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    <title>Um ataque à subjetividade : branquitude e negros de pele clara no Brasil.</title>
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    <description>Título: Um ataque à subjetividade : branquitude e negros de pele clara no Brasil.
Autor(es): Abreu, Amanda Barbosa de
Resumo: O presente trabalho faz uma retomada bibliográfica acerca dos estudos que&#xD;
contornam a branquitude no Brasil, entendendo que, a partir da literatura que se&#xD;
inicia na segunda metade do século XX, pode-se compreender o lugar estruturante&#xD;
que ocupa o branco nas relações de poder e como isso influencia a construção&#xD;
identitária de pessoas negras de pele clara dentro da sociedade brasileira. O&#xD;
objetivo é analisar as nuances da branquitude, em especial o sentimento de&#xD;
isenção, que contribui para a exclusão da subjetividade desses sujeitos. A pesquisa,&#xD;
de caráter qualitativo, evidencia a complexidade das relações etnorraciais e o&#xD;
isolamento dos indivíduos negros de pele clara, cuja vivência não se traduz em&#xD;
privilégio, mas em uma forma sutil de exclusão, sustentada pela promessa não&#xD;
cumprida de pertencimento ao grupo branco. Conclui-se que essa posição liminar&#xD;
traduz o sofrimento, reforça o silenciamento identitário e fragmenta a experiência&#xD;
negra no Brasil. Reconhecer a especificidade dos negros de pele clara é&#xD;
fundamental para desestabilizar o mito da democracia racial e ampliar a luta&#xD;
antirracista no país.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8548">
    <title>Presente da palavra : oralidade, memória e história nas margens dos documentos oficiais.</title>
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    <description>Título: Presente da palavra : oralidade, memória e história nas margens dos documentos oficiais.
Autor(es): Luiz, João Marcos Maciel
Resumo: Esta pesquisa analisa como a tradição oral permanece como forma de contar a história. Centra-se na maneira como ela aparece tanto em fontes vivas — como as memórias e histórias das pessoas — como em registos escritos. O objetivo principal é compreender como a tradição oral ajuda a construir a história, não apenas acrescentando ao que já está nos documentos, mas também, por vezes, questionando as versões oficiais. Assim, a investigação levanta algumas questões importantes: o que é deixado de fora dos registos históricos tradicionais? Quais são os elementos mais profundos e difíceis de captar que ligam o passado, o presente e o futuro — coisas que as palavras escritas nem sempre conseguem expressar? A partir daí, chegamos à ideia central: a oralidade desempenha um papel fundamental na forma como entendemos a história. Outro ponto que estamos a explorar é como a tradição oral deixa vestígios nos textos escritos. Quando as histórias são contadas em voz alta, elas dão vida a momentos históricos e, à medida que são transmitidas, elas mudam, ajudando a moldar a identidade e a memória de comunidades e sociedades inteiras. Para explorar tais aspectos, o estudo usa um método qualitativo, incluindo a leitura e análise de livros e documentos, bem como o envolvimento com experiências de narração oral. O objetivo é expandir a forma como pensamos sobre historiografia, destacar a importância da memória coletiva e incentivar conversas entre diferentes campos de estudo. Esta pesquisa é importante porque nos convida a repensar o papel da tradição oral na construção da história. Ao prestar atenção às vozes e experiências preservadas através da narrativa oral, a investigação ajuda a construir uma versão da história mais diversificada, inclusiva e democrática. Em suma, analisar como a oralidade molda a história é uma forma poderosa de abrir novas formas de pensar sobre o passado, o presente e o futuro.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Análise da pintura dos forros das capelas de São Francisco de Mariana e Ouro Preto : iconografia e catequese.</title>
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    <description>Título: Análise da pintura dos forros das capelas de São Francisco de Mariana e Ouro Preto : iconografia e catequese.
Autor(es): Reis, Mateus Cota
Resumo: A vigente monografia pretende analisar as pinturas de forros das naves das capelas das ordens&#xD;
terceiras, de São Francisco de Assis de Mariana e Ouro Preto na capitania de Minas Gerais, de&#xD;
meados do século XVIII e início do século XIX. Busca-se compreender em que medida, estas&#xD;
pinturas, sobretudo as de forros, são em certo grau catequizantes, isto é, destinam-se a incutir&#xD;
nos fiéis os ensinamentos e dogmas inerentes ao catolicismo romano. Produto desta função&#xD;
pedagógica das pinturas, há nos súditos a introjeção de determinados valores morais e éticos&#xD;
na consciência dos mineiros, de modo a moldar o comportamento coletivo. Portanto, ao&#xD;
analisar as pinturas de forros das igrejas das ordens terceiras de São Francisco de Assis em&#xD;
Ouro Preto e Mariana, evidencia-se a presença de elementos catequizantes e pedagógicos.&#xD;
Consequentemente, estes valores impactam diretamente os comportamentos individuais&#xD;
cotidianos.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8094">
    <title>Memória histórico-social da MPB.</title>
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    <description>Título: Memória histórico-social da MPB.
Autor(es): Silva, João Pedro Santiago da
Resumo: A presente monografia propõe uma análise da Música Popular Brasileira (MPB) como&#xD;
fenômeno cultural e histórico, destacando seu papel na constituição de identidades coletivas e&#xD;
na resistência simbólica ao regime militar instaurado no Brasil a partir de 1964.&#xD;
Fundamentado em revisão bibliográfica e na análise qualitativa de composições musicais&#xD;
produzidas entre as décadas de 1960 e 1970, o estudo examina a forma como a MPB&#xD;
articulou narrativas de contestação política, utilizando metáforas e construções poéticas como&#xD;
estratégias para burlar os mecanismos de censura e preservar a memória social do período.&#xD;
Autores como Sandra Pesavento, Marcos Napolitano e Marildo Nercolini subsidiam a&#xD;
investigação das intersecções entre cultura, política e memória, evidenciando a música como&#xD;
instrumento de elaboração simbólica da experiência histórica. O trabalho também&#xD;
problematiza as disputas ideológicas e estéticas entre a MPB e a Jovem Guarda, analisando&#xD;
como tais tensões refletem diferentes projetos de identidade nacional. Conclui-se que a MPB,&#xD;
ao desempenhar papel central na construção de uma memória histórica crítica, consolidou-se&#xD;
como expressão legítima das demandas sociais e políticas de seu tempo, reafirmando a&#xD;
relevância das manifestações culturais como fontes e objetos privilegiados da pesquisa&#xD;
historiográfica.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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