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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-10-11T19:30:55Z</updated>
  <dc:date>2026-10-11T19:30:55Z</dc:date>
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    <title>Variação espacial e temporal das cores de flores em topos de montanhas do Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais.</title>
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      <name>Silva, Bruna Elem Moreira da</name>
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    <updated>2026-09-16T11:12:54Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Variação espacial e temporal das cores de flores em topos de montanhas do Quadrilátero Ferrífero em Minas Gerais.
Autor(es): Silva, Bruna Elem Moreira da
Resumo: A Serra do Espinhaço apresenta uma ampla riqueza de espécies de plantas raras e endêmicas distribuídas em formações campestres sob o quartzito e minério de ferro. Essas espécies de plantas oferecem flores para uma enorme variedade de polinizadores que são atraídos por suas cores vibrantes, às vezes menos chamativas. A oferta de flores pode variar entre as diferentes regiões da Serra do Espinhaço e também pode variar em função da estação climática. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi avaliar a variação espacial e temporal de cores de flores em três áreas em topos de montanhas no sul da Serra do Espinhaço. As amostragens das plantas foram realizadas mensalmente, nos Parques Estaduais do Itacolomi e da Serra de Ouro Branco, e na Apa Cachoeira das Andorinhas conhecida como Serra da Brígida. Ao longo dos transectos, plantas floridas visitadas por polinizadores foram coletadas, identificadas e suas cores registradas. A maior riqueza de espécies de plantas foi registrada no Parque Estadual da Serra de Ouro Branco (73), Serra da Brígida (68) seguida pelo Parque do Itacolomi (51).  A cor branca foi a mais frequente nas três áreas (Asteraceae e Eriocaulaceae), seguida pelas cores rosa e roxo (Melastomataceae) e amarelo (Asteraceae e Xyridaceae). Registramos maior número de cores na estação chuvosa comparada com a seca.  Concluímos que existe uma variação espacial e temporal na disponibilidade de flores de diferentes cores, que pode atrair polinizadores tanto generalistas quanto especialistas.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação do consumo de água doméstica como possível fonte de exposição a metais e metaloides associados ao declínio cognitivo.</title>
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      <name>Ferreira, Leandra</name>
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    <updated>2026-09-08T12:39:36Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação do consumo de água doméstica como possível fonte de exposição a metais e metaloides associados ao declínio cognitivo.
Autor(es): Ferreira, Leandra
Resumo: A redução da função cognitiva está comumente associada ao avanço da idade, independentemente da presença de doenças neurodegenerativas. Entre os fatores de risco modificáveis para o comprometimento cognitivo, destacam-se os tóxicos ambientais, especialmente metais e metaloides, cuja exposição ocorre principalmente por meio da água e da alimentação, afetando de forma mais intensa a população idosa. Evidências indicam que níveis elevados de ferro estão associados ao comprometimento cognitivo leve e à Doença de Alzheimer, enquanto a exposição ao chumbo e ao alumínio pode alterar a expressão do gene da proteína precursora do amiloide, aumentar a produção de β-amiloide e induzir estresse oxidativo e inflamação. Adicionalmente, o arsênio está relacionado à inflamação cerebral, disfunção mitocondrial, perda sináptica e neuronal, além de alterações nos mecanismos antioxidantes celulares. Nesse contexto, o presente trabalho teve como objetivo analisar a água de consumo doméstico de idosos residentes no município de Ouro Preto (MG) com sintomas de declínio cognitivo, cujas amostras de sangue e urina já haviam sido analisadas quanto à presença de metais e metalóides. O cruzamento dessas informações permitiu avaliar, nos casos analisados, a possível relação entre a água consumida e alterações nos níveis de elementos metálicos e semimetálicos detectados nas amostras biológicas, que possam contribuir para o surgimento ou agravamento do comprometimento cognitivo. Participaram do estudo pacientes de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 65 anos, submetidos a diagnóstico clínico de declínio cognitivo por neurologista, quantificado por meio da aplicação do Mini-Exame do Estado Mental associado à Bateria Breve de Triagem Cognitiva, além de exames laboratoriais. A análise da água para o rastreio de elementos maiores foi realizada por espectrometria de emissão óptica com plasma indutivamente acoplado (ICP-OES), utilizando o equipamento Agilent 725. Nas amostras de água provenientes de residências do grupo controle, foram identificadas concentrações elevadas de vanádio e alumínio acima dos valores de referência, enquanto nas residências de indivíduos com comprometimento cognitivo leve observaram-se níveis aumentados de chumbo e ferro. Entre os participantes diagnosticados com Doença de Alzheimer, não foram detectadas alterações significativas nas concentrações desses elementos. Esses resultados sugerem que a exposição crônica a metais e metaloides associados a atividades antrópicas, como a mineração, pode representar um fator de risco ambiental adicional para a vulnerabilidade neurológica no envelhecimento, reforçando a necessidade de ações integradas de vigilância ambiental, proteção dos recursos hídricos e atenção às populações idosas.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Análise in-silico de dois antígenos estruturais e do anticorpo 4B8 para o diagnóstico diferencial de Orthoflavivirus zikaense.</title>
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      <name>Souza, Rayane Aparecida Vieira de</name>
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    <updated>2026-08-25T20:06:10Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Análise in-silico de dois antígenos estruturais e do anticorpo 4B8 para o diagnóstico diferencial de Orthoflavivirus zikaense.
Autor(es): Souza, Rayane Aparecida Vieira de
Resumo: A febre Zika é uma arbovirose causada pelo Orthoflavivirus zikaense (ZIKV), associada a complicações neurológicas e congênitas. O diagnóstico diferencial é dificultado pela sobreposição das manifestações clínicas entre as infecções por Orthoflavivirus e pela elevada similaridade estrutural e antigênica da proteína não estrutural 1 (NS1) entre ZIKV, dengue vírus (DENV) e o vírus da febre amarela (YFV), levando a ocorrência de reações cruzadas em testes sorológicos. Nesse contexto, a proteína NS1 destaca-se como biomarcador promissor para diagnóstico específico, devido à presença de regiões antigênicas capazes de reconhecimento imunológico. Este estudo teve como objetivo caracterizar estruturalmente proteínas recombinantes putativas derivadas de epítopos da NS1 do ZIKV e explorar, por meio de ferramentas bioinformáticas, seu potencial teórico para futura aplicação diagnóstica. Foram selecionados dois epítopos descritos na literatura, denominados E e F, utilizados na construção das proteínas recombinantes PRE e PRF. As sequências foram submetidas à modelagem tridimensional e análise de propriedades físico-químicas, com foco em hidrofobicidade e acessibilidade superficial. Em seguida, realizou-se o mapeamento dos resíduos críticos envolvidos no reconhecimento do anticorpo monoclonal 4B8, bem como a modelagem do fragmento variável de cadeia única (scFv). A interação entre as proteínas recombinantes e o anticorpo foi avaliada por docking molecular no servidor HADDOCK, complementada pela análise de interfaces e interações intermoleculares pelo PLIP. Os resultados indicaram que a PRE apresentou maior compatibilidade estrutural com o padrão de reconhecimento do anticorpo 4B8, preservando resíduos críticos e essenciais, além de maior área de superfície encoberta (2023,28 Å²), menor número de violações de restrições (14) e interface mais extensa em comparação à PRF. Além disso, as análises mostraram maior especificidade do complexo PRE–scFv 4B8, sustentada por ligações de hidrogênio. A PRF apresentou, entre outras análises, ausência de resíduos essenciais e menor compatibilidade estrutural com o padrão de reconhecimento da NS1 nativa. Conclui-se que a PRE apresenta maior potencial para aplicações em testes sorológicos destinados ao diagnóstico diferencial do ZIKV. O estudo reforça a relevância das ferramentas bioinformáticas na identificação de moléculas com potencial diagnóstico, contribuindo para estratégias mais específicas e sensíveis no contexto das arboviroses.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Produtos apícolas como amostradores de elementos químicos: uma ferramenta para o monitoramento de contaminantes atmosféricos aplicada ao setor da mineração.</title>
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      <name>Brandão, Cecília Sol</name>
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    <updated>2026-09-16T11:06:42Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Produtos apícolas como amostradores de elementos químicos: uma ferramenta para o monitoramento de contaminantes atmosféricos aplicada ao setor da mineração.
Autor(es): Brandão, Cecília Sol
Resumo: A mineração é um dos pilares da economia do Brasil. Entretanto, seus processos geram impactos para o meio ambiente, como a contaminação atmosférica pela dispersão de material particulado. Este material contém elementos potencialmente tóxicos que podem se acumular nos organismos e ecossistemas. Uma das estratégias de monitoramento deste impacto é a utilização de bioindicadores. Nesse contexto, os polinizadores e seus produtos são utilizados pela eficiência em indicador impacto e saúde ambiental. Neste estudo, avaliou-se a eficiência das matrizes biológicas mel e pólen para quantificar elementos, a partir de um gradiente de distância de uma planta de pelotização de minério de ferro. Foi hipotetizado que (1) a matriz pólen apresentaria maior eficiência na quantificação de elementos químicos e que (2) seriam registradas menores concentrações nos pontos de amostragem mais distantes. Os resultados demonstram que o pólen foi um amostrador significativamente mais eficiente para todos os elementos (GLMs; p &lt; 0,001) e que a influência do gradiente de distância limitou-se a alguns elementos químicos, sendo significativa para para Al (χ² = 7,52; p = 0,0061), As (χ² = 20,18; p &lt; 0,001), Ba (χ² = 5,02; p = 0,017), Cd (χ² = 20,32; p &lt; 0,001), Fe (χ² = 17,12; p &lt; 0,001) e Ni (χ² = 9,32; p = 0,001), enquanto Cu (χ² = 0,25; p = 0,6167), Mn (χ² = 0,42; p = 0,5184), Pb (χ² = 0,90; p = 0,3421) e Zn (χ² = 0,08; p = 0,7773).não apresentaram diferenças estatisticamente significativas.    Os resultados confirmaram que os produtos armazenados em ninhos de Tetragonisca angustula são eficientes indicadores biológicos da contaminação atmosférica. A concentração de determinados elementos estudados variou com a distância da fonte emissora e entre os elementos estudados.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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