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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-16T12:14:35Z</updated>
  <dc:date>2026-04-16T12:14:35Z</dc:date>
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    <title>Reprodução e viabilidade populacional ex-situ de psitacídeos brasileiros : integrando dados de zoológicos, comércio internacional e status de conservação.</title>
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      <name>Baltazar, Isabel Reis</name>
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    <updated>2026-04-01T20:18:19Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Reprodução e viabilidade populacional ex-situ de psitacídeos brasileiros : integrando dados de zoológicos, comércio internacional e status de conservação.
Autor(es): Baltazar, Isabel Reis
Resumo: Os zoológicos são frequentemente considerados componentes estratégicos da conservação ex situ de espécies ameaçadas, especialmente para grupos altamente pressionados pelo tráfico e pela perda de habitat, como os psitacídeos. No entanto, avaliações quantitativas integradas sobre a efetividade desses programas em promover populações demograficamente sustentáveis ainda são escassas. Este estudo avaliou a contribuição dos zoológicos para a manutenção e reprodução ex situ de espécies brasileiras da família Psittacidae ao longo de duas décadas (2004–2024), integrando dados demográficos do ZIMS, registros de comércio internacional da CITES e categorias de ameaça da IUCN. Foram analisados padrões temporais de nascimentos, variação populacional líquida per capita (NetChange_pc), razão sexual e volume de comércio internacional. Modelos lineares generalizados mistos e modelos aditivos mistos generalizados foram utilizados para testar hipóteses relacionadas ao crescimento populacional, ao efeito do grau de ameaça, à influência da razão sexual e à relação entre ameaça e comércio. Os resultados indicaram ausência de crescimento demográfico consistente das populações ex situ, com tendência temporal negativa nas taxas de nascimento e NetChange_pc próximo de zero ou negativo para a maioria das espécies, frequentemente sustentado por aquisições e não por reprodução. Não foi observado maior sucesso reprodutivo em espécies mais ameaçadas. A razão sexual influenciou significativamente a dinâmica populacional, com valores mais favoráveis associados a proporções próximas ao equilíbrio, embora com efeitos não lineares. Observou-se ainda uma relação inversa entre grau de ameaça e volume de comércio internacional, concentrado principalmente em espécies menos ameaçadas. Em conjunto, os resultados sugerem que, embora os zoológicos desempenhem papel relevante na manutenção ex situ de psitacídeos, sua contribuição para a conservação por meio do crescimento populacional autossustentável permanece limitada e heterogênea, reforçando a necessidade de estratégias integradas de manejo, bem-estar, planejamento genético e regulação do comércio.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Efeito crônico do biofeedback cardiorespiratório em estudantes universitários : impacto da solidão e do sexo.</title>
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      <name>Gonçalves, Maria Eduarda Mendes</name>
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    <updated>2026-03-26T12:10:42Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Efeito crônico do biofeedback cardiorespiratório em estudantes universitários : impacto da solidão e do sexo.
Autor(es): Gonçalves, Maria Eduarda Mendes
Resumo: A solidão, um estado subjetivo de isolamento social, tem sido associada a&#xD;
prejuízo à saúde física e mental. Evidências sugerem que indivíduos com altos&#xD;
níveis de solidão apresentam menor variabilidade da frequência cardíaca (VFC).&#xD;
A VFC é uma medida não invasiva extraída do eletrocardiograma, que&#xD;
representa a influência simpática e parassimpática sobre o coração. O&#xD;
treinamento com biofeedback cardiorrespiratório é uma técnica que pode&#xD;
aumentar a VFC. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito crônico de oito&#xD;
sessões de treinamento com biofeedback cardiorrespiratório em estudantes&#xD;
universitários com alta e baixa solidão. Para isso, 34 estudantes da UFOP (18-35&#xD;
anos) de ambos os sexos foram divididos aleatoriamente em quatro subgrupos:&#xD;
alta solidão com biofeedback (ASB = 10), alta solidão com placebo (ASP = 9),&#xD;
baixa solidão com biofeedback (BSB = 9) e baixa solidão com placebo (BSP =&#xD;
4). A intervenção com biofeedback consistiu em visualizar o gráfico da própria&#xD;
frequência cardíaca e respiratória do participante na tela de um monitor e&#xD;
solicitar para que ele respirasse de forma lenta e profundamente por 15 min de&#xD;
modo que os dois parâmetros apresentassem a máxima coerência. A intervenção&#xD;
placebo consistiu em visualizar passivamente diversas imagens neutras por 15&#xD;
min. As intervenções ocorreram 2 vezes por semana durante 1 mês (8 sessões).&#xD;
As avaliações emocionais (toque social, apoio social, solidão, ansiedade, estresse&#xD;
e depressão), fisiológicas (índices da VFC: SDNN, RMSSD, pNN50, LF, HF e&#xD;
SD1) e de saúde (massa corporal, estatura, pressão arterial e percentual de&#xD;
gordura) foram realizadas antes e após as oito sessões, que ocorreram duas vezes&#xD;
por semana. A análise de dados foi feita com a ANOVA de medidas repetidas e&#xD;
testes post hoc de Fisher. Os resultados mostraram que, antes da intervenção, o&#xD;
grupo com alta solidão apresentava sintomas significativamente maiores de&#xD;
depressão e estresse, e menores de apoio social, em comparação ao grupo de&#xD;
baixa solidão. Após a intervenção, as ANOVA revelaram interações&#xD;
significativas entre sexo e intervenção no grupo de baixa solidão para os índices&#xD;
de VFC (SDNN, RMSSD, pNN50, LF, HF e SD1), indicando respostas distintas&#xD;
ao biofeedback entre homens e mulheres. De modo geral, as mulheres&#xD;
apresentaram aumento dos índices associados à modulação parassimpática após&#xD;
o treinamento com biofeedback, enquanto os homens apresentaram redução&#xD;
desses parâmetros. No grupo de alta solidão, observou-se interação significativa&#xD;
entre sexo e intervenção para a variável ansiedade, com redução dos níveis&#xD;
apenas nos homens submetidos ao biofeedback. Para o índice HF, foi&#xD;
identificada interação entre sexo, tempo e intervenção, indicando redução desse&#xD;
parâmetro nas mulheres após o biofeedback. Concluímos que, os efeitos do&#xD;
biofeedback cardiorrespiratório sobre a regulação autonômica e emocional&#xD;
variam em função do sexo e do nível de solidão, entretanto mais estudos são&#xD;
necessários com amostra maiores e de outras classes sociais.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Efeitos do enriquecimento ambiental no comportamento de cães (Canis lupus familiaris) do Centro de Ciência Animal da Universidade Federal de Ouro Preto.</title>
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      <name>Neves, Luana Clarice das</name>
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    <updated>2026-03-17T21:13:09Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Efeitos do enriquecimento ambiental no comportamento de cães (Canis lupus familiaris) do Centro de Ciência Animal da Universidade Federal de Ouro Preto.
Autor(es): Neves, Luana Clarice das
Resumo: A avaliação do efeito da aplicação de enriquecimento ambiental em animais usados em experimentos vem contribuindo para um maior conhecimento sobre o desenvolvimento das condições de bem-estar de animais mantidos em cativeiro. Neste estudo foram observados os efeitos da aplicação de enriquecimento ambiental em três cães (Canis lupus familiaris) que nasceram e cresceram no Centro de Ciência Animal (CCA) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). O estudo foi dividido em três etapas: antes, durante e depois da introdução de itens de enriquecimento ambiental. Os resultados obtidos indicam que não houve redução significativa de comportamentos anormais com a aplicação do enriquecimento ambiental, o que não reflete em uma diminuição de baixo bem-estar e aumento da qualidade de vida. O presente estudo gerou informações relevantes para a melhora da condição de bem-estar de animais no CCA, além de ter ajudado como modelo animal para a discussão da aplicação de enriquecimento ambiental dirigida a animais de experimentação científica na UFOP.</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Pseudablabes agassizii (Jan, 1863) em Minas Gerais : conservação e representatividade nas coleções taxonômicas.</title>
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    <author>
      <name>Oliveira, Paulo Vítor Freitas de</name>
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    <id>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/8764</id>
    <updated>2026-02-24T22:12:56Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Pseudablabes agassizii (Jan, 1863) em Minas Gerais : conservação e representatividade nas coleções taxonômicas.
Autor(es): Oliveira, Paulo Vítor Freitas de
Resumo: O Brasil é o terceiro país com maior diversidade de répteis, com cerca de 430 espécies de serpentes. Minas Gerais ocupa a segunda posição entre os estados com maior número de espécies, totalizando 156. A família Dipsadidae é a mais diversa, abrigando espécies com variados hábitos ecológicos e morfologias distintas. Pseudablabes agassizii, pertencente a essa família, é uma serpente diurna, terrícola e criptozóica, com dentição opistóglifa e alimentação quase exclusivamente baseada em artrópodes. Apresenta dimorfismo sexual definido e ocorre nos biomas Cerrado e Pampa, sendo registrada em dez estados brasileiros, além do Uruguai e da Argentina. A espécie não é considerada ameaçada em âmbito mundial, nacional ou mesmo em Minas Gerais, no entanto há uma tendência de redução populacional. Este estudo buscou reduzir as lacunas de conhecimento sobre P. agassizii por meio da análise de dados provenientes de 20 coleções taxonômicas brasileiras. A coleção do Instituto Butantan foi a mais representativa em número de exemplares, tanto em escala nacional quanto estadual. O Rio Grande do Sul apresentou o maior número de registros, seguido por Minas Gerais. A maioria dos exemplares foi coletada na década de 2000, sendo o método de armadilha de queda (pitfall trap) o mais utilizado. A maior parte das coletas ocorreu em áreas de pastagem, seguidas por áreas urbanas, evidenciando a presença expressiva da espécie também nesses ambientes. Tal ocorrência em zonas urbanizadas pode indicar o uso desses espaços como alternativa frente à degradação de seu habitat natural. O estudo reforça a importância de dados de coleção para subsidiar futuras avaliações de conservação, distribuição e conhecimento ecológico de espécies pouco estudadas</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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