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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2025-12-15T19:29:30Z</updated>
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    <title>Reparo em células escamosas : dificuldade diagnóstica em citologia ginecológica.</title>
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      <name>Andreolla, Graciele Vivian de Azevedo</name>
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    <updated>2025-08-13T14:16:50Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Reparo em células escamosas : dificuldade diagnóstica em citologia ginecológica.
Autor(es): Andreolla, Graciele Vivian de Azevedo
Resumo: Introdução. O câncer de colo do útero é um problema de saúde pública global, com um número crescente de novos casos. A vacinação contra os tipos oncogênicos do HPV e os métodos de rastreamento para a detecção precoce são eficazes, tornando o câncer cervical amplamente prevenível e com alto potencial de cura. No entanto, a detecção precoce é crucial. O exame citopatológico é a principal estratégia nos programas nacionais de rastreamento. O colo do útero, revestido por epitélio escamoso estratificado, está sujeito a lesões frequentes devido a traumas, infecções e procedimentos médicos. O reparo tecidual é um processo biológico complexo e essencial para restaurar a integridade e função dos tecidos no trato genital feminino. Compreender os mecanismos citológicos envolvidos no reparo tecidual é vital para o diagnóstico preciso de condições patológicas, como inflamação, infecção e neoplasia. A avaliação cuidadosa para diferenciar entre alterações reparadoras e lesões intraepiteliais escamosas ou carcinoma invasivo é um desafio significativo no diagnóstico citológico. Objetivo. Este estudo teve como objetivo relatar a importância da identificação e diferenciação de reparo em células escamosas, evitando resultados falso-negativos e falso-positivos nos exames citopatológicos. Metodologia. Realizou-se uma revisão narrativa da literatura, reunindo estudos através do PubMed, Scielo e Google Acadêmico. Os critérios de inclusão foram artigos publicados entre 2013 e 2024, em qualquer idioma, que abrangem a temática do estudo. Inicialmente, foram selecionados 27 artigos potencialmente relevantes; ao final, somente 5 artigos foram utilizados. Resultados. Os estudos indicam que o diagnóstico de alterações reparativas tem sido um desafio constante para os profissionais envolvidos no rastreamento citopatológico. Esta categoria diagnóstica, particularmente desafiadora, pode ser mal interpretada como diagnósticos falso-positivos e falso-negativos, trazendo prejuízos às pacientes. Conclusão. O diagnóstico de reparo provou ser um desafio duradouro. Portanto, é necessário um conhecimento citomorfológico detalhado das características das células em reparo, tanto típico quanto atípico, quando encontrados nos exames citológicos. Além disso, é fundamental promover estudos para a educação continuada e a prática de discussão de casos entre os profissionais envolvidos na rotina, a fim de evitar danos à pacientes.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Alterações citológicas relacionadas ao uso do dispositivo intrauterino (DIU).</title>
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      <name>Souza, Diogo Walace de</name>
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    <updated>2025-07-01T11:30:42Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Alterações citológicas relacionadas ao uso do dispositivo intrauterino (DIU).
Autor(es): Souza, Diogo Walace de
Resumo: O exame de Papanicolaou foi proposto inicialmente em 1943 e constitui importante ferramenta de rastreio de lesões pré-cancerosas e do câncer do colo do útero. O dispositivo intrauterino (DIU) é um método contraceptivo eficaz, contudo pode gerar intensa resposta inflamatória ocasionando alterações citológicas reativas que podem culminar em armadilhas de interpretação diagnóstica. Este trabalho visa discorrer sobre a possível relação entre o uso do DIU e o achado de alterações citológicas em esfregaços cérvico-vaginais, onde realizou-se revisão da literatura utilizando-se a base de dados da National Library of Medicine (PubMed) e Scholar Google sendo selecionados 13 artigos que descrevem as possíveis alterações citológicas associadas ao uso do DIU. Dentre estas, verificou-se o aparecimento de células reacionais que mimetizam as que surgem em casos de lesão intraepitelial de alto grau (HSIL) e lesões glandulares, inclusive; demonstrando o caráter desafiador e a necessidade do conhecimento dos respectivos diagnósticos diferenciais para não cometer excessos de interpretação.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação do uso de testes moleculares baseados em HPV como teste de rastreio primário.</title>
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      <name>Paula, Thaís Oliveira de</name>
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    <updated>2025-06-02T12:07:14Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação do uso de testes moleculares baseados em HPV como teste de rastreio primário.
Autor(es): Paula, Thaís Oliveira de
Resumo: O CCU é um problema de saúde pública em todo o mundo, com dados epidemiológicos significativos tanto a nível global quanto no Brasil. A relação entre o HPV e o câncer de colo do útero é bem estabelecida. Existem várias abordagens para detectar a infecção por HPV, e cada exame pode contribuir para o diagnóstico da doença, ajudando a prevenir o câncer cervical. A diretriz da Organização Mundial da Saúde sobre rastreamento e tratamento de lesões pré-cancerosas do colo do útero para prevenção do câncer cervical, recomenda a transição do teste de Papanicolaou para o rastreamento primário baseado no HPV em todos os contextos. O objetivo desse estudo foi analisar criticamente o uso de técnicas de biologia molecular baseadas na detecção do HPV como método primário de rastreamento de lesões precursoras e câncer de colo do útero, em comparação com o exame de Papanicolaou, no Brasil e em outros países ao redor do mundo, por meio de uma revisão narrativa de literatura. A pesquisa foi conduzida utilizando as bases de dados SciELO (Scientific Electronic Library Online), PubMed (United States National Library of Medicine) e no portal periódicos CAPES. A sensibilidade do teste de HPV foi consistentemente superior à da citologia em 10 dos 12 estudos analisados. Por outro lado, o teste HPV apresentou uma menor especificidade frente ao teste citológico resultando em uma maior taxa de encaminhamentos colposcopias. Dois estudos não encontraram diferenças significativas entres as técnicas baseadas em HPV e a citologia. Esses estudos foram realizados em países com recursos e onde o rastreio utilizando a citologia      apresenta alto desempenho, fato que sugere que em um ambiente onde a triagem citológica funciona bem o rastreio do HPV não melhora necessariamente a eficácia do rastreio. A transição do teste citológico para o teste de HPV como método primário de rastreamento do câncer do colo do útero oferece vantagens significativas em termos de sensibilidade e capacidade de detecção precoce de lesões pré-cancerosas.  Contudo, essa mudança não ocorre sem obstáculos.  Um dos principais desafios é a menor especificidade do teste de HPV em comparação com a citologia, resultando em um maior número encaminhamentos desnecessários para colposcopias e outras intervenções, gerando ansiedade e desconforto para as pacientes, além de sobrecarregar os serviços de saúde. Além dos impactos clínicos, é crucial considerar as implicações psicológicas e sociais de um diagnóstico positivo para HPV, bem como a falta de compreensão sobre o diagnóstico por parte dos pacientes.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Etapas principais para implantação de um laboratório de citologia clínica.</title>
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      <name>Mota Junior, Paulo José da</name>
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    <updated>2025-03-20T15:32:59Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Etapas principais para implantação de um laboratório de citologia clínica.
Autor(es): Mota Junior, Paulo José da
Resumo: O câncer figura como a segunda maior causa de óbitos globalmente. O Vírus do Papiloma &#xD;
Humano (HPV), frequentemente transmitido por meio de contato sexual, está associado ao &#xD;
desenvolvimento de cânceres em ambos os sexos. As faculdades de saúde, em sua missão e &#xD;
objetivos, têm como foco principal a formação voltada para o auxílio, tratamento e pesquisa &#xD;
científica. Contudo, uma pequena parcela desses profissionais se aventura no &#xD;
empreendedorismo. Este estudo objetivou coletar informações sobre os passos necessários &#xD;
para a implantação de um laboratório de Citopatologia. Isso engloba a compreensão das &#xD;
regulamentações exigidas, a identificação dos equipamentos principais necessários e a &#xD;
definição de uma estrutura adequada para o laboratório. O estudo teve caráter aplicado e &#xD;
exploratório, iniciando com uma revisão bibliográfica. As principais fontes de pesquisa foram &#xD;
bases de dados reconhecidas, como Google Acadêmico, Scielo e Pubmed, com o foco voltado &#xD;
para as regulamentações necessárias para a implantação de laboratórios. Após levantamentos &#xD;
sobre o tema de como montar um laboratório de citologia, foram identificados os seguintes &#xD;
passos: dispor de infraestrutura adequada, obter a autorização da Vigilância Sanitária, &#xD;
contratar um responsável técnico (RT) habilitado, adquirir os equipamentos e materiais &#xD;
necessários e implementar um sistema de gestão da qualidade. Compreendendo estas etapas, &#xD;
os citologistas empreendedores terão uma breve noção para implantar o laboratório de &#xD;
citopatologia.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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