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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-07-13T20:09:25Z</updated>
  <dc:date>2026-07-13T20:09:25Z</dc:date>
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    <title>Estratégias de inclusão para estudantes com deficiência visual nos anos iniciais do ensino fundamental : desenvolvimento de um plano educacional individualizado.</title>
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      <name>Ladeira, Thalles Azevedo</name>
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    <updated>2026-06-08T20:21:04Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estratégias de inclusão para estudantes com deficiência visual nos anos iniciais do ensino fundamental : desenvolvimento de um plano educacional individualizado.
Autor(es): Ladeira, Thalles Azevedo
Resumo: O presente Trabalho de Conclusão de Curso, intitulado “Estratégias de Inclusão para Estudantes com Deficiência Visual nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental: Desenvolvimento de um Plano Educacional Individualizado”, analisa a importância da educação inclusiva para estudantes com deficiência visual nos anos iniciais do Ensino Fundamental, enfatizando a construção de estratégias pedagógicas adaptadas por meio de um Plano Educacional Individualizado (PEI). O estudo parte da compreensão de que a inclusão escolar é um direito garantido pela legislação brasileira, especialmente pela Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e pela Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. A pesquisa destaca que a escola contemporânea deve se adaptar às necessidades dos estudantes e não exigir que o aluno se adapte às limitações institucionais. Com base nos referenciais teóricos de autores como Lev Vygotsky, Rosana Glat e Márcia Denise Pletsch, o trabalho discute a importância da abordagem histórico-cultural no processo de aprendizagem, enfatizando o papel da mediação social, da interação coletiva e das potencialidades individuais no desenvolvimento humano. O estudo também ressalta que a deficiência não deve ser compreendida apenas como limitação, mas como uma condição que exige oportunidades, acessibilidade e estratégias adequadas de ensino.Como percurso metodológico, o trabalho utiliza como inspiração o curtametragem “As cores das flores” (ONCE, 2010), que aborda de forma sensível a inclusão de um estudante com cegueira no ambiente escolar. A partir dessa referência, foi elaborado um modelo de PEI para um aluno fictício chamado Diego, estudante com cegueira total matriculado no 5º ano do Ensino Fundamental. O plano apresenta levantamento de habilidades, dificuldades, objetivos pedagógicos, adequações curriculares e ambientais, metodologias inclusivas e estratégias de avaliação adaptadas. Entre os recursos propostos estão o uso do sistema Braille, tecnologias assistivas, materiais táteis, audiobooks e práticas colaborativas de ensino.&#xD;
O trabalho conclui que o PEI deve ser um instrumento dinâmico, construído coletivamente entre professores, família e equipe pedagógica, visando promover autonomia, autoestima, acessibilidade e participação efetiva do estudante com deficiência visual. Além disso, enfatiza que a formação continuada dos educadores e o compromisso ético com a diversidade são fundamentais para a construção de uma escola verdadeiramente inclusiva.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Práticas pedagógicas integradoras : inferências para um currículo vivo na educação infantil.</title>
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      <name>Santos, Juliane dos</name>
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    <updated>2026-05-21T19:58:45Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Práticas pedagógicas integradoras : inferências para um currículo vivo na educação infantil.
Autor(es): Santos, Juliane dos
Resumo: A Educação Infantil é fundamental para o desenvolvimento integral da criança,&#xD;
preparando-a para a vida social e acadêmica. Este artigo investiga como práticas&#xD;
pedagógicas integradoras, embasadas em autores como Vygotsky, Dewey e&#xD;
Malaguzzi, contribuem para a construção de um currículo vivo, que valoriza o&#xD;
protagonismo infantil, a interação social e o contexto das crianças. O estudo&#xD;
destaca a importância de um currículo flexível e contextualizado, capaz de&#xD;
promover aprendizagens significativas e respeitar a diversidade. Identificam-se&#xD;
também desafios para a implementação destas práticas, como a necessidade de&#xD;
formação docente adequada e a rigidez dos modelos tradicionais. Ressalta-se a&#xD;
urgência de ampliar pesquisas sobre a infância, que forneçam suporte teórico e&#xD;
científico para a criação de políticas públicas eficazes. Evidencia-se que investir&#xD;
em uma Educação Infantil de qualidade é essencial para formar cidadãos&#xD;
críticos, participativos e conscientes, capazes de atuar na construção de uma&#xD;
sociedade mais justa e inclusiva.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Políticas educacionais e desafios da EJA : um estudo de caso sobre a troca de saberes em uma escola da rede estadual de Viçosa-MG.</title>
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      <name>Santos, Danielle Aparecida dos</name>
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    <updated>2026-05-21T17:19:59Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Políticas educacionais e desafios da EJA : um estudo de caso sobre a troca de saberes em uma escola da rede estadual de Viçosa-MG.
Autor(es): Santos, Danielle Aparecida dos
Resumo: Este estudo de caso analisa as metodologias pedagógicas e os desafios enfrentados na Educação de Jovens e Adultos (EJA) no Ensino Médio em uma escola pública de Viçosa-MG, visando compreender como práticas educacionais podem contribuir para a permanência e o sucesso dos alunos. O problema investigado refere-se à insuficiência de formação docente específica, à falta de materiais didáticos contextualizados, à rigidez curricular e à inadequação do atendimento a alunos com necessidades especiais, o que compromete a qualidade do ensino e a inclusão. A justificativa do estudo fundamenta-se na importância de oferecer uma educação que valorize a trajetória dos educandos e que dialogue com suas realidades sociais, garantindo aprendizagens significativas. A pesquisa utiliza abordagem qualitativa, combinando revisão bibliográfica atualizada com observação direta e sondagem realizada com os educadores os estudantes, e à vice direção da EJA. Os resultados indicam que metodologias ativas, contextualização curricular, educação problematizadora e avaliação contínua promovem maior engajamento e protagonismo dos alunos, quando implementadas adequadamente. A pesquisa destaca ainda a necessidade de políticas públicas mais sensíveis às particularidades da EJA, especialmente no que tange à flexibilização curricular e à inclusão educacional. Conclui-se que a qualificação docente, o desenvolvimento de materiais contextualizados e a criação de ambientes educacionais acolhedores são essenciais para fortalecer a aprendizagem e a formação de Jovens e adultos para a cidadania. Recomenda-se que futuras investigações explorem práticas pedagógicas inovadoras, estratégias de inclusão e a reestruturação dos tempos escolares para a modalidade.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Gamificação na alfabetização : jogos físicos e digitais como estratégia pedagógica.</title>
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      <name>Melo, Ana Carolina Santana de</name>
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    <updated>2026-03-19T17:59:49Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Gamificação na alfabetização : jogos físicos e digitais como estratégia pedagógica.
Autor(es): Melo, Ana Carolina Santana de
Resumo: Este trabalho apresenta um relato de experiência sobre o uso da gamificação no processo de alfabetização de alunos do 2º ano do Ensino Fundamental, em uma escola pública de Congonhas/MG. A proposta consistiu em aplicar uma sequência didática com jogos gamificados físicos e, posteriormente, digitais, buscando analisar as diferenças no engajamento dos estudantes. A metodologia envolveu observação participante com registros em diário de campo, considerando as dimensões comportamental, emocional e cognitiva do engajamento. Os resultados evidenciaram que ambas as abordagens promoveram aprendizagem significativa, porém com nuances distintas: os jogos físicos favoreceram a concentração e o trabalho colaborativo, enquanto os jogos digitais despertaram maior entusiasmo e motivação, devido ao uso de elementos audiovisuais e tecnológicos. Conclui-se que o planejamento intencional do ambiente de aprendizagem é mais determinante para o engajamento do que o tipo de recurso utilizado. A integração equilibrada entre jogos físicos e digitais pode potencializar o processo de alfabetização de forma lúdica e eficaz.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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