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    <dc:date>2026-08-17T03:18:43Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9526">
    <title>A classificação em estágios sucessionais e suas implicações para a compensação ambiental em ecossistemas sobre Canga na Mata Atlântica do Quadrilátero Aquífero-Ferrífero.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9526</link>
    <description>Título: A classificação em estágios sucessionais e suas implicações para a compensação ambiental em ecossistemas sobre Canga na Mata Atlântica do Quadrilátero Aquífero-Ferrífero.
Autor(es): Dayrell, Weiber Faria
Resumo: Os Campos Rupestres Ferruginosos, também conhecidos como Cangas, são ecossistemas associados a substratos ferruginosos, caracterizados por elevada riqueza de espécies e alto grau de endemismo. No Quadrilátero Aquífero-Ferrífero, estão abrangidos pela Lei da Mata Atlântica (nº 11.428/2006), que estabelece regras baseadas na sucessão ecológica para subsidiar decisões relativas ao licenciamento ambiental e à definição de medidas compensatórias. No entanto, os processos sucessionais dos Campos Rupestres ainda são pouco compreendidos. Em Minas Gerais, a classificação dos estágios sucessionais é realizada com base na Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) nº 423/2010, concebida para os Campos de Altitude, mas legalmente aplicada às tipologias campestres abrangidas pela Lei da Mata Atlântica. Este trabalho teve como objetivo analisar como as Cangas vêm sendo classificadas em processos de licenciamento ambiental e como essa classificação influencia a compensação ambiental. Para isso, foram analisados estudos de avaliação de impacto ambiental de 35 processos de licenciamento, referentes ao período de 2019 a 2025. As informações coletadas foram sistematizadas por meio de uma lista de verificação. A fitossociologia foi o método mais empregado na coleta de dados primários de flora (24 processos), seguida pelo caminhamento (22) e pelo censo (3), com diferentes combinações entre os métodos. Entretanto, o esforço amostral fitossociológico diminuiu proporcionalmente com o aumento da área diretamente afetada. Não foi encontrada associação significativa entre a classe poluidora dos empreendimentos e o número de métodos empregados nos levantamentos florísticos. Quanto à identificação taxonômica, a coleta e a herborização foram realizadas em 40% dos estudos, dos quais apenas 14% depositaram material em herbário, e nenhum vinculou vouchers à lista de espécies. A Resolução CONAMA nº 423/2010 foi utilizada em 77% dos estudos, sendo o histórico de uso da área o parâmetro mais frequentemente considerado (20 processos), seguido pela cobertura vegetal viva (19), presença de espécies exóticas e ruderais (18) e espécies raras e endêmicas (15). Dentre as espécies apontadas como indicadoras dos estágios sucessionais das Cangas, apenas 6,4% estão presentes na referida resolução. Foram registradas 52 áreas distintas de Canga, das quais 7 foram classificadas em estágio inicial de sucessão, 20 em estágio médio, 14 em estágio avançado, 6 como “misto” e 5 não foram classificadas. De modo geral, os estudos não apresentaram uma relação clara entre a obtenção dos dados em campo e sua utilização na aplicação dos critérios de classificação dos estágios sucessionais, realizada predominantemente de forma qualitativa e subjetiva. Os resultados evidenciam limitações na aplicação dos estágios de sucessão ecológica como principal parâmetro para a classificação da Canga, especialmente diante das particularidades ecológicas desses ecossistemas e de sua baixa similaridade com os Campos de Altitude, para os quais a Resolução CONAMA nº 423/2010 foi originalmente elaborada. Nesse contexto, destaca-se a necessidade de regulamentação específica, com critérios padronizados e ecologicamente adequados, que subsidiem tanto a caracterização da Canga quanto a definição de áreas de compensação efetivamente equivalentes e priorizem alternativas que evitem ou reduzam sua supressão.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9513">
    <title>O tamanho importa? Resposta da comunidade de aranhas de dossel à variação no tamanho de florestas ripárias em duas diferentes paisagens.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9513</link>
    <description>Título: O tamanho importa? Resposta da comunidade de aranhas de dossel à variação no tamanho de florestas ripárias em duas diferentes paisagens.
Autor(es): Aguiar, Bernardo Fernandes de
Resumo: As aranhas são consideradas boas bioindicadoras de qualidade de ambiente, pois são&#xD;
fáceis de serem amostradas e podem atuar como predadoras generalistas de topo.&#xD;
Além disso, a comunidade de aranhas é significativamente afetada pela alteração das&#xD;
florestas, pois esses animais necessitam de ambientes bem estruturados para o&#xD;
forrageio. Nesse contexto, florestas ripárias são ambientes que vem sendo&#xD;
frequentemente expostos às pressões antrópicas relacionadas ao desenvolvimento e&#xD;
urbanização, cenário que reorganiza a comunidade de aranhas. A região do médio Rio&#xD;
Doce é um exemplo claro dos impactos sobre as florestas ripárias, que acabam por&#xD;
reduzir a área de cobertura florestal. Assim, o presente trabalho teve como objetivo&#xD;
analisar se os tamanhos de fragmentos florestais ripários de paisagem natural e&#xD;
urbana afetam a comunidade de aranhas de dossel. Nossos resultados indicaram que&#xD;
florestas menores tenderam a apresentar uma maior riqueza de aranhas.&#xD;
Adicionalmente, observou-se que a abundância de aranhas não tecelãs aumentou com&#xD;
o tamanho florestal e que a composição das espécies teve variação em relação ao&#xD;
tamanho da cobertura florestal. Com isso, concluímos que as aranhas da região do&#xD;
médio Rio Doce conseguem se estabelecer em ambientes com diferentes graus de&#xD;
conservação.</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9480">
    <title>O sol não é para todos : importância de capões de mata para a ocorrência de Aristolochia smilacina, em campos ferruginosos.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9480</link>
    <description>Título: O sol não é para todos : importância de capões de mata para a ocorrência de Aristolochia smilacina, em campos ferruginosos.
Autor(es): Moura, Otávio Alves dos Passos
Resumo: Os campos rupestres ferruginosos apresentam elevada heterogeneidade ambiental e abrigam espécies adaptadas a condições ecológicas específicas. Entre essas espécies, trepadeiras do gênero Aristolochia se destacam por seu hábito de crescimento e por suas flores especializadas, frequentemente associadas à polinização por dípteros. Este estudo teve como objetivo avaliar a fenologia reprodutiva e a distribuição espacial de Aristolochia smilacina em uma área de canga no Campus Morro do Cruzeiro da Universidade Federal de Ouro Preto, em Ouro Preto, Minas Gerais. Para isso, foram acompanhados 28 indivíduos ao longo de dois ciclos reprodutivos, com registro da produção de flores e análise da sazonalidade por estatística circular. A distribuição espacial da espécie foi avaliada em parcelas subdivididas em microambientes classificados como área aberta, borda e interior de capões de mata, além da caracterização da luminosidade desses ambientes. Foram registradas 43 flores, com floração exclusivamente nos meses relativamente úmidos, principalmente entre novembro e março, e pico no início de janeiro, indicando forte sazonalidade reprodutiva. A espécie não ocorreu nas áreas abertas de canga couraçada que possuem maior luminosidade, sendo registrada apenas na borda e no interior dos capões, onde apresentou ocorrência semelhante. Esses resultados indicam que A. smilacina depende da sazonalidade climática para sua reprodução e dos capões de mata para sua ocorrência, reforçando a importância desses microambientes para a conservação de espécies especializadas em paisagens ferruginosas.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9467">
    <title>Investigação do perfil redox e metabólico de camundongos submetidos ao consumo prolongado de etanol.</title>
    <link>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9467</link>
    <description>Título: Investigação do perfil redox e metabólico de camundongos submetidos ao consumo prolongado de etanol.
Autor(es): Gonçalves, Giovanna Stéfani Ávila
Resumo: A doença hepática associada ao álcool (DHA) é uma importante causa de morbidade e mortalidade, estando relacionada a alterações metabólicas, estresse oxidativo e danos hepáticos decorrentes do consumo excessivo de etanol. O metabolismo do álcool favorece a formação de espécies reativas de oxigênio  (EROs), contribuindo para o desequilíbrio redox e o desenvolvimento de lesões hepáticas. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo avaliar se o intervalo entre a última administração de etanol e a eutanásia influencia o perfil metabólico e redox de camundongos C57BL/6 submetidos ao consumo prolongado de etanol. Os animais foram distribuídos em grupos Controle e Etanol, sendo eutanasiados 5 ou 12 horas após a última administração. Foram avaliados os níveis séricos de glicose, triglicerídeos, alanina aminotransferase (ALT) e aspartato aminotransferase (AST), além dos biomarcadores hepáticos de estresse oxidativo, substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS) e atividade da catalase, bem como alterações histopatológicas hepáticas. Os resultados demonstraram ausência de diferenças significativas nos níveis séricos de glicose, triglicerídeos, ALT e AST entre os grupos experimentais nos dois tempos avaliados. Em contrapartida, observou-se aumento significativo dos níveis de TBARS e da atividade da catalase no grupo Etanol após 5 horas da última administração, indicando aumento transitório do estresse oxidativo hepático e ativação da resposta antioxidante. Após 12 horas, esses parâmetros não diferiram do grupo Controle. A análise histopatológica não revelou alterações significativas associadas ao consumo de etanol. Conclui-se que o consumo prolongado de etanol induziu alterações redox hepáticas transitórias, sem promover alterações metabólicas sistêmicas, aumento dos marcadores séricos de lesão hepatocelular ou alterações histopatológicas detectáveis nos períodos analisados.</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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