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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-10-11T12:47:23Z</updated>
  <dc:date>2026-10-11T12:47:23Z</dc:date>
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    <title>Logística reversa de medicamentos: análise do papel da indústria farmacêutica e dos desafios envolvidos sob sua perspectiva.</title>
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      <name>Ribeiro, Thaís Aparecida Ferreira</name>
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    <updated>2026-10-02T14:54:20Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Logística reversa de medicamentos: análise do papel da indústria farmacêutica e dos desafios envolvidos sob sua perspectiva.
Autor(es): Ribeiro, Thaís Aparecida Ferreira
Resumo: Com o aumento do consumo de medicamentos e o crescimento do mercado farmacêutico, é possível prever um consequente aumento no volume de resíduos de medicamentos descartados de forma inadequada. Portanto, há uma preocupação com o gerenciamento desses resíduos, uma vez que características como inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade podem causar impactos no meio ambiente e na saúde pública. Diante disso, a Lei nº 12.305/2010, que regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos, e o Decreto nº 10.388/2020, obriga e responsabiliza a indústria e outros agentes da cadeia produtiva pela implementação de um sistema de logística reversa para o descarte ambientalmente adequado desses resíduos. Portanto, considerando a importância da indústria farmacêutica na cadeia produtiva, este estudo tem como objetivo analisar o papel dessas empresas na logística reversa de medicamentos pós-consumo e identificar os desafios envolvidos a partir de sua perspectiva, com base em uma revisão da legislação vigente e de uma revisão narrativa da literatura disponível nas bases de dados Google Scholar e Portal de Periódicos da Capes, publicados entre 2010 e 2025, utilizando critério de seleção específico. Como resultado, foram selecionados 5 artigos em que a partir da leitura completa observou-se que entre os desafios identificados durante as discussões setoriais sobre a implementação do sistema estavam os custos operacionais, a falta de infraestrutura adequada e a falta de conscientização dos consumidores. No entanto, mesmo após a implementação do programa LogMed, esses desafios ainda persistem, tornando necessário avaliá-los para resolvê-los e garantir a eficácia da logística reversa para medicamentos, promovendo assim o descarte correto desses produtos e reduzindo os impactos sobre o meio ambiente e a saúde pública.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação da associação do SNP rs7903146 no gene TCF7L2 com resistência à insulina, marcadores glicêmicos e obesidade em mulheres climatéricas.</title>
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      <name>Paccacini, Anna Chiara Peluso</name>
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    <updated>2026-10-02T11:27:08Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação da associação do SNP rs7903146 no gene TCF7L2 com resistência à insulina, marcadores glicêmicos e obesidade em mulheres climatéricas.
Autor(es): Paccacini, Anna Chiara Peluso
Resumo: O climatério representa um período de transição hormonal na vida da mulher que eleva o risco de Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) e obesidade, devido a alterações metabólicas, como o aumento da resistência à insulina. Fatores genéticos, como o polimorfismo de base única (SNP) rs7903146 no gene TCF7L2, estão ligados à susceptibilidade ao DM2 em diversas populações, influenciando a secreção de insulina e o metabolismo da glicose. Considerando a carência de estudos sobre o efeito deste polimorfismo em mulheres climatéricas, população de risco para DM2 e obesidade, este estudo teve como objetivo avaliar a associação entre o SNP rs7903146, a resistência à insulina, índices glicêmicos e obesidade neste grupo. Para isso, foi conduzido um estudo transversal com 88 mulheres de 40 a 65 anos, com dosagens bioquímicas de glicose, insulina, hemoglobina glicada e triglicerídeos, e cálculo dos índices HOMA-IR e relação triglicerídeos/glicose (TyG) para avaliação da resistência à insulina. Foram realizadas medidas antropométricas (peso, altura e circunferências de cintura, quadril e pescoço, além do cálculo de IMC e relação cintura/quadril). A genotipagem do SNP rs7903146 foi realizada por PCR em tempo real utilizando o conjunto de sondas Taqman (Thermo Fisher®). Foi realizada entrevista para obtenção de informações sociodemográficas e histórico clínico e comportamental. A comparação dos dados entre os genótipos foi realizada pelo teste de qui-quadrado, para variáveis categóricas, e ANOVA ou teste de Kruskal-Wallis, para variáveis quantitativas. Valores de p&lt;0,05 foram considerados significativos. A frequência do genótipo CC foi de 11,3%, de indivíduos heterozigotos (CT) foi de 29,6%, e 59,2% apresentaram o genótipo polimórfico (TT). Quanto à frequência alélica, 73,2% das participantes possuíam o alelo T. Não houve diferença entre as frequências genotípicas e alélicas e a obesidade, avaliada pelos parâmetros antropométricos. Embora não tenha sido encontrada associação estatisticamente significativa com DM2 ou controle glicêmico, os genótipos CC+CT foram mais frequentes em mulheres com resistência à insulina (42,6%, n=23) do que naquelas mais sensíveis ao hormônio (26,7%, n=4) (p=0,264). Entre as pacientes diabéticas, observou-se maior frequência do genótipo TT entre aquelas com bom controle glicêmico (66,7%, n=20), enquanto os genótipos CC+CT prevaleceram no grupo sem controle glicêmico adequado (54,5%, n=6) (p=0,217). Conclui-se que, apesar da ausência de significância estatística, o genótipo TT pode estar associado à maior sensibilidade insulínica entre mulheres climatéricas, reforçando a relevância de investigar este polimorfismo nesta população, sendo necessária a continuidade do estudo com maior n amostral para validar esses achados.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Aprimoramento de sequências peptídicas com potencial biomarcador e antitumoral atuantes no câncer de mama através de análises in silico.</title>
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      <name>Marcarini, Ana Carolini Almeida</name>
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    <updated>2026-09-23T12:17:36Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Aprimoramento de sequências peptídicas com potencial biomarcador e antitumoral atuantes no câncer de mama através de análises in silico.
Autor(es): Marcarini, Ana Carolini Almeida
Resumo: O câncer de mama é uma das principais causas de mortalidade entre mulheres, caracterizando-se pelo crescimento desordenado de células mamárias resultante de mutações genéticas. Embora abordagens terapêuticas convencionais, como cirurgia, quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia, sejam amplamente empregadas, seus efeitos colaterais e baixa seletividade ainda representam desafios clínicos importantes. Nesse contexto, o presente estudo teve como propósito investigar o potencial terapêutico de peptídeos com propriedades antitumorais, visando ao desenvolvimento de alternativas mais seguras e eficazes no tratamento do câncer de mama. Foram selecionadas nove sequências peptídicas previamente identificadas com possível&#xD;
aplicação terapêutica, que passaram por modificações estruturais e análises computacionais utilizando ferramentas de predição de atividade antitumoral e imunogenicidade. As sequências com melhores resultados foram submetidas a estudos de docking molecular, permitindo avaliar a afinidade e a estabilidade das interações entre os peptídeos e proteínas-alvo associadas à carcinogênese mamária. Os complexos que apresentaram maior estabilidade e interação favorável indicaram que o aprimoramento das sequências contribuiu para o aumento de seu potencial antitumoral. As sequências selecionadas foram então sintetizadas em fase sólida e caracterizadas por espectrometria de massas, etapa que antecede os testes de citotoxicidade in vitro. Os resultados obtidos reforçam a aplicabilidade dos peptídeos como agentes terapêuticos promissores e destacam a importância das análises in silico como ferramenta estratégica no desenvolvimento de novas terapias direcionadas contra o câncer de mama.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Prevalência das infecções sexualmente transmissíveis na população de Ouro Preto e fatores associados.</title>
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      <name>Antunez, Júlya Ribeiro</name>
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    <updated>2026-09-22T10:34:09Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Prevalência das infecções sexualmente transmissíveis na população de Ouro Preto e fatores associados.
Autor(es): Antunez, Júlya Ribeiro
Resumo: Introdução: As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) constituem um desafio &#xD;
relevante à saúde pública. Nesse contexto, a utilização de testagens rápidas tem se &#xD;
destacado como uma estratégia diagnóstica de baixo custo e elevada eficácia, &#xD;
possibilitando a detecção de sífilis, HIV e hepatites B e C, mesmo em ambientes com &#xD;
recursos limitados. Desta forma, desempenha papel fundamental para o rastreio &#xD;
sistemático e início de protocolos de tratamento. Ademais, a integração de estratégias &#xD;
de saúde pública com fatores associados a diversidade sociocultural e econômica, &#xD;
respaldadas por diretrizes internacionais, evidencia a importância de ações &#xD;
coordenadas, como as implementadas em iniciativas regionais, que visam ampliar o &#xD;
acesso ao diagnóstico e ao manejo integrado, além de promover melhores desfechos &#xD;
e otimizar os recursos de saúde disponíveis. Métodos: Os dados foram obtidos via &#xD;
questionário aplicado aos pacientes que realizaram testagem rápida para sífilis, &#xD;
hepatite B, hepatite C e HIV dentro do laboratório de análises clínicas de Ouro Preto &#xD;
(LAPAC), em que são coletadas variáveis sociodemográficas e culturais para &#xD;
levantamento estatístico e relato. Principais resultados: houve a participação de 101 &#xD;
pessoas, das quais 99 foram incluídas na análise de dados. A variação de idade foi &#xD;
de 14 à 69 anos, com 68,69% participantes mulheres, e 31,31% homens. Apenas &#xD;
testes de sífilis apresentaram resultados reagentes (6,06%). Foi observado a &#xD;
tendência para escolha de preservativos como forma de prevenção contra ISTs &#xD;
(54,55%), contudo uma parcela da população não usa métodos de prevenção algum &#xD;
(33,33%); considerando a população LGBTQIAPN+ presente no estudo, entre os 17 &#xD;
participantes apenas 1 não faz o uso de preservativo, enquanto a população &#xD;
heterossexual apresenta quase metade de sua categoria como não usuária de &#xD;
métodos de prevenção contra ISTs. Os dados gerados fundamentam e orientam a &#xD;
importância de ações integradas que promovam o diagnóstico precoce, a efetivação &#xD;
do tratamento adequado e a conscientização contínua.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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