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    <title>DSpace Coleção:</title>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9165">
    <title>Vozes da Cidade : um retrato das expressões urbanas em Mariana - MG.</title>
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    <description>Título: Vozes da Cidade : um retrato das expressões urbanas em Mariana - MG.
Autor(es): Oliveira, Nathália Paes de
Resumo: Este memorial apresenta o processo de produção do fotolivro “Vozes da Cidade: um retrato&#xD;
das expressões urbanas em Mariana - MG”, que aborda as manifestações urbanas, como a&#xD;
pixação e o grafite, na cidade histórica de Mariana. A obra busca ilustrar a diversidade dessas&#xD;
práticas, que atravessam diferentes espaços urbanos. O memorial evidencia as expressões&#xD;
urbanas como formas de manifestação e protesto por parte de seus agentes. Embora, no Brasil,&#xD;
pixar e grafitar sem autorização seja considerado ilegal, essas práticas refletem os&#xD;
pensamentos de uma parcela da população, funcionando como meios de comunicação,&#xD;
resistência, afirmação e memória, sobretudo para grupos sociais marginalizados.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9117">
    <title>“Você não devia ter feito aquilo” : a construção da figura de Ângela Diniz na revista Manchete.</title>
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    <description>Título: “Você não devia ter feito aquilo” : a construção da figura de Ângela Diniz na revista Manchete.
Autor(es): Chaves, Kézia Analla
Resumo: Esta monografia analisa a construção da figura de Ângela Diniz na revista Manchete, &#xD;
investigando as estratégias editoriais e narrativas mobilizadas pela publicação entre as décadas &#xD;
de 1970 e 1990. A partir de um corpus de 19 reportagens publicadas entre 1973 e 1996, e com &#xD;
base no referencial teórico-metodológico da análise de enquadramento (framing), o estudo &#xD;
problematiza como a revista construiu imagens públicas contrastantes para a vítima e o seu &#xD;
assassino. A análise revela que Ângela Diniz foi consistentemente enquadrada entre o mito da &#xD;
“Pantera” e a transgressão, em uma narrativa que associava sua liberdade e autonomia a um &#xD;
destino trágico. Em contrapartida, Raul “Doca” Street, seu ex-marido, passou por um processo &#xD;
de humanização e redenção, sendo inicialmente apresentado como um criminoso passional e, &#xD;
posteriormente, reabilitado como um “cidadão pacato”. Conclui-se que Manchete articulou um &#xD;
enredo moralista e circular que, sob uma estética sensacionalista, reforçou a ideologia patriarcal &#xD;
ao punir simbolicamente a mulher transgressora e oferecer um caminho de reabilitação ao &#xD;
agressor, despolitizando a violência de gênero e reenquadrando-a como um drama passional.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9112">
    <title>No rastro do axé : sobre o que a fé deixa no corpo, na casa, no caminho.</title>
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    <description>Título: No rastro do axé : sobre o que a fé deixa no corpo, na casa, no caminho.
Autor(es): Gomes, Maria Eduarda
Resumo: Este memorial apresenta o processo de desenvolvimento e realização da websérie documental&#xD;
“No Rastro do Axé”, produzida como Trabalho de Conclusão de Curso em Jornalismo pela&#xD;
Universidade Federal de Ouro Preto. A proposta tem como objetivo registrar, utilizando o&#xD;
formato documental seriado, experiências de espiritualidade vividas no cotidiano de pessoas&#xD;
negras mineiras, que compartilham a relação de fé e axé em casa, em seus corpos e em seus&#xD;
caminhos. A série é composta por três episódios, cada um desses relatos é narrado pela&#xD;
perspectiva de um personagem que possui uma trajetória marcada pela religiosidade, revelando&#xD;
diferentes maneiras de vivenciar o sagrado fora do contexto institucional. Essas experiências&#xD;
oferecem uma visão diversificada sobre como a espiritualidade pode se manifestar em práticas&#xD;
cotidianas, partindo de vivências pessoais e conexões com o divino. O projeto adota uma&#xD;
abordagem de escuta sensível e descentralizada, valorizando a ancestralidade, o afeto, a&#xD;
resistência e o cuidado como expressões da espiritualidade afro-brasileira. O trabalho se&#xD;
fundamenta em referências teóricas afrocentradas, decoloniais e no conceito de documentário,&#xD;
com destaque para produções que tratam o cotidiano e o silêncio como parte essencial da&#xD;
narrativa.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9082">
    <title>Copa além da copa : ditadura militar, El Gráfico e a construção editorial da "verdadeira Argentina" (1976-1978).</title>
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    <description>Título: Copa além da copa : ditadura militar, El Gráfico e a construção editorial da "verdadeira Argentina" (1976-1978).
Autor(es): Dias, João Henrique Ribeiro Gomes
Resumo: O presente trabalho busca investigar a relação entre jornalismo esportivo e poder político no&#xD;
contexto da última Ditadura Militar argentina (1976-1983), focando na atuação da revista El&#xD;
Gráfico durante a Copa do Mundo de 1978. O estudo delimita como corpus analítico os&#xD;
editoriais publicados entre janeiro de 1976 e dezembro de 1978 – do período pré ao pós evento,&#xD;
desde a expectativa pelo durante até pelo suposto legado do depois. A pesquisa parte da&#xD;
premissa de que a publicação, histórica e hegemonicamente consolidada como a “Bíblia do&#xD;
Esporte”, atuou, desde o primeiro momento, na defesa institucional da Copa e do prestígio do&#xD;
futebol argentino frente ao mundo e, com isso, acabou por convergir com interesses de&#xD;
legitimação da Junta Militar, que passou a administrar e ver com bons olhos a realização da&#xD;
competição no país. Sob uma perspectiva teórica fundamentada na história da mídia e na&#xD;
análise discursiva, examina-se como foi construída uma narrativa de “blindagem” do torneio&#xD;
e, indiretamente, do Regime. Assim sendo, ao defender a realização da Copa contra as críticas&#xD;
internacionais, enquadradas sob a insígnia da “campanha anti-Argentina”, a voz editorial El&#xD;
Gráfico não apenas protegeu o espetáculo esportivo, mas, por extensão, validou a “paz” e a&#xD;
“ordem” impostas pelo governo de fato, divulgando uma ideia de “verdadeira Argentina”.&#xD;
Neste sentido, a análise também aciona alguns elementos chamativos desta cobertura, como a&#xD;
crescente presença do Ditador Jorge Rafael Videla nas páginas da publicação e a carta falsa&#xD;
que seria de um jogador holândes para sua filha. E evidencia que, ao priorizar o sucesso do&#xD;
Mundial como “uma causa nacional e que importaria a todos os argentinos, sem exceção”, a&#xD;
revista: operou uma mediação discursiva e também se colocou como ator político ao expressar&#xD;
suas próprias opiniões; naturalizou a presença militar; e silenciou denúncias de violações de&#xD;
direitos humanos, transformando a euforia esportiva em um valioso capital político.</description>
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