência central da&#xD;
escolarização. Entretanto, há dificuldades significativas na concretização desse&#xD;
processo no ensino de língua portuguesa, uma vez que essas demandas não&#xD;
são iguais para todos os alunos e muitas vezes persistem apesar do ensino&#xD;
regular, algumas relacionam-se a transtornos específicos, por exemplo, a&#xD;
dislexia. Diante desse cenário, o presente estudo tem como objetivo analisar e&#xD;
discutir, com base na neurociência aplicada a educação, como o funcionamento&#xD;
das redes neurais envolvidas na leitura e na escrita se relacionam a dislexia,&#xD;
visando a compreensão e a reflexão de estratégias pedagógicas que favoreçam&#xD;
o processo de ensino e aprendizagem. Com foco na pesquisa bibliográfica,&#xD;
caracterizada como qualitativa de caráter exploratório e descritivo, a análise se&#xD;
deu a partir da leitura de uma obra clássica de Dehaene e de artigos na&#xD;
neurociência, tendo como foco articulação teórica. Como contribuição, esperase que este estudo oriente professores da educação básica a lidarem com a&#xD;
educação inclusiva refletindo sobre intervenções pedagógicas a partir da&#xD;
neurociência, compreender o funcionamento do cérebro e como ele aprende,&#xD;
além de dialogar com a formação docente possibilitando a ressignificação da&#xD;
prática pedagógica em Língua Portuguesa, com base em pressupostos&#xD;
neurocognitivos que respeitam as diferenças cognitivas no processo de aprendizagem.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9622">
    <title>Violência racial na escrita de Carolina Maria de Jesus : uma análise discursiva da obra Quarto de despejo : diário de uma favelada.</title>
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    <description>Título: Violência racial na escrita de Carolina Maria de Jesus : uma análise discursiva da obra Quarto de despejo : diário de uma favelada.
Autor(es): Silva, Fernanda de Oliveira
Resumo: Este Trabalho de Conclusão de Curso investiga as violências raciais que constituem o discurso e a vida de Carolina Maria de Jesus na obra "Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada". As relações entre o racismo e a escrita literária travadas nos textos da autora são ponto de partida, compreendendo que a língua não é neutra, reflete relações de poder onde marginaliza grupos e também lhe dá poder de voz e de denúncia. O estudo fundamenta-se na perspectiva bakhtiniana da linguagem, especialmente, a partir de Bakhtin (2016) e de estudiosos como Faraco (2009), que compreendem o discurso como uma prática social e histórica, refletindo as desigualdades e posições sociais dos sujeitos. A pesquisa busca analisar como o racismo e a violência racial se materializam nos enunciados da autora, considerando sua condição de mulher negra, pobre e mãe solo na favela do Canindé-SP. Para fundamentar essa análise recorre-se aos conceitos de Silvio Almeida (2019), à discussão sobre desumanização de Ângela Davis (2016) e ao "pacto narcísico da branquitude" proposto por Cida Bento (2022). A análise dos dez enunciados selecionados revelou que as violências raciais se manifestam na obra principalmente por meio da naturalização da miséria, da fome e da exaustão, associando a negritude à dor e à sobrevivência precária. Carolina Maria de Jesus não apenas vivencia a opressão, mas a nomeia e a denuncia, transformando sua escrita em instrumento de resistência. Os resultados confirmam a hipótese inicial de que o discurso sobre violência racial se materializa nos enunciados da autora, expondo as desigualdades estruturais do Brasil e reafirmando o papel político da literatura como espaço de denúncia e de reivindicação de humanidade para corpos historicamente marginalizados.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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