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    <title>A perda da aura na obra de arte : uma análise da arte gerada por inteligência artificial.</title>
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    <description>Título: A perda da aura na obra de arte : uma análise da arte gerada por inteligência artificial.
Autor(es): Moreira, Leonardo Júnior Gomes
Resumo: Este trabalho explora o impacto da inteligência artificial (IA) na produção de imagens artísticas e sua relação com o conceito de "aura" proposto por Walter Benjamin. Por meio de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e do tipo exploratória como escolha metodológica. Percebe-se como a capacidade da IA em gerar imagens em larga escala influencia a autenticidade e a experiência estética das obras de arte. Ao mesmo tempo em que a IA democratiza o acesso à criação visual, questiona-se os efeitos da uniformização algorítmica na autenticidade das obras. A análise incorpora os princípios benjaminianos de reprodutibilidade técnica e a transformação na percepção da arte na era contemporânea. Ao unir as perspectivas teóricas de Walter Benjamin à realidade contemporânea da IA, este estudo contribui para a compreensão dos dilemas éticos e estéticos que emergem na interseção entre tecnologia e arte. A pesquisa visa fomentar reflexões críticas sobre o papel da inteligência artificial na produção artística e suas implicações para a experiência estética e ética na sociedade contemporânea.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Ensaio sobre a crise da narração e as linhas de fuga das narrativas dissidentes.</title>
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    <description>Título: Ensaio sobre a crise da narração e as linhas de fuga das narrativas dissidentes.
Autor(es): Santana, Vanderley Rafael Reis de
Resumo: O presente trabalho investiga a crise da narrativa na modernidade a partir de Walter Benjamin, Byung-Chul Han e das contribuições de Deleuze e Guattari. Benjamin, em O Narrador, identificou a perda da experiência comunicável, substituída pela informação e pelo romance individualista, que rompe a função comunitária da narração. A modernidade, marcada pelas guerras e pela racionalização, teria destruído a aura e o mistério que sustentavam a narrativa tradicional. Han atualiza esse diagnóstico, apontando que a inflação de narrativas digitais e o storytelling servem mais ao consumo e ao neoliberalismo do que à criação de vínculos. O excesso de informações fragmenta a atenção, destrói a empatia e transforma a comunicação em mecanismo de dominação algorítmica, explorando a liberdade como forma de controle. Nesse contexto, o trabalho articula a noção de agenciamento coletivo de enunciação, desenvolvida por Deleuze e Guattari, como alternativa ao individualismo narrativo. A narrativa, pensada como produção coletiva de sentido, se opõe ao romance moderno centrado no “eu”. Além disso, o conceito de fabulação ajuda a compreender como práticas de resistência subvertem os usos dominantes da narrativa, deslocando hierarquias e criando linhas de fuga. Exemplos são encontrados nas tradições orais africanas (Amadou Hampâté Bâ), nas autobiografias indígenas (analisadas por Suzane Lima Costa) e na dramaturgia Tybyra de Juão Nyn, que fabula a história sob uma perspectiva indígena. Essas práticas demonstram que, embora a narrativa esteja em crise no Ocidente capitalista, ela resiste e se reinventa como potência coletiva, política e criadora de mundos.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/6824">
    <title>A essência da virtude, o conceito de vida natural nas filosofias helenísticas.</title>
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    <description>Título: A essência da virtude, o conceito de vida natural nas filosofias helenísticas.
Autor(es): Coimbra, Beatriz da Silva
Resumo: O trabalho em questão vai apresentar duas escolas filosóficas do período helenístico, epicurismo e estoicismo, analisando suas características, ensinamentos e princípios, tendo como objetivo procurar dentro dessas linhas aquilo que é considerado uma ‘vida natural’, expressão que designa, segundo as filosofias de então, a base de uma existência virtuosa. Será tratada a forma como os filósofos em questão se relacionam e lidam com essa vida natural, observando, por exemplo, se há para eles um respeito pelas imposições da natureza ou se a racionalidade humana a elas se sobrepõe.&#xD;
Feita essa investigação de forma meticulosa, o trabalho passa a se ocupar com a explicitação de como os conceitos “natureza” e “natural”, que proporcionavam às escolas helenísticas em estudo a defesa de uma vida tranquila e ataráxica, podem ser resgatados na vida moderna, tanto na filosofia quanto na rotina comum. Consideraremos também a pecha de trivialidade ou banalidade modernamente atribuídas a formulações epicuristas e estóicas, pensando em como se pode restaurar a dignidade de seus compromissos filosóficos, hoje em dia diluídos na versão em que o senso comum os admite.&#xD;
Assim, procura-se trazer para o leitor e ouvinte do trabalho algum benefício no sentido prático de uma vida filosófica que proporciona virtude e engrandecimento da alma ao homem, além de oferecer contribuições para o esclarecimento do debate ético e historiográfico envolvendo formulações filosóficas relevantes na antiguidade.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Três perspetivas sobre a filosofia de Nietzsche.</title>
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    <description>Título: Três perspetivas sobre a filosofia de Nietzsche.
Autor(es): Pezzin, João Marcos Caliman
Resumo: A obra de Nietzsche é muitas questionada em relação a seu comprometimento com as questões filosóficas clássicas. Se sua filosofia pode de fato ser categorizado como não filosófica, é porque, de alguma forma, ele não contribui com as discussões advindas desta tradição filosófica ou talvez, sob as outras acusações, confunda e embaralhe a discussão com tautologias e raciocínios meramente persuasivos. Por isso, cumpre nesta breve monografia investigarmos mais a fundo sobre os aspectos fundamentais da filosofia de Nietzsche, bem como se inserem na tradição. A maneira proposta para tornar esse desafio possível nos foi escolhida através da análise de três interpretações da filosofia nietzscheana: ceticismo, naturalismo e perspectiva psicológica. Traçado este caminho, esperamos que o leitor se sinta convidado a se aprofundar, junto a escrita, nas questões que são proporcionadas pela filosofia do martelo.</description>
    <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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