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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-14T17:41:39Z</updated>
  <dc:date>2026-04-14T17:41:39Z</dc:date>
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    <title>Síndrome de Burnout e suas estratégias de enfrentamento na Atenção Primária a Saúde : uma revisão narrativa.</title>
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      <name>Sousa, Jéssica Antunes Dias e</name>
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    <updated>2026-03-25T19:53:02Z</updated>
    <published>2024-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Síndrome de Burnout e suas estratégias de enfrentamento na Atenção Primária a Saúde : uma revisão narrativa.
Autor(es): Sousa, Jéssica Antunes Dias e
Resumo: “Burnout” é uma síndrome de exaustão emocional, despersonalização e redução da &#xD;
realização pessoal, inicialmente descrita pelo psiquiatra H. J. Freudenberger, em &#xD;
1974, e popularizada pela psicóloga social Christina Maslach. É prevalente entre &#xD;
profissionais de saúde, como médicos de família e comunidade e generalistas, devido &#xD;
à intensa carga emocional e variedade de responsabilidades. A síndrome não só &#xD;
impacta negativamente e individualmente os profissionais, mas também afeta a &#xD;
eficácia organizacional e os custos com saúde. Estratégias de intervenção são &#xD;
essenciais para mitigar esses efeitos e promover ambientes de trabalho mais &#xD;
saudáveis na atenção primária à saúde. A presente revisão sugere estratégias &#xD;
adaptativas e contextualizadas, pelo âmbito individual, coletivo e organizacional &#xD;
visando implementar, monitorar e avaliar intervenções eficazes contra esse desafio &#xD;
crescente.</summary>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Primeiras orientações ao prescritor de cannabis medicinal : uma revisão narrativa baseada na literatura científica e na atual regulamentação brasileira.</title>
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      <name>Batista, Manuela Marques</name>
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    <updated>2025-07-21T17:24:20Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Primeiras orientações ao prescritor de cannabis medicinal : uma revisão narrativa baseada na literatura científica e na atual regulamentação brasileira.
Autor(es): Batista, Manuela Marques
Resumo: Embora sejam crescentes os estudos envolvendo a maconha, muitos profissionais ainda&#xD;
enfrentam dificuldades ao prescrevê-la devido à falta de formação adequada sobre o uso&#xD;
terapêutico da planta, além de uma possível estigmatização do paciente. A descoberta do&#xD;
sistema endocanabinoide nas últimas décadas marcou um ponto de virada significativo na&#xD;
compreensão científica dos efeitos biológicos da cannabis, impulsionando um renovado&#xD;
interesse em suas aplicações medicinais. O sistema endocanabinoide é composto por&#xD;
receptores localizados em todo o corpo e é essencial para a modulação de alguns importantes&#xD;
processos fisiológicos, como dor, humor, apetite, motivação, equilíbrio, memória e sistema&#xD;
imunológico. Este trabalho busca trazer um panorama geral sobre os principais conceitos da&#xD;
terapia canábica, visando facilitar a prescrição e o acesso à maconha medicinal.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Elaboração de um protocolo de implementação de cuidados paliativos para o serviço de atenção domiciliar do município de Ouro Preto - MG.</title>
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      <name>Silva, Maryane de Oliveira</name>
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    <id>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8000</id>
    <updated>2025-06-16T13:06:22Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Elaboração de um protocolo de implementação de cuidados paliativos para o serviço de atenção domiciliar do município de Ouro Preto - MG.
Autor(es): Silva, Maryane de Oliveira
Resumo: Os cuidados paliativos buscam melhorar a qualidade de vida de pacientes com&#xD;
doenças graves, oferecendo alívio do sofrimento e suporte integral às necessidades&#xD;
físicas, emocionais, sociais e espirituais, além de amparo aos familiares. Com o&#xD;
envelhecimento populacional e o aumento de doenças crônicas, a atenção domiciliar&#xD;
surge como alternativa para uma assistência humanizada, especialmente em&#xD;
municípios como Ouro Preto, Minas Gerais. Apesar dos avanços globais e nacionais na&#xD;
integração dos cuidados paliativos aos sistemas de saúde, persistem desigualdades no&#xD;
acesso, principalmente em regiões afastadas, destacando a necessidade de&#xD;
articulação entre atenção primária e domiciliar. Em Ouro Preto, a implantação do&#xD;
Serviço de Atenção Domiciliar (SAD) em 2024 revela desafios como a falta de&#xD;
protocolos estruturados, dificuldades no fornecimento de insumos e medicamentos, e&#xD;
limitações em recursos humanos e materiais. A maioria dos pacientes atendidos é&#xD;
idosa, classificada em AD 1 (menor complexidade), enquanto poucos se enquadram&#xD;
em AD 3 (maior gravidade). A elaboração de um protocolo local baseia-se em diretrizes&#xD;
nacionais e internacionais, incorporando escalas como SPICT-BR, NECPAL-BR, PPS e&#xD;
ESAS, além de ferramentas para avaliar funcionalidade, sintomas, sobrecarga do&#xD;
cuidador e espiritualidade. Contudo, a ausência de muitos medicamentos essenciais na&#xD;
lista municipal dificulta o manejo de sintomas e o controle da dor. O protocolo, ao&#xD;
oferecer ferramentas para aprimorar as práticas, surge como uma proposta para&#xD;
identificar pontos críticos, qualificar a assistência e garantir maior conforto aos&#xD;
pacientes, reduzindo o sofrimento e fortalecendo a dignidade no cuidado.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Determinantes para o afastamento de médicos de família e comunidade formados pelo programa de Residência Médica da UFOP do ambiente de prática hospitalar em Ouro Preto.</title>
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      <name>Gomes, Francielle Evelyn Mendes</name>
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    <updated>2025-06-13T14:23:24Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Determinantes para o afastamento de médicos de família e comunidade formados pelo programa de Residência Médica da UFOP do ambiente de prática hospitalar em Ouro Preto.
Autor(es): Gomes, Francielle Evelyn Mendes
Resumo: Desde 1974, a Medicina de Família e Comunidade (MFC) se destaca pela atenção integral e contínua, focando nas necessidades diversas dos pacientes. No Brasil, a formação em MFC é consolidada através de residências médicas que integram estágios em atenção primária e hospitalar, preparando médicos para lidar com situações complexas e coordenar o cuidado. Apesar de um treinamento hospitalar significativo no Programa de Residência Médica em MFC (PRMMFC) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), a presença de médicos de família no hospital local, a Santa Casa de Misericórdia de Ouro Preto (SCMOP), é limitada. Este trabalho busca entender por que os médicos formados pelo PRMMFC se afastam dos cuidados hospitalares. A pesquisa qualitativa e transversal extraiu dados de um grupo focal com sete médicos de família e comunidade formados pela UFOP. Os resultados indicaram que o ambiente organizacional hospitalar e o estigma em relação à MFC são fatores importantes para o afastamento desses especialistas do ambiente hospitalar em Ouro Preto, associados a aspectos pessoais e culturais, condições de trabalho, perspectiva sobre o cuidado, impactos da pandemia de COVID-19 e questões sobre supervisão e aprendizagem. Os médicos relatam que, apesar dos desafios, a prática hospitalar oferece benefícios para sua formação, como a ampliação do repertório clínico e a experiência em ambientes mais complexos. Por outro lado, a presença de médicos de família nos hospitais também enriquece a dinâmica hospitalar, trazendo uma visão mais abrangente e centrada no paciente. A análise sugere que a comunicação e a cooperação entre os níveis de atenção devem ser fortalecidas para melhorar a integração dos médicos de família nos hospitais. A valorização desses profissionais em contextos hospitalares é essencial para garantir a continuidade e a integralidade do cuidado, elementos centrais da MFC. O estudo ressalta, portanto, a importância de estratégias que promovam uma melhor colaboração entre os setores hospitalares e a atenção primária, reconhecendo o valor que os médicos de família agregam ao ambiente hospitalar e vice-versa.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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