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    <dc:date>2026-08-08T09:50:45Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9490">
    <title>Avaliação da indução de memória imunológica e do efeito protetor conferido por vacina quimérica contra a leishmaniose visceral.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9490</link>
    <description>Título: Avaliação da indução de memória imunológica e do efeito protetor conferido por vacina quimérica contra a leishmaniose visceral.
Autor(es): Reis, Thiago Pimenta
Resumo: A leishmaniose visceral (LV) é uma doença tropical negligenciada de caráter sistêmico, causada principalmente por Leishmania infantum, que afeta principalmente órgãos do sistema mononuclear fagocítico, como fígado e baço. O baço desempenha papel central tanto na resposta imune quanto na persistência do parasito, sendo um importante alvo para a avaliação da eficácia de estratégias vacinais. Diante da limitação das medidas atuais de controle e da ausência de vacinas eficazes para uso em saúde pública, o presente estudo avaliou o potencial imunogênico e a eficácia vacinal de uma proteína quimérica (Qui-A) associada ao adjuvante Hiltonol® (Poly ICLC) em um modelo murino contra a LV. Camundongos fêmeas, da linhagem BALB/c, foram divididos nos seguintes grupos experimentais: (i) Salina: receberam solução salina estéril (NaCl 0,9%); (ii) Hiltonol®: receberam 50 μg do adjuvante Poly ICLC; (iii) Quimera A: receberam 20 μg da proteína quimérica A; e (iv) Qui-A/Hiltonol®: receberam 20 μg da proteína quimérica A em combinação com 50 μg do adjuvante Poly ICLC. O protocolo de imunização consistiu em três doses administradas com intervalo de quinze dias (T0, T14 e T28), por via subcutânea. Quinze dias após a terceira dose (T42), os camundongos foram desafiados por via intravenosa, via plexo retro-orbital, com Formas promastigotas de L. infantum (cepa MCAN/BR/2008/OP46). Decorridos 45 dias (T87) do desafio, os animais foram submetidos à eutanásia por sobredose anestésica. A resposta imune foi avaliada por citometria de fluxo multiparamétrica, com ênfase na geração de células T de memória central e efetora, bem como na quantificação da carga parasitária por PCR em tempo real (qPCR) no compartimento esplênico. Os resultados demonstraram que a imunização com Qui-A/Hiltonol® aumentou significativamente a frequência de células T de memória, especialmente células T CD4+ e CD8+ de memória central e células T CD4+ de memória efetora. Adicionalmente, os camundongos imunizados com Quimera A isolada e Quimera A/Hiltonol® apresentaram redução da carga parasitária em 64,5% e 77,6%, respectivamente, em relação àqueles que foram inoculados com solução salina estéril. Por fim, os coeficientes de Pearson revelaram correlações negativas moderadas entre o parasitismo esplênico e as células T CD4+ e CD8+ de memória efetora e T CD8+ de memória central. Além disso, destaca-se a correlação negativa forte com as células T de memória central CD4+. Os resultados do presente estudo indicam que o protocolo de imunização foi capaz de promover proteção contra Leishmania, evidenciada pela redução do parasitismo esplênico, possivelmente associada à indução de células T de memória, especialmente células T de memória central. A predominância desse perfil de memória sugere a formação de um reservatório imunológico capaz de sustentar respostas efetoras eficazes frente à reinfecção. Ainda, cabe salientar que estratégias que favorecem respostas celulares funcionais, sem exacerbar mecanismos regulatórios, são essenciais para o controle da infecção.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9477">
    <title>Influência do Diabetes mellitus tipo 2, da dislipidemia e da hipertensão arterial sistêmica sobre o sistema hemostático : um relato de caso.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9477</link>
    <description>Título: Influência do Diabetes mellitus tipo 2, da dislipidemia e da hipertensão arterial sistêmica sobre o sistema hemostático : um relato de caso.
Autor(es): Giffoni, Luca Fortes
Resumo: O Diabetes mellitus tipo 2 (DM2), a dislipidemia e a hipertensão arterial sistêmica (HAS) são condições crônicas de alta prevalência global que frequentemente coexistem e podem atuar de maneira sinérgica para exacerbar o risco cardiovascular. Além das complicações macro e microvasculares classicamente reconhecidas, como nefropatia, retinopatia e doença arterial coronariana, as três condições patológicas favorecem um ambiente pró-trombótico que pode levar a uma maior morbimortalidade. A homeostase corporal depende da integridade endotelial e da funcionalidade dos sistemas anticoagulantes naturais, principalmente da antitrombina, das proteínas C e S e do inibidor da via do Fator Tecidual. Este trabalho teve como objetivo analisar a influência do DM2 e da HAS na desregulação da hemostasia, descrevendo os mecanismos fisiopatológicos envolvidos e observando, na prática clínica, como a associação dessas comorbidades pode predispor a alterações no perfil de coagulação. Para isso, foi realizada revisão narrativa da literatura nas bases CAPES, SciELO e PubMed, entre fevereiro e junho de 2026, além da elaboração de um estudo de caso clínico. No DM2, a hiperglicemia crônica gera Produtos de Glicação Avançada (AGEs) que ativam vias inflamatórias, aumentam o estresse oxidativo e elevam o Inibidor da Ativação do Plasminogênio-1 (PAI-1), o que pode comprometer a fibrinólise. Na dislipidemia, o acúmulo e oxidação do LDL reduzem a produção de óxido nítrico e podem favorecer trombos. Já a HAS causa lesão mecânica ao endotélio e ativa o sistema renina-angiotensina-aldosterona, intensificando uma resposta pró-coagulante. Foi descrito um caso clínico de paciente de 81 anos com DM2, HAS e dislipidemia não controlados, que evoluiu para infarto agudo do miocárdio e foi submetida à angioplastia com stent farmacológico. Após a revisão farmacoterapêutica e o acompanhamento multidisciplinar, observou-se melhora significativa dos parâmetros laboratoriais em cinco meses (HbA1c 6,8%; LDL 141,8 mg/dL; HDL 58 mg/dL). O estudo evidencia que a avaliação clínica, associada à investigação laboratorial criteriosa, é fundamental para o prognóstico e para a escolha da melhor conduta terapêutica, reforçando que o manejo eficaz dessas comorbidades pode prevenir novas complicações cardiovasculares.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9476">
    <title>Importância da associação de doação de sangue para a população de Mariana e cidades vizinhas.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9476</link>
    <description>Título: Importância da associação de doação de sangue para a população de Mariana e cidades vizinhas.
Autor(es): Crizostomo, Jucilaine de Souza
Resumo: A doação voluntária de sangue é essencial para a manutenção dos estoques de &#xD;
hemocomponentes e para garantir a assistência aos pacientes que necessitam de transfusões &#xD;
sanguíneas. Entretanto, a captação e a fidelização de doadores ainda representam um desafio &#xD;
importante para os serviços de hemoterapia. Nesse contexto, o presente estudo teve como &#xD;
objetivos analisar as ações da Associação Doe Sangue Mariana (ADSM) na conscientização da &#xD;
população e na mobilização social em prol da doação voluntária de sangue, como também &#xD;
descrever sua origem, estratégias de atuação, formas de financiamento, crescimento &#xD;
institucional e as principais atividades desenvolvidas. Trata-se de uma pesquisa de caráter &#xD;
descritivo e documental, fundamentada em análise de documentos arquivados na secretaria da &#xD;
ADSM, de publicações em redes sociais, de reportagens veiculadas em meios de comunicação &#xD;
local e regional e de entrevistas com os membros do Conselho Diretor. Os resultados &#xD;
demonstraram que a ADSM desempenha um papel relevante na promoção da doação voluntária &#xD;
por meio da organização de caravanas com destino aos hemocentros, da realização de palestras, &#xD;
da divulgação nas redes sociais e do apoio às campanhas externas às de coleta de sangue. A &#xD;
associação conta atualmente com 324 doadores cadastrados, com predominância de doadores &#xD;
do sexo feminino e na faixa etária de 30 a 49 anos, o que evidencia baixa adesão do público &#xD;
jovem. Também foi constatado que a entidade se mantém principalmente por doações, venda &#xD;
de camisetas e apoio da Prefeitura Municipal de Mariana. O estudo mostrou que a atuação da &#xD;
ADSM exerce um impacto positivo na promoção da cultura da doação voluntária de sangue, &#xD;
contribuindo para a mobilização comunitária, para o fortalecimento das ações de educação em &#xD;
saúde e para o aumento do número de doadores. Entretanto, torna-se necessário ampliar as &#xD;
estratégias de divulgação e incentivo, especialmente entre os jovens, visando fortalecer o &#xD;
abastecimento contínuo dos hemocentros e garantir maior segurança transfusional.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9475">
    <title>A influência do polimorfismo rs5182 do gene do receptor do tipo I de angiotensina II (AGTR1) no perfil lipídico e marcadores de risco cardiovascular de pacientes hipertensos no município de Ouro Preto, Minas Gerais.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9475</link>
    <description>Título: A influência do polimorfismo rs5182 do gene do receptor do tipo I de angiotensina II (AGTR1) no perfil lipídico e marcadores de risco cardiovascular de pacientes hipertensos no município de Ouro Preto, Minas Gerais.
Autor(es): Leal, Vitória Luiza Prado
Resumo: A hipertensão arterial (HA) é uma doença crônica não transmissível, de etiologia&#xD;
multifatorial, na qual fatores genéticos e ambientais contribuem para o seu desenvolvimento.&#xD;
Atualmente, é uma das doenças mais prevalentes no mundo e se constitui como fator de risco&#xD;
para doenças cardiovasculares, como: insuficiência renal, acidente vascular cerebral e infarto&#xD;
agudo do miocárdio. Dentre os mecanismos que levam a alteração da pressão arterial (PA)&#xD;
destaca-se o sistema renina-angiotensina-aldosterona, um dos encarregados pelo controle da&#xD;
homeostase cardiovascular. A ativação desse sistema leva a formação de angiotensina II um&#xD;
potente vasoconstritor que atua sobre o receptor de angiotensina II do tipo I (AT1R) que é&#xD;
codificado pelo gene AGTR1. O componente genético exerce papel importante na&#xD;
fisiopatologia da HA, destacando a influência dos polimorfismos de base única como um&#xD;
fator contribuinte para mudanças na regulação da PA. As variações genéticas podem&#xD;
influenciar não apenas os níveis pressóricos, mas também alterações metabólicas e&#xD;
cardiovasculares associadas ao desenvolvimento da HA. Nesse contexto, a investigação&#xD;
dessas variáveis torna-se relevante para a identificação de indivíduos com maior&#xD;
susceptibilidade a desfechos cardiovasculares e metabólicos, contribuindo para a&#xD;
implementação de estratégias preventivas e abordagens terapêuticas mais individualizadas.&#xD;
Este estudo teve como objetivo avaliar a associação do polimorfismo rs5182 do gene AGTR1&#xD;
responsável pela codificação do AT1R com a HA, os marcadores de risco cardiovascular&#xD;
(RCV) e as alterações no perfil lipídico de indivíduos hipertensos no município de Ouro&#xD;
Preto, Minas Gerais. Foram analisados os parâmetros bioquímicos de colesterol total (CT),&#xD;
colesterol ligado à lipoproteína de alta densidade (HDL-c), colesterol da lipoproteína de baixa&#xD;
densidade (LDL-c), não-HDL e triglicerídeos (TG). Adicionalmente, foram avaliados&#xD;
parâmetros antropométricos e índices cardiometabólicos, incluindo o índice aterogênico do&#xD;
plasma (IAP), índice de adiposidade visceral (IAV), produto de acumulação lipídica (LAP), o&#xD;
índice triglicerídeo-glicose (TyG), o índice de massa corporal (IMC) e a relação ácido&#xD;
úrico/HDL (AU/HDL). Os resultados da genotipagem não demonstraram associação&#xD;
significativa com HA, uma vez que as frequências genotípicas e alélicas de indivíduos&#xD;
hipertensos e normotensos foram semelhantes. As avaliações bioquímicas e dos marcadores&#xD;
de RCV demonstraram que independentemente do genótipo, indivíduos hipertensos&#xD;
apresentaram níveis mais elevados de triglicerídeos, IAP, LAP e índice TyG em comparação&#xD;
aos controles com o mesmo genótipo. Além disso, ao considerar apenas os indivíduos&#xD;
portadores de pelo menos um alelo C, observou-se que os hipertensos apresentaram valores&#xD;
significativamente mais elevados de índice de gordura visceral, percentual de gordura&#xD;
corporal, IMC, IAV e razão AU/HDL quando comparados aos indivíduos normotensos com o&#xD;
mesmo perfil genético, sugerindo um perfil cardiometabólico menos favorável. Os achados&#xD;
indicam que o polimorfismo rs5182 exerce uma interferência no perfil lipídico e RCV dos&#xD;
pacientes hipertensos.</description>
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