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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-18T19:06:54Z</updated>
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    <title>Resistências : expressões artísticas de pertencimento ao território do Cabanas em Mariana (MG).</title>
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      <name>Jesus, Karina Luiza Lana de</name>
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    <updated>2026-04-17T14:46:15Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Resistências : expressões artísticas de pertencimento ao território do Cabanas em Mariana (MG).
Autor(es): Jesus, Karina Luiza Lana de
Resumo: Este artigo discute a importância da arte para comunidades marginalizadas, destacando seu papel na denúncia de opressões e no fortalecimento identitário, em especial no bairro Cabanas, cidade de Mariana (MG). Portanto, participei do grupo teatral o “Caminho do Sol” (criado pela professora de Artes Juliana de Conti em 2017) junto com estudantes da Escola Estadual João Ramos Filho. Diante da criação desse grupo, nos deparamos com a falta de recursos para figurinos, cenários e, até mesmo, local de apresentação, revelando-se uma estética da precariedade, entretanto participamos de diversos festivais e recebemos premiações. Trata-se, ainda, do subprojeto “PIBID Artes Cênicas e Música: Jogo, Performance e Sustentabilidade” de 2020 a 2022 (coordenado pelo professor Marcelo Rocco). O PIBID é um Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência e fui bolsista, exatamente, na Escola Estadual João Ramos Filho. Foram utilizadas estratégias de ensino acerca das noções de performatividade e de Performance Art dentre outros conceitos específicos das áreas de teatro e música seguindo os parâmetros da Base Nacional Curricular Comum (2018). Isso ocorreu no período da pandemia COVID-19 e buscamos uma abordagem mais acessível, de maneira que foram feitas fotoperformances, a partir de materiais reciclados para compor narrativas visuais e explorar a própria realidade. Esse processo trouxe, novamente, a estética da precariedade, ao possibilitar a transformação de limitações materiais em possibilidades criativas.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Teatro do Oprimido no PIBID : o estágio docente em Artes na escola João Ramos Filho em Mariana/MG.</title>
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      <name>Reis, Maria Clara Passos da Silva Lloyd</name>
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    <updated>2026-04-16T23:57:06Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Teatro do Oprimido no PIBID : o estágio docente em Artes na escola João Ramos Filho em Mariana/MG.
Autor(es): Reis, Maria Clara Passos da Silva Lloyd
Resumo: O artigo a seguir reflete sobre as experiências da autora no processo de ensino-aprendizagem durante o estágio obrigatório no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto PIBID Artes, desenvolvido com base no Teatro do Oprimido de Augusto Boal (1982, 2009, 2013), e sobre o impacto dessas vivências em sua formação como arte/educadora na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). O trabalho propõe uma reflexão acerca da importância da formação cidadã promovida pelo Teatro do Oprimido no contexto escolar e social atual, tendo como referência prática as atividades desenvolvidas durante o ano de 2023 com as turmas de 1o e 2o ano do Ensino Médio na escola João Ramos Filho em Mariana/MG. Essas atividades resultaram na produção e apresentação do espetáculo teatral Ensaio para uma Revolução (Junior, 2019), adaptação da peça boaliana Revolução na América do Sul (Boal, 1986), apresentado no VII Festival de Teatro Comunitário de Mariana (FESTECO).</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Noções de performance negra na Educação Básica como dispositivo de resistência ao racismo : uma análise das performances "Curta Medida" e "Performance e Sustentabilidade"</title>
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      <name>Lucas, Anita Pedroso</name>
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    <updated>2026-04-16T13:03:51Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Noções de performance negra na Educação Básica como dispositivo de resistência ao racismo : uma análise das performances "Curta Medida" e "Performance e Sustentabilidade"
Autor(es): Lucas, Anita Pedroso
Resumo: O presente artigo analisa as performances realizadas na Escola Estadual João Ramos Filho, em Mariana-MG no ano de 2023: “CURTA MEDIDA” por meio do Núcleo de INvestigações FEminIstAS (NINFEIAS) e a “Performance e Sustentabilidade” por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). E o estágio na Escola Estadual Dom Pedro II na cidade de Ouro Preto-MG em 2024. Tem como objetivo principal propor a Performance Negra como um dispositivo decolonial na educação básica. Para isso, estudamos parte da arte da performance no século XXI. A partir da metodologia de análise comparativa selecionei como referências teóricas os textos de Leda Maria Martins (2021), bell hooks (2013), Mônica Pereira de Santana (2021) e Carminda Mendes André (2017). Leda Maria refere-se à performance negra como resistência à tentativa de apagamento histórico da população negra e uma forma de perpetuação de saberes ao falar sobre as performances do tempo espiralar. Já bell hooks discorre sobre a importância da conexão entre corpo e mente para um entrega significativa em sala de aula - a presença ativa. Enquanto Mônica Pereira ressalta a presença do corpo da mulher negra nas performances contemporâneas e como esse corpo é subalternizado; ao passo que a Carminda André se baseia no conceito professor-performer para aprofundar na relação entre o(a) professor(a) artista. Pretende-se aqui contribuir com os estudos e as pesquisas sobre Performance Negra ao discorrer sobre as intervenções realizadas nas escolas, que perpassam por questões sociais, como a violência aos corpos de mulheres negras e o racismo ambiental. Com isso, esse artigo contribui para as discussões acerca da Performance Negra na cena contemporânea no campo da educação básica.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O que está por trás da sua vergonha? : escreviver como prática de escuta para a prevenção de violências.</title>
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      <name>Pereira, Regiana Nunes</name>
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    <updated>2026-03-25T18:20:47Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O que está por trás da sua vergonha? : escreviver como prática de escuta para a prevenção de violências.
Autor(es): Pereira, Regiana Nunes
Resumo: Este artigo aborda a erotização precoce e a violência sexual no contexto escolar, com base em experiências vivenciadas ao cumprir os estágios de docência durante a minha graduação. A pesquisa discute situações de abuso e sexualização de crianças e adolescentes observadas em eventos escolares e reflete sobre a falta de formação adequada para docentes no enfrentamento dessas questões. Além disso, explora a importância de práticas artístico-pedagógicas de acolhimento e prevenção, enfatizando-se a necessidade de criar espaços seguros de escuta, informação e diálogo. Apresento, também, a oficina: O que por trás da sua vergonha? - Oficina de escrita através da escuta ativa, realizada com estudantes do terceiro ano do ensino médio da Escola Estadual João Ramos Filho, cujo objetivo foi promover um espaço de diálogo acerca de questões candentes do cotidiano de adolescentes. Diferente das disciplinas tradicionais, que raramente contemplam tais temáticas em suas abordagens pedagógicas, a oficina possibilitou, por meio de práticas performativas, a discussão de assuntos como a sexualização dos corpos adolescentes, relacionamentos abusivos, racismo e autoestima. Nesse contexto, é pertinente destacar que os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) incluíam entre seus temas transversais a chamada “orientação sexual”, uma tentativa inicial de abordar as questões de sexualidade e gênero, ainda que de forma  limitada e superficial. Com a chegada da Base Nacional Comum Curricular, essa temática passou a ser tratada de modo mais genérico, inserida em princípios como o respeito à diversidade, à igualdade e ao combate à discriminação. Essa reformulação, entretanto, reduziu a ênfase e a clareza sobre a abordagem da sexualidade no contexto escolar, o que foi interpretado por educadores e movimentos sociais como um retrocesso, já que enfraqueceu a referência institucional para tratar o tema de forma direta e garantida. A relevância de tratar essas questões no ambiente escolar se evidencia pela ausência de espaços institucionais que favoreçam o debate sobre tais experiências. A falta de diálogo sobre esses temas leva estudantes a internalizarem dúvidas, angústias e denuncias, contribuindo para a perpetuação de ciclos de violência, silenciamento e desinformação.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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