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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-14T11:48:30Z</updated>
  <dc:date>2026-04-14T11:48:30Z</dc:date>
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    <title>Caracterização litoestrutural e implicações metalogenéticas do contato entre o Supergrupo Rio das Velhas e Complexo Bação na região de Acuruí, Quadrilátero Ferrífero - MG.</title>
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      <name>Silva, Cassiano Emílio da</name>
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    <updated>2026-04-10T22:51:07Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caracterização litoestrutural e implicações metalogenéticas do contato entre o Supergrupo Rio das Velhas e Complexo Bação na região de Acuruí, Quadrilátero Ferrífero - MG.
Autor(es): Silva, Cassiano Emílio da
Resumo: Este trabalho foca na investigação do contato do Complexo do Bação com o Supergrupo Rio das Velhas na região de Acuruí, distrito de Itabirito, no Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais. Esse contato é cartografado como uma zona de cisalhamento na escala 1:25.000. Zonas de cisalhamento são estruturas geológicas conhecidas pela sua importância no alojamento de depósitos de ouro orogênico, atuando como condutos e locais de deposição de fluidos mineralizantes. No contexto específico do Quadrilátero Ferrífero, essas estruturas possuem um papel fundamental no controle da mineralização aurífera. Nesse cenário, a região de Acuruí apresenta potencial para a ocorrência de ouro orogênico. Devido a esses vetores prospectivos&#xD;
para ouro, foi definido uma região de aproximadamente 8 km2 na qual foi feita uma investigação em detalhe na escala 1:5.000. O trabalho de campo consistiu no mapeamento geológico com foco na caracterização litoestrutural das unidades presentes, e seu potencial com circulação de fluidos mineralizantes. Durante essa etapa foram também coletadas amostras representativas das principais unidades mapeadas. As amostras foram posteriormente submetidas a análises macroscópicas e microscópicas em lâmina delgada. De forma complementar foram realizadas análise de uma amostra por Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) acoplada à Espectrometria de Energia Dispersiva (EDS). Os resultados permitiram a individualização de&#xD;
três litotipos: Gnaisses milonitizado, Xistos e Intrusões pegmatíticas. As análises petrográficas evidenciam uma assembleia mineralógica condizente com literatura para depósitos de ouro orogênico, incluindo minerais como clorita, arsenopirita, turmalina, galena, escorodita entre outros. A presença de veios de quartzo atesta a circulação intensa de fluidos hidrotermais, e a ocorrência de protomilonitos e milonitos confirmam a presença da zona de cisalhamento, e reforçam o potencial mineral aurífero da região.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação de métodos de análise de durabilidade de rochas básicas do Quadrilátero Ferrífero (MG).</title>
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      <name>Silva, Bárbara Rodrigues</name>
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    <updated>2026-03-27T15:23:27Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação de métodos de análise de durabilidade de rochas básicas do Quadrilátero Ferrífero (MG).
Autor(es): Silva, Bárbara Rodrigues
Resumo: As rochas ígneas de composição básica são amplamente empregadas em obras de engenharia&#xD;
devido à sua elevada resistência mecânica. Entretanto, quando expostas a novas condições ambientais&#xD;
decorrentes de escavações, desconfinamento e alteração físico-química, podem sofrer degradação&#xD;
significativa, comprometendo o desempenho geotécnico de taludes, fundações e estruturas associadas.&#xD;
No Quadrilátero Ferrífero (MG), esses litotipos ocorrem principalmente como diques intrusivos nos&#xD;
supergrupos Minas e Rio das Velhas, onde sua durabilidade variável representa um fator de risco&#xD;
relevante em cavas de mineração. Nesse contexto, o presente trabalho teve como objetivo geral avaliar&#xD;
o grau de degradação, ou seja, da durabilidade de rochas básicas provenientes de três minas da região,&#xD;
buscando compreender os mecanismos de alteração envolvidos e a coerência entre diferentes métodos&#xD;
laboratoriais utilizados para quantificação desse comportamento. As amostras foram submetidas a&#xD;
caracterizações física, química, mineralógica e petrográfica, além de ensaios de absorção de água,&#xD;
porosidade aparente, Índice de Durabilidade Slake, ciclos de saturação e secagem em estufa e&#xD;
lixiviação contínua em extrator Soxhlet, estes últimos com procedimentos expeditos propostos na&#xD;
literatura para redução do tempo experimental. Uma amostra de gnaisse foi incluída como referência&#xD;
por sua reconhecida alta durabilidade. De forma geral, quatro dos cinco indicadores analisados&#xD;
apresentaram tendências convergentes, demonstrando coerência entre a metodologia expedita adotada&#xD;
e os métodos consagrados de avaliação de alterabilidade. Os resultados reforçam que a combinação&#xD;
entre caracterização mineralógica, ensaios físico-mecânicos e testes acelerados de ciclagem é&#xD;
essencial para compreender o comportamento de durabilidade das rochas básicas do Quadrilátero&#xD;
Ferrífero. Ainda, conclui-se que são necessárias investigações adicionais, com aumento do número de&#xD;
amostras e execução de ciclagens naturais, para o avanço na definição de indicadores confiáveis de&#xD;
durabilidade destas rochas.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Caracterização petrográfica dos pegmatitos e rochas encaixantes da sub-bacia do Ribeirão Piauí, Distrito Pegmatítico de Araçuaí.</title>
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      <name>Campos, Mauro Célio Silva</name>
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    <updated>2026-03-25T14:34:07Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caracterização petrográfica dos pegmatitos e rochas encaixantes da sub-bacia do Ribeirão Piauí, Distrito Pegmatítico de Araçuaí.
Autor(es): Campos, Mauro Célio Silva
Resumo: O Distrito Pegmatítico de Araçuaí (DPA), localizado na porção centro-oeste da Província Pegmatítica Oriental, no nordeste de Minas Gerais, destaca-se mundialmente pela abundância de depósitos de lítio, gemas e rochas ornamentais. No cenário atual de transição energética, o lítio é fundamental para a fabricação de baterias, sendo os pegmatitos neoproterozoicos do DPA as principais reservas nacionais deste recurso. No DPA, os principais corpos pegmatíticos concentram-se na sub-bacia do Ribeirão Piauí, área foco deste estudo. Apesar de sua relevância econômica e da longa tradição de exploração mineral, a região ainda carece de investigações geológicas detalhadas, especialmente quanto à caracterização dos pegmatitos e de suas rochas encaixantes. Neste contexto, este trabalho realizou a caracterização petrográfica, textural e tipológica de corpos pegmatíticos e de suas rochas encaixantes na sub-bacia do Ribeirão Piauí e em áreas adjacentes. A metodologia envolveu campanha de campo para a coleta sistemática e a análise de lâminas delgadas sob microscópio óptico, visando descrever as assembleias mineralógicas e o zoneamento interno desses corpos. Foram reconhecidos cinco grupos principais de corpos pegmatíticos com base no zoneamento interno e mineralógico: com (i) granada, (ii) espodumênio, (iii) turmalina preta, (iv) turmalina preta e pirita, e (v) turmalina verde e lepidolita. As assembleias mineralógicas são compostas por quartzo, feldspato e micas, além de minerais portadores de lítio, como espodumênio, lepidolita e ambligonita. Os diferentes grupos variam de corpos homogêneos pouco diferenciados a pegmatitos zonados. Os pegmatitos são encontrados nas rochas metassedimentares das formações Salinas e Ribeirão da Folha. Os porfiroblastos de cordierita nessas rochas sugerem condições de temperatura e pressão compatíveis com a estabilidade do espodumênio, enquanto o epidoto e a pirita indicam a percolação de fluidos hidrotermais tardios associada à evolução do sistema. Os resultados sugerem um modelo genético no qual os pegmatitos do DPA se formaram pela diferenciação avançada de magmas graníticos peraluminosos (Supersuítes G2 e G4) durante o estágio tardio do Orógeno Araçuaí. A interação entre pegmatitos e rochas encaixantes pode ter sido fundamental para a concentração de lítio. Assim, o estudo demonstra que a caracterização petrográfica detalhada é uma ferramenta eficiente e de baixo custo para compreender a gênese e a evolução de pegmatitos, fornecendo indicativos para estudos metalogenéticos e para a prospecção mineral na região.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Caracterização estrutural do Lineamento Caeté no Quadrilátero Ferrífero - MG.</title>
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      <name>Santos, Scarlety Ellen Patrocinio</name>
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    <id>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8941</id>
    <updated>2026-03-25T13:36:42Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Caracterização estrutural do Lineamento Caeté no Quadrilátero Ferrífero - MG.
Autor(es): Santos, Scarlety Ellen Patrocinio
Resumo: O presente trabalho realiza a caracterização estrutural do Lineamento Caeté, situado no&#xD;
Quadrilátero Ferrífero (QFe), com base em mapeamento morfoestrutural, levantamento de&#xD;
campo e extração manual e automática de lineamentos. Os resultados obtidos indicam que, ao&#xD;
contrário da concepção clássica de um traço linear único, o Lineamento Caeté corresponde a&#xD;
um feixe de estruturas paralelas de direção aproximada N120E, concentrado na porção central&#xD;
da Serra das Cambotas. Esse feixe é constituído por falhas transcorrentes, fraturas conjugadas,&#xD;
veios de quartzo dobrados e zonas de cisalhamento rúptil–dúctil, configurando um corredor&#xD;
tectônico ativo em múltiplas fases deformacionais. As análises estruturais revelaram que o&#xD;
lineamento se enquadra em um sistema do tipo Riedel, marcado por cinemática sinistral inicial,&#xD;
posteriormente reativado por movimentação dextral. Essa evolução é atribuída às compressões&#xD;
E–W e N–S associadas às orogenias brasilianas, responsáveis pela movimentação de blocos&#xD;
crustais e pela geração de fraturas do sistema Riedel (R, R’, X, P, Y). As estruturas S–C, dobras&#xD;
assimétricas e lineações minerais evidenciam a atuação de regimes não coaxiais de deformação,&#xD;
reforçando o caráter transpressivo e a complexidade estrutural regional. Do ponto de vista&#xD;
metodológico, a extração automática de lineamentos permitiu a obtenção de grande número de&#xD;
traços estruturais, mas apresentou redundâncias associadas à iluminação direcional e às&#xD;
variações litológicas. O contraste do relevo mostrou-se determinante: serras quartzíticas e&#xD;
formações ferríferas sustentam lineamentos contínuos ou dissecados, enquanto áreas de&#xD;
embasamento intemperizado exibem traços difusos. A correlação entre extração manual e&#xD;
automática foi essencial para validar e refinar os resultados, indicando que o uso combinado de&#xD;
múltiplas imagens, poucos ângulos de iluminação e parâmetros ajustados aumenta a&#xD;
confiabilidade na identificação de descontinuidades estruturais. Em escala regional, o&#xD;
Lineamento Caeté integra o conjunto de descontinuidades Az 120°, associado ao Enxame de&#xD;
Diques Pará de Minas, compondo parte da arquitetura em megakink do setor meridional do&#xD;
Cráton São Francisco. As sucessivas reativações desse corredor indicam alta permeabilidade&#xD;
tectônica, o que favoreceu a circulação de fluidos hidrotermais e exerceu papel relevante na&#xD;
metalogênese do QFe, notadamente em depósitos de ferro e ouro. Em síntese, o Lineamento&#xD;
Caeté, na região da Serra das Cambotas, deve ser interpretado não como uma feição isolada,&#xD;
mas como um feixe de estruturas rúpteis e rúptil–dúcteis paralelas, que registra a complexa&#xD;
história de reativações brasilianas sobre estruturas paleoproterozoicas. Essa abordagem reforça&#xD;
a importância de metodologias integradas, combinando geologia estrutural de campo,&#xD;
sensoriamento remoto e técnicas automatizadas, para a compreensão de zonas de cisalhamento&#xD;
compostas e de sua influência no arcabouço geodinâmico e metalogenético do QFe.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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