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    <dc:date>2026-08-05T08:10:17Z</dc:date>
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    <title>O Nosso Amor a Gente Inventa : um tributo à massa atleticana.</title>
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    <description>Título: O Nosso Amor a Gente Inventa : um tributo à massa atleticana.
Autor(es): Oliveira, Ludmila Souza de
Resumo: Mais do que um registro, o fotolivro “O Nosso Amor a Gente Inventa” nasce como tentativa de tocar a alma daquilo que se repete domingo após domingo, mas que nunca é igual: o ato de torcer (para o Galo). Por meio da mobilização dos conceitos de identidade e cultura, que atravessam uma reflexão sobre o futebol moderno, este memorial descritivo busca materializar a obra, que se ancora no reconhecimento do esporte não apenas como prática, mas como fenômeno social e cultural, capaz de mobilizar afetos, memórias e pertencimentos. Um percurso pela história do Clube Atlético Mineiro tenta dar conta da expressão viva propulsora deste trabalho: o torcedor atleticano. Nesse processo, a fotografia surge como ferramenta de reconhecimento da resistência de um torcer que se reconhece como modo de vida.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9410">
    <title>O legado imortal de Senna : como "Senna: o brasileiro, o herói, o campeão" consagrou o piloto.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9410</link>
    <description>Título: O legado imortal de Senna : como "Senna: o brasileiro, o herói, o campeão" consagrou o piloto.
Autor(es): Diegoli, Julia Zimmermann
Resumo: O objetivo do trabalho é compreender de que forma o documentário “Senna: O brasileiro, o herói, o campeão” do diretor Asif Kapadia, contribuiu para consolidar a imagem do piloto brasileiro, Ayrton Senna, como ídolo nacional. O documentário, lançado oficialmente em 2010, reúne diversos elementos, tais como: trechos de entrevistas, corridas e vídeos caseiros disponibilizados pela própria família Senna para ressaltar os valores do automobilista. Os conceitos e estudos utilizados para entender o questionamento central deste trabalho giram em torno da compreensão do que constitui uma celebridade e como a imprensa contribui para a criação da imagem do personagem como celébre. A análise levou em conta conceitos históricos para entender a definição de fama e memória para posteriormente compreender como o documentário utiliza esses conceitos através de um mecanismo de funcionamento próprio para consagrar Ayrton Senna. Além disso, este trabalho leva em consideração o cenário socioeconômico brasileiro da década de 1980, pautado pela desesperança da nação.</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9367">
    <title>A estética da internet no telejornalismo : humor e infotenimento no quadro "Plantananã" do Fantástico.</title>
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    <description>Título: A estética da internet no telejornalismo : humor e infotenimento no quadro "Plantananã" do Fantástico.
Autor(es): Lanza, Laura
Resumo: Este trabalho analisa como o quadro Plantananã, exibido no programa Fantástico, da TV Globo, articula humor e infotenimento na produção de sentidos sobre o jornalismo. A pesquisa compreende que o Fantástico se configura historicamente como uma revista eletrônica marcada pelo hibridismo de gêneros, pela alternância entre conteúdos informativos e de entretenimento e pelo tensionamento constante entre o real, o ficcional e o lúdico. Nesse contexto, o Plantananã, originalmente criado para a internet e posteriormente adaptado para a televisão aberta, aparece como um objeto relevante para observar a incorporação da estética da internet no telejornalismo e as consequentes transformações nas formas de apresentação da informação. O objetivo da pesquisa é investigar os modos de construção discursiva do jornalismo no quadro, examinando de que maneira o humor e o infotenimento reconfiguram formatos, narrativas e sentidos associados à prática jornalística. Metodologicamente, a pesquisa adota uma abordagem qualitativa, fundamentada em revisão bibliográfica sobre gêneros e formatos televisivos, infotenimento, fait divers e humor no jornalismo. A análise empírica concentra-se em episódios selecionados do Plantananã, observando como elementos da cultura digital - tais como a lógica dos memes, a fragmentação do discurso informativo e o uso de referências à atualidade - articulam-se à paródia do plantão jornalístico e à simulação de formatos informativos. Esses elementos evidenciam a construção de uma linguagem híbrida que depende do reconhecimento prévio, por parte do público, das características dos programas jornalísticos, conforme discutido por Jost (2004), e de sua competência cultural, nos termos propostos por Martín-Barbero (1997), para a compreensão das ironias e estratégias humorísticas. O estudo demonstra que o Plantananã opera a partir do entrelaçamento das fronteiras entre informação e entretenimento, constituindo um espaço de hibridismo onde o humor e o deboche atuam como filtros de leitura do real, revelando aspectos centrais das transformações e da sobrevivência do jornalismo televisivo em sua convergência com a estética da internet.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9362">
    <title>Contra-hegemonia na revista Cult : uma análise do dossiê  “Sofrimento Psíquico no Neoliberalismo Brasileiro” (2024).</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9362</link>
    <description>Título: Contra-hegemonia na revista Cult : uma análise do dossiê  “Sofrimento Psíquico no Neoliberalismo Brasileiro” (2024).
Autor(es): Oliveira, Júlia Martins de
Resumo: Este trabalho investiga, a partir da análise do dossiê Sofrimento Psíquico no Neoliberalismo Brasileiro, a viabilidade de uma cobertura midiática orientada por perspectivas contra-hegemônicas, em um cenário marcado pela prevalência de narrativas alinhadas aos interesses do neoliberalismo. A pesquisa articula essa racionalidade política a elementos da psicanálise, tomando como referência o contexto brasileiro e os textos reunidos no material analisado. São eles: “Pós-neoliberalismo?”, do sociólogo Daniel Pereira Andrade; “Uma era de crise psíquica”, do filósofo Vladimir Safatle; “Levantar o véu da raça”, das psicanalistas Andréa Máris e Christiane Odete; e “AquilombaSUS: Tecnologia ancestral para a promoção do cuidado em saúde mental no capitalismo ultraneoliberal”, de Tadeu de Paula, Emiliano de Camargo David e Rachel Gouveia Passos. A partir desse corpus, foi possível compreender como um produto jornalístico — no caso, uma revista — pode mediar e mobilizar saberes críticos ao sistema econômico ainda quando elaborados por autores de outras áreas do conhecimento, evidenciando os efeitos do sofrimento social sobre a subjetividade humana.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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