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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-04-14T04:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9089">
    <title>Estudo de viabilidades para o aprimoramento do sistema de esgotamento sanitário de Antônio Pereira, Ouro Preto - MG : diagnóstico e avaliação de alternativas.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9089</link>
    <description>Título: Estudo de viabilidades para o aprimoramento do sistema de esgotamento sanitário de Antônio Pereira, Ouro Preto - MG : diagnóstico e avaliação de alternativas.
Autor(es): Carvalho, Caroline Pereira de
Resumo: O presente trabalho teve como objetivo geral avaliar as viabilidades de melhorias para &#xD;
o sistema de esgotamento sanitário do distrito de Antônio Pereira, contemplando as &#xD;
etapas de coleta e tratamento, por meio de diagnóstico da situação atual, pré&#xD;
dimensionamento hidráulico, estimativas de custos com base na tabela do SINAPI&#xD;
MG e análise comparativa de alternativas de tratamento. O diagnóstico evidenciou &#xD;
infraestrutura insuficiente, lançamento de esgoto in natura e elevado grau de &#xD;
insatisfação da população, conforme verificado em levantamentos de campo e dados &#xD;
secundários. Diante desse cenário, foram propostas soluções distintas conforme as &#xD;
características locais: para as áreas adensadas, projetou-se uma rede coletora &#xD;
convencional com extensão de 1.445,90 m, estimada em R$ 173.200,73; já para as &#xD;
áreas rurais, onde a topografia inviabiliza o escoamento por gravidade, indicaram-se &#xD;
sistemas individuais descentralizados compostos por tanque séptico, filtro anaeróbio &#xD;
e sumidouro, com custo estimado de R$ 4.286,71 por domicílio. Para a escolha da &#xD;
tecnologia de tratamento, foi empregada uma análise multicritério que avaliou três &#xD;
alternativas, resultando na seleção do sistema de Lagoas Anaeróbias + Lagoas &#xD;
Facultativas. As propostas desenvolvidas demonstram a viabilidade técnica, &#xD;
econômica e ambiental de soluções adaptadas para a universalização do saneamento &#xD;
no distrito, confirmando a possibilidade de melhorias na saúde pública e proteção &#xD;
ambiental da região.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9066">
    <title>Estudo da cobrança dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário de Ouro Preto-MG.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9066</link>
    <description>Título: Estudo da cobrança dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário de Ouro Preto-MG.
Autor(es): Lopes, Letícia Leandro
Resumo: Este trabalho analisou os critérios institucionais e regulatórios de cobrança dos serviços de abastecimento de água potável e esgotamento sanitário no município de Ouro Preto–MG, à luz dos princípios das políticas de Saneamento Básico, com ênfase na estrutura tarifária, modicidade, acessibilidade econômica, equidade, transparência e equilíbrio econômico-financeiro da prestação dos serviços. A metodologia baseou-se na análise documental, incluindo contrato de concessão, termos aditivos, notas técnicas e resoluções da agência reguladora, com foco no processo de reajuste tarifário para o ano de 2025.&#xD;
Como resultado, verificou-se que a estrutura tarifária adotada pela Saneouro é binômia, composta por parcela fixa e variável, diferenciada por categoria de usuário e faixa de consumo. Os procedimentos operacionais incluem solicitação formal de ligação, leitura mensal, emissão de faturas e cobrança de encargos de ligação e religação. A inadimplência aciona notificações e, em casos persistentes, a suspensão do serviço, o que pode afetar usuários vulneráveis. Foram estimados os valores de cobrança para diferentes níveis de consumo, considerando as categorias residencial social e residencial, por representarem os usuários domésticos e permitirem avaliar diretamente os impactos socioeconômicos, com base na proporção da renda comprometida pelas tarifas, considerando limites de 3% e 5% da renda familiar. Os resultados indicam que famílias com renda de até 1,5 salários mínimos apresentam comprometimento significativo da capacidade de pagamento, mesmo com a aplicação de subsídios, especialmente em consumos mais elevados. Observou-se, ainda, que a Lei Municipal sobre o benefício da Tarifa Social impõe critérios mais rigorosos que a Lei Federal, o que pode excluir parte dos usuários elegíveis. Além disso, realizou-se uma análise comparativa das estruturas tarifárias praticadas pela concessionária privada de Ouro Preto, pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA) e pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Itabirito. &#xD;
Conclui-se que a análise dos mecanismos de cobrança e dos instrumentos de equidade social na concessão privada em Ouro Preto permite compreender tanto os avanços promovidos, como a implementação de subsídios e tarifas diferenciadas, quanto as limitações ainda existentes para conciliar sustentabilidade econômico-financeira, acessibilidade econômica e equidade na prestação dos serviços de saneamento.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9058">
    <title>Avaliação de alternativas de drenagem urbana sustentável para mitigação de alagamentos : proposta de bacias de detenção multifuncionais em Mariana - MG.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9058</link>
    <description>Título: Avaliação de alternativas de drenagem urbana sustentável para mitigação de alagamentos : proposta de bacias de detenção multifuncionais em Mariana - MG.
Autor(es): Ferreira, Dionísio Cota
Resumo: Este trabalho propõe e avalia a implantação de uma bacia de detenção multifuncional &#xD;
no bairro Novo Horizonte, localizado no município de Mariana, Minas Gerais, com o &#xD;
objetivo de reduzir a vazão de pico e aumentar o tempo de concentração do &#xD;
escoamento superficial, contribuindo para a mitigação dos impactos das enchentes no &#xD;
bairro Barro Preto. O Novo Horizonte, situado em posição topográfica mais elevada e &#xD;
dotado de infraestrutura de drenagem insuficiente, exerce influência significativa no &#xD;
escoamento concentrado em direção ao Barro Preto, área de baixa elevação que sofre &#xD;
recorrentes inundações durante o período chuvoso. A metodologia contemplou a &#xD;
caracterização física e ambiental da área de estudo, o diagnóstico das condições &#xD;
atuais de drenagem, a utilização de análises hidrológicas e hidráulicas de estudos &#xD;
prévios, bem como o dimensionamento de soluções multifuncionais de drenagem &#xD;
urbana sustentável, tais como jardins de chuva, praças alagáveis, telhados verdes e &#xD;
reservatórios de águas pluviais. Os resultados indicam que tais medidas, além de &#xD;
favorecerem o controle da vazão de pico e a mitigação dos impactos de alagamentos &#xD;
e enchentes, promovem benefícios ambientais, como a recarga do lençol freático e a &#xD;
melhoria da qualidade da água, além de oferecerem espaços de uso comunitário em &#xD;
uma região carente de áreas públicas. O estudo reforça a importância de um &#xD;
planejamento integrado e sustentável da drenagem urbana e contribui para a &#xD;
discussão acadêmica sobre soluções replicáveis em municípios brasileiros sujeitos a &#xD;
eventos extremos cada vez mais frequentes.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9040">
    <title>Modelagem hidrológica aplicada à avaliação de cheias urbanas no ribeirão Vau-Açu (Ponte Nova - MG).</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9040</link>
    <description>Título: Modelagem hidrológica aplicada à avaliação de cheias urbanas no ribeirão Vau-Açu (Ponte Nova - MG).
Autor(es): Castellar, Vitor Reis
Resumo: O aumento da impermeabilização urbana e a ocorrência de chuvas intensas têm elevado picos de vazão, ampliando alagamentos e inundações. Nesse contexto, este trabalho avalia a resposta hidrológica da sub-bacia do Ribeirão Vau-açu, em Ponte Nova (MG), e a suficiência do sistema de macrodrenagem frente a chuvas de projeto. A pesquisa integrou caracterização físico-territorial, modelagem chuva–vazão no HEC-HMS e verificação hidráulica de trecho crítico do canal principal, buscando relacionar a geração de vazões de pico à impermeabilização urbana e à capacidade de condução da infraestrutura existente. A bacia foi caracterizada por geoprocessamento, com análise morfométrica e mapeamento de uso e cobertura do solo, permitindo a estimativa do Curve Number (CN) e do percentual de impermeabilidade por sub-bacia. A transformação chuva–vazão foi realizada pelo Hidrograma Unitário do SCS, com perdas estimadas pelo método CN. As chuvas de projeto foram definidas a partir de curva Intensidade–Duração–Frequência local, adotando-se duração crítica de 14 horas, discretização de 30 minutos e simulação para tempos de retorno de 10, 25 e 50 anos. As vazões de pico obtidas foram de 146,7m³/s (TR 10), 198,3m³/s (TR 25) e 246,4m³/s (TR 50). A capacidade hidráulica do trecho analisado, estimada pela equação de Manning para seção retangular, foi de 221,24 m³/s, indicando suficiência para TR 10 e 25 anos e insuficiência para TR 50 anos, com potencial de extravasamento em eventos mais extremos. A simulação de medidas de drenagem sustentável (SUDS) em sub-bacias mais impermeabilizadas indicou redução do CN e tendência de diminuição dos picos de vazão. Complementarmente, são recomendadas medidas não estruturais, como revisão de diretrizes urbanísticas para compensação de impermeabilização, rotinas periódicas de inspeção e limpeza da drenagem, mapeamento de áreas sujeitas a extravasamento e ações de educação ambiental. Conclui-se que a mitigação de cheias requer estratégia integrada que combine intervenções estruturais e não estruturais para ampliar a resiliência da drenagem urbana.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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