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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-07-14T15:00:31Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9350">
    <title>Qualidade nutricional de leites e derivados com a alegação nutricional "zero".</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9350</link>
    <description>Título: Qualidade nutricional de leites e derivados com a alegação nutricional "zero".
Autor(es): Assis, Clara Gomes
Resumo: A rotulagem de alimentos constitui um importante instrumento de comunicação entre&#xD;
fabricantes e consumidores, desempenhando papel essencial na garantia da segurança&#xD;
alimentar e na promoção da saúde pública. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância&#xD;
Sanitária (ANVISA) estabelece as diretrizes para a apresentação das informações&#xD;
nutricionais, dentre elas, as alegações nutricionais como “zero”, “sem adição de” ou&#xD;
“reduzido em”. Estudos apontam que o uso estratégico de alegações, sobretudo em&#xD;
produtos ultraprocessados, pode gerar o chamado efeito halo de saúde, mascarando a&#xD;
presença de nutrientes críticos e induzindo escolhas alimentares inadequadas.No entanto,&#xD;
são escassos na literatura estudos que avaliem a qualidade de alimentos comercializados&#xD;
com alegação nutricional “zero”. Diante desse cenário, o presente estudo tem como&#xD;
objetivo avaliar a extensão e o propósito de processamento de produtos lácteos&#xD;
comercializados no Brasil com a alegação “zero” nos rótulos, assim como a presença de&#xD;
altos teores de nutrientes críticos. Trata-se de um estudo transversal realizado no ano de&#xD;
2025, com coleta de dados em três supermercados de Belo Horizonte/MG e nos sites&#xD;
oficiais das marcas identificadas. Os alimentos foram classificados segundo a&#xD;
classificação Nova e avaliados conforme os modelos de perfil de nutrientes da ANVISA&#xD;
e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). Identificou-se 314 produtos, entre&#xD;
leites fermentados (51,91%), queijos (14,65%), bebidas lácteas (11,78%), leites de&#xD;
consumo (8,28%), manteiga e creme de leite (4%), entre outros. Os resultados indicaram&#xD;
que 77,8% dos produtos com alegação “zero” eram ultraprocessados. A alegação mais&#xD;
frequente foi referente a “zero lactose” (91,7%), sugerindo maior foco da indústria em&#xD;
atender demandas de consumo específicas, mas não necessariamente relacionadas à&#xD;
redução de nutrientes críticos. Segundo a ANVISA, apenas 16,6% dos produtos&#xD;
apresentaram excesso de nutrientes críticos e receberam a rotulagem nutricional frontal,&#xD;
enquanto, pelo modelo daOPAS, esse percentual foi maior, atingindo 88,5%. Além disso,&#xD;
identificou-se o uso frequente de edulcorantes artificiais em substituição aos açúcares, e&#xD;
a presença de alegações adicionais como “alto em proteína” e “fonte de vitaminas e&#xD;
minerais”, que podem reforçar o efeito halo de saúde. Conclui-se que a presença da&#xD;
alegação “zero” em rótulos de produtos lácteos não garante melhor qualidade nutricional,&#xD;
uma vez que a maioria são classificados como alimentos ultraprocessados, e parte deles&#xD;
possuem em sua composição nutrientes críticos em excesso, além da presença de&#xD;
edulcorantes e outros aditivos. Os achados reforçam a importância de critérios mais&#xD;
rigorosos e transparentes na regulação da rotulagem nutricional não obrigatória, visando&#xD;
promover melhores escolhas alimentares pela população.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9323">
    <title>Seletividade alimentar e estado nutricional de crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista : uma análise de associação.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9323</link>
    <description>Título: Seletividade alimentar e estado nutricional de crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista : uma análise de associação.
Autor(es): Cardoso, Eugênia Viera
Resumo: Crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresentam alterações &#xD;
comportamentais frequentemente associadas a padrões alimentares atípicos, especialmente à &#xD;
seletividade alimentar. Essa condição manifesta-se de forma heterogênea e pode resultar em &#xD;
impactos negativos sobre o estado nutricional e a qualidade de vida desses indivíduos. Nesse &#xD;
sentido, o objetivo deste estudo foi avaliar a associação entre seletividade alimentar e excesso &#xD;
de peso em crianças e adolescentes com TEA. O estudo foi conduzido durante o período de &#xD;
fevereiro a outubro de 2025. Os dados foram coletados de forma remota, utilizando um &#xD;
questionário via Google Forms, composto por perguntas sobre o perfil sociodemográfico, dados &#xD;
clínicos e comportamento alimentar de indivíduos com TEA. Por meio desse questionário foi &#xD;
possível avaliar informações sociodemográficas e clínicas da amostra, comportamento &#xD;
alimentar, especificamente voltado às manifestações da seletividade alimentar e o estado &#xD;
nutricional, obtido por Índice de Massa Corporal (IMC), por meio de idade, peso e altura. A &#xD;
análise estatística dos dados foi realizada utilizando o software JAMOVI (Versão 2.6.44), por &#xD;
meio de análises descritivas, e o software Stata, sendo realizada a regressão logística de &#xD;
associação entre seletividade alimentar e excesso de peso neste grupo. A pesquisa contou com &#xD;
90 participantes, dos quais 73 atenderam aos critérios de inclusão, sendo 46 crianças e 27 &#xD;
adolescentes. A amostra foi composta por 84,9% do sexo masculino e 15,1% do sexo feminino. &#xD;
Observou-se maior proporção das manifestações de seletividade alimentar classificada como &#xD;
“raro”. No entanto, destacaram-se a recusa de vegetais, temperos adicionados às preparações e &#xD;
consistência dos alimentos, com maior ocorrência para as categorias “às vezes” e “sempre”. Em &#xD;
relação ao estado nutricional, a maioria das crianças menores de 5 anos (53,9%) e crianças e &#xD;
adolescentes de 5 a 19 anos (58,3%) estavam com excesso de peso, seja em condição de risco &#xD;
de sobrepeso, sobrepeso, obesidade ou obesidade grave. Não foi encontrada associação entre a &#xD;
seletividade alimentar e o excesso de peso. Concluiu-se que apesar da elevada proporção de &#xD;
crianças e adolescentes com excesso de peso na amostra, estes apresentaram baixas &#xD;
manifestações dos aspectos de seletividade analisados, os quais não demonstraram associação &#xD;
com o desfecho nutricional.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9315">
    <title>Estilos parentais e sua associação com seletividade alimentar no Transtorno do Espectro Autista (TEA).</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9315</link>
    <description>Título: Estilos parentais e sua associação com seletividade alimentar no Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Autor(es): Coelho, Thaís Silva
Resumo: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) envolve dificuldades na comunicação, interação social e comportamento, frequentemente acompanhadas por desafios alimentares, especialmente seletividade, que podem impactar na dinâmica familiar. As práticas parentais podem influenciar a aceitação alimentar, ao mesmo tempo em que os comportamentos alimentares apresentados por indivíduos com TEA podem modificar as estratégias adotadas pelos cuidadores. Objetivo: Avaliar a associação entre os estilos parentais adotados pelos pais e a seletividade alimentar de crianças e adolescentes com TEA. Método: Estudo transversal, com amostra não probabilística, composto por pais de crianças e adolescentes com TEA, com idades entre dois e 19 anos, conduzido entre fevereiro e novembro de 2025, por meio de questionário online contendo informações sociodemográficas, clínicas, comportamento alimentar de crianças e adolescentes com TEA (Escala LABIRINTO) e estilos parentais de seus pais/responsáveis (Questionário de Estilos e Dimensões Parentais- QEDP). Utilizou-se estatística descritiva, além do teste de Spearman, para investigar as correlações entre seletividade alimentar e os estilos parentais. Ademais, foram realizadas regressões lineares simples e múltiplas para avaliar essas associações controlando por variáveis demográficas e clínicas. Considerou-se nível de significância de p &lt; 0,05. Resultados: A amostra foi composta por 82 crianças e adolescentes com TEA, cujos pais participaram do estudo, com predominância do sexo masculino (81,7%). A média de idade foi de 5,64 ± 1,68 anos entre as crianças e de 13,6 ± 2,71 anos entre os adolescentes, com diagnóstico realizado, em média, aos 2,93 ± 1,46 anos (crianças) e 7,92 ± 4,02 anos (adolescentes). O comportamento alimentar mostrou-se heterogêneo, com maior ocorrência de seletividade (14,84 ± 11,09 pontos). Entre os pais, predominou o estilo parental democrático. Não houve associação significativa entre seletividade alimentar e estilos parentais. Variáveis sociodemográficas e clínicas também não se associaram ao desfecho. Conclusão: A seletividade alimentar foi o comportamento mais prevalente e não se associou aos estilos parentais, sugerindo que outros fatores característicos do TEA podem exercer influência nesta dinâmica. Reforça-se a importância de intervenções multidisciplinares e da realização de estudos com amostras maiores e mais representativas.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9220">
    <title>Associação entre estigma internalizado do peso e qualidade de vida em adultos e idosos com excesso de peso usuários da Atenção Primária à Saúde do município de Ouro Preto.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9220</link>
    <description>Título: Associação entre estigma internalizado do peso e qualidade de vida em adultos e idosos com excesso de peso usuários da Atenção Primária à Saúde do município de Ouro Preto.
Autor(es): Moreira, Emilly Kamilly Arantes
Resumo: O sobrepeso e a obesidade são agravos de saúde pública de natureza multifatorial, caracterizados pelo acúmulo excessivo de gordura corporal que compromete a saúde. Reconhecida como uma doença crônica, a obesidade afeta milhões de pessoas e está associada a diversas complicações, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, dislipidemias, doenças cardiovasculares, alguns tipos de câncer e redução da qualidade de vida. Essa última refere-se à percepção do indivíduo sobre sua posição na vida, considerando seus objetivos, expectativas e contexto sociocultural, sendo influenciada por dimensões físicas, emocionais e sociais. Além disso, ela pode ser influenciada pelo estigma relacionado ao peso que é compreendido como o processo de rotulação e discriminação de pessoas que não se enquadram nos padrões corporais socialmente aceitos e que, quando internalizado, pode gerar sentimentos de culpa, vergonha e inferioridade, prejudicando a autoestima, o bem-estar e o autocuidado. O presente estudo teve como objetivo avaliar a associação entre o estigma internalizado do peso e a qualidade de vida em adultos e idosos com sobrepeso e obesidade usuários da Atenção Primária à Saúde no município de Ouro Preto, Minas Gerais. Trata-se de um estudo transversal, observacional e analítico, realizado com 48 participantes. O estigma internalizado foi avaliado por meio da escala WBIS-M e a qualidade de vida pelo WHOQOL-bref. As análises incluíram estatística descritiva e regressão logística binária, com ajuste para idade, sexo, índice de massa corporal, escolaridade, ansiedade e depressão. Observou-se que 45,83% dos participantes foram classificados com maior internalização do estigma (escore médio WBIS-M: 3,02 ± 1,25). Os resultados mostraram associações significativas (p&lt;0,05), embora com efeitos de tamanho pequeno (OR ajustado 4,83-35,18), entre maior estigma internalizado e pior qualidade de vida nos domínios físico, psicológico, relações sociais e escore global, após ajuste para confundidores. O domínio psicológico apresentou maior magnitude de associação (OR = 28,21; p = 0,018). Conclui-se que o estigma internalizado do peso exerce impacto negativo e independente sobre a qualidade de vida de adultos e idosos com excesso de peso, especialmente no âmbito psicológico, reforçando a necessidade de abordagens multiprofissionais, humanizadas e livres de estigmatização no cuidado à obesidade no contexto da Atenção Primária à Saúde.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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