<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>DSpace Coleção:</title>
  <link rel="alternate" href="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/1759" />
  <subtitle />
  <id>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/1759</id>
  <updated>2026-08-25T21:36:05Z</updated>
  <dc:date>2026-08-25T21:36:05Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Remuneração docente na economia da tecnologia digital : previsão de pagamento por atividades extraclasse online em ACTs e CCTs.</title>
    <link rel="alternate" href="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9563" />
    <author>
      <name>Silva, Vanessa Mara Garcia e</name>
    </author>
    <id>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9563</id>
    <updated>2026-08-18T16:41:56Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Remuneração docente na economia da tecnologia digital : previsão de pagamento por atividades extraclasse online em ACTs e CCTs.
Autor(es): Silva, Vanessa Mara Garcia e
Resumo: A presente monografia analisa o regime jurídico da remuneração docente diante das&#xD;
transformações promovidas pela economia digital, com enfoque na contraprestação das&#xD;
atividades extraclasse realizadas em ambientes virtuais. Parte-se da premissa de que a&#xD;
transição para o capitalismo informacional e a crescente digitalização das relações de trabalho&#xD;
provocaram a desterritorialização da atividade docente e a intensificação do trabalho imaterial,&#xD;
ampliando as demandas laborais para além dos limites tradicionais da jornada de trabalho.&#xD;
Nesse contexto, o professor passa a desempenhar atividades em plataformas digitais e&#xD;
aplicativos de comunicação, muitas vezes sem correspondente reconhecimento remuneratório.&#xD;
Com isso, a hipótese que orienta a presente pesquisa é a de que, diante da lacuna legislativa e&#xD;
das transformações tecnológicas e pedagógicas que caracterizam o cenário educacional&#xD;
contemporâneo, as atividades extraclasse desempenhadas por docentes em ambientes digitais,&#xD;
não têm sido devidamente reconhecidas e remuneradas, inclusive no âmbito da negociação&#xD;
coletiva. Sendo assim, o objetivo da pesquisa consiste em examinar de que forma a legislação&#xD;
trabalhista brasileira e, especialmente, os instrumentos de negociação coletiva, Convenções&#xD;
Coletivas de Trabalho (CCTs), têm enfrentado a questão da remuneração das atividades&#xD;
extraclasse desenvolvidas no ambiente digital. Para tanto, adotou-se metodologia baseada em&#xD;
pesquisa bibliográfica e documental, complementada pela análise empírica de 22 (vinte e&#xD;
duas) Convenções Coletivas de Trabalho vigentes em diferentes unidades federativas do país.&#xD;
Os resultados evidenciam a existência de um cenário normativo em transição, marcado pela&#xD;
predominância de modelos remuneratórios ainda vinculados à lógica tradicional da hora-aula&#xD;
prevista no artigo 320 da Consolidação das Leis do Trabalho. Contudo, identificaram-se&#xD;
experiências inovadoras em estados como Pernambuco e Ceará, cujas normas coletivas&#xD;
apresentam mecanismos específicos para disciplinar a produção de conteúdo digital e a&#xD;
utilização de aplicativos de mensageria no exercício da atividade docente. Conclui-se que a&#xD;
construção de mecanismos jurídicos aptos a assegurar a remuneração das atividades&#xD;
extraclasse virtuais revela-se indispensável para prevenir a precarização do trabalho docente,&#xD;
garantir a efetividade dos direitos fundamentais do trabalhador e preservar sua dignidade em&#xD;
um contexto de crescente digitalização das relações laborais</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Pessoa jurídica e prestação de serviços : entre a formalidade contratual e a realidade laboral.</title>
    <link rel="alternate" href="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9561" />
    <author>
      <name>Santos, Eduarda Bárbara Paranhos dos</name>
    </author>
    <id>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9561</id>
    <updated>2026-08-18T16:12:56Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Pessoa jurídica e prestação de serviços : entre a formalidade contratual e a realidade laboral.
Autor(es): Santos, Eduarda Bárbara Paranhos dos
Resumo: As relações de trabalho no Brasil sofreram transformações profundas nas últimas décadas,&#xD;
impulsionadas pelas dinâmicas do mercado e por atualizações legislativas voltadas à&#xD;
flexibilização na contratação de mão de obra. Nesse cenário, destacam-se a Reforma&#xD;
Trabalhista de 2017 (Lei nº 13.467/2017), que ampliou as modalidades de contratação e&#xD;
reconfigurou o modelo tradicional de emprego da CLT, e a ADPF 324, que consolidou a&#xD;
licitude dessas transformações com fundamento no princípio constitucional da livre iniciativa.&#xD;
A presente pesquisa teve por objetivo identificar os requisitos fáticos e jurídicos para a&#xD;
comprovação de fraude na formação do contrato de prestação de serviços entre duas pessoas&#xD;
jurídicas, sob as perspectivas do Direito Civil, Empresarial e do Trabalho. Partiu-se da&#xD;
hipótese, fundada em Delgado (2019), de que a exigência de constituição de pessoa jurídica&#xD;
como condição de contratação, quando presentes os elementos fático-jurídicos da relação de&#xD;
emprego, caracteriza fraude objetiva apta a atrair a nulidade prevista no artigo 9º da CLT. A&#xD;
metodologia adotou o método dedutivo, de abordagem jurídico-dogmática e&#xD;
jurídico-compreensiva, com pesquisa bibliográfica, análise da legislação pertinente e da&#xD;
jurisprudência recente do TRT3, do TJMG, do TST e do STF. Os resultados demonstram que&#xD;
a comprovação da fraude demanda a análise conjunta dos requisitos de validade do negócio&#xD;
jurídico e dos elementos fático-jurídicos caracterizadores da relação de emprego, confirmando&#xD;
parcialmente a hipótese inicial, uma vez que a jurisprudência contemporânea, especialmente&#xD;
após o Tema 1389 do STF, passou a exigir análise casuística, afastando qualquer presunção&#xD;
automática de fraude pela simples constituição de pessoa jurídica.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>A análise da proposta de ampliação da lei nº 13.260/2016 (lei antiterrorismo), especialmente quanto á possibilidade de inclusão das facções criminosas na classificação legal de organizações terroristas.</title>
    <link rel="alternate" href="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9560" />
    <author>
      <name>Magela, Pedro Kovacs</name>
    </author>
    <id>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9560</id>
    <updated>2026-08-18T16:08:54Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A análise da proposta de ampliação da lei nº 13.260/2016 (lei antiterrorismo), especialmente quanto á possibilidade de inclusão das facções criminosas na classificação legal de organizações terroristas.
Autor(es): Magela, Pedro Kovacs
Resumo: O presente trabalho analisa criticamente a proposta de ampliação da Lei nº 13.260/2016 (Lei Antiterrorismo), com especial atenção à possibilidade de inclusão das facções criminosas na classificação legal de organizações terroristas. Parte-se da compreensão de que o terrorismo constitui fenômeno jurídico complexo, marcado por disputas conceituais e pela adoção, em muitos ordenamentos, de modelos penais de exceção. No contexto brasileiro, a Lei Antiterrorismo surgiu para suprir lacuna normativa e atender a compromissos internacionais, adotando, contudo, um conceito restritivo que exige motivação ideológica, política ou religiosa. Paralelamente, o fortalecimento das facções criminosas, caracterizadas por elevado grau de organização, controle territorial e uso sistemático da violência extrema, tem provocado debates sobre a suficiência do arcabouço jurídico existente para enfrentá-las. O estudo examina os argumentos favoráveis e contrários à ampliação da lei, destacando os riscos de expansão punitiva, de relativização de garantias fundamentais e de banalização do conceito de terrorismo. Conclui-se que, embora as ações das facções produzam efeitos sociais semelhantes aos do terrorismo, a equiparação jurídica entre esses fenômenos demanda cautela, sob pena de comprometer princípios constitucionais estruturantes do Estado Democrático de Direito.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>O exercício do poder empregatício face aos direitos constitucionais dos empregados nas redes sociais : limites e  consequências à luz do ordenamento jurídico brasileiro.</title>
    <link rel="alternate" href="http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9537" />
    <author>
      <name>Sousa, Wanessa Sílvia de</name>
    </author>
    <id>http://www.monografias.ufop.br/handle/35400000/9537</id>
    <updated>2026-08-16T00:27:03Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: O exercício do poder empregatício face aos direitos constitucionais dos empregados nas redes sociais : limites e  consequências à luz do ordenamento jurídico brasileiro.
Autor(es): Sousa, Wanessa Sílvia de
Resumo: O presente trabalho analisa os limites do exercício do poder empregatício em relação às &#xD;
manifestações realizadas pelos empregados em redes sociais, à luz do ordenamento jurídico &#xD;
brasileiro e dos direitos fundamentais assegurados pela Constituição Federal de 1988. Parte-se &#xD;
da premissa de que as transformações tecnológicas e a crescente utilização das plataformas &#xD;
digitais modificaram a dinâmica das relações de trabalho, ampliando os desafios relacionados &#xD;
à delimitação do alcance do poder patronal fora do ambiente físico da empresa. O objetivo da &#xD;
pesquisa consiste em examinar os limites constitucionais e trabalhistas do poder empregatício &#xD;
diante das publicações realizadas por empregados em redes sociais, bem como identificar as &#xD;
consequências jurídicas decorrentes de seu exercício abusivo ou legítimo. Como pressupostos &#xD;
teóricos, o estudo fundamenta-se na doutrina trabalhista acerca da subordinação jurídica, do &#xD;
poder empregatício e dos direitos fundamentais aplicáveis às relações privadas, especialmente &#xD;
os direitos à liberdade de expressão, à privacidade, à intimidade, à honra e à imagem, além dos &#xD;
direitos fundamentais assegurados ao empregador, como a livre iniciativa, a propriedade &#xD;
privada e a proteção da imagem empresarial. A pesquisa adota metodologia qualitativa, de &#xD;
caráter bibliográfico e jurisprudencial, desenvolvida por meio da análise da legislação, da &#xD;
doutrina especializada e de decisões proferidas pelos tribunais trabalhistas brasileiros. Os &#xD;
resultados demonstram que o poder empregatício não possui caráter absoluto e encontra limites &#xD;
nos direitos fundamentais do trabalhador, assim como a liberdade de expressão do empregado &#xD;
também encontra restrições quando viola direitos legítimos do empregador. Conclui-se que a &#xD;
solução dos conflitos decorrentes do uso das redes sociais exige a aplicação dos princípios da &#xD;
proporcionalidade e da razoabilidade, de modo a harmonizar os interesses envolvidos e &#xD;
assegurar o equilíbrio entre a proteção da dignidade do trabalhador e a preservação dos direitos &#xD;
do empregador no contexto das relações de trabalho contemporâneas.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

