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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-10-08T18:22:39Z</updated>
  <dc:date>2026-10-08T18:22:39Z</dc:date>
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    <title>Quebrando o código binário : a salvaguarda de filmes LGBTQIAPN+ em instituições independentes no Brasil.</title>
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      <name>Betini, Panacea</name>
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    <updated>2026-10-01T10:33:38Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Quebrando o código binário : a salvaguarda de filmes LGBTQIAPN+ em instituições independentes no Brasil.
Autor(es): Betini, Panacea
Resumo: A presente pesquisa analisa os processos de preservação e salvaguarda da memória do cinema LGBTQIAPN+ brasileiro em instituições independentes, buscando compreender os desafios técnicos, institucionais e políticos envolvidos na conservação desses acervos. Parte-se do entendimento de que os processos de patrimonialização e construção da memória são atravessados por disputas de poder que historicamente marginalizaram as dissidências sexuais e de gênero, refletindo diretamente na preservação de seus registros audiovisuais. Para alcançar esse objetivo, realizou-se uma pesquisa de abordagem qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, fundamentada em revisão bibliográfica, análise documental, análise filmográfica e aplicação de questionário estruturado junto a instituições brasileiras que desenvolvem ações relacionadas à preservação da memória LGBTQIAPN+. Os resultados evidenciam que as instituições independentes desempenham papel central na identificação, organização e salvaguarda da memória LGBTQIAPN+, embora enfrentem limitações significativas relacionadas à insuficiência de recursos financeiros, à ausência de infraestrutura adequada, à escassez de profissionais especializados e à fragilidade das políticas institucionais de preservação. Em contrapartida, observou-se que instituições públicas apresentam melhores condições estruturais, porém nem sempre desenvolvem políticas específicas voltadas às memórias dissidentes. A pesquisa também identificou que a baixa adesão institucional ao levantamento constitui, por si só, um indicativo das dificuldades de reconhecimento e institucionalização da memória LGBTQIAPN+ no campo patrimonial brasileiro. Conclui-se que a preservação do cinema LGBTQIAPN+ ultrapassa a dimensão técnica da conservação audiovisual, configurando-se como uma disputa pelo direito à memória, ao patrimônio e à representação, reforçando a necessidade de fortalecimento das políticas públicas e do reconhecimento institucional dessas iniciativas.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Herança africana e comunicação museológica : uma análise do Museu da Inconfidência e da Mina Du Veloso em Ouro Preto.</title>
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      <name>Silva, Rafael Rodrigues da</name>
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    <updated>2026-10-01T09:44:47Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Herança africana e comunicação museológica : uma análise do Museu da Inconfidência e da Mina Du Veloso em Ouro Preto.
Autor(es): Silva, Rafael Rodrigues da
Resumo: A pesquisa analisa as formas de representação e comunicação da presença africana em dois &#xD;
espaços patrimoniais de Ouro Preto (MG): o Museu da Inconfidência e a Mina Du Veloso. &#xD;
Partindo da compreensão de que os museus e os processos de patrimonialização não são &#xD;
neutros, resultam de escolhas institucionais e disputas de memória. O estudo buscou &#xD;
compreender como diferentes estratégias museológicas, expográficas e educativas &#xD;
influenciam a construção das narrativas sobre a população negra na história local. A &#xD;
investigação teve como objetivo analisar de que maneira esses espaços comunicam e &#xD;
representam as contribuições africanas e afro-brasileiras para a formação histórica, cultural e &#xD;
econômica da cidade. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, de natureza exploratória e &#xD;
descritiva, fundamentada principalmente em revisão bibliográfica e documental. Foram &#xD;
consultados livros, artigos científicos, documentos institucionais, catálogos de exposições e &#xD;
produções acadêmicas relacionadas à museologia, patrimônio cultural, memória social, &#xD;
afroturismo e presença africana em Ouro Preto. Complementarmente, foram realizadas visitas &#xD;
técnicas aos espaços investigados, com observação dos elementos expográficos, das &#xD;
estratégias comunicacionais e das formas de mediação adotadas pelas instituições. Os &#xD;
resultados evidenciaram que o processo de patrimonialização de Ouro Preto foi &#xD;
historicamente marcado pela valorização de narrativas associadas à Inconfidência Mineira e &#xD;
ao patrimônio colonial, enquanto as contribuições africanas permaneceram, por longos &#xD;
períodos, em posição secundária. Verificou-se que o Museu da Inconfidência tem apresentado &#xD;
movimentos de ampliação dessas narrativas, especialmente por meio da criação da Sala &#xD;
Afro-brasilidades, inaugurada em 2025. Em contrapartida, a Mina Du Veloso desenvolve uma &#xD;
proposta comunicacional centrada na valorização da inteligência africana, das memórias &#xD;
comunitárias e da experiência territorial como elementos fundamentais para a interpretação do &#xD;
patrimônio minerário. Conclui-se que ambos os espaços apresentam estratégias distintas de &#xD;
comunicação museológica, mas contribuem para ampliar o debate sobre memória, patrimônio &#xD;
e representatividade. A pesquisa permite observar a necessidade de construção de narrativas &#xD;
patrimoniais mais plurais e inclusivas, capazes de reconhecer o protagonismo histórico, &#xD;
cultural e tecnológico das populações africanas e afro-brasileiras na formação de Ouro Preto &#xD;
e, consequentemente do Brasil.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Memória e patrimônio sobre o pelourinho de Mariana (MG) : uma análise sobre sua existência e seu papel nos tempos atuais.</title>
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      <name>Oliveira, Laura Eliza Valentim de</name>
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    <updated>2026-09-22T00:35:23Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Memória e patrimônio sobre o pelourinho de Mariana (MG) : uma análise sobre sua existência e seu papel nos tempos atuais.
Autor(es): Oliveira, Laura Eliza Valentim de
Resumo: Esta pesquisa em desenvolvimento tem como intuito analisar a existência e reinserção do monumento Pelourinho, localizado no centro histórico da cidade de Mariana (Minas Gerais), e problematizar qual o seu papel nos tempos atuais. Este monumento foi inaugurado nos anos 1980 do século XX, teve sua reconstrução baseada em um projeto de preservação da memória mineira nos anos 1930, idealizada por Salomão de Vasconcellos e continuada por Sylvio de Vasconcellos. Importante destacar que esta pesquisa ocorre pela inquietação do que este monumento representa, pois se trata de um objeto de tortura e impacto para a população negra da cidade. A forma silenciosa e planejada no qual este monumento foi reinserido na cidade de Mariana, pois ele se encontra no cartão postal da cidade, a Praça Minas Gerais, e faz parte do patrimônio histórico do Estado de Minas Gerais. Com base nos estudos da Memória Social e da Museologia das Memórias Traumáticas, apresento uma reflexão de como a construção de monumentos históricos estão ligados às relações sociais e a construção de memória usada para representar o passado, construir e apagar narrativas que refletem na sociedade diretamente. Partindo da ideia de como a construção social brasileira está ligada a estrutura de poder político, determinando o lugar de cada indivíduo de forma racializada, negros e brancos, de forma hierárquica, influenciaram em como a história de ambos fora retratada para a sociedade, e a forma em que são representadas determinam o seu valor e o silenciamento produzido na história brasileira. Esta pesquisa tem como base a análise da documentação primária sobre monumento no Arquivo do IPHAN na cidade de Mariana. Sendo o questionamento central voltado para reinserção do Pelourinho na cidade e sua representação na atualidade. Qual intuito de remontar um monumento que representa a memória de dor do outro e incorporar elementos arquitetônicos como volutas e não lhe dar o devido respeito? Por fim, refletir sobre os efeitos do apagamento e silenciamento de memórias dos negros brasileiros, e como algumas instituições nacionais ainda retratam a memória do afro-brasileiro banalizando todo o sofrimento ali representando. É preciso refletir e mudar essas representações no intuito de construir um caminho ético e consciente para lidar com memórias traumáticas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Resistência e Memória : o memorial da resistência de São Paulo como modelo da museologia social.</title>
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      <name>Esmeraldo, Liliana Laia</name>
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    <updated>2026-09-22T00:09:43Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Resistência e Memória : o memorial da resistência de São Paulo como modelo da museologia social.
Autor(es): Esmeraldo, Liliana Laia
Resumo: O presente trabalho, intitulado "Resistência e Memória: O Memorial da Resistência de&#xD;
São Paulo como Modelo de Museologia Social", analisa a trajetória do Memorial da&#xD;
Resistência de São Paulo desde sua origem como sede do Departamento Estadual&#xD;
de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops/SP) até sua atual função como&#xD;
espaço de preservação da memória e da história política do Brasil. A pesquisa&#xD;
investiga a relação entre o Memorial e os conceitos de memória, musealização e&#xD;
patrimônio cultural, abordando suas exposições, ações educativas e impacto na&#xD;
preservação da memória coletiva. Por meio da Museologia Social, o estudo evidencia&#xD;
como a construção de narrativas e práticas museológicas transforma o Memorial em&#xD;
um espaço de reflexão sobre resistência e repressão. Dessa forma, busca-se&#xD;
compreender o papel do Memorial na valorização da memória coletiva e na&#xD;
disseminação de informações sobre a luta pelos direitos humanos no Brasil.&#xD;
Palavras-chave: Memorial da Resistência, memória, resistência, museologia social,&#xD;
musealização, repressão política, direitos humanos.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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