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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-14T09:41:41Z</updated>
  <dc:date>2026-04-14T09:41:41Z</dc:date>
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    <title>Efeitos da Suplementação com ácido gama aminobutírico associado com exercício físico nas respostas cardiovasculares e percepção subjetiva de esforço de mulheres com obesidade.</title>
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      <name>Martins, Adilson de Barros</name>
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      <name>Trindade, Cristina Maria de Oliveira</name>
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      <name>Coelho, Daniel Barbosa</name>
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      <name>Cruz, Emerson de Oliveira</name>
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      <name>Becker, Lenice Kappes</name>
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    <updated>2026-04-13T23:26:51Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Efeitos da Suplementação com ácido gama aminobutírico associado com exercício físico nas respostas cardiovasculares e percepção subjetiva de esforço de mulheres com obesidade.
Autor(es): Martins, Adilson de Barros; Trindade, Cristina Maria de Oliveira; Coelho, Daniel Barbosa; Cruz, Emerson de Oliveira; Becker, Lenice Kappes
Resumo: Introdução: O Ácido Gama-Aminobutírico (GABA), de caráter inibitório no sistema nervoso central, apresenta a premissa de um suplemento para melhoria na recuperação física. Dentre ações já investigadas: redução na pressão arterial e melhoria da percepção do esforço. Objetivo: Investigar o efeito e benefícios da suplementação oral com GABA associada à prática do exercício físico nas respostas fisiológicas de 12 semanas de treinamento combinado (aeróbico e de força) em mulheres com obesidade. Metodologia: Foram recrutadas 56 voluntárias do sexo feminino entre 18 e 59 anos, IMC ≥ a 25 Kg/m2 e randomizadas em dois grupos: GABA ou Placebo. O treinamento físico combinado foi realizado por 12 semanas em três dias distintos por 50 minutos, sendo a primeira semana para familiarização das voluntárias com a intervenção prática e cálculo da frequência cardíaca de reserva utilizando a fórmula de Karvonen (FONTOURA; FORMENTIN; ABECH, 2013). Resultados e discussão: No início da intervenção, nenhum participante do grupo Gaba atingiu a ZAT, enquanto 50% do grupo Placebo alcançaram. Após 90 dias,  83% e 57% do grupo Gaba e Placebo respectivamente alcançaram a ZAT. A PSE foi considerada vigorosa no tempo T0 para 67% do grupo Gaba e 50% do grupo placebo. No T90, 58% do grupo GABA e 50% do grupo PLACEBO relataram o esforço como vigoroso. A adesão ao treinamento do grupo Gaba foi de 83% enquanto o grupo placebo foi de 71%. Conclusão: Por conseguinte, fundamentado nos dados analisados, conclui-se que, 12 semanas de treinamento combinado paralelo à suplementação com GABA não apresentou eficácia complementar na percepção subjetiva de esforço e FC de mulheres com obesidade.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A visão de treinadores (as) de futebol sobre as dimensões do treinamento na iniciação esportiva.</title>
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      <name>Carneiro, Giancarllo Pinheiro</name>
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    <updated>2026-04-06T21:43:04Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A visão de treinadores (as) de futebol sobre as dimensões do treinamento na iniciação esportiva.
Autor(es): Carneiro, Giancarllo Pinheiro
Resumo: Os primeiros contatos com o futebol iniciam-se na infância, por meio da prática com familiares, amigos ou em escolas especializadas no ensino da modalidade. Neste último, o responsável pelo desenvolvimento dos atletas e da sua equipe, perpassando pelo planejamento dos treinos e sua execução, em conjunto com sua comissão técnica, é o treinador (a). Para além dos métodos de ensino e as sessões de treinamento propriamente ditas, os treinadores (as) devem se preocupar com o desenvolvimento de avaliações para seus alunos e atletas, sustentando o processo de ensino-aprendizagem-treinamento. Neste contexto, o objetivo do presente estudo é analisar a visão e o conhecimento de treinadores (as) de futebol, acerca das dimensões técnica, tática e física na iniciação esportiva, e avaliações dos atletas. Trata-se de uma pesquisa descritiva e transversal voltada para a análise do conhecimento e das crenças dos treinadores (as) de futebol sobre os conteúdos da prática da modalidade. Foi desenvolvida a partir de um questionário construído no Google Forms construído pelos pesquisadores, específico para este estudo. Os achados destacam que as diferentes formações acadêmicas dos profissionais de Educação Física, e a vida pregressa, influenciam as percepções sobre o agir no treinamento técnico, tático, físico e avaliativo no treinamento de atletas iniciantes. Todavia, outras crenças são comuns e bem difundidas entre a maioria dos profissionais que trabalham com o futebol, impactando na sua relação com a prática.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação final do planejamento estratégico da Escola de Educação Física da Universidade Federal de Ouro Preto.</title>
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      <name>Dornas, Maria Cecília Souza</name>
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    <updated>2026-04-06T21:21:47Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação final do planejamento estratégico da Escola de Educação Física da Universidade Federal de Ouro Preto.
Autor(es): Dornas, Maria Cecília Souza
Resumo: O objetivo do trabalho foi avaliar e analisar a execução das metas pactuadas no Planejamento Estratégico da Escola de Educação Física da Universidade Federal de Ouro Preto, após seu primeiro quinquênio de implementação. Realizaram-se análises documentais, Atas do Conselho da Unidade e departamento, reuniões com participação de servidores, docentes, mentores e discentes que ocupam representações estudantis. Utilizou-se análise de conteúdo, possibilitando delineamento de quatro categorias: a) resultados preliminares obtidos; b) potencialidades do instrumento; c) barreiras e enfrentamentos; d) propostas de aperfeiçoamento. Observou-se que a maioria das metas teve ações norteadoras iniciadas, mas nem todas foram concluídas. Ressalta-se que o contexto da pandemia mundial (covid-19) exerceu significativo impacto, interferindo diretamente nos resultados, além do prorrogamento de todo Planejamento em um ano (2019-2025). O estudo apresenta caráter avaliativo em relação à ferramenta de gestão, tendo em vista a relevância de implementar mecanismos para avaliação sistematizada dos indicadores de desempenho institucionais. Espera-se que as potencialidades percebidas sejam fortalecidas, as barreiras sejam superadas e as propostas de aperfeiçoamento sejam discutidas coletivamente com a finalidade do desenvolvimento da instituição.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Resposta do fluxo sanguíneo à diferentes protocolos de exercício em indivíduos hipertensos.</title>
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      <name>D'Ascenção, Sáskya Costa</name>
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    <updated>2026-03-31T20:05:11Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Resposta do fluxo sanguíneo à diferentes protocolos de exercício em indivíduos hipertensos.
Autor(es): D'Ascenção, Sáskya Costa
Resumo: Este estudo teve como objetivo comparar os efeitos dos protocolos de HIIT e Handgrip isométrico sobre as respostas cardiovasculares em indivíduos hipertensos. A metodologia consistiu em um delineamento experimental crossover e randomizado com 10 mulheres hipertensas (54,4±6,6 anos), que realizaram dois protocolos de oito minutos: HIIT (80% da frequência cardíaca de reserva) e Handgrip (4 séries de 2 minutos a 30% da contração voluntária máxima). Foram mensurados a pressão arterial e o fluxo sanguíneo da artéria braquial via ultrassonografia Doppler antes e imediatamente após as intervenções. Os resultados indicaram que ambos os protocolos aumentaram significativamente a pressão arterial sistólica (HIIT: 143±12 mmHg; Handgrip: 129±9 mmHg; p&lt;0,05). A frequência cardíaca apresentou elevação significativamente maior no protocolo de HIIT (143±8 bpm) em comparação ao Handgrip (82±11 bpm; p=0,001). Não foram promovidas alterações significativas no fluxo sanguíneo, diâmetro ou velocidade arterial em nenhum dos grupos. Conclui-se que a estabilidade do fluxo braquial agudo é influenciada pelo uso de medicações anti-hipertensivas e pelo remodelamento vascular estrutural. Contudo, ambas as modalidades são estratégias tempo-eficientes eficazes para o manejo da hipertensão, pois o estresse de cisalhamento gerado sustenta adaptações endoteliais crônicas.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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