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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-06-09T08:45:50Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9254">
    <title>Análise dos processos museológicos em repositórios digitais vinculados à memória dos desastres de rompimentos de barragens em Brumadinho e Mariana.</title>
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    <description>Título: Análise dos processos museológicos em repositórios digitais vinculados à memória dos desastres de rompimentos de barragens em Brumadinho e Mariana.
Autor(es): Maia, Samantha Cristina de Paiva
Resumo: O trabalho “Análise dos processos museológicos em repositórios digitais vinculados à memória do rompimento de barragens em Brumadinho e Mariana” discute os processos de relação entre teorias caras para a Museologia e à memória digital de dois principais desastres criados pelos rompimentos de barragens em Minas Gerais. O objetivo geral foi analisar, comparativamente como os repositórios digitais mapeados agem em aspectos de curadoria, de ferramenta de busca, na preservação da memória digital, na divulgação de conteúdos e na formação organizada de acervos digitais. Foram mapeados doze repositórios digitais, cujos endereços eletrônicos mantêm uma coleção organizada de acervos com temáticas diversificadas como fotos, vídeos, atas de reunião, pareceres e podcasts entre outras tipologias. O acesso foi realizado por consulta em campos informacionais de ferramentas de busca e acesso, na interface de cada site. Posteriormente a análise foi realizada observando-se níveis de obtenção de narrativa, interoperabilidade e preservação. O resultado alcançado pela pesquisa revelou que não há comunicação entre os repositórios e nem a divulgação entre eles, que suas ferramentas de busca não cumprem os requisitos de padronização de metadados (IBRAM, 2020); que há redundância entre os acervos, vieses, lacunas e não possuem a imparcialidade necessária à formação de acervos institucionais, no caso dos repositórios de autoria dos atores responsáveis pelo rompimento das barragens estudadas; bem como pela falta de compromisso com a divulgação de informações disponíveis em outros repositórios. Tendo em vista a importância da preservação da memória dos desastres e a urgência da reparação e da divulgação das histórias relacionadas aos desastres criados, a fim de se expandir a visibilidade de narrativas invisibilizadas nos últimos dez anos. Partindo dessa constatação, o trabalho propõe uma política de repositório digital sobre memória dos desastres, que utilize ferramentas de busca que cumpram com os 15 elementos propostos pelo padrão de metadados Dublin Core (IBRAM, 2020) que integre as comunidades atingidas em todas as fases de sua construção e que possa promover interoperabilidade entre os repositórios já existentes. Com isso, defende-se que processos museológicos devem ser integrados desde a gênese e concepção deste ambiente virtual, visando dessa maneira a minimização das falhas de interoperabilidade e dissociação de informações.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9233">
    <title>O Guardião: brincar e documentar, quem vai ganhar?</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9233</link>
    <description>Título: O Guardião: brincar e documentar, quem vai ganhar?
Autor(es): Vizotto, Giovana Pereira
Resumo: Este trabalho apresenta a proposta de um jogo de tabuleiro intitulado “O &#xD;
Guardião” voltado para a educação museal. Nesse sentido, foi criado com &#xD;
elementos da documentação museológica, em uma disciplina eletiva do curso &#xD;
de Museologia da Universidade Federal de Ouro Preto, sendo um projeto &#xD;
educativo apresentado como atividade final da disciplina. Nessa pesquisa, houve &#xD;
um aprofundamento do projeto, correlacionando conceitos do mundo dos jogos, &#xD;
da educação museal e da documentação museológica e evidenciando o papel &#xD;
da documentação como pilar estruturante das instituições museológicas. Os &#xD;
resultados deste estudo mostram a potência do jogo como ferramenta para a &#xD;
documentação e para a educação e suas possibilidades futuras de aplicação &#xD;
com outras coleções.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9202">
    <title>Compromisso museológico e pessoas com deficiência : a urgência de combater estigmas e promover a inclusão.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9202</link>
    <description>Título: Compromisso museológico e pessoas com deficiência : a urgência de combater estigmas e promover a inclusão.
Autor(es): Gomes, Clara Tatiana Maria Rocha
Resumo: Este trabalho analisa a relação entre museus, poder simbólico e acessibilidade,&#xD;
investigando como processos históricos, políticos e ideológicos influenciaram a&#xD;
constituição do público e a construção das narrativas museológicas no Brasil.&#xD;
Parte-se da compreensão de que as instituições museológicas foram estruturadas,&#xD;
em grande medida, por lógicas elitistas que contribuíram para a hierarquização&#xD;
social e para a exclusão simbólica de diferentes grupos, entre eles as pessoas com&#xD;
deficiência. O objetivo foi compreender de que forma essas estruturas impactam a&#xD;
participação social e o acesso ao patrimônio cultural, considerando não apenas&#xD;
dimensões físicas, mas também comunicacionais e informacionais. Trata-se de uma&#xD;
pesquisa qualitativa, de caráter bibliográfico e documental, fundamentada&#xD;
principalmente em autores do campo da Museologia. A análise evidencia que a&#xD;
ampliação do acesso aos museus exige a superação de modelos excludentes e a&#xD;
adoção de práticas mais inclusivas, plurais e socialmente comprometidas.&#xD;
Conclui-se que a acessibilidade, associada à perspectiva decolonial e à valorização&#xD;
da diversidade, constitui elemento fundamental para a construção de museus mais&#xD;
democráticos e participativos.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9114">
    <title>Revirando a tralha dos museus históricos : somando leituras possíveis do Museu da Inconfidência.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9114</link>
    <description>Título: Revirando a tralha dos museus históricos : somando leituras possíveis do Museu da Inconfidência.
Autor(es): Falleiros, Mariana Rodrigues Caldas
Resumo: A investigação proposta, a qual é o objetivo central desta pesquisa, visa a contribuir ao&#xD;
movimento do estado da arte, debruçando-se sobre as diversas pesquisas e literaturas que&#xD;
contribuem para a investigação e pela provocação necessária dos lugares de memória -&#xD;
compreendendo estes como lugares de poder. Logo, como lugares de visibilidade, estes (no&#xD;
caso escolhido o Museu da Inconfidência, monumento histórico e artístico nacional, devem&#xD;
ser provocados e investigados para não perpetuem narrativas violentas (executada pela ação&#xD;
da branquitude, que age no não lugar, no lugar já pressuposto de poder e pela ação que insere&#xD;
na cultura constituindo narrativas e mediações da imagem e dos acervos que agem como fatos&#xD;
dados e indissolúveis.A pesquisa mapeia diferentes momentos em que a instituição analisada&#xD;
passou, levantando seu histórico institucional em relação às políticas públicas do campo&#xD;
museais e patrimoniais. A pesquisa soma-se às linhas de pensamento e abordagens de&#xD;
letramento visual e decolonial para trabalhar com as imagens, acervos e objetos em exposição&#xD;
do Museu da Inconfidência, analisado como um ícone que agencia ideologias. É importante&#xD;
ressaltar que a instituição obteve no ano de 2024 o número de 347 mil visitantes, sinalizando&#xD;
a importância de estudos e análises sobre o mesmo.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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