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    <dc:date>2025-12-18T04:06:41Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8626">
    <title>Impactos de notícias falsas na vacinação da população pediátrica no Brasil.</title>
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    <description>Título: Impactos de notícias falsas na vacinação da população pediátrica no Brasil.
Autor(es): Santos, Paulo Victor Landim
Resumo: A vacinação pediátrica no Brasil foi regulamentada em 1975 junto com o Programa Nacional de Imunizações (PNI) e o Calendário Nacional de Vacinações. A partir disso, combinado com o estabelecimento do SUS em 1988, o cuidado em vacina foi organizado através de protocolos e diretrizes que regulam e documentam a situação epidemiológica no país. Um desses marcadores é a Cobertura Vacinal (CV), e serve para guiar ações futuras no território. Porém, as taxas de CV para Sarampo decaíram em 2013 e chamaram a atenção para o ressurgimento de doenças controladas previamente, e uma das causas investigadas são as notícias falsas, fake news. Movimentos antivacina estiveram presentes no Brasil desde a Revolta da Vacina, e movimentam apoiadores através das redes sociais, promovendo desconfiança e aversão aos equipamentos públicos de saúde. Permeando esse contexto está a pandemia de 2020 e atravessamentos como isolamento social e uso de cloroquina, bem como fortalecimento do argumento antivacina por associação ao presidente governante à época. Assim, o presente estudo propõe um olhar aproximando desinformação com a baixa nas taxas de CV, e o potencial ressurgimento de doenças previamente controladas. Para tal, foi realizada uma revisão integrativa de literatura científica considerando artigos científicos e notícias do período. Entre as razões para a não adesão às vacinas foram encontradas a desconfiança quanto a procedência do insumo, motivos religiosos, consequências da infodemia, conselho de profissionais de saúde, desconhecimento do PNI, falta de informações de fontes oficiais e medo de possíveis efeitos adversos. Ao concluir, observa-se a importância de uma efetiva comunicação em saúde, prezando tanto pela confiabilidade das informações quanto da fonte, sem ignorar a influência que movimentos políticos e celebridades tem no assunto.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8611">
    <title>Caracterização in silico de inibidores do gene da proteína de ativação neural expresso em Schistosoma mansoni, na presença de soro portal do hospedeiro vertebrado.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8611</link>
    <description>Título: Caracterização in silico de inibidores do gene da proteína de ativação neural expresso em Schistosoma mansoni, na presença de soro portal do hospedeiro vertebrado.
Autor(es): Lobato, Gustavo Magnabosco
Resumo: A esquistossomose é uma doença infecciosa parasitária negligenciada, que afeta milhões de &#xD;
pessoas, principalmente em áreas tropicais e subtropicais com condições precárias de &#xD;
saneamento básico, como em algumas regiões do Brasil. Causada por vermes do gênero &#xD;
Schistosoma, a forma intestinal provocada por Schistosoma mansoni é predominante no país e &#xD;
ainda representa um desafio de saúde pública devido à limitada eficácia de tratamentos contra &#xD;
estágios imaturos do parasita. Neste contexto, o presente estudo teve como objetivo identificar, &#xD;
por meio de ferramentas de bioinformática, inibidores in silico da proteína de ativação neural, &#xD;
"Smp_027990 neural gene activation ", superexpresso em Schistosoma mansoni, quando &#xD;
cultivado na presença de soro portal do hospedeiro vertebrado. Foram utilizadas plataformas &#xD;
de modelagem molecular para a predição da estrutura tridimensional da proteína, seguida de &#xD;
análises de  docking molecular para busca de substâncias que possam interagir e inibir sua &#xD;
atividade. A sequência do gene foi obtida de bancos de dados públicos e a caracterização &#xD;
molecular incluiu parâmetros como peso molecular e ponto isoelétrico. As interações &#xD;
moleculares preditas entre a proteína e compostos como netarsudila, tirbanibulina e avanafil &#xD;
sugerem potenciais inibidores. Os resultados apontam a possibilidade de selecionar substâncias &#xD;
para futuros testes in vitro, que possam contribuir para o desenvolvimento de novos tratamentos &#xD;
contra a esquistossomose. Conclui-se que a análise in silico é uma ferramenta promissora na &#xD;
busca por fármacos eficazes para o controle da doença.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8610">
    <title>Associação entre polimorfismos do gene da sintase endotelial óxido nítrico (NOS3) e diabetes tipo 2 em pacientes hipertensos.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8610</link>
    <description>Título: Associação entre polimorfismos do gene da sintase endotelial óxido nítrico (NOS3) e diabetes tipo 2 em pacientes hipertensos.
Autor(es): Moreira, Wellington Marques dos Santos
Resumo: O gene NOS3 codifica a enzima sintase endotelial óxido nírico (eNOS), uma enzima crucial para a função endotelial e a homeostase vascular. O óxido nítrico, produzido pela eNOS, regula a vasodilatação, a sensibilidade à insulina e a homeostase da glicose. Polimorfismos no NOS3, como o rs3918226 (-786T&gt;C) e o rs1799983 (G894T), têm sido associados à disfunção endotelial, hipertensão e risco de diabetes. Este estudo investigou a associação entre os polimorfismos genéticos rs1799983 e rs3918226, localizados no gene NOS3, e a presença de diabetes tipo 2 em indivíduos hipertensos. Foram avaliados 196 pacientes, divididos em dois grupos: hipertensos diabéticos e hipertensos sem diabetes. A genotipagem foi realizada por meio de ensaios TaqMan®, e os modelos estatísticos foram ajustados para sexo, índice de massa corporal (IMC) e níveis de HDL.&#xD;
O genótipo TT do SNP rs1799983 foi significativamente menos frequente no grupo de hipertensos diabéticos, sugerindo um possível efeito protetor contra o desenvolvimento do diabetes nesse contexto clínico (modelo recessivo: AOR = 0,24; IC 95%: 0,05–0,80; p = 0,03). Além dos achados genéticos, observou-se que os pacientes hipertensos com diabetes apresentaram maiores valores de IMC, circunferência da cintura e glicemia, e níveis mais baixos de HDL, reforçando o papel dos parâmetros antropométricos e bioquímicos como preditores de risco cardiometabólico. Essas evidências apontam para uma interação complexa entre fatores genéticos e clínicos na modulação da suscetibilidade ao diabetes tipo 2 em indivíduos hipertensos. Os resultados contribuem para o entendimento da fisiopatologia dessas doenças crônicas e podem orientar estratégias personalizadas de prevenção e manejo clínico. Estudos futuros são necessários para validar esses achados em diferentes perfis populacionais e explorar os mecanismos moleculares envolvidos.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8604">
    <title>Biomarcadores de imunogenicidade humoral em cães vacinados contra a Leishmaniose Visceral Canina.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8604</link>
    <description>Título: Biomarcadores de imunogenicidade humoral em cães vacinados contra a Leishmaniose Visceral Canina.
Autor(es): Silva, Cynthia Fatima
Resumo: O comportamento emergente e reemergente da leishmaniose visceral (LV) tem-se atribuído a &#xD;
fatores relacionados principalmente ao cão, reservatório doméstico do parasito e mantenedor &#xD;
da transmissão. Até o momento não existem alternativas terapêuticas capazes de conduzir a &#xD;
cura parasitológica em cães infectados e consequentemente reverter o papel de reservatório no &#xD;
ciclo de transmissão. No Brasil, o controle da LV tem como objetivo a redução dos casos da &#xD;
doença humana e canina. No entanto, as medidas de controle não têm logrado êxito na &#xD;
diminuição da incidência da doença. Considerando o destaque de cães no contexto &#xD;
epidemiológico da LV, a imunoprofilaxia canina surge como melhor alternativa para o controle &#xD;
da doença. Entretanto, até o momento, ainda não existem vacinas empregadas no âmbito do &#xD;
Programa de Vigilância e Controle da LV do Ministério da Saúde (PVC-LV/MS/Brasil) para &#xD;
fins de saúde pública. Ainda, é de fundamental importância ampliar o aparelhamento de &#xD;
metodologias voltadas à avaliação de ensaios vacinais de Fase I, II e III. Desta forma, o presente &#xD;
estudo pretendeu avaliar a resposta imune humoral induzida pela vacinação com LBSap, &#xD;
Leishmune®, Leish-Tec® e KMP11 em um ensaio clínico vacinal de Fase I e II em cães. Após &#xD;
a vacinação (T1), os animais dos grupos LBSap e Leishmune® apresentaram pela ELISA in &#xD;
house um aumento de IgG Total, bem como dos subtipos IgG1 e IgG2 em relação ao controle, &#xD;
enquanto os demais grupos não apresentaram soroconversão para qualquer uma das &#xD;
imunoglobulinas testadas. Em relação a IgE e IgM, não observamos quantidade significativa &#xD;
dessas imunoglobulinas em nenhum grupo imunizado. Quanto ao perfil de IgA, observamos &#xD;
que alguns animais, principalmente dos grupos Leishmune® e LeishTec®, apresentaram &#xD;
positividade para este biomarcador, além de aumento significativo em relação aos imunizados &#xD;
com LBSap. Adicionalmente, todos os cães vacinados foram negativos no teste &#xD;
imunocromatográfico rápido (TR DPP – Bio-Manguinhos), assim sugere-se que o teste rápido &#xD;
pode ser considerado um teste a ser empregado para distinção entre animais doentes de &#xD;
vacinados. Nossos resultados reforçam a hipótese que o processo vacinal com os diferentes &#xD;
imunobiológicos testados levam à geração de uma resposta imune humoral contra o agente &#xD;
etiológico da LVC, e que este pode ser compatível com uma possível resposta protetora contra &#xD;
o parasito, principalmente quando encontrado um perfil de aumento de IgG2, e sua avaliação &#xD;
pode ser utilizada como um dos principais biomarcadores de resposta imune humoral protetora &#xD;
e indicativo de eficácia/potência vacinal. Se faz necessário monitorar os cães por um período &#xD;
maior, principalmente após a infecção experimental com o parasito de Leishmania infantum, &#xD;
para observar melhor as alterações no perfil de IgG Total, IgG1 e IgG2 bem como IgA, IgE e &#xD;
IgM e assim podermos encontrar possíveis biomarcadores vacinais.</description>
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