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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-12T06:40:33Z</updated>
  <dc:date>2026-04-12T06:40:33Z</dc:date>
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    <title>Modelo para a gestão comunitária de resíduos orgânicos utilizando a técnica da compostagem.</title>
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      <name>Costa, Emília Pereira</name>
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    <updated>2026-04-10T13:56:32Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Modelo para a gestão comunitária de resíduos orgânicos utilizando a técnica da compostagem.
Autor(es): Costa, Emília Pereira
Resumo: A gestão inadequada dos resíduos sólidos urbanos, especialmente da fração orgânica, constitui um dos principais desafios ambientais e sociais enfrentados pelos municípios brasileiros. Nesse contexto, a compostagem apresenta-se como uma alternativa ambientalmente adequada, de baixo custo e com potencial de valorização social e econômica. O presente trabalho teve como objetivo propor um modelo de gestão comunitária de resíduos orgânicos por meio da técnica da compostagem, aplicado à comunidade do bairro São Sebastião, no município de Ouro Preto (MG). A metodologia consistiu no dimensionamento e implantação de um pátio de compostagem em ambiente escolar, utilizando o método de leira estática com aeração passiva, aliado ao monitoramento de parâmetros operacionais e à avaliação da eficiência econômica do processo. Adicionalmente, foram desenvolvidas estratégias de Educação Ambiental voltadas à comunidade local, com base em ações educativas, oficinas práticas e aplicação de formulário diagnóstico. Os resultados demonstraram que o sistema apresentou elevada eficiência operacional, evidenciada pela ausência de geração de chorume, controle adequado da umidade, inexistência de odores e redução volumétrica significativa da leira ao longo de aproximadamente 100 dias de processo. A eficiência econômica foi confirmada pelos baixos custos de implantação e operação, bem como pela destinação do composto produzido para a horta escolar e para a comunidade. Conclui-se que a compostagem comunitária, quando associada à Educação Ambiental, configura-se como uma tecnologia social viável, capaz de promover a valorização dos resíduos orgânicos, a participação comunitária e a sustentabilidade socioambiental em escala local.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação da variação temporal do pH em matriz aquosa assistida por plasma não-térmico.</title>
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      <name>Teixeira, Karoline Martins</name>
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    <updated>2026-04-08T20:10:17Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação da variação temporal do pH em matriz aquosa assistida por plasma não-térmico.
Autor(es): Teixeira, Karoline Martins
Resumo: A crescente demanda por água potável de qualidade e as limitações dos métodos convencionais de desinfecção, incluindo a formação de subprodutos potencialmente tóxicos, motivaram este estudo sobre tecnologias alternativas. O objetivo foi avaliar a variação temporal do pH de um meio aquoso submetido ao tratamento com plasma não-térmico (PNT), investigando a influência do tempo de exposição (5 e 10 minutos; ponto central em 7,5 minutos) e da tensão elétrica aplicada (8,5 e 17 kV; ponto central em 12,75 kV) sobre a magnitude da acidificação e sua estabilidade. Utilizou-se um delineamento fatorial completo 2² com pontos centrais, totalizando 21 ensaios com água destilada. O pH foi monitorado imediatamente após o tratamento, ao longo de 30 minutos e após 24 horas. Os resultados demonstraram que a acidificação ocorre majoritariamente de forma imediata, com a tensão elétrica sendo o fator estatisticamente significativo (p &lt; 0,05) sobre a redução máxima de pH (ΔpHmax), enquanto o tempo de exposição não apresentou efeito significativo na faixa avaliada. A maior redução foi observada condição de maior tensão, com (ΔpHmax de 4,05 ± 0,78) unidades de pH na (5 minutos e 100% tensão). O efeito mostrou-se estável, com retenção de 80-90% da acidificação após 24 horas na maioria das condições experimentais. Conclui-se que o PNT promove uma acidificação imediata e persistente, sendo o nível de tensão o principal parâmetro operacional para controle do pH, o que fornece subsídios para a aplicação da tecnologia em processos de tratamento e desinfecção de água.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>O licenciamento ambiental de usinas hidrelétricas reversíveis : a prática internacional e a potencial regulação no Brasil.</title>
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      <name>Araújo, Giulliana Randow</name>
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    <updated>2026-04-01T19:43:14Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O licenciamento ambiental de usinas hidrelétricas reversíveis : a prática internacional e a potencial regulação no Brasil.
Autor(es): Araújo, Giulliana Randow
Resumo: A crescente inserção de fontes renováveis intermitentes na matriz elétrica mundial tem ampliado a necessidade de soluções de armazenamento energético capazes de garantir flexibilidade operacional e segurança do sistema elétrico. Nesse contexto, as Usinas Hidrelétricas Reversíveis (UHRs) destacam-se como tecnologia consolidada para armazenamento em larga escala, permitindo o deslocamento temporal da energia e contribuindo para a integração eficiente de fontes variáveis, como a solar e a eólica. No Brasil, entretanto, a ausência de regulamentação específica voltada ao licenciamento ambiental dessas usinas constitui um dos principais entraves à sua implementação, gerando insegurança jurídica e incertezas quanto aos procedimentos autorizativos. Diante desse cenário, o presente trabalho tem como objetivo analisar práticas internacionais de regulamentação do licenciamento ambiental aplicáveis às UHRs e discutir diretrizes potenciais para o contexto brasileiro. A pesquisa caracteriza-se como uma revisão sistemática da literatura de natureza qualitativa e comparativa, conduzida conforme as diretrizes do protocolo PRISMA, com base na análise de artigos científicos, relatórios técnicos e documentos institucionais provenientes principalmente dos Estados Unidos, da União Europeia e da China. A metodologia envolveu a definição de pergunta norteadora segundo a estratégia PRISMA, busca estruturada em bases de dados acadêmicas, aplicação de critérios de elegibilidade e análise comparativa dos modelos regulatórios identificados. Os resultados indicam que, embora as UHRs sejam reconhecidas internacionalmente como infraestrutura estratégica para a transição energética e para o fornecimento de serviços ancilares ao sistema elétrico, persistem desafios regulatórios relacionados ao enquadramento dessas usinas em marcos normativos originalmente concebidos para hidrelétricas convencionais. Observa-se que modelos regulatórios mais eficazes apresentam diferenciação normativa conforme a tipologia dos projetos, integração entre planejamento energético e licenciamento ambiental e reconhecimento do valor sistêmico do armazenamento energético. A análise comparativa evidencia que a ausência desses elementos tende a ampliar a complexidade dos processos autorizativos e a reduzir a previsibilidade regulatória. Conclui-se que a adaptação do arcabouço regulatório brasileiro deve considerar as especificidades operacionais e ambientais das UHRs, buscando conciliar proteção ambiental, eficiência administrativa e segurança jurídica, de modo a viabilizar a inserção sustentável dessa tecnologia na matriz elétrica nacional e contribuir para os objetivos da transição energética.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação da suscetibilidade à erosão hídrica na bacia do rio Piranga por análise multicritério (AHP) integrada a SIG.</title>
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      <name>Bragioni, Danrley de Oliveira</name>
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    <updated>2026-04-01T18:20:42Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação da suscetibilidade à erosão hídrica na bacia do rio Piranga por análise multicritério (AHP) integrada a SIG.
Autor(es): Bragioni, Danrley de Oliveira
Resumo: A erosão hídrica do solo é um dos principais problemas ambientais relacionados à degradação dos recursos naturais. Ela impacta diretamente a produtividade do solo, a qualidade da água e o funcionamento dos ecossistemas. Pensando nisso, este estudo teve como o objetivo identificar áreas suscetíveis à erosão hídrica na Bacia Hidrográfica do Rio Piranga, usando uma abordagem que combina variáveis ambientais por meio de técnicas de geoprocessamento e análise espacial. Foram considerados fatores como a declividade do terreno, o uso e a ocupação do solo, os tipos de solo, e a precipitação, todos eles influenciando diretamente os processos de erosão. A importância relativa dessas variáveis foi avaliada usando o método Analytic Hierarchy Process (AHP), que permite atribuir pesos às diferentes categorias com base em comparações diretas entre elas, garantindo uma análise mais consistente. Os dados foram processados em um Sistema de Informação Geográfica (SIG), onde foram reclassificados e os pesos determinados pelo AHP foram aplicados. Com isso, foi possível criar o mapa final de suscetibilidade à erosão. Os resultados mostram que as áreas com maior risco de erosão, especialmente aquelas com declives mais acentuados, e maiores precipitações, predominam na região. A análise reforça a importância de um planejamento ambiental adequado e de práticas conservacionistas para reduzir os impactos da erosão na bacia. Dessa forma, o estudo serve como uma ferramenta importante para apoiar a gestão dos recursos hídricos e o planejamento do uso do território, ajudando na tomada de decisões voltadas à preservação ambiental.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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